Aix-en-Provence: Cours Mirabeau, centro antigo e mercados
Sai de Centro de Aix-en-Provence A pé pelo centro histórico cerca de 4 horas manhã fácil
Aix-en-Provence fica a cerca de 30 km de Marseille. O passeio começa no Cours Mirabeau, avenida de 440 m de comprimento e 42 m de largura aberta a partir de 1649 no lugar da antiga muralha sul, com plátanos, fontes e mansões dos séculos XVII e XVIII. Ao sul fica o bairro Mazarin, com ruas retas e o Hôtel de Caumont, mansão do século XVIII que recebe exposições de arte. Ao norte, as ruelas do centro antigo levam às praças das Prêcheurs e Richelme, onde funcionam os mercados de frutas, legumes, flores e produtos da Provença, e à Cathédrale Saint-Sauveur, que reúne partes de várias épocas, do batistério antigo ao claustro românico. O Musée Granet, no bairro Mazarin, guarda pintura europeia e obras de Cézanne. Nos dias de mercado, o centro fica mais animado de manhã.
Passa por: Cours Mirabeau, Cathédrale Saint-Sauveur, Musée Granet, Hôtel de Caumont, Place Richelme.
Inclui: A caminhada não tem custo. O Musée Granet e o Hôtel de Caumont têm ingresso. Confira a tabela atual.
Dica: Vá de manhã, quando os mercados estão montados. As ruas do centro são de pedestres; quem vem de carro deixa o veículo nos estacionamentos da periferia do centro.
Melhor época: O ano todo. Na primavera e no outono o clima é ameno; em julho a cidade recebe o Festival d'Aix-en-Provence, de ópera, e fica cheia.
Aix de Cézanne: Atelier des Lauves, Jardin des Peintres e Bibémus
Sai de Centro de Aix-en-Provence A pé ou de ônibus urbano até a colina des Lauves cerca de 3 horas manhã ou tarde fácil (subida até a colina)
Paul Cézanne nasceu e trabalhou em Aix. Em 1901 ele comprou um terreno na colina des Lauves, ao norte do centro, e ali construiu o ateliê onde pintou até morrer, em 1906. O Atelier des Lauves guarda o espaço como ele o deixou: o grande vitral que ilumina a sala, móveis e objetos que aparecem nas naturezas-mortas. Um pouco acima fica o Jardin des Peintres, um mirante para a Montagne Sainte-Victoire, tema de dezenas de pinturas dele. A leste da cidade, as Carrières de Bibémus são antigas pedreiras de pedra ocre onde Cézanne alugava um casebre e pintava; a visita é guiada. A Bastide du Jas de Bouffan, casa da família durante 40 anos, também abre para visitas em parte do ano.
Passa por: Atelier de Cézanne, Jardin des Peintres, Carrières de Bibémus, Bastide du Jas de Bouffan.
Inclui: Atelier des Lauves e Carrières de Bibémus com ingresso e reserva obrigatória, com lugares limitados. O Jardin des Peintres tem acesso livre. Confira a tabela atual.
Dica: Reserve antes: os horários do ateliê e de Bibémus esgotam. O Atelier des Lauves e o Jas de Bouffan abrem em períodos do ano, não o ano inteiro: confirme as datas antes de montar o roteiro.
Melhor época: Primavera e outono, com luz parecida com a das pinturas e calor menor. Confirme as datas de abertura de cada lugar.
Montagne Sainte-Victoire: trilha até a Croix de Provence
Sai de Aix-en-Provence Carro ou ônibus até o pé da montanha e trilha a pé cerca de 5 horas dia inteiro moderada (subida forte até 946 m)
A Montagne Sainte-Victoire é o maciço calcário a leste de Aix que Cézanne pintou dezenas de vezes. A crista se vê da cidade. O ponto mais alto é o Pic des Mouches, com 1.011 m, na ponta leste; a Croix de Provence, com 946 m, é o cume visível de Aix, na ponta oeste, e é o destino mais comum. A trilha clássica sobe pelo lado norte, em caminho de pedra, passa pelo antigo priorado de Sainte-Victoire, construído em torno de uma capela do século XVII, e chega à cruz, com vista para Aix, o vale do Arc e, com tempo aberto, o mar. Há também trilhas mais curtas em torno do Lac de Bimont e do Lac Zola, ao pé do maciço, com vista para a montanha. Toda a área sofreu incêndios grandes no século XX, e no verão uma vigia perto da cruz observa o maciço.
