Estocolmo se espalha por catorze ilhas ligadas por mais de cinquenta pontes, no ponto em que o lago Mälaren encontra o mar Báltico. A água está em quase toda vista: barcos de linha cruzam a cidade, há gente nadando no centro no verão e, a leste, começa um arquipélago de cerca de trinta mil ilhas. É a capital e a maior cidade da Suécia e a principal porta de entrada do país para quem chega do Brasil.
O centro histórico é Gamla Stan, a cidade velha, com ruas de pedra, casas cor de ocre e vermelho, a praça Stortorget, a catedral Storkyrkan e o Palácio Real, residência oficial do rei, com mais de seiscentos cômodos. Ao lado, a ilha de Riddarholmen guarda a igreja onde estão os túmulos dos reis. Do outro lado da água, a Prefeitura, de tijolos vermelhos e torre com três coroas, recebe o banquete do Prêmio Nobel.
A ilha de Djurgården concentra os museus mais procurados: o Vasa, navio de guerra que afundou em 1628 na viagem inaugural e foi resgatado inteiro em 1961; Skansen, o primeiro museu ao ar livre do mundo, com casas antigas de todo o país e animais nórdicos; o Museu Nórdico; e o ABBA The Museum. Em Skeppsholmen ficam o Moderna Museet e, na margem em frente, o Nationalmuseum. Södermalm, a ilha ao sul, tem os mirantes sobre a cidade velha e o Fotografiska, museu de fotografia num antigo prédio da alfândega. Até o metrô é passeio: a maior parte das estações tem obras de arte nas paredes de rocha.
Fora do centro, o Palácio de Drottningholm, Patrimônio Mundial da UNESCO, fica a uma hora de barco pelo Mälaren, e Vaxholm abre o caminho para o arquipélago. Para o brasileiro, o que mais muda é a luz: no inverno o dia costuma ter cerca de seis horas de claridade e faz frio abaixo de zero; no verão o sol se põe perto das 22h e a noite quase não escurece. Quase tudo se paga com cartão, e muitos lugares costumam não aceitar dinheiro. O inglês é falado por quase todos.
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