Begijnhof, Spui e Bloemenmarkt
Sai de Praça Spui (bonde 2, 11 ou 12, parada Spui) a pé cerca de 1 hora e meia manhã fácil
O Begijnhof é um pátio fechado no meio do centro, com casas dos séculos 17 e 18 em volta de um gramado e duas igrejas. Foi fundado na Idade Média para as beguinas, mulheres católicas que viviam em comunidade sem fazer votos; ainda hoje as casas são moradia. No número 34 fica o Houten Huys, de cerca de 1420, uma das duas casas de madeira que restam na cidade. A capela católica dos Santos João e Úrsula, de 1671, era uma igreja escondida nos tempos em que o culto católico era proibido; a igreja do lado oposto é a Engelse Kerk, usada pela comunidade presbiteriana de língua inglesa. A entrada é pelo portão da praça Spui, de dia, e pede silêncio. Do Spui, com livrarias e feira de livros às sextas, uma caminhada de cinco minutos pelo Singel chega ao Bloemenmarkt, mercado de flores de 1862 montado em barcaças fixas no canal, entre o Koningsplein e o Muntplein. Hoje vende mais bulbos, sementes, lembranças e tulipas de madeira do que flor fresca; no Muntplein está a Munttoren, torre de 1620.
Passa por: Begijnhof, Houten Huys, Spui, Bloemenmarkt, Singel, Muntplein, Munttoren.
Inclui: Sem ingresso. Dentro do Begijnhof não se entra nas casas; as igrejas abrem em horários próprios.
Dica: Vá cedo, antes dos grupos. Se comprar bulbos de tulipa, exija a etiqueta de exportação com certificado fitossanitário e confira as regras de entrada de plantas no Brasil.
Melhor época: O ano todo. O Bloemenmarkt fica mais colorido de março a maio, na temporada das tulipas.
Museumplein e Stedelijk Museum
Sai de Museumplein (bonde 2, 5 ou 12) a pé ou bonde cerca de 2 horas tarde fácil
O Museumplein é o gramado largo entre o Rijksmuseum, o Van Gogh Museum, o Stedelijk e o Concertgebouw, a sala de concertos de 1888 famosa pela acústica. No verão o gramado vira lugar de piquenique; no inverno costuma receber uma pista de patinação no espelho d'água. O Stedelijk é o museu de arte moderna e contemporânea da cidade, com Mondrian, Malevich, Chagall, Kandinsky, Matisse, Warhol, De Kooning e a maior coleção do grupo CoBrA, além de design holandês, cartazes e móveis de Rietveld. O prédio junta a fachada de tijolo de 1895 com um anexo branco em forma de banheira, apelido que a cidade adotou. Abre todos os dias. Ao lado, numa casa de 1904, o Moco Museum mostra Banksy, Warhol, Haring e arte digital, em salas pequenas que costumam ter fila. A praça fecha a tarde de quem já visitou os dois museus grandes de manhã.
Passa por: Museumplein, Stedelijk Museum, Concertgebouw, Moco Museum, Rijksmuseum, Van Gogh Museum.
Inclui: Praça sem ingresso. Stedelijk e Moco com entrada paga à parte; o Stedelijk vende ingresso com horário de entrada no site.
Dica: Compre o Stedelijk pelo site para evitar a fila da bilheteria. Confira a agenda do Concertgebouw: na temporada há concertos curtos na hora do almoço.
Melhor época: O ano todo. De dezembro a fevereiro, a pista de patinação costuma estar montada na praça.
Vondelpark
Sai de Entrada principal na Stadhouderskade, perto do Leidseplein a pé ou de bicicleta cerca de 1 hora e meia manhã ou fim de tarde fácil
O Vondelpark é o parque principal de Amsterdã: 47 hectares, abertos em 1865, a dez minutos a pé do Museumplein e colados no Leidseplein. É um parque inglês, com lagos, pontes, gramados largos e alamedas por onde passam corredores, ciclistas e carrinhos de bebê. No centro fica o jardim de rosas (Rosarium), de 1936, com cerca de 70 variedades, melhor entre junho e setembro. O teatro ao ar livre (Openluchttheater) recebe shows e apresentações de dança e teatro, de junho a agosto, sem cobrança de ingresso. Há cafés nos pavilhões antigos, parquinho e muita gente nos fins de semana de sol. O parque é o lugar certo para uma primeira pedalada, pois as alamedas são largas e sem carro. A estátua do poeta Joost van den Vondel, que dá nome ao parque, fica na entrada da Vondelstraat.
