Amsterdã

Holanda Setentrional

Amsterdã

Canais do século 17, os museus de Rembrandt, Vermeer e Van Gogh, a casa de Anne Frank e uma cidade inteira que se move de bicicleta.

Oeste

Na foto: Magere Brug, Amsterdã

Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.

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Conheça o lugar

Uma região para viver
sem pressa.

Amsterdã é a capital da Holanda e a porta de entrada da maioria dos brasileiros no país. O centro cabe numa caminhada: começa na estação Amsterdam Centraal, passa pela praça Dam e se abre nos quatro canais em meia-lua do cinturão de canais, a Grachtengordel, aberta a partir de 1613 e inscrita como Patrimônio Mundial pela Unesco. Gracht quer dizer canal, e é ao longo deles que estão as casas estreitas de tijolo, com ganchos no alto da fachada para içar móveis.

Os museus pesam na viagem. Na Museumplein ficam o Rijksmuseum, com A Ronda Noturna de Rembrandt e A Leiteira de Vermeer, o Van Gogh Museum, com a maior coleção do pintor, e o Stedelijk Museum, de arte moderna. No centro histórico estão a Anne Frank Huis, o esconderijo onde Anne escreveu o diário durante a ocupação nazista, e a casa onde Rembrandt viveu e pintou, hoje o Rembrandthuis.

Fora dos museus, a cidade se vê a pé, de barco e de bicicleta (fiets). O Jordaan tem ruas estreitas, canais menores e a feira da Noordermarkt; o Begijnhof esconde um pátio medieval atrás de uma porta no Spui; o Vondelpark é o parque onde o morador corre e pedala. Do outro lado do rio IJ, uma balsa leva a Amsterdam-Noord e à torre do A'DAM Lookout, com vista de 100 metros de altura.

Amsterdã também é base para bate-voltas curtos de trem ou ônibus: Haarlem fica a uns 15 minutos de trem, e os moinhos da Zaanse Schans e a vila de pescadores de Volendam estão a menos de uma hora.

Este roteiro tem 1 cidade: Amsterdã.

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Onde fica Amsterdã
Amsterdã

Contornos: CBS/PDOK, Gebiedsindelingen 2024, CC BY 4.0. Adaptação do Cidade Turismo.

Como chegar: Amsterdã

✈ Amsterdam Airport Schiphol (AMS), em Haarlemmermeer · 18 km até Amsterdã

O voo chega ao Amsterdam Airport Schiphol, que tem estação de trem dentro do terminal; o trem até Amsterdam Centraal leva cerca de 15 minutos. A ligação com o Brasil pode ter voo direto ou conexão, conforme a época e a companhia. Confirme antes de comprar. De outras cidades da Holanda e da Europa, o trem chega a Amsterdam Centraal.

A experiência do lugar

O que fazer em Amsterdã

Amsterdã · Holanda Setentrional · Museu

Rijksmuseum

O museu nacional da Holanda guarda A Ronda Noturna de Rembrandt, A Leiteira de Vermeer e oito séculos de arte e história do país num prédio de 1885 na Museumplein.

Conhecer Rijksmuseum

Amsterdã · Holanda Setentrional · Museu

Van Gogh Museum

A maior coleção de obras de Vincent van Gogh no mundo, com Os Girassóis, Os Comedores de Batata e Amendoeira em Flor, além de cartas e desenhos do pintor.

Conhecer Van Gogh Museum

Amsterdã · Holanda Setentrional · Casa-museu

Anne Frank Huis

A casa no Prinsengracht onde Anne Frank e outras sete pessoas se esconderam dos nazistas entre 1942 e 1944. Visita só com ingresso on-line, com dia e horário marcados.

Conhecer Anne Frank Huis

Amsterdã · Holanda Setentrional · Canal

Grachtengordel

Os quatro canais em meia-lua do século 17 que formam o centro de Amsterdã, Patrimônio Mundial da Unesco. Dá para percorrer a pé pelas margens ou num passeio de barco.

Conhecer Grachtengordel

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Para escolher antes de ir

Passeios em Amsterdã

De onde sai cada passeio, quanto tempo leva, como é feito, o que está incluído e a faixa de preço.

Rijksmuseum

Sai de Museumplein (bonde 2 ou 12, parada Rijksmuseum) a pé ou bonde cerca de 3 horas manhã fácil

O Rijksmuseum é o museu nacional da Holanda e fica na borda sul do Museumplein, num prédio de 1885 com uma passagem de bicicletas no meio. O acervo cobre 800 anos de arte e história do país. O centro da visita é a Galeria de Honra, no segundo andar, com Vermeer (A Leiteira), Frans Hals, Jan Steen e, no fim do corredor, A Ronda Noturna, de Rembrandt. Há ainda casas de bonecas do século 17, maquetes de navios, porcelana de Delft, armas e uma biblioteca de pesquisa aberta à vista do visitante. Entre a saída do museu e o Van Gogh Museum, o jardim ao redor do prédio pode ser percorrido sem ingresso. Compre no site oficial com hora marcada; a entrada tem horário de início fixo. Em três horas dá para ver a Galeria de Honra e mais um ou dois andares; quem quer ver tudo precisa de um dia.

Passa por: Rijksmuseum, Museumplein, Galeria de Honra (Eregalerij).

Inclui: Entrada paga à parte, com hora marcada. Audioguia pelo aplicativo do museu, no celular. Guarda-volumes para casacos e mochilas.

Dica: Entre logo na abertura, quando a Galeria de Honra está mais vazia, e deixe a loja e o café para o fim. Combine com o Van Gogh Museum no mesmo dia só se tiver fôlego: cada um pede meio período.

Melhor época: O ano todo; abre diariamente. Nos meses de chuva, de outubro a fevereiro, é o passeio para guardar o dia feio.

Van Gogh Museum

Sai de Museumplein (bonde 2, 5 ou 12, parada Van Baerlestraat) a pé ou bonde cerca de 2 horas tarde fácil

O Van Gogh Museum reúne a maior coleção do pintor no mundo: centenas de quadros, desenhos e cartas, vindos em grande parte da família do artista. A visita segue a ordem da vida de Vincent van Gogh, do período escuro na Holanda (Os Comedores de Batata) aos anos em Paris, Arles, Saint-Rémy e Auvers, com Os Girassóis, O Quarto em Arles, Amendoeira em Flor e autorretratos. Há também obras de contemporâneos que o influenciaram, como Gauguin, Monet e Toulouse-Lautrec, e exposições temporárias no prédio anexo. Os textos nas paredes são curtos e há audioguia em várias línguas. Compre no site oficial com hora marcada; os ingressos são vendidos só pela internet, com horário de entrada. Duas horas bastam para o circuito principal.

Passa por: Van Gogh Museum, Museumplein.

Inclui: Entrada paga à parte, com hora marcada. Audioguia à parte. Guarda-volumes.

Dica: Reserve o horário do meio da tarde: o museu fica mais cheio logo depois da abertura. Fotos sem flash são permitidas nas salas da coleção; confira a regra nas exposições temporárias.

Melhor época: O ano todo. Em julho e agosto os horários disputados acabam antes; reserve com mais antecedência.

