Capital do Acre, no extremo oeste do Brasil, Rio Branco é uma cidade de ritmo calmo, centro plano e distâncias curtas, organizada nas duas margens do rio Acre. O que ela tem de próprio é a memória dos seringais contada em primeira pessoa — não como folclore, mas como a história que formou o estado.
Comece pelo Calçadão da Gameleira, margem onde a cidade começou, em 1882, com casario histórico baixo e colorido. Dali se atravessa o rio pela Passarela Joaquim Macedo, de cerca de 200 metros, só para pedestres, até o Novo Mercado Velho, de artesanato e comida regional. O Museu da Borracha Governador Geraldo Mesquita, na Avenida Ceará, abre de quarta a domingo e reconstitui a casa de um seringueiro em sete salas. Reserve tempo também para o Palácio Rio Branco, dos anos 1930, o Memorial dos Autonomistas e o Parque Ambiental Chico Mendes, a 8 quilômetros do centro, com trilhas curtas.
Três dias dão conta. Vá na estação seca, de maio a outubro — junho e julho são os meses menos chuvosos. O calor e a umidade são fortes o ano inteiro, e o centro se faz a pé sem subidas. O aeroporto Plácido de Castro fica a 20 quilômetros, com voos diretos de Brasília e São Paulo.