Colônia do Sacramento

Colônia

Colônia do Sacramento

Cidade fundada pelos portugueses em 1680 em frente a Buenos Aires, com bairro histórico Patrimônio Mundial, e Carmelo, terra de vinícolas e de uma ponte giratória de 1912.

Litoral Oeste

Na foto: Calle de los Suspiros, Colônia do Sacramento

Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.

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Conheça o lugar

Uma região para viver
sem pressa.

Colônia do Sacramento nasceu em 1680 como posto avançado português na margem norte do Rio da Prata, bem em frente a Buenos Aires. Portugal e Espanha disputaram a cidade por mais de um século, e essa história ficou gravada nas ruas de pedra do Barrio Histórico, declarado Patrimônio Mundial pela UNESCO em 1995.

O núcleo antigo cabe numa caminhada: o Portón de Campo, a Calle de los Suspiros, o Faro erguido sobre as ruínas de um convento, a Basílica del Santísimo Sacramento e os espaços do Museo de Colonia ficam a poucos minutos uns dos outros. Cerca de 5 km ao norte, a Plaza de Toros Real de San Carlos, de 1910, foi restaurada e virou centro cultural com museu.

Subindo a costa pela Ruta 21, Carmelo fica perto da foz do Arroyo de las Vacas no Rio da Prata. A cidade, fundada por Artigas em 1816, tem o Puente Giratorio, de 1912, movido à força humana, e a Plaza Independencia, com a igreja de Nuestra Señora del Carmen. No entorno ficam vinícolas que recebem visitas, como Zubizarreta, Narbona e El Legado, e as ruínas jesuíticas da Calera de las Huérfanas.

Para o brasileiro, a região combina bem com Buenos Aires, do outro lado do rio, e com Montevidéu, a cerca de 180 km. O idioma é o espanhol, e o jantar costuma começar depois das 21h.

Este roteiro reúne 2 cidades que combinam na mesma viagem: Colônia do Sacramento, Carmelo.

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Um destino, diferentes caminhos

As cidades dessa viagem

Comece por uma cidade ou combine mais de uma no seu roteiro.

Onde fica Colônia do Sacramento
Colônia do SacramentoCarmelo

Contornos: Servicio Geográfico Militar / IDE Uruguay, Licença de Dados Abertos. Adaptação do Cidade Turismo.

Como chegar: Colônia do Sacramento

✈ Aeropuerto Internacional de Carrasco (MVD), em Ciudad de la Costa · 200 km até Colônia do Sacramento

De Buenos Aires, balsas cruzam o Rio da Prata até o porto de Colônia em cerca de 1h15 a 1h30. De Montevidéu são cerca de 180 km pela Ruta 1. Do Brasil por estrada, entra-se pelo Chuí e segue-se pela Ruta 9 até Montevidéu e depois pela Ruta 1, cerca de 520 km. A ligação com o Brasil pode ter voo direto ou conexão, conforme a época e a companhia. Confirme antes de comprar.

Ponto de chegada sugerido: Colônia do Sacramento

A experiência do lugar

O que fazer em Colônia do Sacramento

Carmelo · Colônia · Ponte

Puente Giratorio

Ponte de ferro de 1912 sobre o Arroyo de las Vacas, considerada a primeira ponte giratória da América do Sul. O vão central gira com força humana para dar passagem aos barcos. É Monumento Histórico Nacional.

Conhecer Puente Giratorio

Colônia do Sacramento · Colônia · Rua

Calle de los Suspiros

Uma das ruas mais típicas do Barrio Histórico: calçamento de pedra irregular, casas coloniais baixas e o rio ao fundo. Começa junto à Plaza Mayor e desce em direção à margem.

Conhecer Calle de los Suspiros

Carmelo · Colônia · Praça

Plaza Independencia

Praça central de Carmelo, com a igreja de Nuestra Señora del Carmen, padroeira da cidade, cafés e restaurantes em volta. É o ponto de partida para conhecer o centro a pé.

Conhecer Plaza Independencia

Ver mais 9 pontos em Colônia do Sacramento

Para escolher antes de ir

Passeios em Colônia do Sacramento

De onde sai cada passeio, quanto tempo leva, como é feito, o que está incluído e a faixa de preço.

Caminhada pelo Barrio Histórico de Colonia del Sacramento

Sai de Plaza de Armas ou Portón de Campo, Colonia del Sacramento A pé, por conta própria ou com guia local cerca de 3 horas manhã fácil

O Barrio Histórico de Colonia del Sacramento é Patrimônio Mundial da UNESCO desde 1995. A cidade foi fundada pelos portugueses em 1680 e passou de mão em mão entre Portugal e Espanha até 1777. O resultado é um traçado colonial que mistura a arquitetura dos dois países, com ruas de pedra irregular, casas baixas e a margem do Río de la Plata sempre perto. Um percurso comum começa na Plaza de Armas, onde fica a Basílica del Santísimo Sacramento. Dali se desce pelas ruas do lado norte até a costa e se segue pelo Paseo de San Gabriel, à beira do rio. A caminhada chega à Plaza Mayor 25 de Mayo, com as ruínas da Casa del Virrey, os espaços do Museo de Colonia e o Faro de Colonia del Sacramento, erguido entre as ruínas de um antigo convento. Perto dali está a Calle de los Suspiros, a rua de pedra mais fotografada da cidade. O passeio termina no Portón de Campo, a antiga entrada da fortaleza, com o trecho restaurado da muralha, a ponte de madeira e o fosso. O bairro é pequeno: em poucas horas se passa por tudo, e vale desviar pelas transversais. Cafés, restaurantes, ateliês e lojas ficam abertos o ano inteiro.

