Cachoeira · Canaima, Bolívar
Salto Ángel
A queda d'água mais alta do mundo, com 979 metros de altura total e 807 metros de queda livre, no paredão do Auyantepui. Chega-se de canoa a motor pelos rios Carrao e Churún na época de cheia, ou em sobrevoo de avião.
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
Conheça
Sobre Salto Ángel
O Salto Ángel despenca do alto do Auyantepui, um dos maiores tepuis da região, com mais de 700 km² de planalto. Tem 979 metros de altura total, contando as cascatas e corredeiras da base, e 807 metros de queda livre, o que faz dele a queda d'água mais alta do mundo. Na época de cheia, a água chega ao fundo como uma nuvem de vapor; na seca, o fio d'água se desfaz no ar antes de tocar o chão.
Os pemón chamam o salto de Kerepakupai Merú. O nome Ángel vem de Jimmie Angel, aviador americano que sobrevoou a queda em 1933. Em 1937 ele pousou no alto do tepui, o avião atolou e ele, a esposa e dois companheiros levaram 11 dias para descer a pé. O mirante principal leva o nome de Aleksandrs Laime, explorador letão que abriu a trilha até a base.
Na época de cheia, que costuma ir de junho a novembro, a visita é feita de canoa a motor. A partir de Canaima, a viagem sobe o rio Carrao e depois o Churún, que corre dentro do Cañón del Diablo, entre as paredes do Auyantepui, em cerca de quatro a cinco horas, conforme o nível da água. O pernoite é num acampamento com redes, na ilha em frente ao salto, e dali uma trilha de cerca de uma hora pela mata sobe até o Mirador Laime, com o salto inteiro à frente.
Na seca, de janeiro a abril, os rios baixam e a subida de barco costuma ficar inviável. A visita passa a ser de avião pequeno, num sobrevoo que sai de Canaima e passa diante do paredão e sobre o topo do tepui. As nuvens cobrem o salto com frequência, e as manhãs costumam ser mais abertas.
Antes de ir
Informações práticas
O Cidade Turismo revisa os dados com frequência, mas algo pode ter mudado. Confirme com o local antes de programar a sua viagem.
Quanto tempo reservar
Dois dias e uma noite pelo rio, na época de cheia; cerca de uma hora no sobrevoo de avião, a partir de Canaima.
Melhor momento
De junho a novembro para a subida de barco, com o salto mais volumoso. Ao amanhecer, quando o paredão costuma estar sem nuvens. De janeiro a abril, o sobrevoo é a forma mais comum de ver o salto.
Como chegar
A partir de Canaima, de canoa a motor pelos rios Carrao e Churún até o acampamento em frente ao salto, e depois por uma trilha de cerca de uma hora até o Mirador Laime. Na seca, em sobrevoo de avião pequeno a partir da pista de Canaima. Os passeios são sempre guiados e se contratam com a hospedagem.
Dica
Se puder escolher, vá na época de cheia e durma no acampamento: ver o salto ao amanhecer, antes das nuvens, compensa a viagem. Leve capa de chuva, saco estanque, repelente e um agasalho leve para a noite em rede. No barco, sente-se no meio para se molhar menos.
Tire suas dúvidas
Perguntas frequentes sobre Salto Ángel
Qual é a altura do Salto Ángel?
979 metros de altura total, com 807 metros de queda livre. É a queda d'água mais alta do mundo.
Quando dá para ir de barco?
Na época de cheia, que costuma ir de junho a novembro. Na seca, de janeiro a abril, os rios baixam e o mais comum é ver o salto em sobrevoo.
Quanto tempo leva a viagem de barco?
De quatro a cinco horas de canoa a motor a partir de Canaima, conforme o nível do rio, e mais uma hora de trilha até o Mirador Laime. O passeio costuma ter uma noite no acampamento em frente ao salto.
Por que o salto se chama Ángel?
Por causa do aviador americano Jimmie Angel, que sobrevoou a queda em 1933 e pousou no alto do Auyantepui em 1937. Para os pemón, o salto é Kerepakupai Merú.
O salto sempre aparece?
O paredão fica coberto de nuvens com frequência, principalmente à tarde. As manhãs costumam ser mais abertas, por isso a noite no acampamento ajuda.
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