Casa de Anne Frank (Anne Frank Huis)

Sai de Prinsengracht 263, ao lado da Westerkerk (bonde 13 ou 17, parada Westermarkt) a pé ou bonde cerca de 1 hora e meia manhã ou tarde fácil (escadas íngremes)

A Anne Frank Huis é a casa onde Anne Frank, a família e mais quatro pessoas viveram escondidas de julho de 1942 a agosto de 1944, no anexo dos fundos (Achterhuis) do prédio da empresa do pai, Otto Frank. A visita passa pelo escritório e pelo depósito, sobe a escada atrás da estante giratória e entra nos quartos vazios do esconderijo, mantidos sem móveis a pedido de Otto Frank. Nas paredes ainda estão as fotos de artistas que Anne colou; no fim do percurso ficam o diário original e os cadernos. O museu ocupa também os prédios vizinhos, com exposição sobre a família e o período da ocupação. O percurso é curto, as escadas são estreitas e há audioguia em português. Compre o ingresso com antecedência no site oficial do museu: é a única forma de entrar.

Passa por: Anne Frank Huis, Prinsengracht, Westermarkt.

Inclui: Entrada paga à parte, com data e horário marcados. Audioguia em português incluído no percurso.

Dica: Chegue um pouco antes do horário marcado; a entrada é por grupos pequenos. Deixe a mochila grande no hotel: o espaço é apertado. Não há fotos dentro da casa.

Melhor época: O ano todo. No fim da tarde e no início da noite a fila de entrada costuma ser mais calma.

Passeio de barco pelos canais (Grachtengordel)

Sai de Cais em frente à Amsterdam Centraal, Damrak, Rokin ou Rijksmuseum barco cerca de 1 hora a 1 hora e meia tarde ou noite fácil

O anel de canais do século 17 (Grachtengordel) é Patrimônio Mundial da Unesco desde 2010: Herengracht, Keizersgracht e Prinsengracht formam três arcos ao redor do centro, cercados por casas estreitas de fachadas com ganchos de içar móveis. A cidade tem mais de 100 km de canais, cerca de 90 ilhas e cerca de 1.500 pontes. O passeio de barco é a forma mais simples de entender esse desenho. Os barcos de teto de vidro saem de vários pontos (em frente à Amsterdam Centraal, no Damrak, no Rokin e perto do Rijksmuseum) e fazem um circuito de uma hora pelos canais principais, pelo rio Amstel e pelo Oosterdok, com explicação gravada em várias línguas. Há versões mais longas, à noite com as pontes iluminadas, e barcos pequenos abertos, com menos gente a bordo. Quem prefere remar encontra aluguel de pedalinho e de barco elétrico sem piloto.

Passa por: Herengracht, Keizersgracht, Prinsengracht, Singel, Amstel, Oosterdok.

Inclui: Passeio pago à parte; audioguia gravado em várias línguas nos barcos grandes. Barcos pequenos e saídas noturnas têm preço próprio; confira a tabela atual.

Dica: Prefira os barcos abertos ou de janelas que abrem: o teto de vidro reflete e atrapalha as fotos. À noite, de abril a outubro, o circuito iluminado compensa mais; no inverno escolha o fim da tarde.

Melhor época: De abril a outubro, com dias longos. No inverno os barcos fechados continuam saindo.

Jordaan e Westerkerk a pé

Sai de Westermarkt, em frente à Westerkerk a pé cerca de 2 horas e meia manhã fácil

A Westerkerk, de 1631, é a igreja protestante da torre de pouco mais de 85 m com a coroa azul no topo, visível de quase todo o centro; Rembrandt foi enterrado nela e o carrilhão de 48 sinos toca em horas fixas. Ela é a porta de entrada do Jordaan, bairro operário do século 17 que virou a região de ruas estreitas, pátios internos (hofjes), galerias e cafés de esquina. O caminho segue pelo Bloemgracht e pelo Egelantiersgracht, canais menores com pontes de ferro e casas de fachadas inclinadas, até o Brouwersgracht, na ponta norte, onde ficam os antigos armazéns de cervejarias convertidos em moradia. No Noordermarkt, ao lado da igreja Noorderkerk, há mercado de produtos orgânicos e antiguidades aos sábados e feira de roupas e tecidos às segundas, em geral pela manhã. Vale espiar os hofjes de portão aberto, como o Karthuizerhof, em silêncio, pois são moradias. O bairro é plano e as ruas têm pouco carro.

Passa por: Westerkerk, Westermarkt, Jordaan, Noordermarkt, Bloemgracht, Egelantiersgracht, Brouwersgracht, Prinsengracht.

Inclui: Caminhada sem ingresso. A Westerkerk abre a visitantes em dias e horários próprios; confira antes.

Dica: Faça o passeio no sábado de manhã, quando o Noordermarkt está montado, e termine comendo uma fatia de torta de maçã num café do bairro. Leve uma lista com os nomes dos canais: as placas das ruas ficam altas nas fachadas.

Melhor época: De abril a outubro, quando as mesas dos cafés vão para a calçada. Sábado é o dia do mercado.

Dam, Palácio Real e Nieuwe Kerk

Sai de Praça Dam, a 10 minutos a pé da Amsterdam Centraal pelo Damrak a pé cerca de 2 horas e meia manhã ou tarde fácil

A praça Dam é o ponto zero de Amsterdam (Amsterdã): foi aqui que a cidade nasceu, com um dique no rio Amstel no século 13. De um lado está o Koninklijk Paleis, construído em 1648 como prefeitura da cidade mais rica da Europa e transformado em palácio por Luís Bonaparte em 1808; a família real o usa em cerimônias, e no resto do ano ele abre a visitantes, com a Sala dos Cidadãos (Burgerzaal) de mármore, mapas do mundo no piso e esculturas de Quellinus. Ao lado, a De Nieuwe Kerk, do século 15, é a igreja das coroações e dos casamentos reais; funciona como espaço de exposições e abre ao público nos períodos de mostra. Do outro lado da praça fica o Nationaal Monument, obelisco de 1956 em memória das vítimas da Segunda Guerra, cenário da cerimônia de 4 de maio. Do Dam saem a Kalverstraat, rua de comércio só para pedestres, e o Damrak, a avenida que leva à estação. A cinco minutos a pé fica a Oude Kerk, igreja mais antiga da cidade, de 1306.

Passa por: Dam, Koninklijk Paleis Amsterdam, De Nieuwe Kerk, Nationaal Monument, Damrak, Kalverstraat, Oude Kerk.

Inclui: Praça e ruas sem ingresso. Palácio Real e Nieuwe Kerk têm entrada paga à parte, em datas de abertura que mudam ao longo do ano; confira o calendário.

Dica: Confira o calendário do Palácio Real antes de ir: ele fecha em dias de uso pela família real. Na Dam há pombos, artistas de rua e muita gente; segure a bolsa na frente do corpo.

Melhor época: O ano todo. No Dia do Rei, 27 de abril, a praça costuma virar palco de festa e a visita aos prédios não acontece.

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Begijnhof, Spui e Bloemenmarkt

Sai de Praça Spui (bonde 2, 11 ou 12, parada Spui) a pé cerca de 1 hora e meia manhã fácil

O Begijnhof é um pátio fechado no meio do centro, com casas dos séculos 17 e 18 em volta de um gramado e duas igrejas. Foi fundado na Idade Média para as beguinas, mulheres católicas que viviam em comunidade sem fazer votos; ainda hoje as casas são moradia. No número 34 fica o Houten Huys, de cerca de 1420, uma das duas casas de madeira que restam na cidade. A capela católica dos Santos João e Úrsula, de 1671, era uma igreja escondida nos tempos em que o culto católico era proibido; a igreja do lado oposto é a Engelse Kerk, usada pela comunidade presbiteriana de língua inglesa. A entrada é pelo portão da praça Spui, de dia, e pede silêncio. Do Spui, com livrarias e feira de livros às sextas, uma caminhada de cinco minutos pelo Singel chega ao Bloemenmarkt, mercado de flores de 1862 montado em barcaças fixas no canal, entre o Koningsplein e o Muntplein. Hoje vende mais bulbos, sementes, lembranças e tulipas de madeira do que flor fresca; no Muntplein está a Munttoren, torre de 1620.