Passa por: Barrio Histórico de Colonia del Sacramento, Plaza de Armas, Basílica del Santísimo Sacramento, Paseo de San Gabriel, Plaza Mayor 25 de Mayo, Calle de los Suspiros, Portón de Campo.

Inclui: Percurso a pé pelas ruas e praças do bairro. A entrada nos espaços do Museo de Colonia e a subida ao farol são pagas à parte; confira a tabela atual.

Dica: Use calçado confortável e já amaciado: o calçamento de pedra é bastante irregular. Na Calle de los Suspiros, o movimento costuma ser menor bem cedo ou no fim da tarde.

Melhor época: O ano inteiro. De outubro a abril o clima é mais agradável para caminhar; de junho a agosto faz frio e venta na beira do rio.

Subida ao Faro de Colonia del Sacramento

Sai de Plaza Mayor 25 de Mayo, Barrio Histórico A pé, subindo a escada interna do farol cerca de 30 minutos manhã moderada

O Faro de Colonia del Sacramento foi erguido em 1857 no meio das ruínas do Convento de San Francisco, do século XVII, ao lado da Plaza Mayor 25 de Mayo. Continua em funcionamento e é aberto à visitação. A subida tem 118 degraus. Lá de cima se vê o traçado do Barrio Histórico, os telhados das casas coloniais, o porto e o Río de la Plata. Em dia claro, dá para avistar ao longe os prédios de Buenos Aires, na outra margem. A visita é curta e combina bem com a caminhada pelo bairro e com o circuito dos museus, que ficam na mesma praça.

Passa por: Faro de Colonia del Sacramento, Ruinas del Convento de San Francisco, Plaza Mayor 25 de Mayo.

Inclui: Entrada no farol, com ingresso pago à parte; confira a tabela atual.

Dica: A escada é estreita: quem tem dificuldade com degraus pode apreciar as ruínas do convento lá embaixo. Em dia de vento forte ou chuva, a subida pode ser suspensa.

Melhor época: O ano inteiro, de preferência em dia de céu aberto para ver mais longe.

Circuito do Museo de Colonia

Sai de Espacio Dr. Bautista Rebuffo, Plaza Mayor 25 de Mayo A pé, com ingresso único para os espaços cerca de 2 horas tarde fácil

O Museo de Colonia reúne vários pequenos espaços espalhados pelo Barrio Histórico, quase todos em casas coloniais. Um único ingresso, vendido no Espacio Dr. Bautista Rebuffo, vale para todos, e cada um se visita em pouco tempo. O Espacio Dr. Bautista Rebuffo, o museu municipal, tem uma maquete de como era a cidade em 1762, salas com móveis do século XIX, armas, objetos indígenas, esqueletos da megafauna da região e uma coleção de aves nativas. Ao lado, a Vivienda Portuguesa mostra como vivia uma família portuguesa sem posses por volta de 1750. O Espacio Portugués conta os períodos em que Colonia esteve sob a coroa de Portugal, entre 1680 e 1777, com cartas de navegação, uniformes e armas. O Espacio del Azulejo guarda azulejos franceses, catalães e napolitanos. O Archivo Histórico Regional tem documentos sobre a cidade e uma exposição sobre a restauração do bairro e o reconhecimento pela UNESCO. O Espacio Español e o Espacio Indígena dividem um mesmo sobrado e falam dos colonos espanhóis e dos povos originários. Os espaços fecham em dias diferentes da semana, então costuma haver algum aberto.

Passa por: Museo de Colonia, Espacio Dr. Bautista Rebuffo, Vivienda Portuguesa, Espacio Portugués, Espacio del Azulejo, Archivo Histórico Regional, Espacio Español, Espacio Indígena.

Inclui: Ingresso único para os espaços do Museo de Colonia, pago à parte; confira a tabela atual.

Dica: Comece pelo Espacio Dr. Bautista Rebuffo, onde se compra o ingresso, e encaixe os demais conforme o caminho. Algum espaço pode estar fechado para troca de exposição.

Melhor época: O ano inteiro; boa opção para dias de chuva ou frio.

Basílica del Santísimo Sacramento e Plaza de Armas

Sai de Plaza de Armas, Barrio Histórico A pé cerca de 30 minutos manhã fácil

A Basílica del Santísimo Sacramento fica na Plaza de Armas, na entrada do Barrio Histórico, e é considerada a igreja mais antiga do Uruguai. Começou como um rancho de palha em 1680, ano da fundação da cidade, e foi refeita em pedra pouco depois. O templo passou por cercos, bombardeios e um incêndio. Em 1823, um raio atingiu a sacristia, que ficava sobre um antigo paiol português, e a explosão destruiu o altar-mor. A igreja foi reconstruída depois, e restaurações posteriores deixaram à vista partes originais das paredes. A visita é rápida: o interior é sóbrio, com paredes brancas e pedra aparente. Na praça em frente há restos de antigas construções coloniais.

