Patrimônio arquitetônico · Caracas, Distrito Capital
Ciudad Universitaria de Caracas
O campus da Universidad Central de Venezuela, projetado por Carlos Raúl Villanueva e Patrimônio Mundial da UNESCO desde 2000, une arquitetura moderna e arte: as nuvens de Alexander Calder no Aula Magna, vitrais de Fernand Léger e obras de Vasarely, Arp e Pevsner.
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
Conheça
Sobre Ciudad Universitaria de Caracas
A Ciudad Universitaria de Caracas é o campus da Universidad Central de Venezuela, a mais antiga do país, e uma das obras mais completas da arquitetura moderna na América Latina. Foi projetada pelo arquiteto venezuelano Carlos Raúl Villanueva, que acompanhou a construção do início dos anos 1940 até os anos 1960. Em 2000 entrou na lista do Patrimônio Mundial da UNESCO, como exemplo da integração entre arquitetura, urbanismo e artes plásticas.
Villanueva chamou essa ideia de síntese das artes. Em vez de colocar obras em museus, espalhou pelo campus murais, vitrais e esculturas de artistas venezuelanos e europeus, como Fernand Léger, Victor Vasarely, Jean Arp, Antoine Pevsner, Henri Laurens, Mateo Manaure e Alejandro Otero. As obras ficam nos corredores, nas fachadas, nas praças e nos jardins, ao alcance de quem passa.
O coração do conjunto é a Plaza Cubierta, inaugurada em 1954, uma grande área coberta e aberta ao mesmo tempo, com paredes vazadas, rampas e murais, que liga os prédios centrais. Dali se entra no Aula Magna, o auditório principal, onde as Nubes Flotantes de Alexander Calder, grandes painéis coloridos pendurados no teto, servem também de refletores acústicos. Ao lado, a biblioteca central tem um vitral de Léger na fachada.
Os corredores cobertos ligam as faculdades sob a sombra, com as árvores tropicais dos jardins entre eles. O Jardim Botânico, criado em 1952, fica ao lado do campus, e o estádio olímpico e o estádio de beisebol, também de Villanueva, completam o conjunto.
Antes de ir
Informações práticas
O Cidade Turismo revisa os dados com frequência, mas algo pode ter mudado. Confirme com o local antes de programar a sua viagem.
Quanto tempo reservar
De 1h30 a 2 horas para a Plaza Cubierta, o Aula Magna, a biblioteca e os corredores das obras de arte.
Melhor momento
Em dia de semana pela manhã, com o campus em funcionamento e mais chances de ver o Aula Magna aberto. A entrada no auditório depende da programação e pode exigir visita guiada; confirme antes de ir.
Como chegar
A estação Ciudad Universitaria, da linha 3 do metrô, fica junto ao campus; a estação Plaza Venezuela, da linha 1, fica a cerca de 15 minutos a pé. De táxi, peça para ir à entrada da Plaza del Rectorado.
Dica
Comece pela Plaza del Rectorado, com a torre do relógio, e siga pelos corredores cobertos até a Plaza Cubierta. Se o Aula Magna estiver fechado, pergunte na própria universidade pelas visitas guiadas; vale a pena para ver as nuvens de Calder de perto.
Tire suas dúvidas
Perguntas frequentes sobre Ciudad Universitaria de Caracas
Por que a Ciudad Universitaria é Patrimônio Mundial?
Pela integração entre arquitetura, urbanismo e arte que Carlos Raúl Villanueva fez no campus, com obras de artistas como Calder, Léger, Vasarely e Arp nas praças e nos corredores. Foi reconhecida pela UNESCO em 2000.
O que são as nuvens de Calder?
Grandes painéis coloridos pendurados no teto do Aula Magna, criados por Alexander Calder. Além de obra de arte, funcionam como refletores acústicos do auditório.
Turistas podem entrar no campus?
Em geral, sim, nos dias de semana, para caminhar pelos corredores e praças. O Aula Magna depende da programação e pode exigir visita guiada; confirme antes de ir.
Como chegar de metrô?
Pela estação Ciudad Universitaria, da linha 3, junto ao campus, ou pela estação Plaza Venezuela, da linha 1, a cerca de 15 minutos a pé.
América do Sul
Europa
América do Norte
América Central e Caribe
Ásia
África
Oceania