Passa por: Begijnhof, Houten Huys, Spui, Bloemenmarkt, Singel, Muntplein, Munttoren.

Inclui: Sem ingresso. Dentro do Begijnhof não se entra nas casas; as igrejas abrem em horários próprios.

Dica: Vá cedo, antes dos grupos. Se comprar bulbos de tulipa, exija a etiqueta de exportação com certificado fitossanitário e confira as regras de entrada de plantas no Brasil.

Melhor época: O ano todo. O Bloemenmarkt fica mais colorido de março a maio, na temporada das tulipas.

Museumplein e Stedelijk Museum

Sai de Museumplein (bonde 2, 5 ou 12) a pé ou bonde cerca de 2 horas tarde fácil

O Museumplein é o gramado largo entre o Rijksmuseum, o Van Gogh Museum, o Stedelijk e o Concertgebouw, a sala de concertos de 1888 famosa pela acústica. No verão o gramado vira lugar de piquenique; no inverno costuma receber uma pista de patinação no espelho d'água. O Stedelijk é o museu de arte moderna e contemporânea da cidade, com Mondrian, Malevich, Chagall, Kandinsky, Matisse, Warhol, De Kooning e a maior coleção do grupo CoBrA, além de design holandês, cartazes e móveis de Rietveld. O prédio junta a fachada de tijolo de 1895 com um anexo branco em forma de banheira, apelido que a cidade adotou. Abre todos os dias. Ao lado, numa casa de 1904, o Moco Museum mostra Banksy, Warhol, Haring e arte digital, em salas pequenas que costumam ter fila. A praça fecha a tarde de quem já visitou os dois museus grandes de manhã.

Passa por: Museumplein, Stedelijk Museum, Concertgebouw, Moco Museum, Rijksmuseum, Van Gogh Museum.

Inclui: Praça sem ingresso. Stedelijk e Moco com entrada paga à parte; o Stedelijk vende ingresso com horário de entrada no site.

Dica: Compre o Stedelijk pelo site para evitar a fila da bilheteria. Confira a agenda do Concertgebouw: na temporada há concertos curtos na hora do almoço.

Melhor época: O ano todo. De dezembro a fevereiro, a pista de patinação costuma estar montada na praça.

Vondelpark

Sai de Entrada principal na Stadhouderskade, perto do Leidseplein a pé ou de bicicleta cerca de 1 hora e meia manhã ou fim de tarde fácil

O Vondelpark é o parque principal de Amsterdã: 47 hectares, abertos em 1865, a dez minutos a pé do Museumplein e colados no Leidseplein. É um parque inglês, com lagos, pontes, gramados largos e alamedas por onde passam corredores, ciclistas e carrinhos de bebê. No centro fica o jardim de rosas (Rosarium), de 1936, com cerca de 70 variedades, melhor entre junho e setembro. O teatro ao ar livre (Openluchttheater) recebe shows e apresentações de dança e teatro, de junho a agosto, sem cobrança de ingresso. Há cafés nos pavilhões antigos, parquinho e muita gente nos fins de semana de sol. O parque é o lugar certo para uma primeira pedalada, pois as alamedas são largas e sem carro. A estátua do poeta Joost van den Vondel, que dá nome ao parque, fica na entrada da Vondelstraat.

Passa por: Vondelpark, Rosarium, Openluchttheater, Leidseplein, Museumplein.

Inclui: Parque sem ingresso. Aluguel de bicicleta nas lojas das ruas ao redor, pago à parte.

Dica: No verão, vá no fim da tarde, quando o movimento muda para piqueniques e música. Fique na faixa dos pedestres: as bicicletas passam rápido e têm preferência nas alamedas.

Melhor época: De maio a setembro. No outono as alamedas ficam cobertas de folhas; no inverno o parque é curto e vazio.

De Pijp e Albert Cuypmarkt

Sai de Albert Cuypstraat (metrô 52, estação De Pijp, ou bonde 24) a pé ou metrô cerca de 2 horas manhã fácil

O Albert Cuypmarkt é o mercado de rua mais conhecido da cidade, montado desde 1905 na Albert Cuypstraat, no bairro De Pijp. Funciona seis dias por semana, de segunda a sábado, e fecha aos domingos. São centenas de barracas numa rua reta, entre a Ferdinand Bolstraat e a Van Woustraat, com frutas, queijos, peixe, flores, roupas, tecidos e bugigangas; as barracas de stroopwafel quente e de arenque (haring) com cebola são a parada obrigatória do visitante. O De Pijp, construído no fim do século 19 para operários, é hoje um bairro de cafés, bares e restaurantes de todas as cozinhas, com o Sarphatipark no meio, um parque pequeno de lagos e pontes. As ruas em volta do mercado, como a Gerard Doustraat e a Eerste van der Helststraat, concentram as mesas de almoço. O bairro fica a dez minutos a pé do Museumplein e do Heineken Experience, e a estação De Pijp, da linha Norte-Sul do metrô, deixa na porta.

Passa por: Albert Cuypmarkt, De Pijp, Sarphatipark, Ferdinand Bolstraat, Gerard Doustraat.

Inclui: Mercado e bairro sem ingresso. Comidas e compras pagas à parte.

Dica: Vá no fim da manhã, quando todas as barracas já estão abertas e antes do almoço. Leve dinheiro trocado ou cartão de aproximação; muitas barracas aceitam só um dos dois.

Melhor época: O ano todo, de segunda a sábado. Em dezembro o mercado ganha barracas de inverno.

Heineken Experience

Sai de Stadhouderskade 78, na divisa do De Pijp (bonde 24, parada Marie Heinekenplein) a pé ou bonde cerca de 1 hora e meia a 2 horas tarde fácil

O Heineken Experience ocupa a primeira cervejaria da marca, de 1867, que funcionou aqui até 1988. A visita é um percurso autoguiado pelos tanques de cobre da antiga sala de fabricação, pelos estábulos dos cavalos que puxavam as carroças de entrega e por salas com história da empresa, propaganda antiga e uma simulação em que o visitante vira garrafa na linha de engarrafamento. No fim há degustação na sala de bar, com os copos incluídos no ingresso, e versões com acesso ao terraço no alto do prédio. É um passeio leve, pensado para quem gosta de cerveja e de museu interativo, e costuma lotar no fim da tarde. Os ingressos são vendidos com horário de entrada pela internet. Fica a poucos minutos a pé do Albert Cuypmarkt e do Museumplein, o que permite juntar os três na mesma tarde.

Passa por: Heineken Experience, Stadhouderskade, Marie Heinekenplein.

Inclui: Entrada paga à parte, com horário marcado, e degustação no fim do percurso; há versões com guia e com terraço, pagas à parte. Bebida alcoólica só para maiores de 18 anos.

Dica: Compre o horário do início da tarde e vá a pé depois do mercado do De Pijp. Quem não bebe pode trocar a cerveja por refrigerante na sala de bar.

Melhor época: O ano todo; serve de refúgio em dia de chuva.