Passa por: Vondelpark, Rosarium, Openluchttheater, Leidseplein, Museumplein.
Inclui: Parque sem ingresso. Aluguel de bicicleta nas lojas das ruas ao redor, pago à parte.
Dica: No verão, vá no fim da tarde, quando o movimento muda para piqueniques e música. Fique na faixa dos pedestres: as bicicletas passam rápido e têm preferência nas alamedas.
Melhor época: De maio a setembro. No outono as alamedas ficam cobertas de folhas; no inverno o parque é curto e vazio.
De Pijp e Albert Cuypmarkt
Sai de Albert Cuypstraat (metrô 52, estação De Pijp, ou bonde 24) a pé ou metrô cerca de 2 horas manhã fácil
O Albert Cuypmarkt é o mercado de rua mais conhecido da cidade, montado desde 1905 na Albert Cuypstraat, no bairro De Pijp. Funciona seis dias por semana, de segunda a sábado, e fecha aos domingos. São centenas de barracas numa rua reta, entre a Ferdinand Bolstraat e a Van Woustraat, com frutas, queijos, peixe, flores, roupas, tecidos e bugigangas; as barracas de stroopwafel quente e de arenque (haring) com cebola são a parada obrigatória do visitante. O De Pijp, construído no fim do século 19 para operários, é hoje um bairro de cafés, bares e restaurantes de todas as cozinhas, com o Sarphatipark no meio, um parque pequeno de lagos e pontes. As ruas em volta do mercado, como a Gerard Doustraat e a Eerste van der Helststraat, concentram as mesas de almoço. O bairro fica a dez minutos a pé do Museumplein e do Heineken Experience, e a estação De Pijp, da linha Norte-Sul do metrô, deixa na porta.
Passa por: Albert Cuypmarkt, De Pijp, Sarphatipark, Ferdinand Bolstraat, Gerard Doustraat.
Inclui: Mercado e bairro sem ingresso. Comidas e compras pagas à parte.
Dica: Vá no fim da manhã, quando todas as barracas já estão abertas e antes do almoço. Leve dinheiro trocado ou cartão de aproximação; muitas barracas aceitam só um dos dois.
Melhor época: O ano todo, de segunda a sábado. Em dezembro o mercado ganha barracas de inverno.
Heineken Experience
Sai de Stadhouderskade 78, na divisa do De Pijp (bonde 24, parada Marie Heinekenplein) a pé ou bonde cerca de 1 hora e meia a 2 horas tarde fácil
O Heineken Experience ocupa a primeira cervejaria da marca, de 1867, que funcionou aqui até 1988. A visita é um percurso autoguiado pelos tanques de cobre da antiga sala de fabricação, pelos estábulos dos cavalos que puxavam as carroças de entrega e por salas com história da empresa, propaganda antiga e uma simulação em que o visitante vira garrafa na linha de engarrafamento. No fim há degustação na sala de bar, com os copos incluídos no ingresso, e versões com acesso ao terraço no alto do prédio. É um passeio leve, pensado para quem gosta de cerveja e de museu interativo, e costuma lotar no fim da tarde. Os ingressos são vendidos com horário de entrada pela internet. Fica a poucos minutos a pé do Albert Cuypmarkt e do Museumplein, o que permite juntar os três na mesma tarde.
Passa por: Heineken Experience, Stadhouderskade, Marie Heinekenplein.
Inclui: Entrada paga à parte, com horário marcado, e degustação no fim do percurso; há versões com guia e com terraço, pagas à parte. Bebida alcoólica só para maiores de 18 anos.
Dica: Compre o horário do início da tarde e vá a pé depois do mercado do De Pijp. Quem não bebe pode trocar a cerveja por refrigerante na sala de bar.
Melhor época: O ano todo; serve de refúgio em dia de chuva.
