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Chapada dos Guimarães, em Mato Grosso: quatro dias de cachoeiras e paredões a uma hora de Cuiabá

A pouco mais de uma hora da capital mato-grossense, o cerrado se abre em paredões de arenito, cavernas e uma cachoeira de 86 metros que se vê inteira do mirante, sem trilha puxada.

Publicado em , no Clube da Maturidade

Chapada dos Guimarães, em Mato Grosso
Ilustração criada pelo Clube da Maturidade

A Chapada dos Guimarães começa a cerca de 60 quilômetros de Cuiabá, pouco mais de uma hora pela MT-251, asfaltada. O aeroporto é o Marechal Rondon, em Várzea Grande, colado à capital; dali em diante, carro próprio ou alugado é o que resolve, porque os atrativos ficam espalhados.

O mais famoso é a Cachoeira Véu de Noiva, 86 metros de queda dentro do Parque Nacional da Chapada dos Guimarães — e a boa notícia é que o mirante fica a poucos passos do estacionamento, por uma trilha curta. Some a isso o Mirante do Centro Geodésico da América do Sul, os paredões avermelhados da Cidade de Pedra, cujo acesso exige veículo 4x4, a Caverna Aroe Jari, a maior caverna de arenito do país, e as águas transparentes do Vale do Rio Claro.

Quatro dias dão conta do essencial. A melhor época é a estação seca, de maio a setembro, quando a água fica mais limpa e as estradas de terra ficam melhores; no fim do período, algumas cachoeiras perdem volume. Há passeio para todo tipo de disposição, do mirante ao lado do carro à subida do Morro São Jerônimo, de 18 quilômetros ida e volta. Vários atrativos só entram com guia.

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