Het Scheepvaartmuseum, NEMO e Oosterdok

Sai de Oosterdok, a 15 minutos a pé da Amsterdam Centraal (ou ônibus 22) a pé ou ônibus cerca de 4 horas dia inteiro fácil

O Oosterdok é o antigo porto a leste da estação, onde ficam dois museus que agradam a adultos e crianças. Het Scheepvaartmuseum, o museu marítimo nacional, ocupa o armazém da Marinha de 1656, com pátio interno coberto por uma cúpula de vidro; mostra mapas, globos, maquetes de navios, pinturas de batalhas navais e a história da Companhia das Índias Orientais; no cais está a réplica em tamanho real do navio Amsterdam, de 1749, para subir a bordo e descer ao porão. Ao lado, o NEMO Science Museum, no prédio verde em forma de casco de navio desenhado por Renzo Piano, tem cinco andares de experimentos para tocar, mexer e testar; em geral fecha às segundas fora das férias escolares. O telhado inclinado do NEMO é uma praça pública com vista para o centro e para o IJ. Na volta para a estação, a biblioteca OBA Oosterdok, de dez andares, tem terraço com café no sétimo piso e entrada livre. No caminho se passa pela Montelbaanstoren, torre de 1516 na beira do canal Oudeschans.

Passa por: Het Scheepvaartmuseum, NEMO Science Museum, Oosterdok, OBA Oosterdok, Navio Amsterdam, Montelbaanstoren.

Inclui: Museus com entrada paga à parte. Telhado do NEMO e biblioteca sem ingresso.

Dica: Com crianças, faça o NEMO de manhã e o museu marítimo depois do almoço, e termine no telhado do NEMO. Sem crianças, vale o museu marítimo e o navio, com o terraço da biblioteca no fim.

Melhor época: O ano todo. Nas férias escolares holandesas (julho e agosto, e uma semana em outubro) o NEMO fica cheio de famílias.

Balsa para Noord: A'DAM Lookout, Eye e NDSM

Sai de Cais das balsas atrás da Amsterdam Centraal (saída IJzijde) balsa e a pé cerca de 4 horas tarde e início da noite fácil

Atrás da estação, na margem do rio IJ, saem as balsas da GVB para Amsterdam-Noord, sem cobrança de passagem e com bicicletas a bordo. A travessia para o cais de Buiksloterweg leva menos de cinco minutos e funciona o dia todo. Do outro lado estão dois prédios: o Eye Filmmuseum, de formas brancas e angulosas, com exposições sobre cinema, salas de projeção e um café com a parede de vidro voltada para a cidade; e a torre A'DAM Lookout, antigo escritório da Shell, com plataforma de observação a 100 m, interna e externa, e um balanço que joga o visitante para fora da borda. Uma segunda balsa, mais longa, leva da mesma estação ao NDSM, antigo estaleiro transformado em área de ateliês, galpões de festa, grafites de parede inteira e o STRAAT Museum, de arte urbana, dentro de um galpão industrial; a travessia leva cerca de 15 minutos. Noord mostra a cidade fora dos canais.

Passa por: Amsterdam Centraal, Balsa Buiksloterweg (F3), A'DAM Lookout, Eye Filmmuseum, NDSM, STRAAT Museum, IJ.

Inclui: Balsas sem cobrança. A'DAM Lookout, Eye (exposições) e STRAAT com entrada paga à parte; o balanço é à parte do ingresso da torre.

Dica: Suba ao A'DAM Lookout perto do pôr do sol e volte de balsa com a estação iluminada. A exposição do Eye fecha às segundas; o café e as salas de cinema não.

Melhor época: De abril a outubro, com o pôr do sol tarde. No inverno a plataforma externa é fria e ventosa.

Rembrandthuis e Bairro Judeu

Sai de Jodenbreestraat 4 (metrô 51, 53 ou 54, estação Waterlooplein) a pé ou metrô cerca de 3 horas e meia manhã ou tarde fácil

Rembrandt viveu e trabalhou de 1639 a 1658 na casa da Jodenbreestraat que hoje é o Museum Het Rembrandthuis. Os cômodos foram remontados com móveis e objetos da época a partir do inventário de falência do pintor: a cozinha, o quarto com a cama embutida, o gabinete de curiosidades com conchas e bustos, o ateliê com a prensa de gravura, onde há demonstrações de pintura e de água-forte durante o dia, e a coleção com quase todas as gravuras dele. Ao lado está o Waterlooplein, com a feira de rua de segunda a sábado e o Stopera, prédio da prefeitura e da ópera. Este era o coração do bairro judeu. O Joods Museum, em quatro sinagogas asquenazes unidas, conta a história dos judeus na Holanda; a Portugees-Israëlietische Synagoge, de 1675, mantém o interior de madeira iluminado só por velas e a biblioteca Ets Haim; o Nationaal Holocaustmuseum e a Hollandsche Schouwburg, teatro usado como ponto de deportação, ficam a dez minutos a pé, na Plantage. Um ingresso combinado dá acesso aos locais do Joods Cultureel Kwartier.

Passa por: Museum Het Rembrandthuis, Waterlooplein, Portugees-Israëlietische Synagoge, Joods Museum, Nationaal Holocaustmuseum, Hollandsche Schouwburg, Stopera.

Inclui: Rembrandthuis com entrada paga à parte. Os quatro locais do bairro judeu são vendidos em ingresso combinado, pago à parte. A Sinagoga Portuguesa fecha aos sábados e em feriados judaicos.

Dica: Pergunte na entrada do Rembrandthuis o horário das demonstrações de gravura do dia. Deixe a Sinagoga Portuguesa para um dia de semana e o Nationaal Holocaustmuseum para o fim, pois a visita é pesada.

Melhor época: O ano todo, de domingo a sexta. No inverno a sinagoga sem luz elétrica fica escura cedo.

Hortus Botanicus e Artis

Sai de Plantage Middenlaan (bonde 14, parada Artis, ou metrô Waterlooplein) a pé ou bonde cerca de 4 horas dia inteiro fácil

Na Plantage, bairro de ruas arborizadas a leste do centro, ficam dois passeios verdes vizinhos. O Hortus Botanicus é um dos jardins botânicos mais antigos do mundo, de 1638, criado para cultivar plantas medicinais; é pequeno, cabe em uma hora e meia, e tem a Palmenkas (estufa das palmeiras, de 1912), a estufa de três climas com passarela elevada, a casa das borboletas e um café na laranjeira antiga. Do outro lado da avenida está o ARTIS, zoológico de 1838 no meio da cidade, com 26 prédios tombados, alamedas de árvores antigas, elefantes, girafas, leões, pinguins, lêmures soltos numa ilha, o aquário e o planetário. Na mesma entrada, o Micropia é o museu dos micróbios, com microscópios e experiências para ver o que vive na pele e na boca. Com crianças, o ARTIS toma a tarde inteira; sem crianças, o Hortus de manhã e uma caminhada pelo Entrepotdok, cais de armazéns do século 18 convertidos em moradia, fecham o dia.

Passa por: Hortus Botanicus Amsterdam, ARTIS Amsterdam Royal Zoo, Micropia, Planetário, Plantage, Entrepotdok.

Inclui: Hortus, ARTIS e Micropia com entrada paga à parte, cada um com ingresso próprio; há combinação ARTIS e Micropia.

Dica: O Hortus é o passeio para o dia de chuva fraca: as estufas ocupam boa parte da visita. No ARTIS, em parte do ano há ingresso de fim de tarde, com entrada a partir das 16h, que serve para quem só quer ver o parque.

Melhor época: De abril a setembro para o ARTIS; o Hortus funciona bem o ano todo por causa das estufas.

