
Demikát
Sopa de pastores feita com bryndza, o queijo de ovelha macio e salgado, às vezes com batata, cebola e bacon. É tradicional das regiões de criação de ovelhas do centro da Eslováquia e ganhou concursos de cozinha regional.
Região · Eslováquia Central
As cidades mineiras de Banská Štiavnica e Kremnica, Banská Bystrica e a Revolta Nacional, o lado sul dos Baixos Tatras e as tradições de Podpoľanie.
Na foto: Praça central de Banská Bystrica.
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
A região
A região de Banská Bystrica é a maior da Eslováquia em área e vai das cristas dos Baixos Tatras, ao norte, até a fronteira com a Hungria, ao sul. No centro, as montanhas vulcânicas de Štiavnica e de Kremnica guardaram durante séculos as minas de prata e de ouro que enriqueceram o Reino da Hungria.
Banská Štiavnica, patrimônio da UNESCO desde 1993, é a mais conhecida das cidades mineiras. As casas dos mineradores sobem as encostas entre o Castelo Velho, o Castelo Novo e o calvário barroco, e ao redor ficam os tajchy, lagos artificiais construídos para mover as máquinas das minas. A cidade teve uma das primeiras academias de minas do mundo, fundada em 1762.
Kremnica tem uma casa da moeda em funcionamento desde o século XIV e um castelo urbano com a Igreja de Santa Catarina. Banská Bystrica, a capital, cresceu com o cobre; sua praça é cercada de casas de comerciantes, e o Museu da Revolta Nacional Eslovaca lembra o levante de 1944 contra a ocupação alemã, que teve a cidade como centro.
No norte, a vertente meridional dos Baixos Tatras tem as estações de Tále e de Krupová e a Caverna de Bystrá. Em Podpoľanie, ao redor de Detva, vivem as tradições da fujara, flauta pastoral reconhecida pela UNESCO como patrimônio imaterial, e das festas folclóricas de julho. No sul, a região de Gemer tem igrejas góticas com afrescos medievais.
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Cidades

Capital da região de Banská Bystrica, no vale do Hron, enriquecida pelas minas de cobre e de prata. A praça SNP tem a torre do relógio inclinada, de 1552, e casas de mercadores; ao lado fica o castelo urbano, com igrejas e a casa de Matej. Um museu-memorial conta a história do levante antifascista de 1944. Ao norte, a vila mineira de Špania Dolina.

Antiga cidade mineira da prata, Patrimônio Mundial da UNESCO, nas encostas de um vulcão extinto. O centro reúne o Castelo Velho, que nasceu como igreja românica, a Praça da Santíssima Trindade com a coluna da peste e, do outro lado do vale, o Castelo Novo. No alto do morro a leste fica o Calvário barroco; ao sul, o Museu Mineiro ao Ar Livre leva às galerias subterrâneas.

Cidade do ouro nos montes de Kremnica, a 564 m de altitude, uma das mais ricas do Reino da Hungria. Sua casa da moeda, registrada desde o privilégio real de 1328, segue em atividade. No alto da praça, o castelo urbano guarda a igreja gótica de Santa Catarina, e o Museu das Moedas e Medalhas conta a história do dinheiro no território eslovaco.
De maio a outubro é a melhor época para Banská Štiavnica, e no verão, em geral de julho a agosto, os tajchy recebem banhistas. Em setembro, a cidade faz a festa de Salamander, com o desfile noturno dos mineiros. Detva recebe as festas folclóricas sob o Poľana em julho. No inverno, Tále e as encostas sul dos Baixos Tatras abrem para o esqui, em geral de dezembro a março.
Banská Bystrica fica a cerca de 210 km de Bratislava, pela via expressa R1, por Nitra e Zvolen, e tem trens para Bratislava e Košice via Zvolen. Banská Štiavnica é servida por uma linha secundária que sai de Hronská Dúbrava e por ônibus regionais. Kremnica fica a cerca de 35 km de Banská Bystrica, por estrada de montanha. Os voos regulares mais perto chegam a Bratislava (BTS).
Tire suas dúvidas
O Castelo Velho e o Castelo Novo, a Praça da Santíssima Trindade, o calvário barroco e o museu de mineração ao ar livre, com descida a uma galeria. Ao redor da cidade ficam os tajchy, como o Počúvadlo. Um ou dois dias permitem conhecer a cidade com calma.
É uma flauta pastoral longa, com cerca de 1,6 a 2 metros, tocada em Podpoľanie, no centro da Eslováquia. A fujara e a sua música foram reconhecidas pela UNESCO como patrimônio cultural imaterial e aparecem nas festas folclóricas de Detva, em julho.
Foi o levante armado de agosto de 1944 contra o governo aliado da Alemanha nazista e as tropas alemãs, com centro em Banská Bystrica. O museu da cidade conta a história do levante, e a data é feriado nacional em 29 de agosto.
Sim. Tále tem pistas próprias, e o lado sul do Chopok, a partir de Krupová, se liga por teleférico às pistas de Jasná, no lado norte. A neve costuma permitir esqui entre dezembro e março; confirme antes de ir as condições e os teleféricos em funcionamento.