Nadi fica na costa oeste de Viti Levu, a maior ilha de Fiji, e é onde quase todo viajante chega: o Aeroporto Internacional de Nadi recebe os voos de fora do país. A cidade cresceu entre canaviais, e a cana-de-açúcar ainda marca a paisagem do lado seco da ilha, com trilhos estreitos que levam a colheita às usinas. A população é em grande parte indo-fijiana, e isso aparece no comércio da rua principal, nos restaurantes de curry e no templo Sri Siva Subramaniya, o maior templo hindu do Hemisfério Sul.
A poucos quilômetros fica Denarau, uma ilha ligada ao continente por uma ponte curta, com resorts, um campo de golfe e a Port Denarau Marina. É dali que saem os barcos regulares e os passeios para as Ilhas Mamanuca e Yasawa, e por isso muita gente passa por Denarau no primeiro e no último dia da viagem.
No vale de Sabeto, ao norte, ficam dois passeios de meio dia: o Jardim do Gigante Adormecido, com mais de 2 mil variedades de orquídeas ao pé da montanha que dá nome ao lugar, e as piscinas de lama termal de Sabeto, administradas pela vila. Mais acima, Lautoka, a segunda cidade de Fiji, vive do açúcar e é a base para as trilhas do Parque Koroyanitu, na serra que se vê de Nadi.
Para o brasileiro, Nadi funciona como base de chegada e de saída: um ou dois dias bastam para os passeios do entorno antes de seguir para as ilhas ou para a Costa dos Corais. O fuso de 15 horas à frente de Brasília pesa no primeiro dia, e o lado oeste de Viti Levu costuma ser mais seco e ensolarado que Suva e o leste.
Este roteiro reúne 3 cidades que combinam na mesma viagem: Nadi, Denarau, Lautoka.