Antes de ir
Sua viagem a São Roque de Minas.
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
São Roque de Minas – MG Destino Nascentes das Gerais e Canastra a cerca de 320 km de Belo Horizonte
Como chegar
De Belo Horizonte, são cerca de 320 km pela MG-050 até Piumhi e depois pela MG-341 até São Roque de Minas. De São Paulo, o caminho mais usado passa por Passos e Piumhi. A Portaria 1 do parque fica a cerca de 7 km do centro, por estrada de terra que sobe a serra. Sem carro próprio, há condutores e veículos credenciados pelo parque para os passeios.
Quantos dias
Dois dias permitem um dia inteiro na parte alta do parque, com a nascente, o Curral de Pedras e o alto da Casca d'Anta, e outro na parte baixa da cachoeira, pela Portaria 4, perto de Vargem Bonita. Com quatro dias, sobra tempo para as cachoeiras fora do parque, como as do Capão Forro, e para visitar fazendas de queijo.
Quando ir
De abril a outubro chove menos e as estradas de terra do parque costumam estar em melhores condições. De novembro a março as chuvas são frequentes, os rios sobem depressa e as cachoeiras costumam ter mais água. Em dias de incêndio florestal o parque pode fechar à visitação.
As épocas indicadas são as mais comuns; a natureza nem sempre segue o calendário.
Precisa de carro?
Sim. O centro se percorre a pé, mas a portaria do parque fica a 7 km e as paradas da parte alta se espalham por dezenas de quilômetros de estrada de terra dentro do parque. Carro mais alto ajuda na época de chuva. Quem não dirige pode contratar condutores e transporte credenciados pelo parque.
Roteiro sugerido
Uma ordem que funciona
Montada com os atrativos que estão nesta página. Nada de correria: é para dar tempo de ver.
Um dia em São Roque de Minas
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manhã
Portaria 1 e a nascente
Entre cedo pela Portaria 1 e pare no centro de visitantes, logo depois do portão. Siga pela estrada do chapadão até o marco da Nascente Histórica do Rio São Francisco e a primeira ponte sobre o rio.
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tarde
Curral de Pedras e alto da Casca d'Anta
Continue até o Curral de Pedras e, mais adiante, até a parte alta da Casca d'Anta, onde o rio forma poços antes da queda. Leve lanche: dentro do parque não há onde comprar.
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fim de tarde
Descida da serra
Volte com folga para sair antes do fechamento. Na descida para a cidade, a estrada abre vista para o vale e para o paredão da Canastra.
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noite
Queijo canastra no centro
Jante no centro e prove o queijo canastra das fazendas da região, vendido em queijarias e empórios da cidade.
Confirme antes de sair de casa. Horários e dias de funcionamento mudam, e atrativo fecha para obra, feriado ou evento. Este roteiro é uma sugestão do Cidade Turismo, não um compromisso: monte o seu falando direto com cada lugar que pretende visitar.
Antes de ir
Perguntas frequentes
Qual a distância de São Roque de Minas até o Parque Nacional da Serra da Canastra?
A Portaria 1, a principal entrada do parque, fica a cerca de 7 km do centro, por estrada de terra que sobe a serra. O centro de visitantes fica logo depois do portão. Da portaria, a estrada interna segue pelo chapadão até a nascente do São Francisco e a parte alta da Casca d'Anta.
É melhor se hospedar em São Roque de Minas ou em Vargem Bonita?
Depende do que se quer ver. São Roque de Minas é a base para a parte alta do parque, pela Portaria 1, com a nascente e o alto da Casca d'Anta. Vargem Bonita fica mais perto da Portaria 4, a cerca de 22 km, que leva à parte baixa da cachoeira. Em viagens de quatro dias ou mais, há quem divida as noites entre as duas.
Quantos dias ficar em São Roque de Minas?
Dois dias para as duas partes da Casca d'Anta e a nascente do São Francisco. Com quatro dias, dá para incluir as cachoeiras do Capão Forro, fora do parque, e uma visita às fazendas de queijo.
O que é o queijo canastra?
É um queijo de leite cru feito nas fazendas da região da Serra da Canastra, de casca amarelada e massa firme. O modo artesanal de fazer queijo de Minas nas regiões do Serro, da Serra da Canastra e do Salitre é registrado pelo IPHAN como patrimônio cultural imaterial do Brasil. Muitas fazendas recebem visitantes e vendem o queijo direto ao público.
