Curitiba
Curitiba reúne parques, jardins e espaços culturais em uma paisagem urbana marcada pela arquitetura. O visitante pode alternar caminhadas ao ar livre com museus e passeios pelo centro histórico.
Conheça o lugar
Esse roteiro começa na capital mais arborizada do país, com parques, museus e arquitetura de assinatura, e desce a Serra do Mar por uma das ferrovias mais espetaculares do mundo. Lá embaixo aparecem cidades coloniais, o barreado servido em panela de barro e a Ilha do Mel, sem carros e só com trilhas. É cultura urbana e mata atlântica no mesmo fim de semana.
Este destino reúne 8 cidades: Curitiba, Morretes, Antonina, Paranaguá, Matinhos, Guaratuba, Pontal do Paraná, Guaraqueçaba.
Um olhar pelo lugar
Um destino, diferentes caminhos
Comece por uma cidade ou combine mais de uma no seu roteiro.
Curitiba reúne parques, jardins e espaços culturais em uma paisagem urbana marcada pela arquitetura. O visitante pode alternar caminhadas ao ar livre com museus e passeios pelo centro histórico.
Morretes preserva casarios históricos às margens do rio Nhundiaquara, junto à Serra do Mar. O visitante pode caminhar pelo centro, experimentar a culinária local e conhecer paisagens de rios e mata.
Antonina preserva um centro histórico voltado para a baía, aos pés da Serra do Mar. Caminhadas entre igrejas e casarios podem ser combinadas com a observação da paisagem portuária e dos manguezais.
Paranaguá reúne patrimônio histórico e uma paisagem ligada ao porto, aos rios e às ilhas. Caminhadas pela Rua da Praia podem ser combinadas com passeios de barco e visitas ao litoral da baía.
Matinhos reúne praias urbanas, costões e áreas de Mata Atlântica no litoral do Paraná. Caminhadas pela orla de Caiobá e passeios pelo entorno revelam o contraste entre os morros verdes e o mar.
Guaratuba combina uma baía cercada de vegetação com praias abertas para o Atlântico. O visitante pode caminhar pela orla, subir ao Morro do Cristo e explorar a paisagem das águas interiores.
Pontal do Paraná tem uma longa faixa de praias e áreas de restinga no litoral do estado. O visitante pode caminhar pelos balneários e embarcar em Pontal do Sul para conhecer a Ilha do Mel.
Guaraqueçaba fica entre a baía, manguezais e extensas áreas de Mata Atlântica no litoral paranaense. Passeios pela orla e de barco aproximam o visitante da paisagem e das comunidades costeiras.
A experiência do lugar
Tombado pelo Iphan em 2012, reúne casarões e armazéns da época em que o porto escoava erva-mate, como o Armazém Macedo. O conjunto inclui ainda a Fonte da Carioca, a estação ferroviária de 1916 e o Theatro Municipal.
Cartão-postal da capital, com sua estufa de estrutura metálica e vidro diante de jardins geométricos à moda francesa. Tem museu botânico e o Jardim das Sensações, feito para ser percorrido de olhos vendados.
Elevação no extremo sul da orla central, junto à Praia de Brejatuba, tem no alto uma estátua do Cristo Redentor que se tornou símbolo do município. Uma escadaria de 197 degraus leva ao topo, mirante natural com vista para as praias.
Balneário voltado para a baía de Paranaguá, tem águas mais calmas que as praias de mar aberto do município. É o ponto de embarque dos barcos para a Ilha do Mel, e grupos de golfinhos costumam ser avistados na região.
Protegida por uma enseada de cerca de 1 quilômetro, tem faixa larga de areia e águas calmas e rasas, na entrada da baía de Guaratuba. Do canto da praia parte a trilha que sobe o Morro do Boi.
Reserva particular de Mata Atlântica com cerca de 2.250 hectares, mantida pela Fundação Grupo Boticário e aberta à visitação desde 1996. Trilhas levam ao Salto Morato, queda d'água de cerca de 100 metros, e a uma figueira cujas raízes atravessam o Rio do Engenho.
Segunda maior baía do Paraná, com cerca de 48 quilômetros quadrados, recebe 16 rios e é pontilhada de ilhas e manguezais em área de proteção ambiental. A travessia de ferry-boat até Caiobá oferece vista ampla do espelho d'água e da serra.
Teatro de estrutura tubular e teto transparente construído sobre um lago, dentro de uma antiga pedreira. O cenário de mata e água ao redor faz do prédio uma atração por si só.
