Cuiabá
Cuiabá reúne patrimônio histórico, tradições regionais e áreas verdes no centro de Mato Grosso. No Morro do Seminário, a Igreja do Bom Despacho destaca a arquitetura religiosa da capital.
Conheça o lugar
Paredões vermelhos esculpidos pelo vento, cachoeiras de queda livre e cavernas de arenito formam o cenário da Chapada dos Guimarães, logo acima de Cuiabá. A pouco mais de duas horas dali, Nobres entrega rios de água transparente para flutuar entre peixes, no estilo Bonito. Dá para juntar os dois em uma só viagem e ainda emendar no Pantanal.
Este destino reúne 4 cidades: Cuiabá, Chapada dos Guimarães, Nobres, Rosário Oeste.
Um olhar pelo lugar
Um destino, diferentes caminhos
Comece por uma cidade ou combine mais de uma no seu roteiro.
Cuiabá reúne patrimônio histórico, tradições regionais e áreas verdes no centro de Mato Grosso. No Morro do Seminário, a Igreja do Bom Despacho destaca a arquitetura religiosa da capital.
Chapada dos Guimarães reúne paredões de arenito, cachoeiras e paisagens de Cerrado. A queda do Véu de Noiva, dentro do parque nacional, revela o contraste entre as escarpas e a vegetação dos vales.
Nobres reúne rios de águas claras e paisagens de Cerrado no interior de Mato Grosso. Na sede municipal, a Igreja Matriz de São Sebastião e a praça integram os espaços de encontro da comunidade.
Rosário Oeste guarda uma história ligada aos antigos caminhos de povoamento de Mato Grosso. A igreja matriz e os espaços do centro aproximam o visitante do patrimônio e da vida cotidiana da cidade.
A experiência do lugar
Cai de cerca de 50 metros sobre um lago cristalino cercado por paredões de arenito, dentro do Parque Sesc Serra Azul. A reserva protege mais de 5 mil hectares de cerrado e nascentes do rio Cuiabá.
Queda de cerca de 86 metros que despenca de um paredão em anfiteatro, dentro do parque nacional. O mirante fica a poucos minutos do estacionamento e é a imagem mais conhecida de Mato Grosso.
Núcleo surgido após a descoberta de ouro no córrego da Prainha, em 1722, reúne cerca de 400 imóveis em 13 hectares tombados pelo Iphan. Casarões, igrejas e ruas estreitas preservam a feição da antiga vila colonial.
Conjunto de torres e blocos de arenito esculpidos pelo vento sobre um vale profundo. O pôr do sol ali pinta as rochas de laranja intenso.
Erguida por volta de 1730 em taipa de pilão, perto das lavras de ouro de Miguel Sutil, é tombada pelo Iphan desde 1975. Sedia a Festa de São Benedito, uma das celebrações religiosas mais populares de Mato Grosso.
No distrito de Marzagão, o rio de águas cristalinas é percorrido em flutuação de cerca de 1,2 km. No trajeto aparecem plantas aquáticas, formações de calcário no leito e peixes como piraputangas e dourados.
Concluída em 1973 no lugar da antiga matriz demolida em 1968, tem cerca de 40 metros de altura e 100 de comprimento. No interior, um mosaico de 20 metros do Cristo Rei, do artista polonês Arystarch Kaszkurewicz, domina o altar.
Trilha longa e exigente até o topo do morro mais alto do parque, com vista de 360 graus sobre a chapada e o Pantanal ao longe. Precisa de guia e sai cedo.
Trilha curta leva à nascente principal do rio Salobra, de onde parte uma flutuação de cerca de 1 km sobre mais de 600 ressurgências de água. No percurso é possível observar peixes e fauna da mata ciliar.
Uma das maiores cavernas de arenito do Brasil, com túneis de mais de um quilômetro e a vizinha Lagoa Azul de água intensamente colorida. O passeio combina caminhada, caverna e banho.
Obelisco na praça Pascoal Moreira Cabral que marca o ponto calculado por Marechal Rondon, em 1909, como centro do continente. O marco original segue visível dentro do monumento, que aparece na bandeira do município.
Na região de Bom Jardim, oferece flutuação de cerca de 710 metros pelo rio Salobra e área de banho acessada por trilha. Fica ao lado do Aquário Encantado e do Reino Encantado.
Ocupa o antigo prédio do Mercado do Peixe, no bairro do Porto, restaurado em 1999 às margens do rio Cuiabá. Tem exposições, um aquário com peixes da região e um mirante voltado para o rio.
Mirantes debruçados sobre o vale do rio Claro, com direito a boia cross nas corredeiras e banho em poços de água morna. É o passeio mais completo da chapada em um dia.
Ponto que marca o centro geodésico da América do Sul, com vista ampla sobre a região de Cuiabá. Bom para entender a geografia toda antes de sair para as trilhas.
Inaugurado em 2000, preserva 77 hectares de cerrado em plena área urbana, com trilhas, mirante e centro de educação ambiental. O nome homenageia uma mulher negra que viveu na região no século 19 e é cercada de lendas.
Nascente de água azul e transparente onde a flutuação acontece cercada de cardumes de piraputangas e dourados. A visibilidade chega a vários metros.
Ligado à Universidade Federal de Mato Grosso, foi inaugurado em 1973 no campus da capital e reúne acervo de povos indígenas do estado. Ao lado do prédio há uma casa de referência construída em 2008 com participação de indígenas Kurâ-Bakairi.
Lagoa cercada de palmeiras onde dezenas de araras-canindé chegam para dormir no fim da tarde. O espetáculo de voo e barulho dura poucos minutos e vale o passeio.
Protege as nascentes do córrego do Barbado, afluente do rio Cuiabá, e tem cerca de 2 km de trilhas em meio à vegetação nativa. Conta ainda com mirante, espelho d'água e a praça Nações Indígenas, dedicada à memória dos povos do estado.
Antes de partir
Um pouco de planejamento deixa mais espaço para aproveitar o caminho.
Voe até Cuiabá: a Chapada dos Guimarães fica a cerca de 65 km pela MT-251 e Nobres a cerca de 145 km pela BR-163 e MT-241.
De maio a setembro, na seca, quando a água fica mais transparente em Nobres e as trilhas da chapada ficam mais seguras.
Recolha seu lixo, respeite a sinalização e valorize os serviços locais. Em áreas naturais, siga as orientações de visitação.