A Cidade de Luxemburgo (Lëtzebuerg, em luxemburguês; Luxembourg, nas placas em francês) é a capital do Grão-Ducado e o ponto de chegada de quase toda viagem ao país. A cidade antiga ocupa um planalto de rocha cercado pelos vales do Alzette e da Pétrusse, e foi por quase mil anos uma fortaleza disputada por espanhóis, franceses, austríacos e prussianos. O que sobrou das muralhas, dos bastiões e dos túneis escavados na rocha forma, com os bairros antigos, o conjunto que a UNESCO declarou Patrimônio Mundial em 1994.
Na Ville Haute, a parte alta, ficam a Catedral de Notre-Dame, o Palácio Grão-Ducal, a Place Guillaume II e a Place d'Armes, a rua comercial Grand-Rue e os principais museus de história. A borda do planalto é o Chemin de la Corniche, passeio sobre a muralha com vista para o Grund, o bairro baixo à beira do Alzette, onde estão a antiga abadia de Neumünster e o museu de história natural. Do outro lado do vale, o rochedo do Bock guarda as casamatas, galerias abertas à visita. A ponte Adolphe e o viaduto ligam a cidade velha ao bairro da estação, ao sul, sobre o vale da Pétrusse, que é um parque.
A leste, o planalto do Kirchberg reúne instituições da União Europeia e a parte moderna: a Philharmonie, o Mudam, de arte contemporânea, e o Musée Dräi Eechelen, no forte Thüngen. O elevador panorâmico do Pfaffenthal e o funicular ligam a cidade alta ao vale e ao Kirchberg. Nos arredores, em Hamm, fica o Cemitério Americano, onde está enterrado o general Patton.
Para o brasileiro, o país é pequeno e a capital funciona como base: Vianden, Echternach, a Mosela e o Minett ficam a menos de uma hora de trem ou ônibus. O transporte público não cobra passagem, só a primeira classe do trem; confirme antes. Fala-se luxemburguês, francês e alemão, e o inglês é comum. O fuso fica 4 horas à frente de Brasília no inverno europeu e 5 horas no verão.
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