Belém
Belém reúne mercados, teatros e igrejas históricas entre rios e ilhas amazônicas. O centro antigo, as praças arborizadas e a cultura paraense aproximam o visitante da história da capital e de suas águas.
Conheça o lugar
Belém é a cidade onde a Amazônia chega em forma de comida: açaí de tigela com farinha, tacacá no fim da tarde e um mercado que funciona desde o século XVII. O centro guarda teatro, basílica e fortes da Belle Époque da borracha, e a poucos minutos de barco a Ilha do Combu troca o asfalto por palafitas e cacau. É capital amazônica com cultura, gastronomia e floresta na mesma viagem.
Este destino reúne 4 cidades: Belém, Ananindeua, Marituba, Benevides.
Um olhar pelo lugar
Um destino, diferentes caminhos
Comece por uma cidade ou combine mais de uma no seu roteiro.
Belém reúne mercados, teatros e igrejas históricas entre rios e ilhas amazônicas. O centro antigo, as praças arborizadas e a cultura paraense aproximam o visitante da história da capital e de suas águas.
Ananindeua combina vida urbana, parques e comunidades insulares na região de Belém. O patrimônio religioso e os espaços verdes revelam aspectos da história local e da presença amazônica no município.
Marituba integra a região metropolitana de Belém e mantém tradições ligadas ao Menino Deus. A igreja matriz e sua praça marcam o cotidiano do centro e as celebrações religiosas da comunidade.
Benevides guarda memórias da abolição da escravidão no Pará e tradições religiosas de suas comunidades. Em Benfica, o patrimônio da igreja matriz e a paisagem ribeirinha revelam parte dessa história.
A experiência do lugar
Feira à beira da baía do Guajará em funcionamento desde o século XVII, com torres do Mercado de Ferro ao lado. Reúne peixe, ervas, garrafadas, frutas e cheiros que não existem em outro lugar.
Inaugurado em 2012 no bairro do Coqueiro, preserva em 12 mil m² um bosque de seringueiras que remete ao ciclo da borracha na Amazônia. Registrado como museu, tem anfiteatro, academia ao ar livre e área de educação ambiental.
Banhada pelo rio Benfica, a orla do distrito foi revitalizada com quiosques, áreas de lazer e passeio à beira d'água. Benfica tem papel histórico: ali foram assinadas, em 30 de março de 1884, as primeiras cartas de alforria da província.
Criado em 2010 na área da antiga fazenda da Pirelli, protege cerca de 6,3 mil hectares de floresta em quatro municípios da Grande Belém. Tem cerca de 15 km de trilhas, e a visita depende de autorização prévia do Ideflor-Bio.
A antiga caixa d'água abastecia as locomotivas e a vila operária da ferrovia Belém-Bragança, cuja estação local foi aberta em 1884. No centro ainda há casas de ferroviários e o prédio das antigas oficinas.
Antigos galpões do porto transformados em restaurantes, bares e espaço de shows, com guindastes originais preservados. Melhor lugar da cidade para ver o pôr do sol na baía.
Uma das ilhas fluviais do município, fica a cerca de 40 minutos de barco da orla. Uma trilha de quase 3 km pela mata preservada liga as comunidades Nova Esperança e Bela Vista.
Trilha rústica de cerca de 1 km na mata do Taiassuí, passa por sumaúmas gigantes e árvores centenárias identificadas. O percurso chega a um trapiche que leva a um igarapé de águas limpas.
Parque naturalístico à beira do rio com viveiro de aves amazônicas, borboletário e mirante em forma de farol. Dá para ver guarás vermelhos de perto.
Principal rio do município, é procurado para lazer em contato com a natureza e passeios pelas margens de mata. Suas águas atraem praticantes de canoagem, stand up paddle e jet ski.
Templo de mármore e vitrais inspirado nas basílicas romanas, coração do Círio de Nazaré. Mesmo fora de outubro, impressiona pela grandiosidade do interior.
Casa de espetáculos neoclássica de 1878, símbolo da riqueza da borracha, com salão nobre e plateia em ferradura. Recebe concertos e visitas guiadas.
Instituição de pesquisa fundada no século XIX que reúne parque zoobotânico, acervo arqueológico e exposições sobre a Amazônia. O passeio é sob árvores centenárias.
A 15 minutos de barco do centro, uma ilha de floresta e palafitas com restaurantes ribeirinhos e produção artesanal de chocolate. Almoçar ali com os pés quase na água é programa obrigatório.
Conjunto colonial do complexo Feliz Lusitânia, onde a cidade começou em 1616, hoje com museus e vista para a baía. O terraço é ótimo no fim de tarde.
Antes de partir
Um pouco de planejamento deixa mais espaço para aproveitar o caminho.
Voo até o Aeroporto Internacional de Belém (BEL); por terra, acesso pela BR-316 e BR-010.
De junho a novembro, quando chove menos; outubro concentra o Círio de Nazaré, a maior procissão do país.
Recolha seu lixo, respeite a sinalização e valorize os serviços locais. Em áreas naturais, siga as orientações de visitação.