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Macapá, no Amapá: três dias entre o Marco Zero do Equador e a Fortaleza de São José

Capital que nenhuma estrada liga às outras, Macapá reúne a maior fortaleza colonial do Brasil, um monumento em cima da linha do Equador e um trapiche de quase 400 metros sobre o rio Amazonas.

Publicado em , no Clube da Maturidade

Macapá, no Amapá
Ilustração criada pelo Clube da Maturidade

Macapá é a capital do Amapá, no extremo norte do país, à margem esquerda do rio Amazonas — e é uma das pouquíssimas capitais brasileiras que nenhuma rodovia liga às demais. Chega-se de avião, pelo Aeroporto Internacional Alberto Alcolumbre, ou de barco, a partir de Belém, Santarém e Manaus.

O cartão-postal é a Fortaleza de São José de Macapá, erguida entre 1764 e 1782 e tombada pelo Iphan desde 1950. Vista de cima, tem forma de estrela, com quatro baluartes, e abriga hoje o Museu Joaquim Caetano da Silva, com visitação de segunda a sexta. A poucos minutos dali está o Marco Zero do Equador, ao lado do estádio cortado pela linha imaginária, e o Trapiche Eliezer Levy, um píer de 386 metros que avança sobre o rio e é o melhor lugar da cidade para ver o dia acabar. Complete o roteiro com o Mercado Central, de 1953, e com o Museu Sacaca.

Dois ou três dias dão conta. O período mais seco vai de julho a dezembro; entre janeiro e junho chove bastante, sobretudo de março a maio. Os passeios são planos e curtos, mas o calor e a umidade são constantes: leve água e aproveite as primeiras horas da manhã.

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