Amphithéâtre d'Arles
A arena romana de Arles, construída por volta do ano 90 para cerca de 25 mil espectadores, com duas fileiras de arcadas e torres medievais no alto. Ainda recebe corridas camarguesas e espetáculos.
Provença-Alpes-Costa Azul
46 lugares para conhecer e 19 passeios, escolhidos pelo guia Cidade Turismo.
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Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
Para começar
Um a um
A arena romana de Arles, construída por volta do ano 90 para cerca de 25 mil espectadores, com duas fileiras de arcadas e torres medievais no alto. Ainda recebe corridas camarguesas e espetáculos.
A avenida principal de Aix, ladeada por plátanos, mansões e cafés, com fontes ao longo do caminho. Liga a Rotonde à fontaine du Roi René e separa o centro antigo do quartier Mazarin.
A residência dos papas em Avignon no século 14, uma das maiores construções góticas da Europa, com salas de cerimônia, capelas com afrescos e jardins pontificais. É o centro do conjunto histórico tombado pela Unesco.
O porto antigo onde os gregos fundaram a cidade por volta de 600 a.C. Hoje é a praça central de Marselha, com barcos de pesca, mercado de peixe pela manhã, a Ombrière espelhada de Norman Foster e a saída dos barcos para o Château d'If e o Frioul.
A basílica do século XIX no ponto mais alto da cidade, com a grande estátua dourada da Virgem e o Menino. Os marselheses a chamam de "Bonne Mère". Do terraço se vê a cidade inteira, o porto, as ilhas e o mar.
Conhecer Basilique Notre-Dame de la Garde
A catedral de Aix junta partes de várias épocas, do batistério do século 5 ao gótico, com claustro românico e o tríptico do Buisson ardent, pintado por Nicolas Froment no século 15.
Conhecer Cathédrale Saint-Sauveur
A ponte de Avignon da cantiga infantil: quatro arcos medievais que avançam sobre o Ródano e param no meio do rio, com uma pequena capela sobre um dos pilares.
Teatro romano do século 1 antes de Cristo, um dos primeiros de pedra do mundo romano, com duas colunas de mármore ainda de pé no fundo do palco. Recebe espetáculos no verão.
Conhecer Théâtre antique d'Arles
Museu nacional dedicado às civilizações da Europa e do Mediterrâneo, aberto em 2013 num cubo coberto por uma renda de concreto, na entrada do Vieux-Port. Uma passarela o liga ao Fort Saint-Jean, com jardins e muralhas onde se circula sem pagar.
O museu de belas-artes de Aix, no quartier Mazarin, com pintura europeia do século 14 ao 20, telas de Cézanne e, numa capela ao lado, a coleção Jean Planque, com Picasso, Monet e Van Gogh.
Jardim público no alto do rochedo onde Avignon nasceu, ao lado do Palais des Papes, com vista para o Ródano, a ponte Saint-Bénézet e Villeneuve-lès-Avignon. A entrada não é cobrada.
Restos das termas romanas do século 4, à beira do Ródano, com a sala de banho quente e o sistema de aquecimento sob o piso ainda visíveis.
Conhecer Thermes de Constantin
Galerias subterrâneas romanas em forma de U que sustentavam o fórum de Arles, com acesso pela prefeitura. Por ficarem sob a terra, são frescas mesmo no verão.
Mansão do século 18 no quartier Mazarin, transformada em centro de arte com salões de época, jardim à francesa, café e duas grandes exposições temporárias por ano.
O bairro mais antigo de Marselha, na colina ao norte do Vieux-Port, onde ficava a cidade grega. Ruelas, escadarias, fachadas coloridas, ateliês e lojas de sabão de Marselha, e o Centre de la Vieille Charité, antigo asilo do século XVII que hoje abriga museus.
Aqueduto romano de três andares sobre o rio Gardon, construído no século 1 para levar água a Nîmes. É o mais alto aqueduto-ponte conhecido do mundo romano e Patrimônio Mundial da Unesco.