Criado em 1989 e administrado pelo ICMBio, protege ilhas, baías, manguezais e restingas e integra o Patrimônio Natural da Humanidade reconhecido pela Unesco em 1999. Abriga o mico-leão-da-cara-preta, e sua Praia Deserta soma cerca de 38 quilômetros de areia.
Com cerca de 1,4 quilômetro entre o Morro do Boi e a Pedra de Matinhos, tem ondas moderadas e recebe campeonatos de surfe. A orla é urbanizada, com calçadão ao longo da areia.
Balneário de mar aberto na orla oceânica, é um dos trechos mais procurados por surfistas no litoral paranaense. Integra os cerca de 23 quilômetros de costa do município, divididos em dezenas de balneários.
Com capela-mor inaugurada em 1715 e ampliada várias vezes, está entre os templos mais antigos do Paraná e foi o núcleo inicial do povoado. Tombado pelo estado em 1999, fica na Praça Coronel Macedo, no centro histórico.
Tombado pelo Iphan em 2009, foi o primeiro centro histórico do Paraná reconhecido como patrimônio nacional e corresponde ao núcleo mais antigo da cidade. Reúne a Rua da Praia, o antigo Colégio dos Jesuítas e as igrejas do Rosário e de São Benedito.
Construída em 1838 em estilo colonial, com grossas paredes de pedra, é apontada como a primeira edificação erguida na sede do município. Dedicado ao Senhor Bom Jesus dos Perdões, o templo é o marco histórico mais antigo da pequena sede.
Com cerca de 160 metros de altura, separa as praias Mansa e Brava de Caiobá. A trilha começa no canto da Praia Mansa, passa pela pequena Praia dos Amores e leva a um topo com vista panorâmica do litoral.
Com cerca de 455 metros de altitude, às margens da baía, tem trilhas com vista para o oceano Atlântico. A região do Cabaraquara, ao pé do morro, é conhecida pela degustação de ostras cultivadas na baía.
Conhecido como Museu do Olho pela forma do anexo projetado por Niemeyer, reúne exposições de arte, arquitetura e design. É um dos maiores espaços expositivos da América Latina.
Balneário mais urbanizado do município, tem calçadão à beira-mar e comércio concentrado perto da praia. Costuma reunir grande movimento de veranistas na temporada, entre dezembro e março.
Fundado em 1875 por uma sociedade teatral local e depois adquirido pela prefeitura, tem fachada eclética rica em ornamentos, reflexo do auge econômico da cidade. Em 1933 recebeu apresentação de Carmen Miranda e Ary Barroso, que desembarcaram de um navio em escala no porto.
Erguida no século XVIII e tombada pelo patrimônio histórico estadual em 1938, é um testemunho do período colonial da antiga vila, criada em 1771. No interior guarda retábulo de madeira entalhado à mão e imagem policromada da padroeira.
Criado em 1990 na Serra do Mar, protege o Conjunto Marumbi, formado por nove picos, dos quais o Olimpo é o mais alto, com 1.539 metros. A primeira subida conhecida ao cume, em 1879, é considerada o marco inicial do montanhismo no Brasil.
Unidade de conservação que protege um dos últimos refúgios de Mata Atlântica do litoral, rica em bromélias e orquídeas. Cinco trilhas planas e interligadas formam um circuito de 1,5 quilômetro, com pontes suspensas sobre áreas alagadas e o Mirante das Bromélias.
Formado pelas ilhas Grapirá, Três Picos e Filhote, abriga um dos principais ninhais de fragatas da região, além de atobás, gaivotas e trinta-réis. Gerido pelo ICMBio, permite passeios guiados e mergulho, com desembarque apenas mediante autorização.
Inaugurado em 1996, ocupa a área de duas antigas pedreiras desativadas nos anos 1970, entre os bairros Pilarzinho e Taboão. Tem lago, túnel artificial e um mirante no Jardim Poty Lazzarotto, cerca de 65 metros acima do lago inferior.
Formação rochosa que avança sobre a baía, onde as águas do Atlântico encontram as encostas da Serra do Mar, é ponto procurado para pesca e contemplação. O nome vem de uma planta usada por pescadores para fazer boias de rede, e no local há vestígios de um sambaqui.
Dedicado à padroeira do Paraná, guarda a imagem que, segundo a tradição, foi encontrada por pescadores nas águas da baía. Em novembro, a Festa do Rocio reúne romarias de várias partes do país na Praça da Fé, ao lado do templo.
