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Corumbá, no Mato Grosso do Sul: o casario do porto, o Cristo Rei e a Estrada Parque do Pantanal

Na fronteira com a Bolívia, à margem do rio Paraguai, a cidade junta um casario tombado, um forte de 1871 com canhões ingleses e 120 quilômetros de estrada de chão onde a fauna aparece da janela do carro.

Publicado em , no Clube da Maturidade

Corumbá, no Mato Grosso do Sul
Ilustração criada pelo Clube da Maturidade

Corumbá está na margem do rio Paraguai, na fronteira com a Bolívia, a 420 quilômetros de Campo Grande pela BR-262. Há também voos diretos de Campinas, quatro vezes por semana. É uma das portas do Pantanal, e quase tudo por lá se faz de carro ou de barco — o esforço físico é pequeno.

O Casario do Porto, tombado em 1992, guarda as fachadas do tempo em que o comércio subia o rio. No alto do Morro do Cruzeiro fica o Cristo Rei do Pantanal, com o pôr do sol sobre a planície. O Muhpan, museu de história do Pantanal aberto em 2008, percorre oito mil anos da região, e o Forte Junqueira, de 1871, mantém doze canhões ingleses voltados para a água.

O passeio maior é a Estrada Parque: 120 quilômetros de estrada de chão entre pontes de madeira, onde jacarés, capivaras e aves aparecem da janela. Três ou quatro dias bastam. A seca, de agosto a outubro, concentra os bichos perto da água e é a melhor época; o verão é quente e chuvoso. E o carnaval da cidade é o maior do Centro-Oeste.

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