Monte Roraima
Tepui de topo plano na tríplice fronteira entre Brasil, Venezuela e Guiana, dentro do Parque Nacional do Monte Roraima. A travessia leva vários dias de caminhada e é uma das grandes expedições da América do Sul.
RR
9 lugares para conhecer e 14 passeios, escolhidos pelo guia Cidade Turismo.
Atualizado em
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
Para começar
Um a um
Tepui de topo plano na tríplice fronteira entre Brasil, Venezuela e Guiana, dentro do Parque Nacional do Monte Roraima. A travessia leva vários dias de caminhada e é uma das grandes expedições da América do Sul.
Cachoeira da Serra do Tepequém, com queda d'água e poços cercados pela vegetação de serra. A região guarda marcas do antigo garimpo de diamantes, que ajudou a moldar as piscinas naturais.
Aldeia macuxi e taurepang no Alto Miang, dentro da Terra Indígena Raposa Serra do Sol, com visitação organizada pela própria comunidade por meio de uma agência de turismo indígena. O roteiro inclui uma cachoeira, sistemas agroflorestais e o cultivo de café arábica.
Conhecer Comunidade Indígena Kauwê
Aldeia macuxi da Terra Indígena Raposa Serra do Sol pioneira em plano de visitação aprovado pela Funai, recebe turistas em casas de famílias, com barracas ou redes. A vivência inclui dança do parixara, oficinas de cerâmica e cestaria e culinária tradicional.
Conhecer Comunidade Indígena Raposa I
Platô a cerca de 600 metros de altitude, com clima ameno, cachoeiras e antigas áreas de garimpo de diamante. É o refúgio de fim de semana dos roraimenses.
Queda d'água na Comunidade Indígena Raposa I, alcançada pela Trilha Cultural marcada por um totem macuxi. Por estar em terra indígena, só é visitada nos roteiros organizados pela comunidade, conforme o plano de visitação aprovado pela Funai.
Com poços de águas calmas, é a mais indicada para famílias que buscam banho tranquilo na Serra do Tepequém. Fica no alto da serra, onde a paisagem passa do lavrado à vegetação de montanha.
Bloco rochoso de dezenas de metros no meio do lavrado, com abrigo na base coberto por pinturas rupestres de milhares de anos que revelam ocupação humana muito antiga. Fica na Terra Indígena São Marcos, e a visita depende de autorização da Funai.
Lago de água clara cercado por cajueiros e faixa de areia, em pleno lavrado. Boa parada para banho e descanso no roteiro leste do estado.
Para escolher antes de ir
O detalhe de cada passeio (de onde sai, o que inclui, a melhor época) está no guia completo.
Os valores são estimativas consultadas em operadoras locais e podem mudar conforme a temporada. Confirme com a operadora antes de contratar.
Tire suas dúvidas
Os roteiros do guia têm 3, 5 e 7 dias: em 3 dias, cachoeiras, mirantes e nascer do sol; Lavrado, Pedra Pintada, Lago Caracaranã e Tepequém em 5 dias; em 7 dias, cachoeiras do extremo norte e serra.
Boa Vista a Tepequém, Cachoeira do Paiva e Mirante do Paiva. Saia de Boa Vista pela manhã. São cerca de 200 km pela BR-174 e pela RR-203, de três a quatro horas, com o lavrado e os buritis dando lugar à mata de serra. Instale-se na vila. À tarde, vá à Cachoeira do Paiva e ao Mirante do Paiva, que dá vista da queda e do vale. Se o dia permitir, fique até o fim da tarde. Reserve o traslado ou o carro antes de chegar.
Em geral chove menos de outubro a março. Os meses de mais chuva costumam ser de maio a julho. O guia traz cada mês com o clima e o que muda nos passeios.
Para planejar