Porto
O porto antigo onde os gregos fundaram a cidade por volta de 600 a.C. Hoje é a praça central de Marselha, com barcos de pesca, mercado de peixe pela manhã, a Ombrière espelhada de Norman Foster e a saída dos barcos para o Château d'If e o Frioul.
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Igreja
A basílica do século XIX no ponto mais alto da cidade, com a grande estátua dourada da Virgem e o Menino. Os marselheses a chamam de "Bonne Mère". Do terraço se vê a cidade inteira, o porto, as ilhas e o mar.
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Museu
Museu nacional dedicado às civilizações da Europa e do Mediterrâneo, aberto em 2013 num cubo coberto por uma renda de concreto, na entrada do Vieux-Port. Uma passarela o liga ao Fort Saint-Jean, com jardins e muralhas onde se circula sem pagar.
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Bairro histórico
O bairro mais antigo de Marselha, na colina ao norte do Vieux-Port, onde ficava a cidade grega. Ruelas, escadarias, fachadas coloridas, ateliês e lojas de sabão de Marselha, e o Centre de la Vieille Charité, antigo asilo do século XVII que hoje abriga museus.
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Catedral
A catedral de Marselha, construída de 1852 a 1893 em estilo neobizantino, com faixas de pedra clara e escura e cúpulas. Fica numa esplanada sobre o porto, entre o Panier e o MuCEM, ao lado da pequena Vieille Major, a catedral românica anterior.
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Parque
Uma das maiores calanques de Marselha, dentro do Parc national des Calanques, com praia de areia, pequeno porto e cabanons de pescadores. É a calanque com acesso mais fácil a partir da cidade e um bom primeiro contato com as calanques.
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Parque
Calanque de águas claras junto ao campus de Luminy, com o rochedo do Torpilleur na frente. A trilha a partir de Luminy é das mais usadas. Em parte do verão o acesso ao trecho de praia passa a exigir reserva, que não é cobrada.
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Parque
A calanque mais funda e fechada do maciço, com paredões altos, praia de seixos e água verde-azulada. Fica entre Marselha e Cassis e se chega por trilha a partir de Cassis, passando por Port-Miou e Port-Pin, ou de barco, sem desembarque, nos passeios que saem do porto.
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Fortaleza
Fortaleza do século XVI numa ilhota em frente ao porto, que serviu de prisão por séculos e ficou famosa como cenário de O Conde de Monte Cristo, de Alexandre Dumas. Chega-se de barco a partir do Vieux-Port.
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Ilha
Arquipélago em frente a Marselha, parte do Parc national des Calanques. As ilhas de Ratonneau e Pomègues, ligadas por um dique, têm pequenas praias, enseadas e trilhas sobre rocha calcária, com vista para a cidade.
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Palácio
Palácio monumental do século XIX com fonte em cascata, construído para celebrar a chegada da água do rio Durance a Marselha. As alas abrigam o Musée des Beaux-Arts e o Muséum d'histoire naturelle, e atrás fica o Parc Longchamp.
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Porto
Pequeno porto de pescadores escondido sob uma ponte de três arcos da Corniche Kennedy, com casinhas coloridas e barcos tradicionais. A Corniche segue por quase 4 km à beira-mar, com vista para as ilhas.
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Arquitetura
Prédio residencial de Le Corbusier, construído de 1947 a 1952, que pôs em prática a ideia de uma "aldeia vertical" com ruas internas, lojas, hotel e terraço. É Patrimônio Mundial da Unesco desde 2016 e continua habitado.
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Abadia
Uma das igrejas mais antigas da França, com aparência de fortaleza, perto do Vieux-Port. As criptas guardam sarcófagos dos séculos IV e V e a Virgem Negra, venerada na procissão da Candelária, em 2 de fevereiro.
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Vila
Vila de pescadores a cerca de 20 km a leste de Marselha, com porto de casas coloridas, praias, vinhos brancos próprios e saída de barcos para as calanques. Acima dela se ergue o Cap Canaille, com as falésias marítimas mais altas da França.
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Estádio
Casa do Olympique de Marseille desde 1937 e segundo maior estádio da França, com cerca de 67 mil lugares. Recebeu jogos de Copas do Mundo de futebol e rúgbi e tem visitas guiadas aos bastidores. Desde 2026 se chama oficialmente CEPAC Vélodrome.
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