São Luís
São Luís preserva casarões coloniais e fachadas de azulejos em seu centro histórico, reconhecido pela UNESCO. Caminhadas pela Praia Grande podem ser combinadas com visitas a igrejas, fontes e teatros.
Conheça o lugar
A única capital brasileira fundada por franceses tem o centro histórico coberto de azulejos portugueses, tombado pela Unesco. A Praia Grande concentra casarões, museus e ladeiras de pedra; o bumba meu boi toma a cidade nas festas de junho; e o reggae tem aqui a sua capital no Brasil. É a porta de entrada para os Lençóis Maranhenses e para Alcântara, do outro lado da baía.
Este destino reúne 1 cidade: São Luís.
Um olhar pelo lugar
Um destino, diferentes caminhos
Comece por uma cidade ou combine mais de uma no seu roteiro.
A experiência do lugar
Declarado Patrimônio Mundial pela Unesco em 1997, reúne em cerca de 220 hectares milhares de casarões coloniais portugueses. Muitas fachadas são revestidas de azulejos, usados para proteger as paredes de taipa do calor e da umidade.
Ocupa o local do forte erguido pelos franceses em 1612, na fundação da cidade, e é sede do governo estadual. Abriga um museu com mobiliário, porcelanas, gravuras e pinturas de artistas como Victor Meirelles e Antônio Parreiras.
Fundado em 1817 e parte do patrimônio do centro histórico, é um dos teatros mais antigos do Brasil. Passou pela maior reforma dos últimos 30 anos, com melhorias de climatização, iluminação e acessibilidade, e voltou a receber visitas guiadas em 2026.
Erguida pelos jesuítas no fim do século XVII e transformada em catedral no século XVIII, ganhou as duas torres no início do século XX. Guarda um retábulo barroco de madeira dourada, tombado pelo Iphan em 1954.
Iniciado em 1654 pelos frades mercedários e inaugurado pelo padre Antônio Vieira, é sede desde 2011 da Fundação da Memória Republicana Brasileira. Abriga museu, galeria de arte e biblioteca com obras raras de Vieira.
Construída em 1796, tem cinco carrancas de pedra com bicas de bronze e janelas que dão acesso a galerias subterrâneas. Segundo a tradição popular, os túneis serviam de passagem secreta entre igrejas ou de rota de fuga.
Formada nos anos 1970 pelo represamento de um igarapé durante a urbanização da área, tornou-se parque ecológico em 1988. Tem ciclovia, quadras esportivas, mirante e bares às margens, cercada por bairros como Renascença e Ponta d'Areia.
Estende-se ao longo da Avenida Litorânea, com calçadão, quiosques e restaurantes especializados em frutos do mar. Oferece aulas de kitesurf e, nos fins de semana, programação musical na orla.
Sua base para explorar
A hospedagem faz parte da viagem. Escolha a região que combina com seu roteiro.
Hotel de frente para o mar na Rua João Pereira Damasceno, na Ponta do Farol, a cerca de dez minutos de carro do centro histórico. Tem 243 suítes, piscina, academia, terraço e restaurantes, e atende quem prefere ficar na orla com estrutura completa.
Hotel na Avenida São Marcos, de frente para a praia da Ponta d'Areia, com quartos com varanda e vista para o mar. Tem piscina aquecida, sauna, spa, academia e restaurante, e serve a quem prefere ficar na orla urbana da cidade.
Pousada instalada em um casarão colonial na Rua do Giz, na Praia Grande, no centro histórico de São Luís. Mantém a arquitetura preservada e a decoração rústica, tem bar e café e serve a quem quer explorar o centro antigo a pé.
Sabores do destino
Restaurante na Rua João Damasceno, na região do Farol de São Marcos, conhecido pela carne de sol servida com baião de dois, pirão e paçoca, além de peixada maranhense, arroz de polvo e frutos do mar. Tem salões climatizados e área externa com vista para o mar, e serve a quem quer provar a cozinha regional em porções fartas.
Restaurante-escola na Rua de Nazaré, no centro histórico, onde alunos de gastronomia cozinham e servem sob supervisão de instrutores. O bufê muda a cada dia e reúne pratos maranhenses como arroz de cuxá, vatapá e camarão, sendo uma boa porta de entrada para a cozinha local.
Restaurante familiar na Travessa Marcelino de Almeida, o Beco da Faustina, no centro histórico de São Luís. Serve cozinha regional com peixes e arroz do mar em ambiente descontraído, às vezes com música ao vivo, e atende quem passeia pela Praia Grande.
Antes de partir
Um pouco de planejamento deixa mais espaço para aproveitar o caminho.
Pelo Aeroporto Internacional Marechal Cunha Machado. Barreirinhas, a porta dos Lençóis, fica a cerca de 250 km.
De julho a dezembro, a época seca. Para ver as lagoas dos Lençóis cheias, o melhor é de junho a setembro.
Recolha seu lixo, respeite a sinalização e valorize os serviços locais. Em áreas naturais, siga as orientações de visitação.