Passa por: Basílica del Santísimo Sacramento, Plaza de Armas, Barrio Histórico de Colonia del Sacramento.

Inclui: Visita ao templo. Respeite os horários de missa.

Dica: Encaixe a basílica no começo da caminhada pelo bairro. Durante as missas, a circulação de visitantes é limitada.

Melhor época: O ano inteiro.

Real de San Carlos e Plaza de Toros

Sai de Centro de Colonia del Sacramento Táxi, ônibus urbano, bicicleta ou carrinho elétrico cerca de 2 horas tarde fácil

O Real de San Carlos fica a cerca de 5 km do Barrio Histórico, na costa a norte da cidade. No início do século XX, o empresário argentino Nicolás Mihanovich planejou ali um complexo de lazer para o público de Buenos Aires, com praça de touros, hotel-cassino, frontão de pelota basca e um terminal de barcos. A Plaza de Toros Real de San Carlos abriu em 1910 e recebeu touradas por pouco tempo, até que elas foram proibidas no Uruguai. Ficou décadas em ruínas e, depois de uma restauração completa, virou espaço cultural, com espetáculos, visitas guiadas e visitas livres. Dentro dela funciona o Museo Taurino, com trajes de toureiro, capas e cartazes originais, projeções e recursos de áudio. Ao redor ficam o frontão e outras construções da época, além da orla, boa para uma caminhada.

Passa por: Plaza de Toros Real de San Carlos, Real de San Carlos, Frontón del Real de San Carlos, Museo Taurino.

Inclui: Entrada na Plaza de Toros, com visita guiada ou livre, paga à parte; confira a tabela atual. O deslocamento até o Real de San Carlos fica por conta do visitante.

Dica: As visitas guiadas costumam ter hora marcada e podem ser reservadas antes; havendo vaga, compra-se na hora. O caminho pela orla é plano e fica bom de bicicleta.

Melhor época: O ano inteiro. No verão, prefira o fim da tarde.

Fim de tarde na Rambla de Colonia

Sai de Paseo de San Gabriel, Barrio Histórico A pé cerca de 1 hora tarde fácil

Colonia del Sacramento fica de frente para o oeste, sobre o Río de la Plata, e o fim de tarde é um dos programas mais procurados da cidade. A rambla acompanha a costa com bancos de frente para a água, e o Paseo de San Gabriel, no Barrio Histórico, contorna a ponta da península junto às pedras do rio. No fim do dia o movimento aumenta, com moradores e visitantes caminhando ou sentados à beira do rio. Quando o céu ajuda, o sol se põe sobre a água, na direção de Buenos Aires. É um programa sem roteiro fixo: basta escolher um trecho da orla e chegar um pouco antes do pôr do sol.

Passa por: Rambla de Colonia del Sacramento, Paseo de San Gabriel, Barrio Histórico de Colonia del Sacramento.

Inclui: Caminhada livre pela orla.

Dica: Leve um agasalho: perto do rio venta e esfria rápido quando o sol baixa, mesmo no verão. O pôr do sol depende do tempo.

Melhor época: O ano inteiro. De dezembro a março o fim de tarde é mais longo e movimentado.

Ver mais 8 passeios

Bicicleta ou carrinho elétrico pela costa

Sai de Pontos de aluguel no centro de Colonia del Sacramento Bicicleta ou carrinho elétrico alugados na cidade cerca de 3 horas tarde fácil

Fora do Barrio Histórico, a cidade se espalha pela costa, e a bicicleta ou os pequenos carrinhos elétricos alugados no centro ajudam a chegar às áreas mais afastadas. O caminho pela orla é plano. Na direção sul fica a Playa Ferrando, uma das praias mais conhecidas da cidade, de rio, perto do centro. Na direção norte, a rambla segue até o Real de San Carlos, com a Plaza de Toros. No caminho há praias e trechos de orla com bancos. O passeio dá liberdade para parar onde quiser e combina com a visita à Plaza de Toros ou com o fim de tarde na rambla.

Passa por: Rambla de Colonia del Sacramento, Playa Ferrando, Real de San Carlos, Plaza de Toros Real de San Carlos.

Inclui: Aluguel da bicicleta ou do carrinho, pago à parte; confira a tabela atual. Entradas em atrações não incluídas.

Dica: Os carrinhos elétricos costumam exigir carteira de motorista; leve a sua. No Barrio Histórico, o calçamento de pedra deixa a bicicleta desconfortável: prefira caminhar ali.

Melhor época: De outubro a abril, com dias mais longos e menos vento.

Carmelo: Puente Giratorio e centro

Sai de Colonia del Sacramento ou centro de Carmelo Carro ou ônibus de linha pela Ruta 21; a pé em Carmelo cerca de 3 horas em Carmelo manhã fácil

Carmelo fica a cerca de 75 km de Colonia del Sacramento, pela Ruta 21, perto de onde o Río Uruguay encontra o Río de la Plata. Foi fundada por José Gervasio Artigas em 1816 e é a única cidade que ele fundou pessoalmente. O cartão-postal da cidade é o Puente Giratorio, aberto em 1912 sobre o Arroyo de las Vacas. É considerado a primeira ponte giratória da América do Sul, e seu mecanismo é movido à força humana. A ponte é Monumento Histórico Nacional. Junto ao arroio corre a Rambla de los Constituyentes, com o porto e os barcos. No centro ficam a Plaza Independencia, praça central com o comércio em volta, e a Plaza Artigas, com o monumento da fundação e a igreja do Carmen. Carmelo é a base para as vinícolas da região e para a Calera de las Huérfanas.