Passa por: Montagne Sainte-Victoire, Croix de Provence, Prieuré de Sainte-Victoire, Lac de Bimont, Pic des Mouches.
Inclui: Não há ingresso. Leve água, comida e calçado de trilha: não há venda de nada na montanha.
Dica: De 1º de junho a 30 de setembro, o acesso aos maciços dos Bouches-du-Rhône depende do risco de incêndio do dia e pode ser proibido: confira na véspera. Comece cedo para fugir do calor. Com mistral forte, evite a crista.
Melhor época: Primavera (março a maio) e outono (outubro e novembro). No verão o calor é forte e o acesso pode ser fechado em dias de risco de incêndio.
Arles romana e românica: arena, teatro, criptopórticos e Saint-Trophime
Sai de Centro de Arles A pé pelo centro histórico cerca de 5 horas dia inteiro fácil
Arles, às margens do Rhône (Ródano), guarda um conjunto de monumentos romanos e românicos inscrito como Patrimônio Mundial da Unesco em 1981. O centro é o Amphithéâtre (as Arènes), construído por volta de 80 a 90 d.C., com 136 m de comprimento, dois andares de arcadas e capacidade para cerca de 25 mil espectadores; ainda recebe espetáculos e touradas. Ao lado está o Théâtre antique, do século I a.C., de que restam a arquibancada e duas colunas da cena. Sob a prefeitura ficam os Cryptoportiques, galerias subterrâneas que sustentavam o fórum. Junto ao rio estão as Thermes de Constantin, do século IV. A Église Saint-Trophime tem um portal românico esculpido com o Juízo Final e um claustro dos séculos XII e XIV. Fora do centro, Les Alyscamps é a antiga necrópole, com uma alameda de sarcófagos. O Musée départemental Arles antique, à beira do Rhône, reúne estátuas, mosaicos e um barco romano retirado do rio.
Passa por: Amphithéâtre d'Arles, Théâtre antique d'Arles, Cryptoportiques, Thermes de Constantin, Église Saint-Trophime, Les Alyscamps, Musée départemental Arles antique.
Inclui: Cada monumento tem ingresso; há passes que reúnem vários deles. O portal de Saint-Trophime se vê da praça. Confira a tabela atual.
Dica: Comece pela arena logo cedo e deixe o museu de arqueologia, que fica afastado do centro, para a tarde. No verão, as pedras esquentam: leve chapéu e água.
Melhor época: Primavera e outono. De julho a setembro a cidade recebe o festival de fotografia Rencontres d'Arles e fica cheia: confirme as datas.
Arles de Van Gogh e da arte: Espace Van Gogh, Fondation e LUMA
Sai de Centro de Arles A pé pelo centro e até o Parc des Ateliers cerca de 4 horas tarde fácil
Vincent van Gogh viveu em Arles em 1888 e 1889 e pintou ali algumas de suas obras conhecidas. A cidade marca com painéis os lugares que ele retratou. O Espace Van Gogh ocupa o antigo hospital onde ele foi internado, com o jardim do pátio replantado como no quadro. A Place du Forum tem o café que aparece em "Terraço do café à noite". A Fondation Vincent van Gogh Arles organiza exposições que colocam obras do pintor ao lado de artistas contemporâneos; as telas de Van Gogh expostas mudam a cada mostra. A sudeste do centro, a LUMA Arles ocupa o Parc des Ateliers, antigas oficinas ferroviárias, com sete galpões reformados e uma torre de metal desenhada por Frank Gehry. O parque recebe exposições, apresentações e conferências.
Passa por: Espace Van Gogh, Fondation Vincent van Gogh Arles, Place du Forum, LUMA Arles, Parc des Ateliers.
Inclui: O pátio do Espace Van Gogh tem acesso livre. A Fondation tem ingresso. A LUMA tem regras de acesso próprias para cada exposição. Confira a tabela atual.
Dica: Veja antes quais obras de Van Gogh estão na Fondation: elas variam conforme a exposição. Suba a torre da LUMA para ver Arles e a Camargue do alto.
