Torre de Belém
Torre de defesa do início do século XVI à beira do Tejo, obra-prima do estilo manuelino e Patrimônio Mundial da UNESCO desde 1983, junto com o Mosteiro dos Jerónimos. Tem quatro pisos visitáveis e terraço no alto.
Lisboa
33 lugares para conhecer e 18 passeios, escolhidos pelo guia Cidade Turismo.
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Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
Para começar
Um a um
Torre de defesa do início do século XVI à beira do Tejo, obra-prima do estilo manuelino e Patrimônio Mundial da UNESCO desde 1983, junto com o Mosteiro dos Jerónimos. Tem quatro pisos visitáveis e terraço no alto.
Mosteiro manuelino mandado construir por D. Manuel I a partir de 1501, com a igreja de Santa Maria de Belém e o claustro rendilhado. Guarda os túmulos de Vasco da Gama e de Luís de Camões e é Patrimônio Mundial desde 1983.
Conhecer Mosteiro dos Jerónimos
Monumento em forma de proa de caravela na beira do Tejo, com o Infante D. Henrique à frente de figuras dos Descobrimentos. Tem miradouro no alto e, no chão em frente, uma grande rosa-dos-ventos com um mapa-múndi.
Conhecer Padrão dos Descobrimentos
Museu da Fundação EDP na beira do Tejo, em Belém, formado pela antiga Central Tejo, uma usina elétrica de tijolo, e por um edifício curvo de 2016 cujo telhado se percorre a pé.
Conhecer MAAT – Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia
Museu criado em 1905 com coches e carruagens da Casa Real portuguesa, dos séculos XVI a XIX. A maior parte do acervo está num edifício de 2015 projetado pelo brasileiro Paulo Mendes da Rocha.
Conhecer Museu Nacional dos Coches
Palácio neoclássico do alto da Ajuda, residência do rei D. Luís I no século XIX, com salões mobiliados e o Tesouro Real, onde estão expostas as joias da Coroa portuguesa.
Conhecer Palácio Nacional da Ajuda
Grande centro cultural de pedra clara em frente aos Jerónimos, com teatro, salas de concerto e o MAC/CCB, museu de arte moderna e contemporânea. Os terraços e jardins têm vista para o rio.
Conhecer Centro Cultural de Belém
Castelo no alto da colina mais alta do centro de Lisboa, com muralhas, torres e jardins de onde se vê a cidade e o Tejo. Foi residência real até o século XVI e é Monumento Nacional desde 1910.
O bairro mais antigo de Lisboa, de vielas, escadarias e becos entre o Castelo e o Tejo. É o bairro do fado, com casas de fado, roupa nas janelas e, em junho, as festas de Santo Antônio.
Catedral românica do século XII, com fachada de duas torres que lembra uma fortaleza. É a igreja mais antiga da cidade e tem um claustro gótico com escavações arqueológicas de vários períodos.
Mirante com pérgola, buganvílias e painéis de azulejo no caminho do Castelo, com vista para os telhados de Alfama e o Tejo. Ao lado, o Largo das Portas do Sol abre ainda mais a vista.
Conhecer Miradouro de Santa Luzia
Um dos mirantes mais altos de Lisboa, no bairro da Graça, com vista para o Castelo, a Baixa, o Tejo e a Ponte 25 de Abril. Vizinho, o Miradouro da Graça tem esplanada sob pinheiros.
Conhecer Miradouro da Senhora do Monte
Antiga Igreja de Santa Engrácia, de cúpula branca, cuja obra demorou quase três séculos. Abriga túmulos e homenagens a figuras como Amália Rodrigues e Eusébio, e tem terraço com vista para o Tejo.
Mosteiro do fim do século XVI no alto de São Vicente, com claustros cobertos de azulejos, o panteão da dinastia de Bragança e terraço com vista para Alfama e o rio.
Conhecer Mosteiro de São Vicente de Fora
A linha de bonde mais conhecida de Lisboa, com os carros amarelos antigos que sobem e descem as colinas entre o Martim Moniz e Campo de Ourique, passando por Graça, Alfama, Baixa, Chiado e Estrela.
Estátua de Cristo de braços abertos sobre um pedestal de 82 metros em Almada, na margem sul do Tejo, inaugurada em 1959. Um elevador leva ao miradouro, com vista para Lisboa e a Ponte 25 de Abril.
Conhecer Santuário de Cristo Rei
Antigo complexo fabril de 1846 em Alcântara, sob a Ponte 25 de Abril, transformado em espaço de lojas, restaurantes, ateliês e a livraria Ler Devagar, instalada entre antigas máquinas.
