
Bojo
Bolo denso de mandioca ralada e coco, sem ovo e sem fermento, de miolo elástico e crosta crocante. Doce da tradição crioula do Suriname, comum em aniversários e festas.
Sabores · Suriname
Prato com mandioca, batata-doce, banana-da-terra verde e madura, bacalhau salgado e ovo cozido. Nasceu da comida das plantações no tempo da escravidão e está ligado ao Keti Koti, o 1º de julho.
Prato típico do Suriname
Também chamado: herheri, heriheri, eri-eri
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
Clique na foto para ampliar.
Heri heri — Suriname
A heri heri reúne raízes e bananas cozidas, como mandioca, batata-doce e banana-da-terra verde e madura, servidas com bakkeljauw, o bacalhau salgado, e com ovo cozido.
O prato está ligado às plantações do tempo da escravidão no Suriname. As pessoas escravizadas cozinhavam com o que tinham, e as raízes e as bananas eram colhidas nas próprias plantações. Dessa comida, a cozinha surinamesa fez a heri heri de hoje.
O nome costuma ser explicado como 'curar' ou 'inteiro'. O prato é visto como símbolo de perseverança, de liberdade e de ligação com os antepassados.
Keti Koti, em sranan tongo, quer dizer 'correntes quebradas'. A data, 1º de julho, marca a abolição da escravidão no Suriname, em 1863. Mesmo depois disso, as pessoas libertadas ainda tiveram de trabalhar por mais dez anos, sob supervisão do Estado, até 1873. No Suriname, o 1º de julho é feriado nacional, com desfiles e festa nas ruas de Paramaribo. Durante o Keti Koti, muitas pessoas comem heri heri; entre os surinameses na Holanda, o prato é partilhado em encontros públicos para lembrar e celebrar a data.
Fora do 1º de julho, a heri heri também é comida de comemoração em família, preparada quando há algo a festejar.
Suriname
Prato que nasceu da comida das plantações no tempo da escravidão e está ligado ao Keti Koti; as fontes o tratam como cozinha de todo o país.
Mandioca, batata-doce, banana-da-terra verde e madura, bakkeljauw (bacalhau salgado) e ovo cozido.
Num prato só: as raízes e as bananas cozidas, com o bacalhau salgado e o ovo cozido.
No Keti Koti, 1º de julho, e em outras comemorações.
Tire suas dúvidas
O nome costuma ser explicado como 'curar' ou 'inteiro'. Hoje o prato é visto como símbolo de perseverança, liberdade e ligação com os antepassados.
Porque nasceu da comida das plantações no tempo da escravidão. No Keti Koti, o 1º de julho, que lembra a abolição de 1863, muitas pessoas comem heri heri para lembrar essa história.
Keti Koti quer dizer 'correntes quebradas' em sranan tongo. A data marca a abolição da escravidão no Suriname, em 1º de julho de 1863, e é feriado nacional no país.
Sabores do Suriname

Bolo denso de mandioca ralada e coco, sem ovo e sem fermento, de miolo elástico e crosta crocante. Doce da tradição crioula do Suriname, comum em aniversários e festas.

Sopa de amendoim com caldo de frango, servida com tomtom, bolinhas de banana-da-terra cozida e amassada. Tem raízes na cozinha da África Ocidental e faz parte da tradição crioula do Suriname.

Prato de forno feito com pomtajer, uma raiz da região, ralada e misturada com suco de cítrico, em camadas com frango refogado. É o prato de festa mais conhecido do Suriname e muitas vezes é chamado de prato nacional.

Pão chato e fino, de origem indiana, servido com frango ao curry, batata e kousenband, um feijão comprido. Chegou ao Suriname com os trabalhadores contratados da Índia britânica, a partir de 1873, e hoje é comido em todo o país.

Caldo claro de frango servido sobre arroz, com frango desfiado, broto de feijão, ovo cozido, aletria frita e batata frita em palitos finos. É a versão surinamesa da soto de Java, trazida pelos trabalhadores javaneses a partir de 1890.