O ateliê que Paul Cézanne construiu na colina des Lauves e usou até morrer, em 1906, com seus objetos de trabalho. Abre em temporada, de julho a outubro, enquanto passa por restauração.
A catedral de Marselha, construída de 1852 a 1893 em estilo neobizantino, com faixas de pedra clara e escura e cúpulas. Fica numa esplanada sobre o porto, entre o Panier e o MuCEM, ao lado da pequena Vieille Major, a catedral românica anterior.
Conhecer Cathédrale de la Major
Vilarejo cercado de vinhedos entre Avignon e Orange, com as ruínas do castelo de verão dos papas no alto e dezenas de adegas que recebem visitantes para degustação.
Antiga necrópole romana e cristã, com uma alameda de sarcófagos sob as árvores que leva à igreja românica de Saint-Honorat. Van Gogh e Gauguin pintaram o lugar em 1888.
Uma das maiores calanques de Marselha, dentro do Parc national des Calanques, com praia de areia, pequeno porto e cabanons de pescadores. É a calanque com acesso mais fácil a partir da cidade e um bom primeiro contato com as calanques.
Antiga catedral de Arles, com um dos portais românicos esculpidos mais conhecidos da Provença, e o claustro ao lado, com galerias românicas e góticas.
Conhecer Église Saint-Trophime
Fortaleza medieval no alto do monte Andaon, em Villeneuve-lès-Avignon, do outro lado do Ródano, com torres gêmeas, muralhas e vista para o Palais des Papes.
Maciço de calcário a leste de Aix, pintado mais de 80 vezes por Cézanne, com trilhas até a Croix de Provence e o priorado no alto. No verão, o acesso pode ser restrito por risco de incêndio.
Conhecer Montagne Sainte-Victoire
Calanque de águas claras junto ao campus de Luminy, com o rochedo do Torpilleur na frente. A trilha a partir de Luminy é das mais usadas. Em parte do verão o acesso ao trecho de praia passa a exigir reserva, que não é cobrada.
Vilarejo de pedra empoleirado numa colina dos Monts de Vaucluse, no limite do Luberon, com castelo renascentista no topo e casas que descem em degraus pela encosta.
O museu de arqueologia de Arles, num prédio azul à beira do Ródano, com mosaicos, sarcófagos, um barco romano de 31 metros tirado do rio e o busto atribuído a Júlio César.
Conhecer Musée départemental Arles antique
Abadia cisterciense do século 12, ainda habitada por monges, num vale isolado perto de Gordes. Na frente, um campo de lavanda costuma florir de meados de junho a meados de julho.
Conhecer Abbaye Notre-Dame de Sénanque
A calanque mais funda e fechada do maciço, com paredões altos, praia de seixos e água verde-azulada. Fica entre Marselha e Cassis e se chega por trilha a partir de Cassis, passando por Port-Miou e Port-Pin, ou de barco, sem desembarque, nos passeios que saem do porto.
Centro de arte numa mansão do centro de Arles que costuma expor obras de Van Gogh emprestadas, ao lado de artistas modernos e contemporâneos ligados a ele.
Conhecer Fondation Vincent van Gogh Arles
Fortaleza do século XVI numa ilhota em frente ao porto, que serviu de prisão por séculos e ficou famosa como cenário de O Conde de Monte Cristo, de Alexandre Dumas. Chega-se de barco a partir do Vieux-Port.
O antigo Hôtel-Dieu, hospital onde Van Gogh foi tratado em 1888 e 1889, com o pátio-jardim que ele pintou. Hoje é centro cultural e a entrada no pátio não é cobrada.
Vilarejo do Luberon construído sobre jazidas de ocre, com casas pintadas em tons de vermelho e laranja e a trilha Sentier des Ocres entre falésias coloridas.
A nascente do rio Sorgue, ao pé de um paredão de rocha, a maior da França metropolitana em volume de água. Um caminho à beira do rio leva do vilarejo até a gruta onde a água brota.
