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Dicas de viagem

Porto Velho, em Rondônia: três dias entre o complexo da Madeira-Mamoré, as Três Caixas d'Água e o rio

A capital rondoniense cresceu na margem do rio Madeira, em torno de uma ferrovia que nunca deu certo. Hoje o pátio de locomotivas é parque, museu e o melhor mirante de pôr do sol da cidade.

Publicado em , no Clube da Maturidade

Porto Velho, em Rondônia
Ilustração criada pelo Clube da Maturidade

Capital de Rondônia, Porto Velho cresceu na margem direita do rio Madeira, em torno da ferrovia que tentou ligar a Amazônia à Bolívia no começo do século passado. O Aeroporto Internacional de Porto Velho fica a cerca de 6 km do centro e recebe voos de Brasília e de Manaus.

O ponto de partida é o Complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, revitalizado e de entrada gratuita, com o pátio de locomotivas centenárias sobre os trilhos originais, o Museu Ferroviário, um deque à beira d'água e o mirante de onde se vê o sol cair atrás do Madeira. Abre de segunda a sexta, das 9h às 21h, e até um pouco mais tarde nos fins de semana. A poucos minutos a pé estão as Três Caixas d'Água, que abasteceram a cidade até 1957, o Mercado Cultural, instalado no antigo mercado municipal, e a Catedral Sagrado Coração de Jesus.

Para caminhar sem ladeira, o Espaço Alternativo tem mais de dois quilômetros de parque plano. No fim da tarde saem barcos do Porto Cai N'Água para uma volta de cerca de uma hora pelo rio. A Usina Hidrelétrica de Santo Antônio recebe visitas nos fins de semana, com agendamento. Três dias dão conta. De maio a outubro chove bem menos, e o calor é constante o ano inteiro.

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