Caverna · Rapid City, Dakota do Sul
Parque Nacional Wind Cave
Uma das cavernas mais longas do mundo, conhecida pelas formações em favo de mel nas paredes, com pradarias e bisões na superfície.
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
Conheça
Sobre Parque Nacional Wind Cave
O Parque Nacional Wind Cave, no sul das Black Hills, foi criado em 1903 e foi o primeiro parque nacional dos Estados Unidos dedicado a uma caverna. O nome vem do vento que entra e sai da abertura natural, conforme a pressão do ar do lado de fora.
Com mais de 260 km de galerias mapeadas, Wind Cave está entre as cavernas mais longas do mundo. É conhecida pelo boxwork, formações finas de calcita que lembram favos de mel nas paredes e no teto, raras em outras cavernas. As visitas guiadas descem por escadas e passagens estreitas, em diferentes durações.
Na superfície, o parque protege pradarias com bisões, antílopes, alces e cães-da-pradaria, com trilhas de caminhada.
Antes de ir
Informações práticas
O Cidade Turismo revisa os dados com frequência, mas algo pode ter mudado. Confirme com o local antes de programar a sua viagem.
Quanto tempo reservar
De duas a três horas, com a visita guiada à caverna.
Melhor momento
De maio a setembro, quando há mais horários de visita; a temperatura dentro da caverna é fresca o ano todo.
Como chegar
De carro, a cerca de 60 km ao sul de Rapid City, passando pelo Custer State Park.
Dica
As visitas à caverna são guiadas e têm vagas limitadas; reserve com antecedência. Leve um agasalho para o interior.
Site oficial
Tire suas dúvidas
Perguntas frequentes sobre Parque Nacional Wind Cave
Dá para visitar a Wind Cave sem guia?
Não; o interior só se visita com guia do parque, em horários marcados.
O que é o boxwork da Wind Cave?
Formações finas de calcita em forma de favo de mel nas paredes e no teto da caverna.
Precisa reservar a visita à Wind Cave?
É recomendável, porque as vagas são limitadas; confira no site do parque.