Ferrovia centenária que desce a Serra do Mar por túneis, viadutos e pontes penduradas sobre o abismo, já citada entre as mais belas do mundo. São cerca de quatro horas de mata atlântica pela janela.
Casario colonial do século 18 às margens do Rio Nhundiaquara, cheio de restaurantes que servem o barreado em panela de barro. É a parada obrigatória de quem desce de trem.
Cavidade aberta pela erosão do mar num veio de diabásio, rocha escura menos resistente que o migmatito ao redor, no Morro da Gruta, ao sul da Ilha do Mel. Uma passarela de madeira leva à entrada, e o nome vem da lenda de sereias que habitariam o local.
Conjunto de quinze quadras nos bairros São Francisco e Centro, reúne casarões dos séculos XVIII e XIX com influência portuguesa e alemã e a Igreja da Ordem Terceira de São Francisco. Aos domingos, desde 1973, recebe a tradicional feira de artesanato do Largo da Ordem.
Nasce na Serra do Marumbi e corre 37 quilômetros até a baía de Antonina, tornando-se navegável a partir do distrito de Porto de Cima. Antiga rota de comércio entre o planalto e o litoral, hoje é procurado para boia-cross, canoagem e rafting.
Antiga estrada em parte calçada de pedras que atravessa a Serra do Mar entre Curitiba e o litoral, com recantos e mirantes ao longo do caminho. É a alternativa cênica à rodovia rápida.
Em 1972, seu trecho central se tornou o primeiro calçadão exclusivo para pedestres do Brasil, com piso de petit-pavê e canteiros floridos. O apelido Rua das Flores remete ao nome que a via tinha no século XIX, antes de homenagear a Proclamação da República.
Farol histórico da Ilha do Mel, alcançado por trilha e uma escadaria de degraus até a base, com entrada gratuita. Do alto se descortina a melhor vista da ilha e da baía.
Criado em 1972 como parque linear para conter enchentes e proteger a mata do rio Barigui, tem cerca de 1,4 milhão de metros quadrados e um lago de 230 mil. Pistas de caminhada e ciclovia contornam o lago, onde é comum avistar capivaras.
Forte do século 18 erguido na Ilha do Mel para defender a Baía de Paranaguá, hoje o ponto mais visitado da ilha. Fica junto à praia mais extensa, com cerca de 4 km de areia.
Bairro formado por imigrantes vindos do norte da Itália, sobretudo do Vêneto e do Trentino, concentra restaurantes de cozinha italiana, vinícolas e lojas de artesanato. Preserva construções do fim do século XIX, como a Casa Culpi, de 1887, e a Casa dos Gerânios, de 1891.
Sua base para explorar
A hospedagem faz parte da viagem. Escolha a região que combina com seu roteiro.
Hotel com 38 apartamentos em três alas, a principal num casarão do século XIX de frente para a praça e a igreja do centro histórico. Parte dos quartos tem vista para a baía e a Serra do Mar, e há duas piscinas, uma delas aquecida.
Hotel aberto em 1993 como Araucária Mar e rebatizado Camboa em 1997, perto da rodoviária e do terminal de barcos para a Ilha do Mel. Tem piscinas externa e interna aquecida, sauna, quadras e estrutura para eventos e famílias com crianças.
Hotel e restaurante que ocupa desde 1945 um casarão do século XVIII à beira do rio Nhundiaquara, apontado como a construção mais antiga da cidade. Serve a quem quer dormir no centro histórico, a pé dos restaurantes de barreado.
Hotel de 21 quartos na Travessa XV de Novembro, no centro, com piscina e vista para a baía e a praça. Fica perto do embarque de barcos e serve a quem chega pela água ou sai para passeios pela baía.
Hotel de 30 quartos na Avenida Curitiba, de frente para a Praia Central, com piscinas aquecidas e bicicletas para hóspedes. Serve casais e famílias que querem ficar na orla, perto do centro de Guaratuba.
Hotel de design contemporâneo na Rua Gutemberg, no Batel, perto da Praça da Espanha e do Pátio Batel, com o restaurante Nômade e o Gaya Spa abertos também ao público. Serve a quem quer ficar no bairro de compras e restaurantes da cidade.
Pousada familiar na Avenida Beira Mar, em Pontal do Sul, perto da praia, com piscina grande e café da manhã. A proprietária mora no local e cuida do atendimento, em estrutura simples voltada a famílias.