Arquipélago em frente a Marselha, parte do Parc national des Calanques. As ilhas de Ratonneau e Pomègues, ligadas por um dique, têm pequenas praias, enseadas e trilhas sobre rocha calcária, com vista para a cidade.
Centro de arte contemporânea num antigo pátio de oficinas ferroviárias, com a torre de aço de Frank Gehry, galpões do século 19 com exposições e um parque com lago.
Palácio monumental do século XIX com fonte em cascata, construído para celebrar a chegada da água do rio Durance a Marselha. As alas abrigam o Musée des Beaux-Arts e o Muséum d'histoire naturelle, e atrás fica o Parc Longchamp.
Parque de 60 hectares de pântanos e juncos na Camargue, com trilhas e observatórios para ver flamingos e outras aves. Fica a 4 km de Saintes-Maries-de-la-Mer.
Conhecer Parc ornithologique du Pont de Gau
A capital da Camargue, à beira do Mediterrâneo, com igreja fortificada românica, praias, passeios a cavalo e o pé no delta do Ródano. Recebe a peregrinação cigana em maio.
Conhecer Saintes-Maries-de-la-Mer
Pequeno porto de pescadores escondido sob uma ponte de três arcos da Corniche Kennedy, com casinhas coloridas e barcos tradicionais. A Corniche segue por quase 4 km à beira-mar, com vista para as ilhas.
Ruínas de uma fortaleza medieval no alto de um rochedo das Alpilles, sobre o vilarejo de Les Baux-de-Provence, com vista para os olivais e a planície até a Camargue.
Conhecer Château des Baux-de-Provence
Prédio residencial de Le Corbusier, construído de 1947 a 1952, que pôs em prática a ideia de uma "aldeia vertical" com ruas internas, lojas, hotel e terraço. É Patrimônio Mundial da Unesco desde 2016 e continua habitado.
Uma das igrejas mais antigas da França, com aparência de fortaleza, perto do Vieux-Port. As criptas guardam sarcófagos dos séculos IV e V e a Virgem Negra, venerada na procissão da Candelária, em 2 de fevereiro.
Antigas pedreiras de calcário em Les Baux-de-Provence, com paredes altas onde são projetadas exposições imersivas de arte com música. O programa muda a cada temporada.
Conhecer Carrières des Lumières
Vila de pescadores a cerca de 20 km a leste de Marselha, com porto de casas coloridas, praias, vinhos brancos próprios e saída de barcos para as calanques. Acima dela se ergue o Cap Canaille, com as falésias marítimas mais altas da França.
Casa do Olympique de Marseille desde 1937 e segundo maior estádio da França, com cerca de 67 mil lugares. Recebeu jogos de Copas do Mundo de futebol e rúgbi e tem visitas guiadas aos bastidores. Desde 2026 se chama oficialmente CEPAC Vélodrome.
Para escolher antes de ir
O detalhe de cada passeio (de onde sai, o que inclui, a melhor época) está no guia completo.
Tire suas dúvidas
Os roteiros do guia têm 3, 5 e 7 dias: Marseille, calanques e Aix-en-Provence em 3 dias; Marseille, Aix, Arles e Avignon em 5 dias, de trem; em 7 dias, costa, Arles, Camargue, Avignon e Luberon.
Paris, TGV para Marseille, Vieux-Port e Notre-Dame de la Garde. Para quem chega do Brasil: o voo noturno chega de manhã ao Charles de Gaulle. Vá até a Gare de Lyon, em Paris, ou veja se há TGV na estação do próprio aeroporto, e siga de TGV para Marseille-Saint-Charles, com cerca de 3 horas de viagem. Outra opção é o voo de conexão até o aeroporto Marseille Provence. Quem prefere chegar descansado dorme a primeira noite em Paris. No fim da tarde, faça o passeio Vieux-Port e Basilique Notre-Dame de la Garde, com a vista da cidade ao pôr do sol. Noite em Marseille.
Em geral chove menos em de fevereiro a março e de maio a agosto. Os meses de mais chuva costumam ser de setembro a novembro. O guia traz cada mês com o clima e o que muda nos passeios.
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