Melhor época: O ano todo. No verão, os museus são um refúgio do calor da tarde.
Camargue: Parc ornithologique du Pont de Gau e Saintes-Maries-de-la-Mer
Sai de Arles Carro ou ônibus de linha regular até Saintes-Maries-de-la-Mer cerca de 7 horas dia inteiro fácil
A Camargue é o delta do Rhône, ao sul de Arles: lagoas, salinas, arrozais e pastos de cavalos brancos e touros pretos. A estrada de Arles para o mar atravessa essa planície. Pouco antes do litoral fica o Parc ornithologique du Pont de Gau, com 60 hectares de lagoa, pântano e juncais, percorridos por trilhas planas. É o lugar mais fácil para ver as aves da Camargue de perto, entre elas os flamingos-rosa, que costumam estar presentes em grande número, mas variam com a estação. No fim da estrada está Saintes-Maries-de-la-Mer, a principal vila da Camargue e lugar de peregrinação, construída em torno de uma igreja fortificada dos séculos XI e XII. Do telhado da igreja se vê o mar e a planície. A vila tem praias, ruelas e passeios a cavalo e de barco pelos canais.
Passa por: Camargue, Parc ornithologique du Pont de Gau, Saintes-Maries-de-la-Mer, Église des Saintes-Maries-de-la-Mer.
Inclui: O Parque de Pont de Gau tem ingresso; a subida ao telhado da igreja também. Passeios a cavalo e de barco são pagos à parte. Confira a tabela atual.
Dica: Leve repelente: há muitos mosquitos de abril a outubro. Para ver aves, chegue cedo ou no fim da tarde. Entre Arles e Saintes-Maries não há trem; há uma linha de ônibus diária, mas o carro dá mais liberdade.
Melhor época: Primavera e outono para as aves e a luz; no verão a praia enche e o calor é forte.
Les Baux-de-Provence e Carrières des Lumières
Sai de Arles ou Avignon Carro pelos Alpilles cerca de 4 horas manhã ou tarde fácil (ladeiras na vila)
Les Baux-de-Provence fica no maciço dos Alpilles, entre Arles e Avignon, sobre um esporão rochoso 200 m acima da planície. A vila é classificada entre os Plus Beaux Villages de France e recebe muitos visitantes. Sobe-se por ruelas de pedra até o Château des Baux, fortaleza em ruínas no alto do rochedo, com vista para as planícies do sul, Arles e a Camargue. Logo abaixo da vila, no Val d'Enfer, ficam as Carrières des Lumières, antigas pedreiras de calcário onde imagens de obras de pintores são projetadas nas paredes e no chão, com música, em salas altas de pedra. A programação muda a cada ano e alterna mais de uma exposição por dia da semana.
Passa por: Les Baux-de-Provence, Château des Baux-de-Provence, Carrières des Lumières, Val d'Enfer, Alpilles.
Inclui: O Château des Baux e as Carrières des Lumières têm ingressos próprios; as Carrières vendem entrada com horário. Confira a tabela atual.
Dica: Compre as Carrières antes, sobretudo nas férias europeias. Dentro das pedreiras a temperatura é baixa: leve um agasalho, mesmo no verão. Chegue cedo à vila para estacionar.
Melhor época: O ano todo para as Carrières. Na vila, primavera e outono são mais tranquilos que julho e agosto.
Avignon: Palais des Papes, Pont Saint-Bénézet e Rocher des Doms
Sai de Centro de Avignon A pé dentro das muralhas cerca de 4 horas manhã fácil
Avignon foi a sede dos papas no século XIV. O Palais des Papes, a maior construção gótica da Idade Média, une o palácio velho de Bento XII, uma fortaleza sobre o Rocher des Doms, e o palácio novo de Clemente VI. O percurso passa por 25 salas, com a Cour d'honneur, a grande capela, os aposentos do papa e afrescos de pintores da escola de Siena, como Matteo Giovanetti. A visita usa um aplicativo no celular com vídeos e áudios, e inclui os Jardins pontificaux. Ao lado, o jardim do Rocher des Doms é um parque no alto da rocha com vista para o Rhône e o Pont Saint-Bénézet. A ponte, a "ponte de Avignon" da cantiga, tinha 22 arcos e cerca de 920 m quando foi concluída, em 1185; restam quatro arcos e 160 m, com a capela Saint-Nicolas sobre um dos pilares. Termine na Place de l'Horloge, a praça central.