Het Scheepvaartmuseum, NEMO e Oosterdok
Sai de Oosterdok, a 15 minutos a pé da Amsterdam Centraal (ou ônibus 22) a pé ou ônibus cerca de 4 horas dia inteiro fácil
O Oosterdok é o antigo porto a leste da estação, onde ficam dois museus que agradam a adultos e crianças. Het Scheepvaartmuseum, o museu marítimo nacional, ocupa o armazém da Marinha de 1656, com pátio interno coberto por uma cúpula de vidro; mostra mapas, globos, maquetes de navios, pinturas de batalhas navais e a história da Companhia das Índias Orientais; no cais está a réplica em tamanho real do navio Amsterdam, de 1749, para subir a bordo e descer ao porão. Ao lado, o NEMO Science Museum, no prédio verde em forma de casco de navio desenhado por Renzo Piano, tem cinco andares de experimentos para tocar, mexer e testar; em geral fecha às segundas fora das férias escolares. O telhado inclinado do NEMO é uma praça pública com vista para o centro e para o IJ. Na volta para a estação, a biblioteca OBA Oosterdok, de dez andares, tem terraço com café no sétimo piso e entrada livre. No caminho se passa pela Montelbaanstoren, torre de 1516 na beira do canal Oudeschans.
Passa por: Het Scheepvaartmuseum, NEMO Science Museum, Oosterdok, OBA Oosterdok, Navio Amsterdam, Montelbaanstoren.
Inclui: Museus com entrada paga à parte. Telhado do NEMO e biblioteca sem ingresso.
Dica: Com crianças, faça o NEMO de manhã e o museu marítimo depois do almoço, e termine no telhado do NEMO. Sem crianças, vale o museu marítimo e o navio, com o terraço da biblioteca no fim.
Melhor época: O ano todo. Nas férias escolares holandesas (julho e agosto, e uma semana em outubro) o NEMO fica cheio de famílias.
Balsa para Noord: A'DAM Lookout, Eye e NDSM
Sai de Cais das balsas atrás da Amsterdam Centraal (saída IJzijde) balsa e a pé cerca de 4 horas tarde e início da noite fácil
Atrás da estação, na margem do rio IJ, saem as balsas da GVB para Amsterdam-Noord, sem cobrança de passagem e com bicicletas a bordo. A travessia para o cais de Buiksloterweg leva menos de cinco minutos e funciona o dia todo. Do outro lado estão dois prédios: o Eye Filmmuseum, de formas brancas e angulosas, com exposições sobre cinema, salas de projeção e um café com a parede de vidro voltada para a cidade; e a torre A'DAM Lookout, antigo escritório da Shell, com plataforma de observação a 100 m, interna e externa, e um balanço que joga o visitante para fora da borda. Uma segunda balsa, mais longa, leva da mesma estação ao NDSM, antigo estaleiro transformado em área de ateliês, galpões de festa, grafites de parede inteira e o STRAAT Museum, de arte urbana, dentro de um galpão industrial; a travessia leva cerca de 15 minutos. Noord mostra a cidade fora dos canais.
Passa por: Amsterdam Centraal, Balsa Buiksloterweg (F3), A'DAM Lookout, Eye Filmmuseum, NDSM, STRAAT Museum, IJ.
Inclui: Balsas sem cobrança. A'DAM Lookout, Eye (exposições) e STRAAT com entrada paga à parte; o balanço é à parte do ingresso da torre.
Dica: Suba ao A'DAM Lookout perto do pôr do sol e volte de balsa com a estação iluminada. A exposição do Eye fecha às segundas; o café e as salas de cinema não.
Melhor época: De abril a outubro, com o pôr do sol tarde. No inverno a plataforma externa é fria e ventosa.
Rembrandthuis e Bairro Judeu
Sai de Jodenbreestraat 4 (metrô 51, 53 ou 54, estação Waterlooplein) a pé ou metrô cerca de 3 horas e meia manhã ou tarde fácil
Rembrandt viveu e trabalhou de 1639 a 1658 na casa da Jodenbreestraat que hoje é o Museum Het Rembrandthuis. Os cômodos foram remontados com móveis e objetos da época a partir do inventário de falência do pintor: a cozinha, o quarto com a cama embutida, o gabinete de curiosidades com conchas e bustos, o ateliê com a prensa de gravura, onde há demonstrações de pintura e de água-forte durante o dia, e a coleção com quase todas as gravuras dele. Ao lado está o Waterlooplein, com a feira de rua de segunda a sábado e o Stopera, prédio da prefeitura e da ópera. Este era o coração do bairro judeu. O Joods Museum, em quatro sinagogas asquenazes unidas, conta a história dos judeus na Holanda; a Portugees-Israëlietische Synagoge, de 1675, mantém o interior de madeira iluminado só por velas e a biblioteca Ets Haim; o Nationaal Holocaustmuseum e a Hollandsche Schouwburg, teatro usado como ponto de deportação, ficam a dez minutos a pé, na Plantage. Um ingresso combinado dá acesso aos locais do Joods Cultureel Kwartier.
