Plaza de Armas
Marco zero de Santiago, traçado em 1541. Em volta ficam a Catedral Metropolitana, o Correo Central e a sede da Municipalidade; no meio, palmeiras, bancos, pintores de rua e jogadores de xadrez.
Metropolitana de Santiago
22 lugares para conhecer e 16 passeios, escolhidos pelo guia Cidade Turismo.
Atualizado em
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
Para começar
Um a um
Marco zero de Santiago, traçado em 1541. Em volta ficam a Catedral Metropolitana, o Correo Central e a sede da Municipalidade; no meio, palmeiras, bancos, pintores de rua e jogadores de xadrez.
Sede da Presidência do Chile, em estilo neoclássico, projetada por Joaquín Toesca para ser a casa da moeda colonial. Embaixo da praça sul funciona o Centro Cultural La Moneda, com exposições de arte e história.
Morro no meio do centro, onde Santiago foi fundada. Escadarias, fontes, terraços e o Castillo Hidalgo levam até o mirante do topo, com vista para a cidade e para a cordilheira.
O grande morro verde de Santiago, coração do Parque Metropolitano. Funicular e teleféricos sobem até o santuário da Virgem, com vista ampla da cidade e da cordilheira; no caminho há piscinas, jardins e trilhas.
Bairro de casas coloridas entre o rio Mapocho e o Cerro San Cristóbal, com muros grafitados, ateliês, teatros, bares e restaurantes. É o ponto de partida do funicular e o endereço de La Chascona.
Casa de Pablo Neruda em Bellavista, construída em degraus na encosta do Cerro San Cristóbal. Guarda coleções do poeta, móveis e objetos ligados ao mar, além de um retrato de Matilde Urrutia pintado por Diego Rivera.
Quarteirões de casarões e ruas de paralelepípedo entre o Cerro Santa Lucía e o Parque Forestal, com livrarias, cafés, cinemas, galerias e o Centro Cultural Gabriela Mistral.
Primeiro museu de arte da América do Sul, fundado em 1880, em um palácio de 1910 com cúpula de vidro, dentro do Parque Forestal. Reúne pintura e escultura chilenas do período colonial ao século 20.
Conhecer Museo Nacional de Bellas Artes
Mercado de 1872 com estrutura de ferro fundido trazida da Escócia. Bancas de peixes e frutos do mar dividem o espaço com restaurantes que servem caldillo de congrio, paila marina e machas a la parmesana.
Grande mercado popular na margem norte do Mapocho, em Recoleta. Frutas, verduras, grãos, temperos e cocinerías de comida caseira mostram o abastecimento diário da cidade.
Coleção de arte dos povos originários das Américas no antigo Palacio de la Real Aduana, a uma quadra da Plaza de Armas. A sala Chile antes de Chile, no subsolo, percorre as culturas do território chileno.
Conhecer Museo Chileno de Arte Precolombino
Museu dedicado às violações de direitos humanos cometidas pelo Estado chileno entre 1973 e 1990. Documentos, cartas, objetos e depoimentos contam o período da ditadura de Augusto Pinochet.
Conhecer Museo de la Memoria y los Derechos Humanos
Cemitério de 1821 em Recoleta, com 85 hectares de mausoléus, esculturas e alamedas. Ali estão presidentes, poetas e artistas, como Salvador Allende, Violeta Parra e Víctor Jara, e um memorial aos desaparecidos.
Mirante nos andares 61 e 62 da Gran Torre Santiago, a 300 metros de altura, no complexo Costanera Center, em Providencia. A vista de 360 graus abrange a cidade inteira e a cordilheira dos Andes.
Bairro de casas baixas em Providencia e Ñuñoa, ao longo da avenida Italia, com antiquários, lojas de design, galerias em antigos casarões, cafés e restaurantes de várias cozinhas.
Vinícola fundada em 1883 em Pirque, ao sul de Santiago, no vale do Maipo. A visita passa pelo parque da casa do fundador, pelos vinhedos e pela adega do Casillero del Diablo, com degustação.
Vinícola de 1856 dentro da área urbana de Santiago, em Peñalolén, ainda nas mãos da família fundadora. A visita mostra a adega do século 19, os vinhedos ao pé da cordilheira e termina em degustação.
Vale do rio Maipo que entra pelos Andes a sudeste de Santiago. A vila de San José de Maipo é a porta de entrada para cascatas, termas, rafting, cavalgadas e a estrada até o Embalse El Yeso.
Represa de águas verde-turquesa a cerca de 2.500 metros de altitude, no alto do Cajón del Maipo, cercada por montanhas que costumam ter neve boa parte do ano. Abastece Santiago de água potável.
Estação de esqui a cerca de 3.000 metros de altitude, a uns 46 km de Santiago, na comuna de Lo Barnechea. Tem pistas para todos os níveis, escola de esqui e vila com hospedagem e restaurantes.
Vila de montanha a cerca de 2.400 metros, a 36 km de Santiago, ponto de partida para as estações El Colorado e La Parva. No inverno tem pistas e passeios na neve; no verão, trilhas.
Vinícola de 1880 em Alto Jahuel, Buin, a uns 40 km de Santiago. Tem adegas ligadas à independência, parque centenário com capela neogótica, tombados como Monumento Histórico, e o Museo Andino, com arte pré-colombiana.
Para escolher antes de ir
O detalhe de cada passeio (de onde sai, o que inclui, a melhor época) está no guia completo.
Tire suas dúvidas
Os roteiros do guia têm 3, 5 e 7 dias: em 3 dias, centro, cerros e uma vinícola; em 5 dias, cidade, Andes e Valparaíso; em 7 dias, cidade, vinícolas, montanha e litoral.
Chegada e fim de tarde no Cerro Santa Lucía. Voo do Brasil para o aeroporto de Santiago (SCL). Os voos diurnos chegam no começo da tarde; do aeroporto ao hotel, vá de ônibus Centropuerto ou Turbus, transfer ou táxi oficial. No fim da tarde, suba o Cerro Santa Lucía para ver a cidade e a cordilheira e jante no Barrio Lastarria, logo ao lado. Quem chega em voo noturno, de madrugada, descansa pela manhã e faz o mesmo programa.
Em geral chove menos de setembro a abril. O guia traz cada mês com o clima e o que muda nos passeios.
Para planejar