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Pirenópolis, em Goiás: um fim de semana entre casario colonial e cachoeiras do cerrado

A 150 km de Brasília e 130 de Goiânia, a cidade junta uma igreja de 1728, ruas do ciclo do ouro e cachoeiras a poucos minutos do centro.

Publicado em , no Clube da Maturidade

Pirenópolis, em Goiás
Ilustração criada pelo Clube da Maturidade

A 150 quilômetros de Brasília e 130 de Goiânia, Pirenópolis junta duas coisas que raramente andam juntas: um centro histórico do século XVIII e dezenas de cachoeiras a poucos minutos de carro.

A Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário, erguida entre 1728 e 1732, é o maior e mais antigo monumento histórico de Goiás; foi atingida por um incêndio em 2002 e reconstruída depois de uma mobilização da comunidade. Confira o horário antes de ir, porque ela não abre às terças e quartas. Do centro saem estradas curtas para a Cachoeira do Abade e para as Cachoeiras dos Dragões, e outra sobe ao Parque Estadual da Serra dos Pireneus, onde fica o Pico dos Pireneus. À noite, a Rua do Lazer concentra os restaurantes.

Um fim de semana longo dá conta do centro histórico e de duas ou três cachoeiras. A melhor época vai de maio a agosto, quando quase não chove e as noites ficam agradáveis; de outubro a abril chove com frequência, e dezembro e janeiro são os meses mais úmidos.

Não há aeroporto na cidade: chega-se de carro ou de ônibus, por Brasília ou por Goiânia.

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