Haarlemmerdijk e Westerpark

Sai de Haarlemmerplein, a 15 minutos a pé da Amsterdam Centraal a pé ou de bicicleta cerca de 2 horas e meia tarde fácil

A Haarlemmerstraat e a sua continuação, a Haarlemmerdijk, formam a rua de comércio preferida de quem mora no centro: lojas de design, padarias, queijarias, cafés e um cinema de bairro, numa linha reta que vai da Singel ao Haarlemmerplein, onde está a Haarlemmerpoort, portão neoclássico de 1840. Passado o portão e os trilhos, começa o Westerpark, parque de bairro que se liga ao Westergas, a antiga fábrica de gás da cidade, de 1885, convertida em parque cultural: o gasômetro (Gashouder) e mais 18 prédios de tijolo tombados abrigam restaurantes, bar, cervejaria artesanal, cinema de arte e espaços de festival. O gramado grande recebe shows e feiras ao longo do ano, e há mercado de domingo em algumas datas. É um passeio para a tarde, sem museu, com gente da cidade, e a volta pode ser feita pelo Brouwersgracht, o canal dos armazéns que marca a ponta norte do Jordaan.

Passa por: Haarlemmerstraat, Haarlemmerdijk, Haarlemmerpoort, Westerpark, Westergas, Brouwersgracht.

Inclui: Rua, parque e Westergas sem ingresso. Eventos e cinema pagos à parte.

Dica: Vá de bicicleta: a ciclovia da Haarlemmerdijk continua reta até o parque. No domingo de sol, o Westergas tem mesas ao ar livre e a feira de bairro, quando há.

Melhor época: De abril a outubro. No outono e inverno, as lojas da Haarlemmerdijk valem a caminhada mesmo sem o parque.

Amsterdã de bicicleta

Sai de Lojas de aluguel perto da Amsterdam Centraal, do Leidseplein ou do Vondelpark bicicleta cerca de 3 horas manhã moderada (trânsito de bicicletas)

Amsterdã tem mais bicicletas que moradores e ciclovias separadas em quase todas as ruas, com semáforos próprios. Para quem já pedala com segurança, alugar uma bicicleta por um dia é a forma mais rápida de ligar os passeios. As lojas de aluguel oferecem bicicletas de passeio pretas, de freio contrapedal, com cadeado e opção de marchas; o aluguel é por hora, meio dia ou dia inteiro. Um circuito simples sai do Vondelpark, segue pelo anel de canais, cruza o Amstel na Magere Brug, a ponte branca de madeira, contorna o Oosterdok e volta pelo Brouwersgracht; outra opção é atravessar na balsa para Noord e pedalar até o NDSM pela margem do IJ. As regras são levadas a sério: mão certa, mão erguida para virar, nunca na calçada, luz à noite e nada de celular na mão. Bondes têm preferência e os trilhos derrubam quem cruza em ângulo fechado. Os cadeados de corrente são obrigatórios: prenda sempre o quadro a algo fixo.

Passa por: Vondelpark, Grachtengordel, Amstel, Magere Brug, Oosterdok, Amsterdam-Noord, Westerpark.

Inclui: Aluguel pago à parte, em geral com cadeado e seguro opcional. Capacete não é obrigatório nem comum; peça um se quiser.

Dica: Comece por um parque e pelas ruas laterais antes de entrar nas avenidas. Quem não pedala com confiança faz melhor a pé e de bonde: o trânsito de bicicletas no centro é rápido e sem paciência.

Melhor época: De abril a outubro. No inverno há vento, chuva e ciclovias escorregadias.

Bate-volta: Haarlem, Zaanse Schans e Keukenhof (outro destino)

Sai de Amsterdam Centraal (trem) ou Schiphol (ônibus para o Keukenhof) trem ou ônibus meio dia a dia inteiro dia inteiro fácil

Quem fica cinco dias ou mais em Amsterdã costuma reservar um dia para os arredores. Haarlem fica a cerca de 15 a 20 minutos de trem, com a Grote Markt, a igreja Grote Kerk, o Frans Hals Museum e o Teylers Museum, o mais antigo do país. A Zaanse Schans, aldeia de moinhos de madeira à beira do rio Zaan, é alcançada por trem até a estação Zaandijk Zaanse Schans, em menos de meia hora, mais uma caminhada curta. Volendam e Marken, à beira do antigo mar interno, ficam a menos de uma hora de ônibus. O Keukenhof, parque de bulbos em Lisse, abre só na primavera: a temporada costuma ir de fins de março a meados de maio, e o acesso é por ônibus a partir de Schiphol ou de Haarlem. Esses lugares estão descritos, com passeios e tempos de trem, no guia Arredores de Amsterdã deste site (outro destino); aqui a nota serve só para encaixá-los no roteiro.

Passa por: Haarlem, Zaanse Schans, Keukenhof, Volendam, Marken.

Inclui: Trens e ônibus pagos à parte, com OVpay ou bilhete. Ingressos de museus, moinhos e do Keukenhof pagos à parte.

Dica: Haarlem combina com uma tarde; a Zaanse Schans, com uma manhã cedo, antes dos grupos. Na temporada do Keukenhof, compre o ingresso com horário pelo site do parque antes de viajar.

Melhor época: Keukenhof de fins de março a meados de maio. Haarlem e Zaanse Schans o ano todo; os moinhos costumam abrir ao público de abril a outubro.

Dia a dia

Roteiro de 3, 5 e 7 dias em Amsterdã

Sugestões para montar a viagem. Troque a ordem dos dias conforme o tempo e a disponibilidade dos passeios.

3 dias · Amsterdã essencial em 3 dias

Para Para quem chega do Brasil pela primeira vez e quer os museus principais, os canais e o Jordaan sem correr. · Base em Hospedagem no centro ou perto do Museumplein; tudo a pé, de bonde e de balsa.
  1. Dia 1 · Chegada, Dam, Begijnhof e canais

    O voo do Brasil chega de manhã em Schiphol; trem até Amsterdam Centraal em cerca de 15 minutos. Deixe as malas e vá a pé pelo Damrak até o Dam, Palácio Real e Nieuwe Kerk. Depois do almoço, Begijnhof, Spui e Bloemenmarkt. No fim da tarde, o Passeio de barco pelos canais, saindo em frente à estação, para vencer o sono e entender a cidade. Jantar cedo: os restaurantes holandeses fecham a cozinha antes do que o brasileiro espera.

  2. Dia 2 · Museumplein: Rijksmuseum e Van Gogh

    Rijksmuseum na abertura, com hora marcada comprada antes da viagem. Almoço no Museumplein e Vondelpark para esticar as pernas. Van Gogh Museum no meio da tarde, também com hora marcada. Quem ainda tiver energia fecha com o Stedelijk, que abre até o início da noite, ou com o terraço do Heineken Experience, a dez minutos a pé.

  3. Dia 3 · Anne Frank, Jordaan e Noord

    Casa de Anne Frank no horário comprado no site oficial, de preferência no início da manhã. Em seguida, Jordaan e Westerkerk a pé, com almoço no bairro. À tarde, Balsa para Noord: A'DAM Lookout e Eye, com a vista do pôr do sol sobre a estação. Se o voo de volta for no dia seguinte de manhã, deixe a Haarlemmerdijk para as últimas compras no caminho de volta à estação.

5 dias · Amsterdã com calma e um dia nos arredores
Para Para quem tem uma semana na Holanda e quer somar bairros, mercado, Noord e um bate-volta aos três dias essenciais. · Base em Hospedagem no centro; trem para o bate-volta.
  1. Dia 1 · Chegada e centro histórico

    Chegada de manhã em Schiphol e trem até Amsterdam Centraal. Dam, Palácio Real e Nieuwe Kerk a pé, almoço no centro, Begijnhof, Spui e Bloemenmarkt. No fim da tarde, Passeio de barco pelos canais. Deite cedo: o fuso cobra no segundo dia.

  2. Dia 2 · Os dois museus grandes

    Rijksmuseum na abertura e Van Gogh Museum à tarde, ambos com hora marcada. Entre os dois, almoço e uma volta no Vondelpark. Termine no Museumplein e Stedelijk, ou guarde o Stedelijk para um dia de chuva.

