Sydney é a maior cidade da Austrália e a capital de Nova Gales do Sul. Cresceu em volta de uma baía funda e recortada, Port Jackson, e quase tudo o que o visitante procura fica perto da água: a Ópera, desenhada pelo dinamarquês Jørn Utzon e patrimônio da UNESCO, a Harbour Bridge, o Circular Quay, de onde saem as balsas, e o Royal Botanic Garden, que contorna a enseada de Farm Cove.
Foi na enseada de Sydney Cove que desembarcou, em 1788, a primeira frota britânica com condenados. O bairro de The Rocks guarda as ruas de pedra desse começo, e três prédios da época penal fazem parte dos Sítios de Condenados da Austrália, também da UNESCO: o Hyde Park Barracks, no centro, a Cockatoo Island, no meio da baía, e a Old Government House, em Parramatta, a oeste.
A cidade se estende por dezenas de praias. Bondi, a mais conhecida, fica a cerca de 7 km do centro e tem a trilha costeira até Coogee; Manly, ao norte, chega-se de balsa, numa travessia que já é um passeio pela baía. Do outro lado da água ficam o zoológico Taronga e o Luna Park, um parque de diversões dos anos 1930 aos pés da ponte.
Para o brasileiro, Sydney pede poucos ajustes: as estações são as mesmas do Brasil, o inglês é a língua do dia a dia e o transporte público é fácil de usar, com pagamento por aproximação do cartão. A diferença está no fuso, de 13 horas a mais que Brasília (14 no horário de verão de lá, de outubro a abril), e no trânsito pela esquerda.
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