Antes de ir
Sua viagem a Puno.
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
Puno – Puno Capital
Como chegar
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Aeropuerto Internacional Inca Manco Cápac (JUL) Juliaca · 45 km
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Terminal Terrestre de Puno 2 km
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Estación de Puno (trem para Cusco) 1 km
Distâncias aproximadas, por estrada. Confirme voos e horários de ônibus antes de viajar.
A ligação com o Brasil pode ter voo direto ou conexão, conforme a época e a companhia. Confirme antes de comprar. O Aeropuerto Internacional Inca Manco Cápac fica em Juliaca, a 45 km de Puno, cerca de 1 hora de transfer ou táxi, com voos de Lima e de Cusco. Os ônibus de Cusco e de Arequipa chegam ao Terminal Terrestre, e o trem de Cusco chega à estação de Puno, no centro.
Quantos dias
Dois a três dias. Um dia para a cidade, com calma, e Sillustani à tarde; outro para os Uros e Taquile; e, se quiser, uma noite em Amantaní, em casa de família. O primeiro dia deve ser leve, por causa da altitude.
Quando ir
A época seca costuma ir de maio a setembro, com céu limpo e noites abaixo de zero. De dezembro a março costuma chover à tarde. Em fevereiro, a Festa da Candelária ocupa as ruas e o estádio; em novembro, a cidade comemora a fundação lendária dos incas, com a saída de Manco Cápac do lago.
As épocas indicadas são as mais comuns; a natureza nem sempre segue o calendário.
Precisa de carro?
Não. O centro se faz a pé, e táxis e mototáxis levam ao porto e à orla. Para as ilhas, os barcos saem do porto com agências ou com as associações de barqueiros. Para Sillustani, há passeios de meio dia com agência.
Roteiro sugerido
Uma ordem que funciona
Montada com os atrativos que estão nesta página. Nada de correria: é para dar tempo de ver.
Um dia em Puno
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manhã
Plaza de Armas e Catedral
Comece devagar pela Plaza de Armas e pela Catedral, com a fachada de pedra entalhada, e siga pela rua de pedestres Jirón Lima.
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tarde
Uros
Vá ao porto e pegue o barco para as ilhas flutuantes dos Uros, a cerca de 30 minutos, para ver as casas de totora e os barcos de junco.
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fim de tarde
Sillustani
Siga com agência para Sillustani, a 34 km, e veja as torres funerárias à beira da laguna de Umayo com a luz do fim do dia.
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noite
Jantar no centro
Jante na rua Lima: trucha do lago, quinoa e sopas andinas. Na altitude, prefira uma refeição leve.
2 dias em Puno
Dia 1
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manhã
Centro
Plaza de Armas, Catedral e rua Lima, com calma para a altitude.
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tarde
Sillustani
Passeio de meio dia às torres funerárias de Sillustani.
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fim de tarde
Mirante
Volte e suba de táxi ao mirante do Cerrito de Huajsapata ou do Kuntur Wasi para ver a baía.
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noite
Jantar
Jantar no centro e descanso para o dia no lago.
Dia 2
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manhã
Uros
Saia cedo do porto para as ilhas flutuantes dos Uros.
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tarde
Taquile
Siga de barco até Taquile, suba até a praça da comunidade e almoce trucha com vista para o lago.
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fim de tarde
Volta pelo lago
Volte de barco a Puno, com a luz baixa sobre o lago e a cordilheira Real da Bolívia no horizonte.
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noite
Última noite
Jantar no centro.
Confirme antes de sair de casa. Horários e dias de funcionamento mudam, e atrativo fecha para obra, feriado ou evento. Este roteiro é uma sugestão do Cidade Turismo, não um compromisso: monte o seu falando direto com cada lugar que pretende visitar.
Antes de ir
Perguntas frequentes
Puno é mais alta que Cusco?
Sim. Puno fica a cerca de 3.800 metros, uns 400 metros acima de Cusco. Quem chega de Cusco ou de Arequipa costuma sentir menos.
Como chegar às ilhas do Titicaca?
De barco, a partir do porto de Puno. Os Uros ficam a cerca de 30 minutos; Taquile e Amantaní, a algumas horas. Agências e associações de barqueiros vendem os passeios no porto e na cidade.
Faz frio em Puno?
Faz, à noite: no Altiplano a madrugada costuma ter temperatura negativa entre maio e agosto, e o resto do ano também é frio depois do pôr do sol. De dia, o sol é forte. Leve roupas em camadas, gorro e protetor solar.
O que comer em Puno?
Trucha e pejerrey do lago, sopas de quinoa, chairo, que é um caldo andino, e batatas de vários tipos, incluindo o chuño, a batata desidratada no frio do Altiplano.
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