  3. Dia 3 · Anne Frank, Jordaan e De Pijp

    Casa de Anne Frank no horário comprado no site oficial. Jordaan e Westerkerk a pé pela manhã, com os canais menores do bairro. À tarde, bonde até o De Pijp e Albert Cuypmarkt, aberto de segunda a sábado, e Heineken Experience ao lado, com horário comprado antes.

  4. Dia 4 · Bate-volta: Haarlem ou Zaanse Schans

    Dia nos arredores: Haarlem, a 15 a 20 minutos de trem, para um dia de cidade pequena e museus, ou a Zaanse Schans, com os moinhos, pela manhã, voltando para a Haarlemmerdijk e Westerpark no fim da tarde. Na primavera, de fins de março a meados de maio, troque por um dia no Keukenhof. Os detalhes estão no guia Arredores de Amsterdã.

  5. Dia 5 · Leste da cidade e Noord

    Rembrandthuis e Bairro Judeu pela manhã, com almoço no Waterlooplein. À tarde, Het Scheepvaartmuseum, NEMO e Oosterdok, terminando no telhado do NEMO ou no terraço da biblioteca. No fim do dia, Balsa para Noord: A'DAM Lookout e Eye, para a despedida com vista.

7 dias · Uma semana em Amsterdã, de bicicleta e sem pressa
Para Para quem usa Amsterdã como única base da viagem e quer bairros, parques, museus menores e dois dias fora da cidade. · Base em Hospedagem no centro, no Jordaan ou no De Pijp; bicicleta alugada por alguns dias.
  1. Dia 1 · Chegada e canais

    Chegada de manhã em Schiphol e trem até Amsterdam Centraal. Dam, Palácio Real e Nieuwe Kerk, Begijnhof, Spui e Bloemenmarkt, e o Passeio de barco pelos canais no fim da tarde. Jantar perto do hotel e descanso.

  2. Dia 2 · Rijksmuseum e Van Gogh

    Rijksmuseum na abertura e Van Gogh Museum à tarde, ambos com hora marcada comprada antes da viagem. Almoço no Museumplein e caminhada no Vondelpark entre os dois museus. Quem tiver fôlego fecha o dia no Stedelijk, que abre até o início da noite.

  3. Dia 3 · Anne Frank e Jordaan

    Casa de Anne Frank no horário comprado no site oficial. Jordaan e Westerkerk a pé, com almoço no bairro. À tarde, Haarlemmerdijk e Westerpark, voltando pelo Brouwersgracht. Se for sábado, inverta: comece pelo Noordermarkt.

  4. Dia 4 · Bate-volta: Haarlem

    Trem até Haarlem, a 15 a 20 minutos, para a Grote Markt, o Frans Hals Museum e o Teylers Museum; volta no fim da tarde. Na temporada de tulipas, de fins de março a meados de maio, o dia pode ser o Keukenhof, com ônibus a partir de Schiphol ou de Haarlem. Detalhes no guia Arredores de Amsterdã.

  5. Dia 5 · De bicicleta pelo sul: De Pijp e Museumplein

    Alugue a bicicleta e faça Amsterdã de bicicleta pela manhã, com o circuito do Vondelpark, do anel de canais e do Amstel. Almoço no De Pijp e Albert Cuypmarkt. À tarde, Heineken Experience com horário marcado ou Museumplein e Stedelijk, conforme o gosto.

  6. Dia 6 · Leste: bairro judeu, Plantage e Oosterdok

    Rembrandthuis e Bairro Judeu pela manhã, com a Sinagoga Portuguesa e o Joods Museum. Almoço na Plantage e Hortus Botanicus e Artis à tarde (com crianças, o ARTIS toma a tarde inteira; sem crianças, o Hortus e o Entrepotdok). Quem preferir troca o ARTIS por Het Scheepvaartmuseum, NEMO e Oosterdok.

  7. Dia 7 · Noord e despedida

    Balsa para Noord: A'DAM Lookout, Eye e NDSM, com a bicicleta a bordo da balsa para pedalar pela margem do IJ até o NDSM e o STRAAT Museum. Devolva a bicicleta no fim da tarde. Se o voo for no dia seguinte de manhã, o trem para Schiphol sai da Amsterdam Centraal várias vezes por hora, inclusive de madrugada, com menor frequência.

Melhor época

Quando ir: Amsterdã mês a mês

De abril a setembro os dias são longos e o tempo é mais ameno. Os campos de tulipas costumam florir de meados de abril ao início de maio, e em 27 de abril o Dia do Rei enche a cidade de laranja. O verão (junho a agosto) é a época mais cheia. De novembro a março faz frio, venta e escurece cedo, mas os museus funcionam normalmente. Chuva pode cair em qualquer mês.

As épocas indicadas são as mais comuns; a natureza nem sempre segue o calendário.

Janeiro Chuva média

Inverno europeu · dias curtos

Janeiro é pleno inverno, ao contrário do Brasil: máximas em torno de 6 °C e mínimas perto de 1 °C, com vento e dias de chuva fina ou granizo; neve é ocasional e dura pouco. Escurece por volta das 17h. Os museus abrem normalmente e ficam vazios; os barcos fechados continuam saindo. Quando congela por vários dias, os canais pequenos costumam virar pista de patinação, mas isso é raro. Leve casaco pesado, gorro e sapato impermeável.

Fevereiro Chuva baixa

Frio e cinza · museus vazios

Fevereiro segue frio, com máximas perto de 7 °C e mínimas em torno de 1 °C, e é um dos meses com menos chuva em volume, embora o céu fique cinza na maior parte dos dias. É o mês com menos turistas: Rijksmuseum, Van Gogh e Anne Frank têm horários disponíveis com facilidade. O dia já cresce visivelmente até o fim do mês. Boa época para quem prioriza museus, ruim para os parques e a bicicleta.

Março Chuva baixa

Início da primavera · Keukenhof costuma abrir

Março é o começo da primavera europeia: máximas em torno de 10 °C, mínimas perto de 3 °C, e o sol aparece mais. Os primeiros bulbos florescem nos parques, e o Keukenhof costuma abrir nas últimas semanas do mês. O horário de verão europeu começa no último domingo de março, e a diferença para Brasília passa a 5 horas. Os terraços dos cafés voltam para a calçada nos dias de sol. Ainda é preciso casaco e capa de chuva.

Abril Chuva baixa

Tulipas · Dia do Rei (27)

Abril é o mês mais seco do ano e o das tulipas: máximas em torno de 14 °C, mínimas perto de 5 °C, com dias de sol frio e chuviscos rápidos. A temporada de flores nos campos ao redor costuma ir de meados de abril ao início de maio. No dia 27, o Dia do Rei (Koningsdag) costuma tomar a cidade com feira de rua, barcos e gente de laranja; museus e lojas fecham ou mudam o horário, e os hotéis lotam. Reserve tudo com antecedência se vier nesse período.

Maio Chuva baixa

Dias longos · parques cheios

Maio tem máximas perto de 18 °C, mínimas em torno de 9 °C e pouca chuva, com dias claros até depois das 21h. É um mês bom para pedalar, para o Vondelpark e para os terraços. Os dias 4 (lembrança dos mortos da guerra) e 5 (Dia da Libertação) têm cerimônias no Dam e festas na cidade. O Keukenhof costuma fechar em meados do mês. A temporada alta começa: compre os museus com hora marcada antes de viajar.