Passa por: Carmelo, Puente Giratorio, Plaza Independencia, Plaza Artigas, Rambla de los Constituyentes, Arroyo de las Vacas.

Inclui: Caminhada livre pelo centro e pela orla. Transporte por conta própria.

Dica: Combine o centro de Carmelo com uma vinícola ou com a Calera de las Huérfanas no mesmo dia. Quem vai dirigindo não bebe nas degustações.

Melhor época: O ano inteiro. De dezembro a fevereiro os vinhedos estão carregados de uvas.

Calera de las Huérfanas

Sai de Carmelo Carro ou táxi a partir de Carmelo cerca de 2 horas manhã fácil

A Calera de las Huérfanas fica nos arredores de Carmelo, na antiga Estancia del Río de las Vacas, ligada aos missionários jesuítas. É Monumento Histórico Nacional e testemunho de um estabelecimento produtivo da época colonial, com fornos de cal, muros e as ruínas da Capilla de Belén. O sítio faz parte do Camino de los Jesuitas, circuito que reúne lugares da presença jesuíta na América do Sul. A visita percorre as ruínas e uma trilha até os Hornos de Cal, com uma ponte e um mirante pelo caminho. O conjunto passa por obras de recuperação, e a capela recebe trabalhos de consolidação dos muros e arcos. O lugar é rural e tranquilo. Combina com a visita ao centro de Carmelo e às vinícolas da região.

Passa por: Calera de las Huérfanas, Capilla de Belén, Hornos de Cal, Carmelo.

Inclui: Visita ao sítio, com centro de visitantes e trilha. Confira os dias de abertura e se há taxa antes de ir.

Dica: Leve água e protetor solar: boa parte do percurso é ao ar livre. Durante as obras, alguns trechos podem estar fechados.

Melhor época: De setembro a maio, com temperaturas mais amenas para caminhar.

Vinícolas de Carmelo

Sai de Carmelo Carro, táxi ou bicicleta, com visitas reservadas cerca de 5 horas dia inteiro fácil

As vinícolas de Carmelo ficam a poucos quilômetros do centro, espalhadas pela zona rural. A visita costuma incluir o percurso pelos vinhedos e pela adega, com explicação sobre o cultivo e a elaboração, e depois uma degustação com tábua de queijos ou frios. Algumas servem almoço no campo. A Bodega Zubizarreta elabora vinhos de forma artesanal desde 1957, fundada por um imigrante basco. As visitas acontecem na Casa de Aitona, um casarão do início do século XX. A El Legado Bodega Boutique é um projeto familiar na zona de Colonia Estrella, onde também ficam a Campotinto e o Almacén de la Capilla, perto uma da outra. A Familia Irurtia, uma das mais antigas da região, fica a poucos quilômetros do centro e tem visitas guiadas com museu e adega. O assunto da visita é a história das famílias, a paisagem e o trabalho na vinha. A degustação é opcional.

Passa por: Bodega Zubizarreta, El Legado Bodega Boutique, Bodega Familia Irurtia, Bodega Campotinto, Almacén de la Capilla, Colonia Estrella.

Inclui: Visita guiada e degustação conforme a vinícola, pagas à parte; confira a tabela atual. Almoço só com reserva.

Dica: Reserve com antecedência: várias vinícolas só recebem com hora marcada. Quem dirige não bebe; para quem quer degustar, táxi ou passeio com motorista. As atividades de degustação são para maiores de 18 anos.

Melhor época: O ano inteiro. De dezembro a fevereiro os vinhedos estão carregados, e a colheita costuma acontecer no fim de fevereiro.

Visita guiada à Narbona

Sai de Carmelo Carro ou táxi pela Ruta 21, com reserva cerca de 2 horas tarde fácil

A Narbona fica a cerca de 13 km do centro de Carmelo, na direção norte, na região de Puerto Camacho. A propriedade conserva a casa da estância original, do início do século XX, e reúne vinhedos, adega, granja, armazém e restaurante. A visita guiada percorre a adega antiga e a atual e termina com uma prova de queijos, pães e produtos da casa, com degustação opcional. Há também piquenique entre os vinhedos, conforme o tempo, e outras atividades com reserva antecipada. No armazém se encontram queijos, doce de leite, massas frescas, azeite e outros produtos da granja. O restaurante recebe visitantes com reserva.

Passa por: Narbona, Puerto Camacho, Carmelo.

Inclui: Visita guiada com prova de produtos da casa, paga à parte; confira a tabela atual. Restaurante e outras atividades à parte.

Dica: Reserve antes, sobretudo para o restaurante e o piquenique. As atividades com degustação são para maiores de 18 anos, e quem dirige não bebe.

Melhor época: O ano inteiro. De dezembro a fevereiro os vinhedos ficam carregados de uvas.

