Porto Alegre
Porto Alegre combina a paisagem do Guaíba com parques urbanos e o patrimônio do centro histórico. Passeios pela orla podem ser combinados com visitas a mercados, teatros e outros espaços culturais.
Conheça o lugar
A capital gaúcha se vive à beira do Guaíba, e a orla revitalizada é o lugar do pôr do sol mais famoso da cidade. O Centro Histórico reúne o Mercado Público, a Casa de Cultura Mario Quintana e a Praça da Matriz; o Parque da Redenção tem feira de artesanato e antiguidades aos domingos; e a Fundação Iberê Camargo, projeto de Álvaro Siza, vale a visita pela arquitetura. É a porta de entrada para a Serra Gaúcha.
Este destino reúne 1 cidade: Porto Alegre.
Um olhar pelo lugar
Um destino, diferentes caminhos
Comece por uma cidade ou combine mais de uma no seu roteiro.
A experiência do lugar
Inaugurado em 1869 no centro histórico, o prédio de estilo eclético com influência neoclássica reúne mais de cem lojas de alimentos, ervas e artigos variados. Tombado em 1979, sobreviveu a quatro incêndios e reabriu após ser inundado na enchente de 2024.
Antiga usina termelétrica inaugurada em 1928 e desativada em 1974, o prédio à beira do Guaíba virou centro cultural em 1991. Após uma restauração completa, reabriu em agosto de 2025, com espaços para exposições e eventos junto à orla.
Ocupa o antigo Hotel Majestic, projetado por Theodor Wiederspahn, onde o poeta Mario Quintana morou de 1968 a 1980. Reúne teatros, salas de cinema, galerias e bibliotecas, e concluiu em 2025 a recuperação dos danos da enchente de 2024.
Conhecido como Redenção, nome adotado em 1884 em referência à libertação dos escravizados do distrito, ocupa cerca de 37 hectares no bairro Bom Fim. Tem jardins temáticos, como o Recanto Oriental e o Recanto Europeu, além de parque de diversões e feira ecológica.
Com pedra fundamental lançada em 1921 e consagração em 1986, fica na Praça da Matriz e tem linhas inspiradas no Renascimento. A cúpula alcança 65 metros de altura, e os mosaicos da fachada foram feitos pela Academia de Mosaicos do Vaticano.
Projetada pelo arquiteto português Álvaro Siza e aberta em 2008 à margem do Guaíba, a sede recebeu o Leão de Ouro da Bienal de Arquitetura de Veneza de 2002. Preserva e expõe a obra do pintor gaúcho Iberê Camargo e promove mostras de arte contemporânea.
Fundado em 1954, ocupa desde 1978 o prédio da antiga Delegacia Fiscal, erguido entre 1913 e 1914 com projeto de Theodor Wiederspahn. O acervo tem mais de 2,6 mil obras, e o museu reabriu em dezembro de 2024 após a enchente.
Aberto em 1972 no bairro de mesmo nome, o Parcão ocupa cerca de 11 hectares e tem mais de 1,5 mil árvores de 117 espécies. A réplica de um moinho em estilo açoriano lembra o moinho que deu nome à região no século 18.
Sua base para explorar
A hospedagem faz parte da viagem. Escolha a região que combina com seu roteiro.
Hotel construído junto a uma mansão da década de 1930 tombada pelo patrimônio histórico, com piscina, spa, sauna, restaurante e bar. Serve a quem quer ficar no Moinhos de Vento com estrutura de lazer completa e aceita animais de estimação.
Apart-hotel na Rua Miguel Tostes com suítes amplas equipadas com minicozinha e sala de estar, além de piscina coberta aquecida e sauna. Serve a viajantes a trabalho e famílias em estadias mais longas, perto do Hospital Moinhos de Vento.
Hotel econômico entre o Moinhos de Vento e o Bom Fim, com decoração temática sobre a criatividade porto-alegrense e lobby preparado para trabalho remoto. Serve a quem quer uma base prática perto de bares e restaurantes dos dois bairros.
Sabores do destino
Restaurante de cozinha portuguesa e frutos do mar aberto em 1889 dentro do Mercado Público, com bolinhos de bacalhau e peixes grelhados no cardápio. Reabriu em julho de 2024, depois de mais de 40 dias fechado pela enchente.
Bar e restaurante num chalé amarelo tombado na Praça XV, em frente ao Mercado Público, cuja origem é um quiosque de sorvetes de 1885. Serve a quem quer petiscos, cerveja gelada e a feijoada de sábado no Centro Histórico.
Restaurante e bar na Praça Maurício Cardoso comandado pelo chef Marcelo Schambeck, que reinterpreta pratos gaúchos com inspiração no Uruguai e na Argentina. Trabalha com produtores locais e serve a quem quer a cozinha do sul em versão atual.
Antes de partir
Um pouco de planejamento deixa mais espaço para aproveitar o caminho.
Pelo Aeroporto Internacional Salgado Filho, perto do centro. Gramado fica a cerca de 115 km.
Na primavera e no outono, de setembro a novembro e de março a maio, com temperaturas amenas. O verão é quente e úmido, e o inverno é frio e com vento.
Recolha seu lixo, respeite a sinalização e valorize os serviços locais. Em áreas naturais, siga as orientações de visitação.