Passa por: Museum Het Rembrandthuis, Waterlooplein, Portugees-Israëlietische Synagoge, Joods Museum, Nationaal Holocaustmuseum, Hollandsche Schouwburg, Stopera.
Inclui: Rembrandthuis com entrada paga à parte. Os quatro locais do bairro judeu são vendidos em ingresso combinado, pago à parte. A Sinagoga Portuguesa fecha aos sábados e em feriados judaicos.
Dica: Pergunte na entrada do Rembrandthuis o horário das demonstrações de gravura do dia. Deixe a Sinagoga Portuguesa para um dia de semana e o Nationaal Holocaustmuseum para o fim, pois a visita é pesada.
Melhor época: O ano todo, de domingo a sexta. No inverno a sinagoga sem luz elétrica fica escura cedo.
Hortus Botanicus e Artis
Sai de Plantage Middenlaan (bonde 14, parada Artis, ou metrô Waterlooplein) a pé ou bonde cerca de 4 horas dia inteiro fácil
Na Plantage, bairro de ruas arborizadas a leste do centro, ficam dois passeios verdes vizinhos. O Hortus Botanicus é um dos jardins botânicos mais antigos do mundo, de 1638, criado para cultivar plantas medicinais; é pequeno, cabe em uma hora e meia, e tem a Palmenkas (estufa das palmeiras, de 1912), a estufa de três climas com passarela elevada, a casa das borboletas e um café na laranjeira antiga. Do outro lado da avenida está o ARTIS, zoológico de 1838 no meio da cidade, com 26 prédios tombados, alamedas de árvores antigas, elefantes, girafas, leões, pinguins, lêmures soltos numa ilha, o aquário e o planetário. Na mesma entrada, o Micropia é o museu dos micróbios, com microscópios e experiências para ver o que vive na pele e na boca. Com crianças, o ARTIS toma a tarde inteira; sem crianças, o Hortus de manhã e uma caminhada pelo Entrepotdok, cais de armazéns do século 18 convertidos em moradia, fecham o dia.
Passa por: Hortus Botanicus Amsterdam, ARTIS Amsterdam Royal Zoo, Micropia, Planetário, Plantage, Entrepotdok.
Inclui: Hortus, ARTIS e Micropia com entrada paga à parte, cada um com ingresso próprio; há combinação ARTIS e Micropia.
Dica: O Hortus é o passeio para o dia de chuva fraca: as estufas ocupam boa parte da visita. No ARTIS, em parte do ano há ingresso de fim de tarde, com entrada a partir das 16h, que serve para quem só quer ver o parque.
Melhor época: De abril a setembro para o ARTIS; o Hortus funciona bem o ano todo por causa das estufas.
Haarlemmerdijk e Westerpark
Sai de Haarlemmerplein, a 15 minutos a pé da Amsterdam Centraal a pé ou de bicicleta cerca de 2 horas e meia tarde fácil
A Haarlemmerstraat e a sua continuação, a Haarlemmerdijk, formam a rua de comércio preferida de quem mora no centro: lojas de design, padarias, queijarias, cafés e um cinema de bairro, numa linha reta que vai da Singel ao Haarlemmerplein, onde está a Haarlemmerpoort, portão neoclássico de 1840. Passado o portão e os trilhos, começa o Westerpark, parque de bairro que se liga ao Westergas, a antiga fábrica de gás da cidade, de 1885, convertida em parque cultural: o gasômetro (Gashouder) e mais 18 prédios de tijolo tombados abrigam restaurantes, bar, cervejaria artesanal, cinema de arte e espaços de festival. O gramado grande recebe shows e feiras ao longo do ano, e há mercado de domingo em algumas datas. É um passeio para a tarde, sem museu, com gente da cidade, e a volta pode ser feita pelo Brouwersgracht, o canal dos armazéns que marca a ponta norte do Jordaan.
