Porto Velho
Porto Velho cresceu às margens do Rio Madeira, ligada à história da ferrovia Madeira-Mamoré. As antigas estruturas ferroviárias, os museus e as áreas de floresta revelam diferentes aspectos da capital.
Conheça o lugar
Capital de Rondônia nascida da construção da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, no início do século 20, à beira do Rio Madeira. O complexo da ferrovia, com o museu e as locomotivas, é o marco da cidade; as Três Caixas d'Água, trazidas dos Estados Unidos na época da ferrovia, viraram símbolo no brasão; e o pôr do sol no Madeira é o programa do fim de tarde.
Este destino reúne 1 cidade: Porto Velho.
Um olhar pelo lugar
Um destino, diferentes caminhos
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A experiência do lugar
Antigo pátio da ferrovia inaugurada em 1912, obra que reuniu trabalhadores de mais de 50 nacionalidades, à beira do rio Madeira. Revitalizado e reaberto em 2024, tem museu com peças da ferrovia, galpões restaurados e deque com vista para o rio.
Conhecidas como Três Marias, as caixas-d'água metálicas foram trazidas dos Estados Unidos no tempo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré e viraram símbolo da cidade. Ficam no cruzamento das avenidas Carlos Gomes e Rogério Weber e recebem eventos artísticos.
Primeiro templo católico da cidade, teve a pedra fundamental lançada em 1917 e as obras retomadas de vez em 1927. O altar-mor é de mármore de Carrara, feito por artistas italianos, e as paredes têm pinturas religiosas do padre Ângelo Cerri.
Instalado no antigo Palácio Getúlio Vargas, inaugurado em 1954 e sede do governo até 2015, reúne acervo de arqueologia, geologia, paleontologia e documentos históricos. No andar superior foi mantido o gabinete do governador com o mobiliário original.
Antigo mercado municipal ligado ao crescimento da cidade na época da ferrovia Madeira-Mamoré, atingido por incêndio em 1966 e depois reconstruído. Hoje recebe shows de música, feiras de artesanato, exposições e festivais gastronômicos.
Inaugurado em 2015 no Largo da Capela de Santo Antônio, conta a trajetória do marechal Cândido Rondon e da comissão que levou o telégrafo à região. A exposição tem fotografias, documentos, maquetes de postes telegráficos e objetos dos primeiros tempos da cidade.
Área de floresta amazônica no fim da Avenida Rio Madeira, com trilhas para caminhada e bicicleta e um museu de fauna e flora. Ganhou recentemente uma trilha suspensa de mais de 500 metros que atravessa a mata nativa.
Mais novo dos três mercados históricos da cidade, no bairro Panair, reúne bancas de culinária amazônica e artesanato local. Funciona como polo de pequenos negócios ligados à identidade rondoniense e à gastronomia regional.
Antes de partir
Um pouco de planejamento deixa mais espaço para aproveitar o caminho.
Pelo Aeroporto Internacional Governador Jorge Teixeira. Rio Branco fica a cerca de 510 km pela BR-364.
De junho a setembro, a época seca. Na cheia do Rio Madeira, de fevereiro a abril, a paisagem muda bastante.
Recolha seu lixo, respeite a sinalização e valorize os serviços locais. Em áreas naturais, siga as orientações de visitação.