Verona e Lago de Garda

Vêneto · Trentino-Alto Ádige · Lombardia

Verona e Lago de Garda

A cidade da Arena romana e de Romeu e Julieta, a meia hora do maior lago da Itália, com castelos dos Scaligeri, barcos entre as vilas e o teleférico do Monte Baldo.

Norte

Na foto: Castello Scaligero de Sirmione, Lago de Garda

Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.

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Uma região para viver
sem pressa.

Verona fica no Vêneto, às margens do rio Ádige, no caminho entre Milão e Veneza. O centro histórico, Patrimônio Mundial da Unesco, guarda uma arena romana do século I ainda usada para ópera, praças medievais e as igrejas românicas e góticas erguidas no tempo dos Scaligeri, a família Della Scala que governou a cidade nos séculos XIII e XIV. É também a cidade onde Shakespeare ambientou Romeu e Julieta.

A cerca de 30 quilômetros a oeste começa o Lago de Garda, o maior da Itália. Suas margens são divididas entre três regiões: a Lombardia a oeste, o Vêneto a leste e o Trentino-Alto Ádige ao norte. No sul, onde o lago é largo e cercado de colinas, fica Sirmione, numa península estreita com um castelo cercado de água e as ruínas de uma grande vila romana.

Subindo pela margem leste, a estrada Gardesana passa por vilas de pescadores até Malcesine, ao pé do Monte Baldo, com mais um castelo dos Scaligeri e um teleférico que sobe quase 1.800 metros. No extremo norte, onde o lago se estreita entre paredões de rocha, Riva del Garda tem praças de jeito austríaco, uma fortaleza na água e uma cachoeira que corre dentro de uma garganta.

Para o brasileiro, Verona funciona bem como base: a estação Verona Porta Nuova recebe trens de alta velocidade de Milão, Veneza e Bolonha, e dela saem ônibus e trens regionais para o lago. Na temporada, os barcos da Navigazione Laghi ligam as vilas das margens e são um jeito de ver o lago sem enfrentar o trânsito da Gardesana.

Este roteiro reúne 4 cidades que combinam na mesma viagem: Verona, Malcesine, Riva del Garda, Sirmione.

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Um destino, diferentes caminhos

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Onde fica Verona e Lago de Garda
VeronaMalcesineRiva del GardaSirmione

Contornos: ISTAT, limites administrativos 2026, CC BY 4.0. Adaptação do Cidade Turismo.

Como chegar: Verona e Lago de Garda

✈ Aeroporto di Verona-Villafranca Valerio Catullo (VRN), em Villafranca di Verona · 12 km até Verona

✈ Aeroporto di Venezia Marco Polo (VCE), em Veneza · 125 km até Verona

A ligação com o Brasil costuma ser com conexão em outra cidade. Confirme antes de comprar. O aeroporto de Verona Villafranca (VRN) fica a cerca de 12 km do centro. Também se chega por Veneza (VCE) ou Milão (MXP), seguindo de trem. Trens de alta velocidade ligam Verona Porta Nuova a Milão, Veneza e Bolonha; para o lago, ônibus, trens regionais até Desenzano ou Peschiera e barcos.

Ponto de chegada sugerido: Verona

A experiência do lugar

O que fazer em Verona e Lago de Garda

Verona · Vêneto · Sítio arqueológico

Arena di Verona

Anfiteatro romano do século I, um dos mais bem conservados do mundo. Recebe desde 1913 o festival de ópera de verão e, no resto do ano, shows e visitas ao monumento.

Conhecer Arena di Verona

Riva del Garda · Trentino-Alto Ádige · Monumento

Torre Apponale

Torre medieval de 34 metros na Piazza III Novembre, de frente para o porto antigo, com escada interna até o alto e o anjo-cata-vento que virou símbolo de Riva.

Conhecer Torre Apponale

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Para escolher antes de ir

Passeios em Verona e Lago de Garda

De onde sai cada passeio, quanto tempo leva, como é feito, o que está incluído e a faixa de preço.

Arena di Verona e Piazza Bra

Sai de Piazza Bra (15 min a pé da estação Porta Nuova) Visita ao anfiteatro e caminhada cerca de 2 horas manhã fácil (escadas nas arquibancadas)

A Arena di Verona, o anfiteatro romano do ano 30, é o terceiro maior da Itália e o mais bem conservado, com 44 fileiras de pedra para 30 mil espectadores na origem; perdeu o anel externo num terremoto em 1117 (restou a 'ala', o trecho de quatro arcos), mas as arquibancadas e a arena estão intactas. Desde 1913, com a Aida de Verdi, recebe no verão o Festival Lírico, o maior de ópera ao ar livre do mundo, com cerca de 15 mil pessoas por noite, de junho a setembro; de dia, visita-se o interior e sobe-se ao alto dos degraus, com a Piazza Bra abaixo. A praça, a maior de Verona, tem o Liston, a calçada de mármore rosa dos cafés, o Palazzo Barbieri (prefeitura), a Gran Guardia e os jardins; no Natal, a estrela de metal da Arena atravessa a praça. A Via Mazzini, de pedestres, liga a Bra à Piazza delle Erbe.