Centro de turismo e lazer do Sesc de frente para o mar em Caiobá, com 137 apartamentos, pensão completa, piscinas e programação de recreação. Voltado a famílias com crianças, que contam com equipe de recreação e refeições no local.
Hotel temático dedicado ao jazz na Rua Silveira Peixoto, no Batel, vizinho ao Castelo do Batel, com apresentações ao vivo no bar e o restaurante New Orleans. Atende viagens de trabalho e quem busca programação musical à noite.
Pousada e surf resort na Praia Grande da Ilha do Mel, com suítes de vista para o mar, restaurante e estrutura para casamentos. Serve surfistas, casais e famílias que querem ficar de frente para o mar aberto.
Hotel pé na areia na Avenida Visconde do Rio Branco, com acesso direto à praia, piscinas aquecidas, restaurante e espaço de eventos. Parte dos apartamentos tem sacada com vista para o mar, e atende famílias na temporada de praia.
Pousada de 10 quartos na Rua Nova Londrina, em Caiobá, a cerca de 150 metros da praia, com piscina e café da manhã. Serve casais e famílias que querem hospedagem pequena perto do mar.
Pousada de quartos temáticos na Rua Ermelino de Leão, no centro, decorada com artesanato de várias regiões do Brasil e com piscina em jardim tropical. Serve a quem quer ficar perto da Igreja de São Benedito e do Theatro Municipal.
Pousada rural na Reta do Porto de Cima com 27 unidades entre apartamentos e chalés, piscina aquecida coberta, sauna e restaurante que serve barreado. Aceita animais de pequeno e médio porte e atende famílias e casais em busca de natureza.
Pousada só para adultos, com cinco suítes com sacada, na Rua Flor de Maio, administrada pelos proprietários. Integra jardim e áreas internas e oferece refeições como pizza em forno a lenha e camarões grelhados.
Hospedagem em barracas de glamping cercadas pela mata de Antonina, com banheira de hidromassagem e café da manhã. Serve a casais que buscam sossego e contato com a natureza na visita ao litoral paranaense.
Hotel de 108 apartamentos na Avenida Visconde do Rio Branco, a uma quadra da praia, com piscina com bar molhado, piscina aquecida, sauna, quadra e academia. Voltado a famílias, oferece suítes para até seis pessoas.
Hotel em prédio histórico da Rua Barão do Rio Branco, onde a família Johnscher assumiu a hospedagem em 1917; o imóvel foi restaurado e reaberto em 2002 com a fachada original preservada. Serve a quem quer ficar a pé da Rua XV e do centro histórico.
Pousada de cinco suítes na Avenida Albatroz, no Bosque dos Pássaros, com piscina com hidromassagem e área gourmet com churrasqueira. Aceita animais de estimação e atende casais e famílias pequenas.
Pousada à beira do rio Nhundiaquara, na Rua XV de Novembro, em Porto de Cima, perto de poços para banho, trilhas e cachoeiras. Serve a quem prefere ficar fora do centro e perto dos atrativos naturais da Serra do Mar.
Pousada rústica na vila de Nova Brasília, na Ilha do Mel, a poucos passos da Praia de Fora e do Farol das Conchas. Tem restaurante próprio e oferece massagem, ioga, aulas de surfe, passeios de barco e aluguel de bicicletas.
Sabores do destino
Bistrô na Rodovia PR-412, no Grajaú, que reúne música, arte e gastronomia em ambiente com mesas ao ar livre. O cardápio inclui ceviche, risoto de siri, sopas, sanduíches e doces.
Bar e restaurante com decoração de mercearia antiga, com televisores, rádios e telefones de época, voltado para a baía e o cais. Serve pratos da cozinha brasileira e petiscos, com mesas internas e ao ar livre.
Restaurante instalado em casa com amplo quintal e jardim, onde circulam pavões, na Rua Waldir Muller. O cardápio mistura frutos do mar, massas e carnes, em ambiente de clima boêmio.
Restaurante na Avenida Conde Matarazzo conhecido pelo barreado tradicional e pelo barreado de frutos do mar. Serve almoço a quem visita Antonina e quer provar pratos típicos do litoral paranaense.
Restaurante aberto em 1992 em casarão do século XIX no Largo Dr. José Pereira, com vista para o rio Nhundiaquara. Serve barreado com acompanhamentos, frutos do mar de pescadores locais e banana flambada como sobremesa da casa.