Vinícolas perto de Colonia del Sacramento

Sai de Colonia del Sacramento Carro pela Ruta 21 ou Ruta 50, com visitas reservadas cerca de 4 horas tarde fácil

Para quem dorme em Colonia del Sacramento e não vai até Carmelo, há vinícolas a cerca de 30 a 40 km da cidade. A Bodega Los Cerros de San Juan, na Ruta 21, a meio caminho de Carmelo, funciona desde 1854, fundada por imigrantes alemães, e é considerada a mais antiga do Uruguai. Seu antigo armazém de pedra é patrimônio nacional. A Viñedos y Olivares del Quintón, a nordeste de Colonia, mostra vinhedos e olivais, com prova de azeites. A Bodega Fripp, mais ao norte, perto de Conchillas, é uma vinícola familiar com visitas e almoços em datas marcadas. As visitas passam pelos vinhedos e pela adega, com explicação sobre a produção e degustação opcional.

Passa por: Bodega Los Cerros de San Juan, Viñedos y Olivares del Quintón, Bodega Fripp.

Inclui: Visita aos vinhedos e à adega, com degustação opcional, paga à parte em cada vinícola; confira a tabela atual.

Dica: Não dá para encaixar em bate-volta: reserve uma tarde inteira e marque antes, porque as visitas têm dias e horários fixos. Quem dirige não bebe.

Melhor época: O ano inteiro. De dezembro a fevereiro os vinhedos estão carregados.

Nueva Helvecia, a colônia suíça

Sai de Colonia del Sacramento Carro ou ônibus de linha pela Ruta 1 cerca de 5 horas dia inteiro fácil

Nueva Helvecia fica no leste do departamento de Colonia, a cerca de 120 km de Montevideo, perto da Ruta 1, no caminho entre a capital e Colonia del Sacramento. Foi fundada em 1862 por imigrantes, na maioria suíços, e por isso é conhecida como Colonia Suiza. A herança aparece nos brasões dos cantões suíços nas fachadas, na Plaza de los Fundadores, no Molino Quemado e nas igrejas católica e evangélica. A cidade é o centro da tradição queijeira do Uruguai: as primeiras queijarias surgiram no fim do século XIX, e os laticínios, como queijos, doce de leite e iogurte, seguem como a base da economia local. A região tem outras colônias de imigrantes europeus, como Colonia Valdense. O passeio funciona bem como parada no caminho entre Montevideo e Colonia del Sacramento.

Passa por: Nueva Helvecia, Plaza de los Fundadores, Molino Quemado, Colonia Valdense.

Inclui: Passeio livre pela cidade. Transporte e compras por conta própria.

Dica: Quem vai de carro pode parar em Nueva Helvecia na ida ou na volta de Montevideo. Pergunte localmente pelas queijarias que recebem visitantes.

Melhor época: O ano inteiro. Em dezembro, a cidade costuma ter a sua festa da cerveja.

Colonia em um dia saindo de Buenos Aires ou Montevideo

Sai de Buenos Aires (Puerto Madero) ou Montevideo (Terminal Tres Cruces) Barco a partir de Buenos Aires ou ônibus a partir de Montevideo cerca de 10 horas, com o deslocamento dia inteiro fácil

Muitos brasileiros conhecem Colonia del Sacramento num bate-volta a partir de Buenos Aires ou de Montevideo. De Buenos Aires, os barcos da Buquebus e da Colonia Express cruzam o Río de la Plata em cerca de uma hora a uma hora e quinze minutos e chegam ao Terminal Fluvial, a uns dez minutos de caminhada do Barrio Histórico. A imigração uruguaia é feita ainda no terminal de Buenos Aires. De Montevideo, os ônibus saem do Terminal Tres Cruces e levam cerca de duas horas e meia nos horários diretos, e perto de três horas nos que fazem paradas. A rodoviária de Colonia fica ao lado do Terminal Fluvial. O dia rende a caminhada pelo Barrio Histórico, a subida ao farol, um ou dois espaços do Museo de Colonia e um almoço sem pressa. A Plaza de Toros e Carmelo ficam para quem dorme na cidade.

Passa por: Barrio Histórico de Colonia del Sacramento, Faro de Colonia del Sacramento, Calle de los Suspiros, Portón de Campo, Museo de Colonia.

Inclui: Roteiro por conta própria. Barco ou ônibus pagos à parte; confira a tabela atual.

Dica: Compre o barco com antecedência, sobretudo em feriados e no verão, e chegue ao terminal de Buenos Aires com folga para a imigração. Dormir uma noite em Colonia permite ver o fim de tarde na rambla.

Melhor época: O ano inteiro. Em feriados argentinos e uruguaios e no verão, os barcos lotam mais rápido.

Dia a dia

Roteiro de 2, 3 e 5 dias em Colônia do Sacramento

Sugestões para montar a viagem. Troque a ordem dos dias conforme o tempo e a disponibilidade dos passeios.

2 dias · Colonia del Sacramento em 2 dias

Para Quem chega de Montevideo e quer conhecer o Barrio Histórico com calma, com uma noite na cidade · Base em Colonia del Sacramento
  1. Dia 1 · Chegada e Barrio Histórico

    Do Brasil, voo para Montevideo e ônibus no Terminal Tres Cruces até Colonia del Sacramento, cerca de duas horas e meia nos horários diretos. Depois de deixar as malas, faça a Caminhada pelo Barrio Histórico de Colonia del Sacramento, passando pela Basílica del Santísimo Sacramento e Plaza de Armas, pela Calle de los Suspiros e pelo Portón de Campo. No fim do dia, Fim de tarde na Rambla de Colonia.

