Ouro Preto
Ouro Preto ocupa encostas marcadas pelo ciclo do ouro e pela arquitetura colonial. Percorrer suas ladeiras permite conhecer arte sacra, museus e espaços que contam a história de Minas Gerais.
Conheça o lugar
É o roteiro do ouro e do barroco, um conjunto de cidades coloniais de ladeiras íngremes, igrejas cobertas de talha dourada e obras de Aleijadinho que o Brasil inteiro estuda na escola. Você desce em mina subterrânea de manhã, almoça comida de fogão a lenha e à tarde entra em uma igreja onde cada centímetro foi entalhado à mão. É viagem para quem gosta de história, artesanato em pedra-sabão e cidade pequena com botequim antigo.
Este destino reúne 7 cidades: Ouro Preto, Mariana, Congonhas, Tiradentes, São João del-Rei, Sabará, Diamantina.
Um olhar pelo lugar
Um destino, diferentes caminhos
Comece por uma cidade ou combine mais de uma no seu roteiro.
Ouro Preto ocupa encostas marcadas pelo ciclo do ouro e pela arquitetura colonial. Percorrer suas ladeiras permite conhecer arte sacra, museus e espaços que contam a história de Minas Gerais.
Mariana preserva um núcleo histórico ligado ao início da mineração em Minas Gerais. Suas praças e construções religiosas convidam a conhecer a arte e a formação das cidades mineiras.
Congonhas tem sua paisagem histórica marcada pelo Santuário do Bom Jesus de Matosinhos. A visita aproxima o viajante da arte de Aleijadinho e da tradição religiosa mineira.
Tiradentes preserva um centro de ruas de pedra ao pé da Serra de São José. A estadia combina caminhadas pelo casario, artesanato e a culinária mineira.
São João del-Rei combina patrimônio colonial com uma cidade ativa às margens do Córrego do Lenheiro. Caminhadas pelo centro revelam pontes de pedra e tradições musicais e religiosas ainda presentes.
Sabará reúne patrimônio colonial perto de Belo Horizonte e mantém tradições da culinária mineira. Passeios pelo centro revelam construções históricas e espaços ligados à arte e à vida cultural da cidade.
Diamantina preserva ruas e casarões ligados à mineração de diamantes na Serra do Espinhaço. Caminhar pelo centro e conhecer a cultura musical local ajuda a descobrir a cidade além das fachadas.
A experiência do lugar
Pequena capela do início do século XVIII, considerada uma das mais ricas representações do barroco mineiro. O interior tem talha dourada e pinturas em vermelho, azul e ouro com influência oriental.
Sobrado de pau a pique com balcões de madeira onde Chica da Silva viveu com o contratador de diamantes João Fernandes de Oliveira entre 1763 e 1771. Tombado em 1950, abriga provisoriamente o Museu do Diamante, cuja sede está em restauração.
Considerada a obra-prima de Aleijadinho, reúne projeto arquitetônico, portada em pedra-sabão e talha do artista com a pintura do forro de Mestre Ataíde. É apontada como o ponto mais alto do barroco brasileiro.
Casa de pau a pique do século XVIII onde o ex-presidente morou na infância e na adolescência. Transformada em museu, expõe objetos pessoais, fotografias, biblioteca e violões usados nas serestas.
Principal templo da primeira sede de bispado de Minas, na Rua Direita, guarda um órgão construído pelo alemão Arp Schnitger e enviado por Dom João V em 1748. Restaurado na Espanha, o instrumento voltou aos concertos no fim de 2025.
Construído em 1749 por iniciativa do Senado da Câmara, tem três bicas com carrancas entalhadas, tanque, lavadouro e bebedouro para animais. A fachada barroca traz o brasão português e o conjunto é tombado pelo Iphan desde 1949.
Matriz de três naves do início do século XVIII, considerada uma das mais ricas da época em talha dourada. O piso guarda antigas lápides e o forro tem caixotões de madeira pintados.
