Encontro das Águas
As águas pretas do rio Negro e as barrentas do Solimões correm lado a lado por quilômetros sem se misturar, por diferença de temperatura e densidade. O passeio de barco costuma seguir para os igapós e as vitórias-régias.
parque · Manaus, AM
Área de cerca de 13 hectares de floresta mantida pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), aberta ao público em 1995. Tem trilhas, passarelas suspensas, recintos de peixes-bois e ariranhas e a Casa da Ciência, com exposições sobre a região.
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
Conheça
O Bosque da Ciência é uma área de cerca de 13 hectares de floresta no meio da zona urbana de Manaus, mantida pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa). Foi aberto ao público em 1995 como espaço de divulgação científica, educação ambiental e lazer, no bairro de Petrópolis.
O passeio segue por trilhas sombreadas dentro da mata. No caminho é comum cruzar com animais soltos, como macacos e preguiças, e com sorte com o sauim-de-coleira, macaquinho ameaçado de extinção que é símbolo de Manaus. A atração mais procurada é o Parque Aquático Robin Best, com os tanques dos peixes-bois-da-amazônia e das ariranhas. Os peixes-bois chegam ao Inpa em geral órfãos ou feridos e são tratados antes de voltar à natureza.
Há ainda o viveiro dos jacarés, o Lago Amazônico, com tartarugas, peixes e plantas aquáticas, a Ilha da Tanimbuca, que leva o nome de uma árvore gigante, e o condomínio de abelhas nativas sem ferrão. A trilha suspensa, uma passarela de cerca de 110 metros perto da copa das árvores, liga a Ilha da Tanimbuca ao Paiol da Cultura. Na Casa da Ciência, a exposição Tramas da Ciência mostra, com jogos e peças interativas, o que o Inpa pesquisa sobre a Amazônia.
É um passeio de pouco esforço, bom para famílias com crianças e para quem quer ver bichos e mata amazônica sem sair da cidade. A trilha suspensa tem degraus e desníveis e não é acessível para cadeira de rodas. A trilha agroflorestal é de terra e pede calçado fechado.
Antes de ir
De uma a duas horas para percorrer as trilhas e ver os principais recintos com calma.
Pela manhã, logo na abertura, quando o calor é menor; na estação seca, de julho a novembro, chove menos em Manaus.
Fica no bairro de Petrópolis, na Avenida Bem-Te-Vi (antiga Rua Otávio Cabral), a alguns quilômetros do Centro histórico de Manaus. O jeito mais prático é ir de táxi ou carro de aplicativo; linhas de ônibus urbano passam pela região do Inpa.
Leve repelente e água e use calçado fechado. Antes de ir, confira no site oficial se a visita exige agendamento prévio.
Um olhar pelo lugar
Estas fotos são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias. Podem ter diferenças em relação ao local.
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Tire suas dúvidas
As condições de entrada e de agendamento variam, e as fontes não batem. Confira no site oficial do Bosque da Ciência, do Inpa, antes de ir.
Não. Funciona de terça a domingo e fecha às segundas. Confira os horários no site oficial.
De uma a duas horas são suficientes para as trilhas, os tanques dos peixes-bois e a Casa da Ciência.
No Bosque da Ciência, no Parque Aquático Robin Best, onde o Inpa cuida de peixes-bois-da-amazônia resgatados antes de devolvê-los à natureza.
Em parte. As trilhas principais são tranquilas, mas a trilha suspensa tem degraus e desníveis e não é acessível para cadeira de rodas.
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