  2. Dia 2 · Farol, museus e Real de San Carlos

    De manhã, Subida ao Faro de Colonia del Sacramento e Circuito do Museo de Colonia, começando pelo Espacio Dr. Bautista Rebuffo. À tarde, Real de San Carlos e Plaza de Toros, de táxi, bicicleta ou carrinho elétrico, com parada na Playa Ferrando na volta. Ônibus de volta para Montevideo no fim da tarde.

3 dias · Colonia del Sacramento e Carmelo em 3 dias
Para Quem quer somar o Barrio Histórico às vinícolas e ao Puente Giratorio de Carmelo · Base em Colonia del Sacramento (2 noites) e Carmelo (opcional)
  1. Dia 1 · Chegada e primeira volta pelo Barrio Histórico

    Voo do Brasil para Montevideo e ônibus até Colonia del Sacramento. À tarde, Caminhada pelo Barrio Histórico de Colonia del Sacramento, com a Basílica del Santísimo Sacramento e Plaza de Armas. Termine com o Fim de tarde na Rambla de Colonia.

  2. Dia 2 · Farol, museus e Plaza de Toros

    Manhã com a Subida ao Faro de Colonia del Sacramento e o Circuito do Museo de Colonia. À tarde, Bicicleta ou carrinho elétrico pela costa até o Real de San Carlos e Plaza de Toros, com visita ao Museo Taurino.

  3. Dia 3 · Carmelo e vinícolas

    Pela Ruta 21 até Carmelo, cerca de 75 km. De manhã, Carmelo: Puente Giratorio e centro, com a Plaza Independencia e a Rambla de los Constituyentes. À tarde, Vinícolas de Carmelo com visita reservada, ou a Calera de las Huérfanas. Quem dirige não bebe. Volta a Montevideo por estrada ou noite em Carmelo.

5 dias · Colonia, Carmelo e Nueva Helvecia em 5 dias
Para Quem vai de carro e quer conhecer o departamento de Colonia sem pressa, com museus, vinícolas e história · Base em Colonia del Sacramento (3 noites) e Carmelo (1 noite)
  1. Dia 1 · De Montevideo a Colonia, com parada na Colonia Suiza

    Chegada do Brasil a Montevideo e carro pela Ruta 1. No caminho, Nueva Helvecia, a colônia suíça, com a Plaza de los Fundadores e as queijarias da região. Chegada a Colonia del Sacramento no fim da tarde e Fim de tarde na Rambla de Colonia.

  2. Dia 2 · Barrio Histórico a fundo

    Caminhada pelo Barrio Histórico de Colonia del Sacramento pela manhã, com a Basílica del Santísimo Sacramento e Plaza de Armas. Subida ao Faro de Colonia del Sacramento. À tarde, Circuito do Museo de Colonia, com tempo para os espaços menores.

  3. Dia 3 · Costa, Real de San Carlos e vinícolas próximas

    Manhã de Bicicleta ou carrinho elétrico pela costa, com a Playa Ferrando e o Real de San Carlos e Plaza de Toros. À tarde, Vinícolas perto de Colonia del Sacramento, como a Bodega Los Cerros de San Juan, com visita reservada.

  4. Dia 4 · Carmelo e Calera de las Huérfanas

    Pela Ruta 21 até Carmelo. De manhã, Calera de las Huérfanas. À tarde, Carmelo: Puente Giratorio e centro, com a Plaza Independencia e a Rambla de los Constituyentes. Noite em Carmelo.

  5. Dia 5 · Vinícolas de Carmelo e volta

    Manhã nas Vinícolas de Carmelo, como a Bodega Zubizarreta ou a El Legado Bodega Boutique, ou a Visita guiada à Narbona. Quem dirige não bebe. À tarde, volta a Montevideo pela Ruta 21 e pela Ruta 1 para o voo ao Brasil, ou noite extra em Montevideo.

Melhor época

Quando ir: Colônia do Sacramento mês a mês

Primavera (outubro e novembro) e outono (março a maio) têm dias amenos para caminhar no Barrio Histórico e visitar vinícolas. O verão, de dezembro a março, traz calor e mais movimento, com máximas que costumam passar de 28 °C em janeiro. De junho a agosto o inverno é frio e ventoso na beira do rio.

As épocas indicadas são as mais comuns; a natureza nem sempre segue o calendário.

Janeiro Chuva média

Alta temporada · Dias longos

Pleno verão, com dias quentes e úmidos e temporais rápidos em algumas tardes. É o mês de férias na Argentina e no Uruguai, e a cidade recebe mais gente, sobretudo nos fins de semana. Os vinhedos de Carmelo estão carregados. Reserve barcos e visitas a vinícolas com antecedência.

Fevereiro Chuva média

Colheita da uva · Carnaval

Ainda é verão, com calor e movimento alto até o Carnaval. A colheita da uva costuma acontecer no fim do mês nas vinícolas de Carmelo e arredores. Os fins de tarde na rambla seguem longos. Depois do Carnaval o movimento cai.

Março Chuva média

Fim do verão · Menos gente

Os dias continuam quentes, mas o movimento diminui depois das férias. É uma boa época para caminhar pelo Barrio Histórico e pedalar pela costa. Feriados prolongados, como a Semana Santa quando cai em março, enchem a cidade.