Passa por: Palais des Papes, Jardins pontificaux, Pont Saint-Bénézet, Rocher des Doms, Place de l'Horloge.
Inclui: O Palais des Papes tem ingresso; há bilhete combinado com o Pont Saint-Bénézet e os jardins. O Rocher des Doms tem acesso livre. Confira a tabela atual.
Dica: Leve fones de ouvido para o aplicativo da visita. Comece cedo para fugir das filas. O palácio também tem visitas guiadas, incluindo visitas noturnas em certas datas.
Melhor época: O ano todo. Em julho, durante o Festival d'Avignon, a Cour d'honneur vira palco e a cidade fica cheia.
Pont du Gard
Sai de Avignon Carro ou ônibus regional cerca de 3 horas no local manhã ou tarde fácil
O Pont du Gard fica no departamento do Gard, a oeste de Avignon. É a ponte de três andares de um aqueduto romano, provavelmente da primeira metade do século I, que levava água de uma fonte perto de Uzès até Nîmes, a antiga Nemausus, num percurso de mais de 50 km. É o mais alto aqueduto-ponte conhecido do mundo romano e Patrimônio Mundial da Unesco desde 1985. A ponte cruza o rio Gardon. Ao lado dela foi acrescentada no século XVIII uma ponte rodoviária, hoje de pedestres, de onde se vê a estrutura de perto. O local tem museu sobre a construção do aqueduto, trilhas pela vegetação mediterrânea das margens e mirantes. No verão, há banho de rio no Gardon, abaixo da ponte.
Passa por: Pont du Gard, Gardon, Vers-Pont-du-Gard, Remoulins.
Inclui: Há ingresso, que dá acesso ao local, ao museu e aos espaços de visita. Confira a tabela atual.
Dica: Chegue de manhã para pegar a ponte com luz lateral e menos gente. No banho de rio, respeite as áreas indicadas; a água do Gardon é fria.
Melhor época: O ano todo. Na primavera e no outono o clima é ameno; no verão, o banho de rio ajuda no calor.
Luberon: Gordes, Abbaye de Sénanque e Roussillon
Sai de Avignon Carro (excursões em van também saem de Avignon) cerca de 8 horas dia inteiro fácil (trilha curta em Roussillon)
O Luberon é a região de vilas no alto dos morros a leste de Avignon, onde o carro faz diferença. Gordes, classificada entre os Plus Beaux Villages de France, fica sobre um rochedo, com casas de pedra em degraus em torno do castelo; nos arredores há centenas de bories, cabanas de pedra seca. Ao norte de Gordes, num vale estreito, está a Abbaye Notre-Dame de Sénanque, mosteiro cisterciense fundado em 1148 e ainda ocupado por monges. Diante da abadia há um campo de lavanda que costuma florir de meados de junho a meados de julho. Parte do mosteiro se visita: igreja, claustro, dormitório e sala capitular. Roussillon, mais a leste, fica sobre falésias de ocre, que deram cor às casas; o Sentier des Ocres é uma trilha curta pelas antigas pedreiras, entre paredes vermelhas e amarelas. Quem tiver tempo pode incluir Fontaine de Vaucluse, onde nasce o rio Sorgue.
Passa por: Gordes, Abbaye Notre-Dame de Sénanque, Roussillon, Sentier des Ocres, Fontaine de Vaucluse.
Inclui: Sénanque e o Sentier des Ocres têm ingresso; nas vilas, os estacionamentos são pagos. Excursões em van saem de Avignon, com preço à parte. Confira a tabela atual.
Dica: Sénanque é lugar de vida religiosa: roupa discreta e silêncio; as visitas internas seguem horários e regras da comunidade, confirme antes. Em Roussillon, o ocre mancha roupa e sapato. É proibido levar ocre das pedreiras.
Melhor época: Da primavera ao outono. A lavanda costuma florir de meados de junho a meados de julho, conforme o ano; confirme antes de ir.