Instalado na antiga Casa de Câmara e Cadeia, na Praça Tiradentes, reúne o acervo ligado à Inconfidência Mineira e peças do cotidiano colonial. Guarda também restos mortais de inconfidentes no Panteão dos Inconfidentes.
Inaugurado em 2015 ao pé do Santuário do Bom Jesus de Matosinhos, é dedicado ao conjunto e à obra do Aleijadinho. Reúne peças originais, réplicas, ex-votos e informações sobre a pedra-sabão e a romaria.
Dois casarões do fim do século XVIII unidos por um passadiço coberto sobre a rua, que funcionaram como residência de intendentes, colégio e orfanato. Restaurado, o conjunto pertence à UFMG e recebe visitantes.
Iniciada em 1763, recebeu entre 1771 e 1774 trabalhos do Aleijadinho, como a portada, os púlpitos e esculturas. Tombada pelo Iphan, é um exemplar do rococó mineiro.
Templo da Ordem Terceira do Carmo com fachada rococó, portada decorada com esculturas e torres octogonais recuadas. No interior há talha de Manuel Rodrigues Coelho e uma imagem inacabada de Cristo sem braços na nave.
Antiga mina de ouro aberta à visitação, com galerias estreitas escavadas à mão por trabalhadores escravizados no século 18. A visita conta a história de Chico Rei, o africano que segundo a tradição comprou a própria liberdade e a de seu povo.
Instalado na casa que pertenceu ao inconfidente padre Carlos Correia de Toledo, funciona desde 1971 e hoje integra o campus cultural da UFMG na cidade. Os forros pintados e o mobiliário de época estão entre os destaques.
Reúne as igrejas de São Francisco de Assis e de Nossa Senhora do Carmo, lado a lado, a antiga Casa de Câmara e Cadeia e o pelourinho. As duas igrejas guardam obras atribuídas ao Aleijadinho e formam um dos conjuntos coloniais mais conhecidos do estado.
Construção circular erguida para abrigar os peregrinos que chegavam para o Jubileu do Bom Jesus. Restaurada pela prefeitura em 1993, virou espaço cultural e de eventos com pátio interno.
A construção atual começou por volta de 1728 e o interior é todo revestido de talha dourada; em 1733 a transferência do Santíssimo para o templo motivou a procissão do Triunfo Eucarístico. No subsolo funciona um museu de arte sacra.
Datada de 1734, reúne diferentes fases do barroco e tem uma das maiores naves de Minas Gerais, com altares ricamente decorados. A portada é atribuída ao Aleijadinho.
Praça central gramada e arborizada, cercada de casarões coloniais, que concentra a vida da cidade histórica. É ponto de partida dos passeios de charrete e recebe feiras e eventos culturais ao longo do ano.
Construído em 1834 como pouso e ponto de comércio dos tropeiros, tem estrutura de madeira com arcos em forma de meia-lua. Na Praça Barão de Guaicuí, reúne feira de artesanato, comidas típicas e música nos fins de semana.
Uma das maiores minas de ouro abertas a visitantes no mundo, percorrida em um carrinho que desce pelos trilhos até um lago subterrâneo de água transparente. A descida atravessa galerias escavadas desde o século 18.
Fundado em 1961 por Dom Oscar de Oliveira e inaugurado no ano seguinte, ocupa um casarão no centro histórico. O acervo tem cerca de 2 mil peças de arte sacra, entre imagens, pinturas, prataria e mobiliário.
Ocupa o sobrado do comendador João Antônio da Silva Mourão, uma das residências mais requintadas do Segundo Reinado, tombado em 1946 e aberto como museu em 1963. O acervo reúne mobiliário, arte sacra e esculturas do século XIX.
Inaugurado em 1819, é apontado como o segundo teatro mais antigo em funcionamento no Brasil. A plateia em ferradura com camarotes de madeira segue o modelo elisabetano e mantém programação cultural.