Abril Chuva média

Outono · Clima ameno

Outono com temperaturas agradáveis durante o dia e noites mais frescas. A Semana Santa, quando cai em abril, traz muitos visitantes argentinos e uruguaios. Bom mês para os museus, a Plaza de Toros e as vinícolas, com menos espera.

Maio Chuva média

Outono · Baixa temporada

O frio começa a chegar, sobretudo à noite e perto do rio. O movimento é baixo, mas o comércio do Barrio Histórico segue aberto. Leve agasalho e guarda-chuva. As vinícolas funcionam o ano inteiro, com visitas reservadas.

Junho Chuva média

Inverno · Vento no rio

Início do inverno, mais frio que no Sul do Brasil em boa parte dos dias, com vento na orla e garoa persistente em alguns períodos. Os dias são curtos: concentre os passeios ao ar livre no meio do dia e deixe os museus para as horas mais frias.

Julho Chuva média

Mês mais frio · Férias de inverno

É o mês mais frio do ano, com vento forte na beira do rio. As férias de inverno na Argentina e no Uruguai trazem algum movimento. O Barrio Histórico, os museus e as vinícolas funcionam normalmente; o fim de tarde na rambla pede casaco corta-vento.

Agosto Chuva média

Inverno · Pouco movimento

Ainda frio e ventoso, com dias curtos. Pouca gente nas ruas, o que deixa a caminhada pelo Barrio Histórico mais tranquila. Programe visitas às vinícolas e à Plaza de Toros com antecedência, porque os horários podem ser reduzidos.

Setembro Chuva média

Primavera · Dias mais longos

A primavera chega com temperaturas mais amenas, mas o vento e o frio ainda aparecem. Os vinhedos começam a brotar. Bom mês para caminhar e visitar a Calera de las Huérfanas sem calor.

Outubro Chuva média

Primavera · Clima agradável

Clima agradável para caminhar e pedalar pela costa, com dias mais longos. Feriados prolongados argentinos e uruguaios podem trazer movimento nos fins de semana. Boa época para combinar Colonia del Sacramento e Carmelo.

Novembro Chuva média

Primavera · Fins de tarde longos

Dias quentes e noites ainda frescas. O movimento cresce nos fins de semana. O fim de tarde na rambla fica mais longo e concorrido. Bom mês para as vinícolas, com os vinhedos verdes.

Dezembro Chuva média

Início do verão · Vinhedos carregados

Começa o verão, com calor e dias longos. O movimento aumenta nas festas de fim de ano e nos fins de semana. Os vinhedos de Carmelo começam a ficar carregados de uvas. Em Nueva Helvecia, dezembro costuma ter a festa da cerveja.

Planeje o caminho

Como chegar: Colônia do Sacramento

Do Brasil de avião

O caminho mais comum é voar até o Aeropuerto Internacional de Carrasco, em Montevideo (Montevidéu), e seguir de ônibus ou carro até Colonia del Sacramento, a cerca de 180 km. Há voos diretos de São Paulo (Guarulhos) o ano todo. Outras cidades, como Porto Alegre e Florianópolis, têm voos diretos conforme a época e a companhia. Das demais cidades, a viagem costuma ter conexão em São Paulo ou em Buenos Aires. Confirme as rotas antes de comprar. Também é possível voar até Buenos Aires e cruzar o Río de la Plata de barco até Colonia.

Por terra a partir do Brasil

De carro, a entrada mais usada a partir do Rio Grande do Sul é a fronteira de Chuí/Chuy. Do Chuy, segue-se pela Ruta 9 e pela Ruta 8 ou Interbalnearia até Montevideo, cerca de 340 km, e depois pela Ruta 1 até Colonia del Sacramento, mais cerca de 180 km, num total de cerca de 520 km. Também há entradas por Jaguarão/Río Branco e por Santana do Livramento/Rivera. De ônibus, há linhas de Porto Alegre a Montevideo, de empresas como EGA e TTL; em Montevideo, troca-se de ônibus no Terminal Tres Cruces.

De ônibus a partir de Montevideo

Os ônibus saem do Terminal Tres Cruces, em Montevideo. A COT e a Turil operam a linha. A viagem leva cerca de duas horas e meia nos horários diretos e perto de três horas nos que fazem paradas. Compre com alguns dias de antecedência para garantir o horário. Em Colonia del Sacramento, a rodoviária fica ao lado do Terminal Fluvial, a uns dez minutos de caminhada do Barrio Histórico. De Montevideo também há ônibus direto para Carmelo.

De barco a partir de Buenos Aires

A Buquebus e a Colonia Express fazem a travessia do Río de la Plata entre Buenos Aires e Colonia del Sacramento, cerca de 60 km, em barcos rápidos que levam passageiros e carros. A viagem leva cerca de uma hora a uma hora e quinze minutos. Em Buenos Aires, os dois terminais ficam em Puerto Madero, em pontas opostas. A imigração uruguaia é feita ainda no terminal argentino; chegue com bastante antecedência. Há também lanchas entre Tigre, ao norte de Buenos Aires, e Carmelo, numa viagem de cerca de três horas.

