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Lençóis Maranhenses: quatro dias entre Barreirinhas, Atins e as lagoas cheias

No Maranhão, a chuva do primeiro semestre enche as lagoas entre as dunas e o sol do segundo as seca. Entre junho e setembro, a paisagem está no auge.

Publicado em , no Clube da Maturidade

Lençóis Maranhenses
Ilustração criada pelo Clube da Maturidade

O Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses fica no litoral do Maranhão, e a porta de entrada mais usada é Barreirinhas, a cerca de 260 quilômetros de São Luís — umas quatro horas de estrada pela BR-135 e pela MA-402.

O que não existe em outro lugar é a combinação: um campo de dunas brancas que a chuva transforma em centenas de lagoas de água doce. As mais conhecidas são a Lagoa Azul e a Lagoa Bonita, alcançadas de 4x4 até a base das dunas — o trecho final é sempre a pé, subindo areia fofa. Vale somar a descida do Rio Preguiças até Caburé e até o farol de Mandacaru, e uma esticada a Atins, vilarejo de ruas de areia perto da foz do rio. Santo Amaro, do outro lado do parque, é a base mais tranquila.

Três a quatro dias rendem bem. A melhor época vai de meados de junho ao começo de setembro, quando as lagoas estão cheias e o sol é firme. O ICMBio não cobra taxa de visitação, exige guia credenciado e recomenda levar pelo menos três litros de água por dia, além de protetor solar e repelente.

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