Salvaterra
Salvaterra combina praias e vestígios históricos na costa oriental da Ilha de Marajó. A vila de Joanes, os campos e as comunidades locais aproximam o visitante das paisagens e da cultura marajoara.
Conheça o lugar
A maior ilha fluviomarinha do mundo tem búfalo andando na rua, praia de água salobra com manguezal e um ritmo que desacelera qualquer visitante. Em Soure e Salvaterra dá para tomar banho em igarapé cor de chá, comer filé de búfalo com queijo marajoara e comprar cerâmica inspirada nos povos que viveram ali há séculos. É a cara mais original do Pará.
Este destino reúne 5 cidades: Salvaterra, Soure, Cachoeira do Arari, Ponta de Pedras, Breves.
Um olhar pelo lugar
Um destino, diferentes caminhos
Comece por uma cidade ou combine mais de uma no seu roteiro.
Salvaterra combina praias e vestígios históricos na costa oriental da Ilha de Marajó. A vila de Joanes, os campos e as comunidades locais aproximam o visitante das paisagens e da cultura marajoara.
Soure reúne praias, manguezais e campos naturais na Ilha de Marajó. A paisagem do Pesqueiro e o cotidiano das comunidades revelam a relação entre as águas, a pesca e a cultura marajoara.
Cachoeira do Arari reúne campos marajoaras, vida ribeirinha e patrimônio cultural. O Museu do Marajó apresenta a história e os saberes da região, em diálogo com o cotidiano das comunidades locais.
Ponta de Pedras reúne paisagens de várzea e comunidades ribeirinhas no arquipélago do Marajó. A pesca, o açaí e o patrimônio religioso ajudam a conhecer a relação entre o município e suas águas.
Breves se desenvolveu às margens do Rio Parauaú, em uma região de ilhas e canais amazônicos. O movimento das embarcações e o patrimônio do centro revelam a presença dos rios na vida marajoara.
A experiência do lugar
Conjunto de pequenos rios, furos e ilhas que liga o rio Amazonas ao rio Pará, é rota de embarcações que cruzam o arquipélago do Marajó. A navegação revela florestas de várzea e comunidades ribeirinhas nas margens.
Banhada pelas águas doces da baía do Marajó, estende-se por cerca de 2 km e fica a 10 km do centro. O nome da praia inspirou a primeira denominação da cidade, mais tarde substituída pela atual, referência às pedras do local.
Praia larga com coqueiros, barracas de peixe frito e água morna de cor amarelada. É a mais movimentada e bem estruturada da ilha.
Construída em 1923, é a sede da paróquia criada em 1747 que deu origem ao município. No terceiro domingo de dezembro, recebe o Círio de Nossa Senhora da Conceição, procissão em honra à padroeira.
Com construção iniciada em 1861, fica na Avenida Presidente Getúlio Vargas e é dedicada à padroeira do município. A festividade da santa, celebrada todos os anos em 26 de julho, reúne procissão e programação religiosa.
Voltada para a baía do Marajó, fica a cerca de 8 km do centro e é um dos principais espaços de banho e lazer dos moradores. Nos arredores funciona uma unidade comunitária de beneficiamento de fibras vegetais.
Faixa longa de areia clara com mar calmo e pôr do sol aberto sobre a água. Concentra bares e quiosques com música paraense ao vivo.
Maior depressão da ilha do Marajó, tem até 18 km de comprimento e 7 km de largura e é dividido com o município vizinho de Santa Cruz do Arari. Integra a Área de Proteção Ambiental do Arquipélago do Marajó, criada em 1989.
Acervo dedicado à cerâmica marajoara, à cultura ribeirinha e à história da ilha, reunido por iniciativa local. Boa parada para entender os grafismos que aparecem no artesanato.
Formada por igarapés de águas cristalinas, é banhada pela baía do Marajó. Menor e mais reservada que as praias vizinhas, tem águas calmas e piscinas naturais que surgem na maré baixa.
Principal local de banho da cidade, fica às margens do rio Parauaú. O rio, extenso e navegável em todo o seu percurso, é um dos cursos d'água que cercam a sede do município.
Povoado surgido com a chegada de frades jesuítas à região no século XVIII, hoje é uma das localidades do interior do município. Conserva uma igreja e vestígios de antigas construções religiosas ligadas ao período colonial.
Vilarejo à beira da praia com as ruínas de uma igreja jesuíta do século XVII sobre a barranca. O contraste entre pedra antiga e mar é o retrato mais fotografado do Marajó.
Fazenda de búfalos aberta à visitação, com passeio de charrete, ordenha e prova de queijo e doces feitos ali. Mostra como a criação de búfalo virou identidade da ilha.
Trilha por mata nativa de bacurizeiros que termina em um lago onde bandos de guarás vermelhos chegam no fim da tarde. Passeio guiado por moradores da região.
Ponto de encontro da cidade, com peixe fresco, frutas regionais, queijo de búfalo e cerâmica marajoara. Bom lugar para comprar direto de quem produz.
Igarapé de água escura cercado por mangue, com redes e mesas dentro da água. É o banho mais refrescante da ilha, ideal no meio do dia.
Antes de partir
Um pouco de planejamento deixa mais espaço para aproveitar o caminho.
Voo até Belém (BEL) e travessia de lancha ou ferry pelo terminal de Icoaraci até Camará, em Salvaterra, seguindo por estrada até Soure.
De julho a dezembro, no verão amazônico, quando chove menos e as praias ficam mais extensas.
Recolha seu lixo, respeite a sinalização e valorize os serviços locais. Em áreas naturais, siga as orientações de visitação.