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Caldas Novas, em Goiás: três dias entre as águas termais e as trilhas curtas da Serra de Caldas

A 170 km ao sul de Goiânia, a água brota do chão entre 34 °C e 57 °C sem nenhum vulcão por perto. E a serra que dá nome a tudo isso tem trilhas de 400 a 1.500 metros, a seis quilômetros do centro.

Publicado em , no Clube da Maturidade

Caldas Novas, em Goiás
Ilustração criada pelo Clube da Maturidade

A cerca de 170 quilômetros ao sul de Goiânia, Caldas Novas se assenta sobre um sistema de águas quentes que brota do chão sem nenhum vulcão por perto: a água da chuva se acumula numa camada de quartzito e volta à superfície aquecida, entre 34 °C e 57 °C. É o que fez da cidade a maior estância hidrotermal do mundo, com piscinas termais em praticamente todo hotel e nos parques aquáticos da região — Rio Quente fica a 30 quilômetros dali.

A serra que dá nome a tudo isso também se visita. O Parque Estadual da Serra de Caldas Novas, o primeiro parque estadual de Goiás, criado em 1970, fica a seis quilômetros do centro e abre das 6h às 18h, sem cobrar ingresso. As trilhas são curtas: 400 metros até a Cachoeira da Cascatinha, 500 metros até o Mirante do Minério e 1.500 metros até a Cachoeira do Paredão, de onde se vê a cidade lá embaixo.

Três dias rendem bem. O inverno, de maio a setembro, é mais seco e mais fresco — combinação boa com água quente. A cidade tem aeroporto próprio. Quem tem pressão alta ou alguma questão cardíaca pode conversar com o médico sobre o tempo de imersão.

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