A grande praça da Baixa aberta para o Tejo, antigo Terreiro do Paço, com a estátua equestre de D. José I, o Arco da Rua Augusta e o Cais das Colunas. O alto do arco tem um miradouro.
O centro de Lisboa reconstruído depois do terremoto de 1755, com ruas retas entre o Rossio e a Praça do Comércio. A Rua Augusta, de pedestres, é o eixo do bairro.
A praça central de Lisboa desde a Idade Média, oficialmente Praça de D. Pedro IV, com calçada em ondas, duas fontes, o Teatro Nacional D. Maria II e a estação neomanuelina do Rossio ao lado.
Bairro elegante entre a Baixa e o Bairro Alto, com o Café A Brasileira e a estátua de Fernando Pessoa, a Livraria Bertrand, aberta em 1732, teatros e lojas tradicionais.
Bairro do século XVI no alto da colina oeste, de ruas estreitas em grade, que de dia é residencial e à noite se enche de bares, restaurantes e casas de fado.
Jardim em dois níveis no alto do Bairro Alto, com a vista mais conhecida do Castelo de São Jorge, da Baixa e da Graça, do outro lado do vale.
Conhecer Miradouro de São Pedro de Alcântara
Igreja jesuíta do século XVI no Bairro Alto, de fachada simples e interior de talha dourada. Abriga a Capela de São João Batista, feita em Roma com pedras preciosas e mosaicos e montada em Lisboa.
Ruínas da igreja gótica do Convento do Carmo, fundado em 1389, que ficou sem teto no terremoto de 1755. Os arcos abertos para o céu abrigam o Museu Arqueológico do Carmo.
Museu da fundação criada pelo colecionador Calouste Gulbenkian, com arte do Egito antigo à Europa do século XX, joias de René Lalique e um jardim modernista. Ao lado, o Centro de Arte Moderna.
Conhecer Museu Calouste Gulbenkian
O maior parque do centro de Lisboa, com gramados em declive e cercas vivas desenhadas, que descem até a Praça Marquês de Pombal e a Avenida da Liberdade, com vista para o Tejo.
Bairro moderno à beira do Tejo construído para a Expo 98, com a Gare do Oriente, o Oceanário, o Pavilhão de Portugal, a Torre Vasco da Gama e um longo passeio junto ao rio.
Um dos maiores aquários da Europa, feito para a Expo 98, com um tanque central que reproduz o oceano aberto e quatro áreas com os ecossistemas dos oceanos Atlântico, Pacífico, Índico e Antártico.
Praça de alimentação dentro do Mercado da Ribeira, no Cais do Sodré, com bancas de chefs e restaurantes conhecidos de Lisboa. Ao lado, o mercado tradicional ainda vende peixe, frutas e flores pela manhã.
Conhecer Time Out Market Lisboa
Museu em Alfama dedicado ao fado, canção de Lisboa reconhecida pela UNESCO como patrimônio imaterial em 2011, com guitarras portuguesas, cartazes, figurinos e gravações para ouvir.
Aqueduto do século XVIII que trazia água a Lisboa, com 35 arcos sobre o vale de Alcântara; o maior tem cerca de 65 metros de altura. Sobreviveu ao terremoto de 1755 e pode ser percorrido por cima.
Conhecer Aqueduto das Águas Livres
Basílica barroca e neoclássica do fim do século XVIII, com uma grande cúpula branca visível de longe, mandada construir pela rainha D. Maria I. Em frente fica o Jardim da Estrela.
Para escolher antes de ir
O detalhe de cada passeio (de onde sai, o que inclui, a melhor época) está no guia completo.
Tire suas dúvidas
Os roteiros do guia têm 3, 5 e 7 dias: em 3 dias, o essencial da primeira viagem; em 5 dias, cidade, rio e um bate-volta; em 7 dias, a cidade inteira e os arredores.
Chegada do Brasil, Baixa e Chiado. O voo noturno do Brasil costuma chegar pela manhã. Do aeroporto, o metrô (linha vermelha) ou o táxi levam ao centro. Deixe as malas e faça um dia leve: o passeio Baixa, Praça do Comércio e Rossio, plano e perto de tudo, com o Arco da Rua Augusta. À tarde, suba ao Chiado e termine no Miradouro de São Pedro de Alcântara. Jante cedo e descanse do fuso.
Em geral chove menos de junho a setembro. Os meses de mais chuva costumam ser de outubro a janeiro. O guia traz cada mês com o clima e o que muda nos passeios.
Para planejar