Junho Chuva média

Verão europeu · noites claras

Junho é o início do verão europeu, com máximas em torno de 20 °C e mínimas perto de 11 °C; os dias são os mais longos do ano e o céu só escurece depois das 22h. As pancadas de chuva aumentam, em geral curtas. Os barcos abertos, o teatro ao ar livre do Vondelpark e as mesas na rua funcionam a pleno. Muita gente na Anne Frank Huis e nos museus do Museumplein; reserve com semanas de antecedência.

Julho Chuva alta

Mês mais quente · temporada alta

Julho é o mês mais quente, com máximas em torno de 22 °C e mínimas perto de 13 °C; em alguns dias passa dos 28 °C, e os holandeses vão para os canais e lagos. Também chove mais em volume, com pancadas de verão. É temporada alta: férias escolares na Holanda e na Europa, filas nos museus e horários que costumam esgotar para quem não reservou. Vale programar o dia com a manhã nos museus e a tarde nos parques e em Noord.

Agosto Chuva alta

Verão cheio · chuva de verão

Agosto repete o calor de julho, com máximas perto de 22 °C e mínimas em torno de 13 °C, e é o mês de maior volume de chuva do ano, em pancadas que passam rápido. A cidade segue cheia; no início do mês, o Pride costuma tomar os canais com desfile de barcos. Leve roupa leve, mas também um corta-vento. As passagens do Brasil costumam custar mais nessa época, e as reservas de museu devem ser feitas antes da viagem.

Setembro Chuva alta

Fim do verão · menos gente

Setembro é agradável: máximas em torno de 19 °C, mínimas perto de 11 °C, com dias ainda longos e menos turistas após as férias. Chove em volume parecido com o verão, mas o movimento cai e os horários dos museus ficam mais fáceis. Boa época para a bicicleta e para o Jordaan, com a luz mais baixa nos canais. No fim do mês, o Open Monumentendag abre prédios históricos ao público num fim de semana.

Outubro Chuva alta

Outono · cores nos parques

Outubro é outono, com máximas em torno de 15 °C e mínimas perto de 8 °C, mais vento e mais dias de chuva; as árvores do Vondelpark e dos canais ficam amarelas e vermelhas. Nos últimos dias do mês termina o horário de verão europeu, e a diferença para Brasília volta a 4 horas. Há uma semana de férias escolares, com famílias no NEMO e no ARTIS. Casaco, guarda-chuva pequeno e sapato fechado são obrigatórios.

Novembro Chuva alta

Cinza e úmido · poucas filas

Novembro é cinzento, com máximas perto de 10 °C e mínimas em torno de 4 °C, chuva frequente e vento forte na margem do IJ; escurece por volta das 17h. Os museus e o Hortus são o programa do dia, e as filas somem. No fim do mês, a chegada do Sinterklaas de barco e as luzes de Natal nas ruas de comércio abrem a temporada de festas. O Amsterdam Light Festival, com obras de luz nos canais vistas de barco, costuma começar no fim do mês e seguir até janeiro.

Dezembro Chuva alta

Natal e luzes · frio úmido

Dezembro é inverno, com máximas em torno de 7 °C e mínimas perto de 2 °C, chuva frequente e dias que terminam antes das 17h. A cidade compensa com as luzes nos canais, os mercados de Natal e a pista de patinação que costuma ser montada no Museumplein. Os museus abrem normalmente, com ajustes no dia 25 e no dia 31. No Réveillon há fogos pela cidade e muita gente no Dam e nas pontes. Reserve restaurantes para o fim do ano com antecedência.

Planeje o caminho

Como chegar: Amsterdã

Do Brasil de avião até Schiphol (AMS)

Há voo direto de São Paulo e do Rio de Janeiro para Amsterdã; de outras cidades brasileiras, conexão em São Paulo, no Rio ou em outra cidade europeia; confirme antes de comprar. O direto de São Paulo (Guarulhos) leva cerca de 11 h 35 e o do Rio de Janeiro (Galeão) cerca de 11 h 25; os dois saem à noite e chegam de manhã em Schiphol, a cerca de 15 km do centro. Schiphol é um aeroporto de um terminal só, com a estação de trem no subsolo do saguão principal (Schiphol Plaza). Na imigração, o brasileiro passa pela fila de passaportes de fora da União Europeia; em horários de pico, reserve uma hora para chegar ao trem.

De Schiphol ao centro: trem até Amsterdam Centraal

A estação Schiphol Airport fica embaixo do saguão do aeroporto, por escadas rolantes. Os trens da NS para Amsterdam Centraal saem várias vezes por hora, dia e noite (de madrugada com menos frequência), e levam cerca de 15 a 20 minutos, sem baldeação. Pague encostando o cartão de débito ou crédito com aproximação nos postes de check-in antes de descer à plataforma e de check-out na saída, pelo sistema OVpay; há também máquinas de bilhete no saguão. Para quem fica perto do Museumplein ou do Leidseplein, o trem vai até Amsterdam Zuid ou a Amsterdam Centraal, e de lá bonde. Há também linhas de ônibus do aeroporto para o Museumplein e o Leidseplein, que levam cerca de meia hora. Táxi só na fila oficial do saguão de chegada; o trajeto leva de 25 a 40 minutos, conforme o trânsito.

De trem a partir de outras cidades (Holanda, Bruxelas e Paris)

Amsterdam Centraal é o centro da rede da NS. Da Holanda, os trens Intercity chegam de Utrecht Centraal em cerca de 25 a 30 minutos, de Haarlem em 15 a 20 minutos, de Den Haag Centraal (Haia) em cerca de 50 minutos e de Rotterdam Centraal (Roterdã) em cerca de 40 minutos pelo trem rápido, com reserva de assento à parte, ou pouco mais de uma hora pelo Intercity comum; de Maastricht são cerca de 2 h 30. Da Bélgica e da França, o Eurostar liga Bruxelas-Midi a Amsterdam Centraal em cerca de 2 horas e Paris-Nord em cerca de 3 h 20, com parada em Schiphol; e há Intercity direto de Bruxelas, mais lento e sem reserva. Da Alemanha, o ICE vem de Colônia e Frankfurt. Para trens internacionais, compre com antecedência no site da NS International ou da operadora; para trens dentro da Holanda não há reserva: basta encostar o cartão no check-in.

De carro: estradas e onde deixar o carro

Amsterdã é cercada pelo anel viário A10, de onde saem a A4 (para Haia e Roterdã, cerca de 60 e 80 km), a A2 (para Utrecht, cerca de 45 km, e Maastricht, cerca de 215 km), a A1 (para o leste e a Alemanha) e a A9/A5 (para Haarlem, cerca de 20 km). Dirigir no centro não vale a pena: as ruas são estreitas, com bicicletas por todo lado, muitas são de mão única e o estacionamento na rua é pago, caro e raro. Quem vem de carro usa os estacionamentos P+R nas bordas do anel, junto a estações de metrô e bonde, e segue de transporte público; o centro tem zona de baixa emissão para veículos antigos a diesel. Alugar carro só faz sentido para percorrer o interior do país depois dos dias em Amsterdã.

Como circular: a pé, bonde, metrô, balsa e bicicleta

O centro é pequeno: do Dam ao Museumplein são 25 minutos a pé. A GVB opera bondes (tram), metrô, ônibus e as balsas sobre o IJ. Os bondes 2, 5, 12 e 24 ligam a estação e o centro ao Museumplein e ao De Pijp; a linha 52 do metrô (Norte-Sul) vai de Noord, pela Centraal e pelo Rokin, até o De Pijp e a Amsterdam Zuid em poucos minutos. Paga-se encostando o cartão de aproximação ou o celular na entrada e na saída de cada veículo (OVpay); também há bilhetes de 1 hora e de 1 a vários dias da GVB, vendidos nas máquinas e no aplicativo. As balsas atrás da Centraal para Noord não cobram passagem. Não há dinheiro vivo a bordo. A bicicleta é o meio de todos, com lojas de aluguel por hora ou por dia; a OV-fiets, bicicleta da NS nas estações, exige conta holandesa e não serve ao turista. O aplicativo 9292 e o Google Maps mostram todas as linhas.