De carro dentro do Uruguai

De Montevideo a Colonia del Sacramento são cerca de 180 km pela Ruta 1, estrada duplicada com dois pedágios automáticos, que exigem uma etiqueta eletrônica (Telepeaje), obtida na locadora ou no primeiro posto de pedágio. De Colonia a Carmelo são cerca de 75 km pela Ruta 21, de pista simples. As vinícolas de Carmelo ficam ao longo da Ruta 21, da Ruta 97 e de estradas rurais. Nueva Helvecia fica perto da Ruta 1, no caminho entre Montevideo e Colonia.

Como circular no destino

O Barrio Histórico se faz a pé, e o calçamento de pedra pede calçado confortável. O Real de San Carlos e a Plaza de Toros ficam a cerca de 5 km, com acesso de táxi, ônibus urbano, bicicleta ou carrinho elétrico alugado. Para Carmelo há ônibus de linha a partir de Colonia del Sacramento. As vinícolas e a Calera de las Huérfanas ficam fora das cidades: o carro, o táxi ou um passeio com motorista ajudam, e quem dirige não bebe.

Documentos para o brasileiro

O brasileiro entra no Uruguai com o RG ou o passaporte válidos (Mercosul). Confirme as exigências antes de ir. Há regras próprias para menores viajando, sobretudo sem os dois responsáveis: confirme as exigências antes de ir. O fuso é o mesmo de Brasília. Quem chega de barco de Buenos Aires passa pela imigração argentina e uruguaia no próprio terminal de embarque.

Ingressos e taxas

O Barrio Histórico é aberto e sem cobrança de entrada. Os espaços do Museo de Colonia têm ingresso único, vendido no Espacio Dr. Bautista Rebuffo. A subida ao Faro de Colonia del Sacramento e a visita à Plaza de Toros Real de San Carlos são pagas à parte. Visitas e degustações nas vinícolas também são cobradas. Confira a tabela atual.

Antes de partir

Informações práticas

Um pouco de planejamento deixa mais espaço para aproveitar o caminho.

Quando ir

Primavera (outubro e novembro) e outono (março a maio) têm dias amenos para caminhar no Barrio Histórico e visitar vinícolas. O verão, de dezembro a março, traz calor e mais movimento, com máximas que costumam passar de 28 °C em janeiro. De junho a agosto o inverno é frio e ventoso na beira do rio.

As épocas indicadas são as mais comuns; a natureza nem sempre segue o calendário.

Quantos dias ficar

Um dia inteiro basta para o Barrio Histórico, com o Faro, a Basílica e um ou dois espaços do Museo de Colonia. Com dois dias dá para incluir a Plaza de Toros Real de San Carlos e o pôr do sol na beira do rio sem pressa. Somando Carmelo, a 75 km, reserve mais um ou dois dias para a ponte giratória, a Calera de las Huérfanas e as vinícolas.

Em que cidade se hospedar

Em Colônia, o Barrio Histórico concentra pousadas em casas antigas e permite fazer tudo a pé; é a escolha para quem quer as ruas de pedra à noite. O centro comercial, em volta da Avenida General Flores, fica a poucas quadras e tem mais variedade. O Real de San Carlos, ao norte, é mais residencial e tranquilo. Em Carmelo, há hospedagem no centro, perto da Plaza Independencia, e na zona rural, em vinícolas e estâncias ao longo da Ruta 21 e na região de Colonia Estrella.

Respeite o lugar

Recolha seu lixo, respeite a sinalização e valorize os serviços locais. Em áreas naturais, siga as orientações de visitação.

Tire suas dúvidas

Perguntas frequentes sobre Colônia do Sacramento

Como chegar a Colônia do Sacramento saindo do Brasil?

O caminho mais comum é voar até Montevidéu ou Buenos Aires. De Montevidéu, são cerca de 180 km pela Ruta 1, de carro ou ônibus. De Buenos Aires, balsas cruzam o Rio da Prata em cerca de 1h15 a 1h30. Quem vai de carro entra pelo Chuí e segue pela Ruta 9 e pela Ruta 1, cerca de 520 km. A ligação com o Brasil pode ter voo direto ou conexão, conforme a época e a companhia. Confirme antes de comprar.

Dá para fazer bate-volta de Montevidéu ou de Buenos Aires?

Sim. De Buenos Aires, a balsa chega a poucas quadras do Barrio Histórico, e o passeio de um dia é comum. De Montevidéu, são cerca de 180 km para cada lado; o bate-volta é possível, mas cansativo, e dormir uma noite em Colônia rende mais.

Quantos dias ficar na região?

Um dia para Colônia do Sacramento, dois se quiser incluir a Plaza de Toros e ver o fim de tarde sem correria. Carmelo pede mais um ou dois dias, sobretudo para visitar vinícolas, que funcionam com reserva.

Precisa de carro?

Para Colônia, não: o Barrio Histórico se faz a pé, e o Real de San Carlos fica a cerca de 5 km, alcançável de ônibus urbano, táxi ou bicicleta. Para Carmelo e as vinícolas, o carro ajuda muito, porque elas ficam espalhadas pela zona rural ao longo da Ruta 21 e da Ruta 97.

Qual a melhor época para ir?

Outubro, novembro e de março a maio costumam ter temperatura agradável para caminhar. O verão, de dezembro a março, é quente e movimentado. De junho a agosto faz frio, com vento forte na beira do rio.

Que documento o brasileiro precisa?

O brasileiro entra no Uruguai com o RG ou o passaporte válidos. As exigências podem mudar: confirme antes de viajar.

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