Diamantina fica no alto do Espinhaço, a cerca de 300 km de Belo Horizonte — de quatro a quatro horas e meia de carro pela BR-040 e, de ônibus, pouco mais de cinco horas saindo da rodoviária da capital. O centro histórico é Patrimônio Mundial da Unesco e tem algo que as outras cidades mineiras não têm: vida própria, de cidade universitária, misturada ao casario do século 18.
Comece pelo Mercado Velho, o antigo Mercado dos Tropeiros, que no sábado recebe feira de manhã e comida típica à noite. Perto dele estão o Museu do Diamante, a Catedral Metropolitana, a Casa de Chica da Silva e a Casa de Juscelino, onde Kubitschek passou a infância. A vesperata acontece na Rua da Quitanda entre abril e outubro, em alguns fins de semana: os músicos tocam das sacadas dos casarões e o público ocupa a rua inteira.
A menos de 15 km está o Parque Estadual do Biribiri, com as cachoeiras da Sentinela e dos Cristais a poucos passos do estacionamento. Três dias rendem bem. De abril a setembro chove pouco, o que coincide com a temporada das vesperatas. As ladeiras do centro são íngremes e o piso de pedra é irregular — calçado firme ajuda, e o Biribiri é a alternativa plana.
