Brasília
Brasília reúne arquitetura moderna, amplos espaços públicos e a paisagem do Lago Paranoá. Os três arcos da Ponte Juscelino Kubitschek marcam a travessia entre diferentes áreas da capital.
Conheça o lugar
A única cidade moderna do mundo tombada como Patrimônio da Humanidade é um passeio a céu aberto pelas curvas de Oscar Niemeyer, do Congresso à Catedral. Entre um monumento e outro, o Lago Paranoá e o cerrado preservado dão o contraponto verde. E a pouco mais de cem quilômetros já começam as cachoeiras gigantes do entorno goiano.
Este destino reúne 2 cidades: Brasília, Formosa.
Um olhar pelo lugar
Um destino, diferentes caminhos
Comece por uma cidade ou combine mais de uma no seu roteiro.
Brasília reúne arquitetura moderna, amplos espaços públicos e a paisagem do Lago Paranoá. Os três arcos da Ponte Juscelino Kubitschek marcam a travessia entre diferentes áreas da capital.
Formosa reúne cachoeiras, grutas e paisagens de Cerrado no nordeste de Goiás, perto do Distrito Federal. O Salto do Itiquira se destaca pela queda que desce entre paredões e mata no parque municipal.
A experiência do lugar
As duas cúpulas e as torres gêmeas de Niemeyer viraram símbolo do país inteiro. As visitas guiadas gratuitas entram no plenário e nos salões internos.
Enorme dolina formada pelo desabamento do teto de uma caverna em quartzito, com cerca de 105 metros de profundidade. No fundo cresce uma mata densa com samambaias gigantes, e as paredes são usadas para descidas de rapel.
Dezesseis colunas de concreto se abrem como mãos em prece e o interior é banhado pela luz dos vitrais coloridos de Marianne Peretti. A entrada subterrânea prepara o efeito.
Lagoa a cerca de 5 km do centro que dá origem ao rio Preto, da bacia do São Francisco; perto dela funcionou um registro fiscal da Coroa no século 18. Hoje é usada para pesca, stand up paddle, canoagem e passeios de barco.
Ponto onde se encontram Planalto, Supremo e Congresso, cercada de esculturas como Os Guerreiros e a Pomba da Paz. É onde se entende o projeto de Lucio Costa.
Três arcos de aço que se cruzam sobre o Lago Paranoá em um movimento que lembra uma pedra quicando na água. Ao anoitecer, iluminada, é o melhor cartão-postal contemporâneo da cidade.
Conjunto de rochas calcárias junto às nascentes do rio Paranã, com pinturas rupestres pré-históricas nas paredes. A visita inclui trilhas e cachoeiras, e o sítio está em processo de tombamento pelo Iphan.
Por fora é um bloco de concreto discreto; por dentro, milhares de peças de vitral azul criam uma atmosfera de céu noturno. O lustre central de cristal completa o efeito.
Guarda o túmulo e o acervo pessoal de Juscelino Kubitschek, com a estátua do presidente dentro de uma foice de concreto. Conta a história da construção da capital em objetos e fotos.
Conhecido como Água Mineral, reúne piscinas de água corrente, trilhas no cerrado e chance real de ver lobo-guará e veados. Fica a poucos minutos do centro.
Projetado por Oscar Niemeyer e inaugurado em 1970, abriga o Ministério das Relações Exteriores e tem fachada de arcos sobre um espelho d'água com paisagismo de Burle Marx. Visitas guiadas mostram o salão sem colunas, a escada sem apoio e obras de Athos Bulcão e Volpi.
Queda de 168 metros em um parque municipal com piscinas naturais, arco-íris frequentes na base e estrutura de camping. Está a cerca de 100 km de Brasília, dá para ir e voltar no dia.
Antes de partir
Um pouco de planejamento deixa mais espaço para aproveitar o caminho.
Aeroporto Internacional de Brasília recebe voos do país inteiro; por terra, a BR-040 vem do Sudeste e a BR-060 liga a Goiânia.
De maio a setembro, na seca, com céu azul e temperaturas amenas; quem prefere o cerrado verde vai entre novembro e março.
Recolha seu lixo, respeite a sinalização e valorize os serviços locais. Em áreas naturais, siga as orientações de visitação.