Documentos

O brasileiro entra na Holanda com o passaporte; as exigências podem mudar: confirme antes de viajar. A Holanda faz parte do espaço Schengen: o carimbo ou registro de entrada feito em Schiphol vale para os demais países do acordo, e não há controle nas fronteiras de trem com a Bélgica e a Alemanha. Leve impressas ou no celular as reservas de hotel e a passagem de volta, que podem ser pedidas na imigração.

Fuso horário

A Holanda usa o horário da Europa Central (CET) com horário de verão: do último domingo de março ao último domingo de outubro, são 5 horas a mais que Brasília; no resto do ano, 4 horas a mais. O voo noturno do Brasil chega de manhã, e o primeiro dia costuma ser de sono: programe passeios leves e ao ar livre e evite museus longos na chegada. No verão, escurece só depois das 22h; no inverno, por volta das 17h.

Ingressos, cartões e taxas

Os museus grandes vendem ingresso com data e horário de entrada pelo site oficial: Rijksmuseum, Van Gogh Museum e Anne Frank Huis devem ser comprados antes da viagem, e a Anne Frank Huis só vende pela internet. O I amsterdam City Card, vendido para 1 a 5 dias, inclui transporte da GVB, um passeio de barco e a entrada em dezenas de museus e atrações, mas nem todos os museus grandes entram; confira no site oficial a lista atual e faça a conta com os museus que pretende ver. O Museumkaart, cartão anual dos museus holandeses, costuma valer para quem fica mais de uma semana no país. A cidade cobra taxa de turismo sobre a diária do hotel, somada na conta, e os barcos de passeio e as balsas de linha não têm taxa à parte. Guarde o comprovante de pagamento do transporte até o check-out, para o caso de fiscalização.

Antes de partir

Informações práticas

Um pouco de planejamento deixa mais espaço para aproveitar o caminho.

Quando ir

De abril a setembro os dias são longos e o tempo é mais ameno. Os campos de tulipas costumam florir de meados de abril ao início de maio, e em 27 de abril o Dia do Rei enche a cidade de laranja. O verão (junho a agosto) é a época mais cheia. De novembro a março faz frio, venta e escurece cedo, mas os museus funcionam normalmente. Chuva pode cair em qualquer mês.

As épocas indicadas são as mais comuns; a natureza nem sempre segue o calendário.

Quantos dias ficar

Três dias dão conta dos principais museus, do passeio de barco pelos canais, do Jordaan e de uma ida a Amsterdam-Noord. Com dois dias é preciso escolher entre os museus. Com quatro ou cinco dias sobra tempo para bate-voltas a Haarlem, à Zaanse Schans ou a Volendam. Ingressos com horário, como os da Anne Frank Huis e do Van Gogh Museum, devem ser comprados antes de montar o roteiro.

Em que cidade se hospedar

O cinturão de canais e o entorno da praça Dam deixam quase tudo a pé e são as áreas mais procuradas. O Jordaan é mais residencial e tranquilo, com cafés e restaurantes de bairro. Oud-Zuid, perto da Museumplein e do Vondelpark, é calmo e fica junto dos grandes museus. Perto de Amsterdam Centraal a chegada e a saída de trem ficam mais fáceis. Amsterdam-Noord, do outro lado do rio IJ, tem opções mais novas e se liga ao centro pela balsa.

Respeite o lugar

Recolha seu lixo, respeite a sinalização e valorize os serviços locais. Em áreas naturais, siga as orientações de visitação.

Tire suas dúvidas

Perguntas frequentes sobre Amsterdã

Como ir do aeroporto de Schiphol até o centro de Amsterdã?

O jeito mais simples é o trem: a estação fica dentro do terminal do aeroporto, logo abaixo do saguão de chegada, e os trens da NS até Amsterdam Centraal saem várias vezes por hora e levam cerca de 15 minutos. Dá para pagar encostando o cartão de banco com função de aproximação na catraca, na entrada e na saída (sistema OVpay), ou comprar o bilhete nas máquinas. Confirme antes se o seu cartão é aceito.

Quantos dias ficar em Amsterdã?

Três dias permitem ver o Rijksmuseum, o Van Gogh Museum, a Anne Frank Huis, fazer o passeio de barco nos canais, caminhar pelo Jordaan e atravessar para Amsterdam-Noord. Quem tem só dois dias precisa escolher um ou dois museus grandes. Somando um ou dois dias, cabem os bate-voltas a Haarlem, à Zaanse Schans e a Volendam.

Preciso alugar carro em Amsterdã?

Não. O centro é feito para andar a pé, de bonde (tram) e de bicicleta, e estacionar é caro e difícil. Para os arredores, o trem e os ônibus resolvem quase tudo. Carro só faz sentido para roteiros pelo interior, fora das cidades.

Qual a melhor época para visitar Amsterdã?

De abril a setembro, quando os dias são longos e o tempo é mais ameno. Para ver tulipas, a temporada costuma ir de meados de abril ao início de maio. O verão, de junho a agosto, é a época mais cheia. No inverno, de dezembro a fevereiro, faz frio e escurece cedo, mas os museus abrem normalmente. Leve casaco e capa de chuva em qualquer época: vento e chuva são comuns o ano todo.

Quais bate-voltas dá para fazer saindo de Amsterdã?

Haarlem fica a uns 15 minutos de trem e tem um centro histórico com praça do mercado e museus. A Zaanse Schans, com moinhos (molen) de madeira, e Volendam, vila de pescadores à beira do antigo mar interno, ficam a menos de uma hora de trem ou ônibus. Todos cabem em meio dia ou num dia inteiro.

Qual a diferença de fuso entre Amsterdã e Brasília?

A Holanda fica 4 horas à frente de Brasília no inverno europeu e 5 horas à frente no horário de verão europeu, entre o fim de março e o fim de outubro. Lembre também que o holandês janta cedo: muitos restaurantes servem jantar a partir das 18h.

Rotas entre países

Amsterdã está em Eurostar Paris–Amsterdã

De trem pelo centro de Paris, Bruxelas, Antuérpia, Roterdã e Amsterdã: três países em pouco mais de três horas, de estação central a estação central.

Mapa ilustrativo, sem escala. Toque numa cidade para abrir a página dela.
Mapa ilustrado da Eurostar Paris–Amsterdã
Conhecer Eurostar Paris–Amsterdã

Rotas entre países

Amsterdã está em Amsterdã–Berlim de trem

De trem da Holanda a Berlim: cerca de seis horas sem baldeação, pelo interior holandês e pelo norte da Alemanha, de estação central a estação central.

Mapa ilustrativo, sem escala. Toque numa cidade para abrir a página dela.
Mapa ilustrado da Amsterdã–Berlim de trem
Conhecer Amsterdã–Berlim de trem

Rotas entre países

Amsterdã está em Benelux de trem: Amsterdã–Bruxelas–Luxemburgo

Os três países do Benelux de trem: de Amsterdã a Bruxelas em cerca de duas horas, e de Bruxelas a Luxemburgo pelas Ardenas, com Roterdã, Antuérpia e Namur no caminho.

Mapa ilustrativo, sem escala. Toque numa cidade para abrir a página dela.
Mapa ilustrado da Benelux de trem: Amsterdã–Bruxelas–Luxemburgo
Conhecer Benelux de trem: Amsterdã–Bruxelas–Luxemburgo
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