Rota da lavanda: plateau de Valensole
Sai de Aix-en-Provence Carro pela autoestrada A51 cerca de 7 horas dia inteiro fácil
O Plateau de Valensole fica nos Alpes-de-Haute-Provence, a nordeste de Aix, entre o vale da Durance e as gorges du Verdon. É um planalto de cerca de 800 km² e altitude média de 500 m, coberto de campos de lavandin (um híbrido de lavanda), além de trigo, amendoeiras e trufas. Na floração, as estradas atravessam fileiras roxas que vão até o horizonte, e produtores abrem destilarias e lojas de óleo essencial, sabão e mel de lavanda. O passeio é de carro, com paradas nas beiras dos campos e na vila de Valensole. A floração costuma acontecer de meados de junho a meados de julho e varia a cada ano; depois a colheita é mecânica e os campos ficam cortados. Fora da floração, a paisagem é de campos verdes ou colhidos.
Passa por: Plateau de Valensole, Valensole, Alpes-de-Haute-Provence.
Inclui: O passeio de carro não tem custo de entrada. Destilarias e lojas de produtores vendem à parte; excursões em van saem de Aix e Avignon na temporada, com preço à parte. Confira a tabela atual.
Dica: Não entre nos campos nem pise nas fileiras: são plantações particulares. Pare só em acostamentos e áreas permitidas. Vá cedo ou no fim da tarde: no verão o planalto é muito quente e tem trovoadas à tarde.
Melhor época: De meados de junho a meados de julho, quando a lavanda costuma florir. A data muda a cada ano: confirme antes de ir.
Châteauneuf-du-Pape: vila, ruína do castelo e visita a uma cave
Sai de Avignon Carro ou excursão em van cerca de 4 horas manhã ou tarde fácil
Châteauneuf-du-Pape fica ao norte de Avignon, entre o Rhône e os vinhedos. Os papas de Avignon tinham ali sua residência de verão: o papa João XXII, no século XIV, fez desenvolver os vinhedos. Do castelo restam as ruínas do torreão no alto da vila, com vista para os vinhedos, o vale do Rhône e Avignon. Os vinhedos ficam sobre terraços cobertos de seixos rolados de quartzito, trazidos pelo rio, que guardam o calor do sol. A visita a uma cave de produtor mostra as vinhas, a adega e a forma de produção, e costuma terminar com degustação. A vila tem ruas de pedra, lojas de produtores e um museu dedicado ao vinho.
Passa por: Châteauneuf-du-Pape, Château des Papes (ruínas), Vignoble de Châteauneuf-du-Pape.
Inclui: A subida às ruínas não tem ingresso. Visitas de cave e excursões são pagas à parte; muitas pedem reserva. Confira a tabela atual.
Dica: Reserve a visita da cave antes. Se for dirigir, não beba: na degustação, peça para provar sem engolir ou deixe o volante para outra pessoa; as excursões em van evitam o problema.
Melhor época: De abril a outubro. Em setembro e outubro acontece a vindima e o movimento nas caves aumenta.
Festival d'Avignon em julho
Sai de Centro de Avignon A pé entre os locais de espetáculo de 1 a 3 dias tarde e noite fácil
O Festival d'Avignon, criado em 1947 por Jean Vilar, é o principal festival de teatro e artes cênicas da França e acontece todo ano em julho. O palco de origem é a Cour d'honneur do Palais des Papes, e o festival ocupa mais de 30 lugares da cidade e da região: claustros, capelas, jardins, ginásios, pedreiras e igrejas. Ao lado do festival oficial, o Festival Off reúne centenas de companhias em teatros e salas de toda a cidade. No período, as ruas dentro das muralhas ficam tomadas de cartazes, artistas divulgando suas peças e público até tarde da noite. A maior parte dos espetáculos é em francês; dança, música e circo funcionam para quem não fala a língua.
Passa por: Festival d'Avignon, Cour d'honneur du Palais des Papes, Festival Off d'Avignon.
Inclui: Cada espetáculo tem ingresso; os do festival oficial abrem as vendas semanas antes e esgotam. Confira a tabela atual.
Dica: Compre os ingressos com antecedência e organize a viagem cedo: a cidade lota. Para espetáculos noturnos ao ar livre, leve agasalho leve e almofada.
Melhor época: Julho. As datas mudam a cada edição: confirme antes de comprar a viagem.