Sobrado erguido entre 1782 e 1784 pelo contratador João Rodrigues de Macedo, depois sede da arrecadação da Coroa e da fundição do ouro. Ligado à Inconfidência Mineira, foi onde morreu o poeta Cláudio Manuel da Costa, e hoje é museu.
Construído em 1757, abastece a população há mais de dois séculos e é um dos marcos do centro histórico. A fachada ainda guarda vestígios das armas portuguesas, arrancadas após a Independência.
Construída no século XVIII no alto de uma colina, tem planta com nave de formato elíptico e ficou inacabada em parte da decoração interna. O adro funciona como mirante sobre os telhados e torres do centro histórico.
Ponte de pedra em estilo romano concluída em 1798, depois que a antiga ponte de madeira desabou durante uma procissão. O nome vem do edifício da câmara e cadeia que existia junto a ela.
Conjunto reconhecido pela Unesco onde Aleijadinho esculpiu em pedra-sabão as doze figuras dos profetas que guardam o adro da basílica. Nas capelas do caminho estão os Passos da Paixão, em cedro policromado.
Paredão de quartzito que emoldura a cidade e é protegido como área de preservação ambiental e refúgio de vida silvestre. Suas trilhas passam por matas, nascentes e mirantes, incluindo trechos de antigo caminho calçado.
Vila operária formada em torno de uma fábrica de tecidos fundada em 1876 e desativada em 1973, a cerca de 14 km do centro. O conjunto, tombado pelo Iepha em 1998, fica junto ao Parque Estadual do Biribiri, com cachoeiras.
Locomotiva a vapor do século 19 que ainda faz o trajeto de bitola estreita entre as duas cidades, margeando o Rio das Mortes. O trem parte de uma estação histórica que funciona como museu ferroviário.
Matriz do século 18 com interior de talha inteiramente dourada e uma das portadas atribuídas a Aleijadinho, além de um órgão português antigo. Fica no alto da rua principal, com escadaria e relógio de sol à frente.
Templo barroco de fachada curva com projeto de Aleijadinho, cercado por um adro de palmeiras imperiais e pelo cemitério onde está sepultado Tancredo Neves. É o cartão-postal da cidade.
Sua base para explorar
A hospedagem faz parte da viagem. Escolha a região que combina com seu roteiro.
Hotel projetado por Oscar Niemeyer a convite de Lúcio Costa, com prédio modernista sobre pilotis e jardins de Burle Marx, na Rua Senador Rocha Lagoa. Serve a quem quer se hospedar em um marco da arquitetura moderna dentro do centro histórico.
Hotel instalado em parte do antigo colégio das Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo, que chegaram a Mariana em 1849, e aberto como hospedagem em 1972. Tem piscina, quadras e auditório, e serve a quem quer ficar no centro histórico.
Hotel projetado por Oscar Niemeyer na Rua Macau do Meio, no centro histórico, com 25 apartamentos, 15 deles com varanda panorâmica. Fica a cerca de 230 metros do Museu do Diamante e serve a quem quer se hospedar em um marco modernista.
Pousada na Avenida Bias Fortes, a cerca de 400 metros do Santuário do Bom Jesus de Matosinhos, com 36 quartos, piscina, sauna e spa. Serve a quem quer visitar a pé os profetas de Aleijadinho e os Passos da Paixão.
Pousada de 20 quartos instalada em casarão antigo preservado na Rua Ribeiro Bastos, no Centro, com piscina e restaurante. Serve a quem quer se hospedar em um imóvel histórico perto do casario colonial da cidade.
Pousada na Avenida Prefeito Serafim Motta Barros, no centro histórico de Sabará, com café da manhã de quitutes mineiros e estacionamento. Serve a quem quer percorrer a pé as igrejas e o casario da cidade.
Hotel de 18 apartamentos em construção colonial na Praça das Mercês, apontado como um dos pioneiros da hotelaria de charme em Tiradentes. Tem jardim, piscina e sauna, e serve a quem quer ficar entre a Serra de São José e o Rio das Mortes.