Restaurante na Rua XV de Novembro, no centro histórico, em prédio com vista para o rio Itiberê. Serve bufê de frutos do mar e carnes no almoço e pratos à la carte à noite, com o peixe à Danúbio como prato da casa.
Restaurante aberto em 1963 pelos irmãos Severino, Carlos e Flora Madalosso, que começou com oito mesas e hoje comporta mais de 4.600 pessoas ao mesmo tempo. Mantém a tradição ítalo-brasileira de polenta e frango no bairro de Santa Felicidade.
Restaurante em sítio na Estrada do Rio Alegre, no Cabaraquara, que serve ostras cultivadas na propriedade e pratos de frutos do mar em meio à Mata Atlântica. Oferece visita ao cultivo de ostras e ao pomar de mangas.
Bistrô de decoração rústica na Estrada do Cabaraquara, com mesas ao ar livre e cardápio à la carte de ostras, peixes e frutos do mar. Serve a quem faz o roteiro das fazendas marinhas do Cabaraquara.
Restaurante familiar na Rua José Antônio da Cruz, na Ponta do Caju, dedicado ao barreado, prato típico do litoral paranaense. Funciona em sistema de bufê com barreado, farinha, arroz e opções de frutos do mar.
Restaurante na Travessa Vitório Carraro, no centro histórico, com salão envidraçado voltado para a baía de Antonina. Trabalha com rodízio de frutos do mar, pratos à la carte e barreado.
Pizzaria e casa de massas na Rua Baronesa do Cerro Azul, em Praia de Leste, com rodízio de pizzas, massas e lasanhas. Também serve lanches, tapiocas e panquecas, com mesas ao ar livre.
Restaurante de frutos do mar na Rua Paula Miranda, no centro, que serve peixes da região, como o robalo, e um prato turístico da casa. Atende visitantes que passam o dia na cidade antes ou depois dos passeios de barco.
Restaurante com mais de 50 anos à beira do rio Nhundiaquara, com capacidade para 600 pessoas em três salões. Trabalha com rodízio de barreado e frutos do mar e atende grupos e famílias que visitam a cidade.
Restaurante da chef Manu Buffara, aberto em 2011, que serve um único menu-degustação para poucas mesas por noite. Cerca de 80% dos ingredientes vêm de até 300 km de Curitiba, com peso para vegetais da estação.
Restaurante aberto em 1980 na Praça Dante Luiz, em Caiobá, de frente para o mar, conhecido pelos peixes grelhados, como o linguado. Serve porções para grupos e famílias, com mesas ao ar livre.
Taverna germânica aberta em 1979 no Largo da Ordem, no centro histórico, conhecida pelo chope submarino e pela carne de onça, petisco reconhecido como patrimônio imaterial de Curitiba. Serve a quem quer cozinha alemã em clima de bar tradicional.
Bar e restaurante na Estrada da Draga, em Pontal do Sul, com mesas ao ar livre à beira-mar. Serve frutos do mar e petiscos em ambiente de praia, com serviço de mesa e opção para viagem.
Restaurante e pousada na Praia de Encantadas, na Ilha do Mel, com mesas ao ar livre e música ao vivo. A cozinha trabalha com peixes e frutos do mar, com destaque para paella, moqueca e ceviche.
Restaurante na Avenida Paranaguá, no Balneário Betaras, com rodízio de frutos do mar e cozinha japonesa, além de pratos à la carte. Atende famílias e grupos na temporada, com mesas ao ar livre e estacionamento.
Restaurante e choperia na Avenida Atlântica, na orla, especializado em pratos de camarão e rodízio de frutos do mar. Serve famílias e grupos na temporada de praia, com mesas internas e ao ar livre.
Restaurante instalado num box do Mercado Municipal, à beira da baía no centro histórico, com mesas ao ar livre. Serve peixes, frutos do mar e pratos da cozinha brasileira em ambiente simples e familiar.
Restaurante comandado pelo chef italiano Davide Brusório na Alameda João de Almeida, no centro histórico, que une cozinha mediterrânea e ingredientes locais. Usa produtos orgânicos da horta própria e serve a quem busca alternativa ao barreado.
Antes de partir
Um pouco de planejamento deixa mais espaço para aproveitar o caminho.
Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, com acesso ao litoral pela BR-277 e pela Estrada da Graciosa.
De setembro a março, quando a serra fica menos encoberta e o litoral entra em temporada; evite dias de chuva forte para o passeio de trem.
Recolha seu lixo, respeite a sinalização e valorize os serviços locais. Em áreas naturais, siga as orientações de visitação.