Corumbá está na margem do rio Paraguai, na fronteira com a Bolívia, a 420 quilômetros de Campo Grande pela BR-262. Há também voos diretos de Campinas, quatro vezes por semana. É uma das portas do Pantanal, e quase tudo por lá se faz de carro ou de barco — o esforço físico é pequeno.
O Casario do Porto, tombado em 1992, guarda as fachadas do tempo em que o comércio subia o rio. No alto do Morro do Cruzeiro fica o Cristo Rei do Pantanal, com o pôr do sol sobre a planície. O Muhpan, museu de história do Pantanal aberto em 2008, percorre oito mil anos da região, e o Forte Junqueira, de 1871, mantém doze canhões ingleses voltados para a água.
O passeio maior é a Estrada Parque: 120 quilômetros de estrada de chão entre pontes de madeira, onde jacarés, capivaras e aves aparecem da janela. Três ou quatro dias bastam. A seca, de agosto a outubro, concentra os bichos perto da água e é a melhor época; o verão é quente e chuvoso. E o carnaval da cidade é o maior do Centro-Oeste.