Hotel de 165 quartos no bairro Praia, com academia, salas de reunião e recepção 24 horas. Serve a quem viaja a trabalho ou em grupo e precisa de estrutura maior para visitar o Santuário e o Museu de Congonhas.
Hotel instalado em um casarão do século XIX restaurado na Rua Getúlio Vargas, com 38 quartos, restaurante com forno a lenha, spa e piscina aquecida. Serve a quem quer estrutura de hotel a pé da Praça Tiradentes.
Pousada de 14 quartos em estilo colonial na Rua Irmã Eugênia Luz Pinto, com jardim, piscina e quartos com banheira de hidromassagem. Serve a casais e famílias que querem uma base tranquila no centro histórico.
Pousada no Arraial Velho, em área arborizada com jardins, quartos de decoração rústica e café da manhã mineiro com itens caseiros. Serve a quem quer descanso em contato com a natureza perto do centro histórico.
Pousada na Rua Zizinha Camelo, no centro histórico, com arquitetura inspirada nas construções coloniais do século XVIII e suítes com cozinha compacta. Aceita animais de estimação e serve a quem viaja de carro, com estacionamento fechado.
Pousada na Avenida da Saudade, perto do centro histórico, com piscina e o restaurante O Garimpeiro, dedicado à cozinha regional mineira. Serve a famílias e grupos que buscam estrutura completa na cidade.
Pousada de 13 quartos na Rua Padre Toledo, a cerca de 100 metros do Museu Padre Toledo e da Matriz de Santo Antônio, com acesso ao Beco da Matriz. Serve a quem quer explorar o centro histórico a pé.
Hotel-fazenda no bairro Esmeril, com piscina, sauna, pesca e atividades para crianças, que aceita animais de estimação. Serve a famílias que querem combinar a visita ao centro histórico com dias em ambiente rural.
Hotel de 32 quartos na Avenida Presidente Tancredo Neves, no centro, com restaurante e pizzaria próprios, sala de jogos e estacionamento. Serve a quem precisa de estrutura de hotel para circular pela cidade.
Hotel na Rua Getúlio Vargas, no Centro de Mariana, com restaurante próprio, estacionamento e recepção 24 horas. Serve a quem quer circular a pé entre a Igreja do Rosário, a Praça Gomes Freire e a Praça Minas Gerais.
Pousada em casarão de 1747 ao lado da Igreja de São Francisco de Assis, restaurado pela família Pereira com materiais originais e mobiliário de época. Serve a quem quer dormir no núcleo colonial, junto à obra de Aleijadinho.
Pousada de 74 quartos na Avenida Governador Israel Pinheiro, construída em estilo colonial, com restaurante, piscinas coberta e externa, spa e academia. Serve a famílias e grupos que querem estrutura de lazer completa na cidade.
Pousada em casarão do século XIX na Rua Macau de Baixo, abaixo da Igreja de São Francisco de Assis, decorada como casa-museu com mobiliário de época. Tem ala contemporânea construída em 2012 e piscina coberta.
Sabores do destino
Restaurante no segundo andar de um sobrado na Praça Barão de Guaicuí, com vista para o largo e a serra, que serve bufê por quilo. Serve a quem quer comida mineira e pratos variados no centro histórico.
Restaurante em construção colonial na Rua Dr. Paulo Mendes, ao lado do Santuário do Bom Jesus de Matosinhos, com bufê de comida mineira mantida no fogão a lenha. Serve a quem quer almoçar entre as visitas aos Passos e aos profetas.
Restaurante aberto em 1972 em um casarão do bairro Lajes e transferido em 1984 para a Rua Direita, onde serve cozinha mineira e pratos internacionais à la carte. Serve a quem quer receitas clássicas como frango com quiabo e tropeiro no centro histórico.
