
Pan de jamón
Pão de massa levemente doce enrolado com presunto, uvas-passas e azeitonas, o pão do Natal venezuelano. As pesquisas de Miro Popić situam o primeiro registro num anúncio de dezembro de 1905, numa padaria do centro de Caracas.
Sabores · Los Teques
Palito de massa de trigo enrolada em volta de um bastão de queijo branco e frito até dourar, presente em quase toda festa venezuelana. A versão mais difundida diz que nasceu em Los Teques, que lhe dá o nome.
Prato típico de Los Teques, Miranda
Também chamado: tequeños
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
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Tequeño — Los Teques, Venezuela
O tequeño é um bastão de queijo branco firme envolto numa tira de massa de trigo enrolada em espiral e frito até a massa ficar dourada e crocante, com o queijo derretendo por dentro. Na Venezuela é o pasapalo, o petisco de festa por excelência: aparece em aniversários, casamentos e reuniões, e também no café da manhã e no lanche.
O nome vem de Los Teques, capital do estado Miranda, nos Altos Mirandinos, e a versão mais difundida sobre a origem também. Ela conta que, no começo do século 20, uma família de sobrenome Báez preparava os palitos em Los Teques e os vendia em Caracas; quem os comprava passou a chamá-los de "tequeños", como são chamados os moradores da cidade. Há outras versões, que atribuem o petisco ao Zulia ou à própria Caracas, e não há prova definitiva.
Em 20 de abril de 2023 o Ministério da Cultura anunciou a inscrição do tequeño como bem de interesse cultural no Registro do Patrimônio Cultural venezuelano, apresentando-o como uma delícia dos Altos Mirandinos. O certificado foi entregue à prefeitura de Los Teques em 21 de outubro daquele ano, aniversário da fundação da cidade, data em que também se celebra o Dia Internacional do Tequeño.
No mesmo dia, Los Teques preparou um tequeño de mais de 15 metros, reconhecido pelo Guinness como o mais longo do mundo.
Com a emigração venezuelana, o tequeño se espalhou por outros países e ganhou também versões assadas no forno.
Los Teques , Miranda
A versão mais difundida sobre a origem do tequeño o liga a uma família de Los Teques, no começo do século 20; o nome do petisco vem da cidade.
Massa de farinha de trigo (com manteiga ou óleo, ovo e água ou leite) e queijo branco duro ou semiduro, cortado em bastões. Frito em óleo; às vezes assado no forno.
Quente, logo depois de frito, com as mãos. Costuma acompanhar molhos para mergulhar e aparece em bandejas de pasapalos nas festas. Também se come no café da manhã ou como lanche.
Festas, aniversários, casamentos e reuniões, o ano todo. Em 21 de outubro se comemora o Dia Internacional do Tequeño, aniversário de Los Teques.
Tire suas dúvidas
De Los Teques, capital do estado Miranda: os moradores da cidade são chamados de tequeños. A versão mais difundida diz que o petisco nasceu ali, com uma família que o vendia em Caracas.
Sim. Em 2023 o Ministério da Cultura anunciou sua inscrição como bem de interesse cultural no Registro do Patrimônio Cultural venezuelano.
Queijo branco duro ou semiduro, cortado em bastões e envolto na massa de trigo antes de fritar.
Em 21 de outubro, mesma data do aniversário da fundação de Los Teques.
Sabores da Venezuela

Pão de massa levemente doce enrolado com presunto, uvas-passas e azeitonas, o pão do Natal venezuelano. As pesquisas de Miro Popić situam o primeiro registro num anúncio de dezembro de 1905, numa padaria do centro de Caracas.

Destilado artesanal do agave Agave cocui, feito no semiárido de Lara a partir das pinhas cozidas, fermentadas e destiladas. Tem indicação geográfica protegida no estado de Lara.

Sanduíche em que o pão é trocado por duas lâminas grandes de banana-da-terra frita, recheadas de carne, queijo, salada e molhos. Popularizado nas lanchonetes de Maracaibo, é o prato que resume a cozinha do Zulia.