Passa por: Haarlemmerstraat, Haarlemmerdijk, Haarlemmerpoort, Westerpark, Westergas, Brouwersgracht.
Inclui: Rua, parque e Westergas sem ingresso. Eventos e cinema pagos à parte.
Dica: Vá de bicicleta: a ciclovia da Haarlemmerdijk continua reta até o parque. No domingo de sol, o Westergas tem mesas ao ar livre e a feira de bairro, quando há.
Melhor época: De abril a outubro. No outono e inverno, as lojas da Haarlemmerdijk valem a caminhada mesmo sem o parque.
Amsterdã de bicicleta
Sai de Lojas de aluguel perto da Amsterdam Centraal, do Leidseplein ou do Vondelpark bicicleta cerca de 3 horas manhã moderada (trânsito de bicicletas)
Amsterdã tem mais bicicletas que moradores e ciclovias separadas em quase todas as ruas, com semáforos próprios. Para quem já pedala com segurança, alugar uma bicicleta por um dia é a forma mais rápida de ligar os passeios. As lojas de aluguel oferecem bicicletas de passeio pretas, de freio contrapedal, com cadeado e opção de marchas; o aluguel é por hora, meio dia ou dia inteiro. Um circuito simples sai do Vondelpark, segue pelo anel de canais, cruza o Amstel na Magere Brug, a ponte branca de madeira, contorna o Oosterdok e volta pelo Brouwersgracht; outra opção é atravessar na balsa para Noord e pedalar até o NDSM pela margem do IJ. As regras são levadas a sério: mão certa, mão erguida para virar, nunca na calçada, luz à noite e nada de celular na mão. Bondes têm preferência e os trilhos derrubam quem cruza em ângulo fechado. Os cadeados de corrente são obrigatórios: prenda sempre o quadro a algo fixo.
Passa por: Vondelpark, Grachtengordel, Amstel, Magere Brug, Oosterdok, Amsterdam-Noord, Westerpark.
Inclui: Aluguel pago à parte, em geral com cadeado e seguro opcional. Capacete não é obrigatório nem comum; peça um se quiser.
Dica: Comece por um parque e pelas ruas laterais antes de entrar nas avenidas. Quem não pedala com confiança faz melhor a pé e de bonde: o trânsito de bicicletas no centro é rápido e sem paciência.
Melhor época: De abril a outubro. No inverno há vento, chuva e ciclovias escorregadias.
Bate-volta: Haarlem, Zaanse Schans e Keukenhof (outro destino)
Sai de Amsterdam Centraal (trem) ou Schiphol (ônibus para o Keukenhof) trem ou ônibus meio dia a dia inteiro dia inteiro fácil
Quem fica cinco dias ou mais em Amsterdã costuma reservar um dia para os arredores. Haarlem fica a cerca de 15 a 20 minutos de trem, com a Grote Markt, a igreja Grote Kerk, o Frans Hals Museum e o Teylers Museum, o mais antigo do país. A Zaanse Schans, aldeia de moinhos de madeira à beira do rio Zaan, é alcançada por trem até a estação Zaandijk Zaanse Schans, em menos de meia hora, mais uma caminhada curta. Volendam e Marken, à beira do antigo mar interno, ficam a menos de uma hora de ônibus. O Keukenhof, parque de bulbos em Lisse, abre só na primavera: a temporada costuma ir de fins de março a meados de maio, e o acesso é por ônibus a partir de Schiphol ou de Haarlem. Esses lugares estão descritos, com passeios e tempos de trem, no guia Arredores de Amsterdã deste site (outro destino); aqui a nota serve só para encaixá-los no roteiro.
Passa por: Haarlem, Zaanse Schans, Keukenhof, Volendam, Marken.
Inclui: Trens e ônibus pagos à parte, com OVpay ou bilhete. Ingressos de museus, moinhos e do Keukenhof pagos à parte.
Dica: Haarlem combina com uma tarde; a Zaanse Schans, com uma manhã cedo, antes dos grupos. Na temporada do Keukenhof, compre o ingresso com horário pelo site do parque antes de viajar.
Melhor época: Keukenhof de fins de março a meados de maio. Haarlem e Zaanse Schans o ano todo; os moinhos costumam abrir ao público de abril a outubro.