Restaurante em casarão histórico da Rua Barão de Camargos que une gastronomia e arte, com cozinha de raiz mineira reinterpretada, pizzas e carta de vinhos. Serve a quem busca um jantar mais elaborado na primeira capital de Minas.
Taberna, bar e padaria instalada no Solar da Baronesa, na Rua Getúlio Vargas, com vista para a Igreja de Nossa Senhora do Carmo. Serve chope, linguiças artesanais e música ao vivo, como rodas de choro, a quem quer comer no centro histórico.
Restaurante em casarão de quase 300 anos na Rua Direita, restaurado segundo diretrizes do Iphan e em atividade desde por volta de 2000. Faz cozinha de raiz mineira com ora-pro-nóbis, queijos e porco, e é conhecido pela goiabada frita com queijo.
Restaurante e churrascaria na Rua Marechal Deodoro, no Centro, com bufê por quilo de pratos mineiros e carnes grelhadas. Serve a quem quer uma refeição farta durante a semana na cidade.
Restaurante da chef Rachel Palhares na Rua Joaquim Gomes da Costa, atrás do Mercado Velho, decorado com objetos do cotidiano brasileiro anteriores aos anos 1980. Serve cozinha brasileira contemporânea a quem busca um jantar autoral.
Restaurante fundado em 1958 por Orlando Trópia na Rua São José, em casarão com decoração original que inclui uma cabine telefônica antiga e móveis de farmácia centenária. Hoje conduzido pela família, serve cozinha mineira à la carte.
Restaurante em casarão do século XIX na Rua Dom Viçoso, com bufê de comida mineira no almoço e sobremesas caseiras como o sorvete de queijo com goiabada. Serve a quem quer almoço regional no centro histórico.
Restaurante em casarão do século XVIII preservado na Rua Padre José Maria Xavier, que serve bufê. Serve a quem quer comida mineira caseira no centro histórico.
Restaurante da chef Beth Beltrão na Rua do Moinho, dedicado à cozinha mineira tradicional com ingredientes da horta. Serve a quem quer pratos como tutu com costelinha e lombo em ambiente familiar.
Churrascaria tradicional na Praça Severiano de Resende, com espetos de filé-mignon e maionese da casa entre os pratos mais conhecidos. Serve a famílias que querem almoço com serviço à mesa no centro.
Restaurante da Pousada do Garimpo, na Avenida da Saudade, com cozinha mineira de temática garimpeira e porções fartas. Serve a quem quer uma refeição regional perto do centro histórico de Diamantina.
Pizzaria e restaurante em casarão do século XVIII na Rua São José, com oito ambientes e terraço voltado para a Casa dos Contos e a Ponte dos Contos. Serve pizzas de forno a lenha e cozinha internacional a quem quer jantar no centro histórico.
Restaurante instalado em duas casas do século XVIII na Rua Direita, com cozinha de base francesa que usa ingredientes mineiros e carta com mais de 150 vinhos. Serve a quem busca um jantar mais elaborado no centro histórico.
Restaurante e lanchonete à beira da BR-040, dentro do município de Congonhas, com bufê de comida mineira no almoço. Serve a quem chega pela rodovia e quer parar para comer antes de subir ao centro histórico.
Restaurante na Praça Gomes Freire que serve comida mineira mantida no fogão a lenha, em bufê. Serve a quem quer pratos como o tutu de feijão no principal largo da cidade.
Antes de partir
Um pouco de planejamento deixa mais espaço para aproveitar o caminho.
O Aeroporto Internacional de Confins, em Belo Horizonte, é a principal porta de entrada; de lá a BR-040 leva a Congonhas e São João del-Rei e a BR-356 a Ouro Preto e Mariana.
De abril a setembro, na estação seca, com destaque para a Semana Santa em Ouro Preto e os festivais gastronômicos e culturais de Tiradentes no inverno.
Recolha seu lixo, respeite a sinalização e valorize os serviços locais. Em áreas naturais, siga as orientações de visitação.