Passa por: Arena di Verona, Piazza Bra.

Inclui: Ingresso pago à parte para a visita diurna (bilheteria no local ou online; a Verona Card inclui); espetáculos do festival com ingresso próprio, no site da Fondazione Arena. Praça sem cobrança.

Dica: Para a ópera, compre com antecedência no site oficial; os lugares nos degraus de pedra (gradinata), sem assento marcado, são os mais baratos e pedem chegar cedo com almofada; leve casaco e repelente. A visita diurna fecha nas tardes de espetáculo.

Melhor época: O ano todo para a visita; de junho a setembro, o festival de ópera.

Casa di Giulietta, Piazza delle Erbe, Torre dei Lamberti e Piazza dei Signori

Sai de Via Cappello, Verona Caminhada pelo centro com subida à torre cerca de 3 horas manhã ou tarde moderada (368 degraus ou elevador)

A Casa di Giulietta é a casa gótica do século 13 que a cidade identificou nos anos 1930 com a família Capuleto de Shakespeare, com a sacada acrescentada na mesma época e a estátua de bronze de Julieta no pátio, cujo seio direito é tocado para dar sorte; o pátio é sem cobrança e lotado, a casa é museu. A Piazza delle Erbe, o foro romano, é o mercado com a fonte da Madonna Verona, de 1368, a coluna de São Marcos e as fachadas pintadas das Case Mazzanti; a Torre dei Lamberti, de 84 m, começada em 1172, sobe por escada ou elevador à vista das praças e das colinas. O Arco della Costa, com uma costela de baleia pendurada, leva à Piazza dei Signori, a praça do poder, com a estátua de Dante, exilado em Verona, a Loggia del Consiglio e o Palazzo del Capitano; ao lado, as Arche Scaligere, os túmulos góticos dos Della Scala, senhores da cidade, com os cavaleiros em cima.

Passa por: Casa di Giulietta, Piazza delle Erbe, Torre dei Lamberti, Piazza dei Signori.

Inclui: Pátio de Julieta sem cobrança; casa-museu com ingresso; Torre dei Lamberti com ingresso (bilhete combinado com a Galleria d'Arte Moderna); praças sem cobrança.

Dica: Vá ao pátio de Julieta antes das 9 h ou depois das 19 h para não disputar a sacada; a casa-museu é dispensável. Suba à torre no fim da tarde. A Piazza delle Erbe tem bancas de dia e bares à noite.

Melhor época: O ano todo; em dezembro a Piazza dei Signori recebe o mercado de Natal.

Castelvecchio, Ponte Scaligero e a Basilica di San Zeno

Sai de Corso Castelvecchio, Verona Museu e caminhada pelo rio cerca de 3 horas tarde fácil

O Museo di Castelvecchio ocupa o castelo de tijolo dos Della Scala, de 1354 a 1376, à beira do Adige, restaurado por Carlo Scarpa entre 1958 e 1974 num dos projetos de museografia mais estudados do século 20: a escultura medieval, Pisanello, Mantegna, Bellini, Veronese e a estátua equestre de Cangrande I, suspensa num pedestal de concreto. O Ponte Scaligero, a ponte fortificada do castelo, de 1355, explodida em 1945 e reconstruída com as pedras originais, atravessa o rio com as ameias. Dali, 15 minutos a pé pela margem, a Basilica di San Zeno, românica, de 1120 a 1138, com a rosácea da Roda da Fortuna, as 48 placas de bronze das portas, do século 11 e 12, com cenas bíblicas, a cripta de 49 colunas onde está o corpo do santo, padroeiro, e o tríptico de Mantegna no altar; a tradição diz que Romeu e Julieta se casaram na cripta. O claustro tem arcos românicos e góticos.

Passa por: Museo di Castelvecchio, Basilica di San Zeno.

Inclui: Castelvecchio com ingresso pago à parte (Verona Card inclui); San Zeno com ingresso pequeno (bilhete combinado das igrejas de Verona).

Dica: Reserve duas horas para Castelvecchio e veja o percurso de Scarpa com calma. Compre o bilhete combinado das quatro igrejas (San Zeno, Duomo, Sant'Anastasia, San Fermo) na primeira que visitar.

Melhor época: O ano todo.

Duomo, Sant'Anastasia, Ponte Pietra e o Teatro Romano

Sai de Piazza Duomo, Verona Caminhada pelo norte do centro e o rio cerca de 3 horas manhã fácil

O Duomo di Verona, românico de 1187 com fachada gótica, guarda a Assunção de Ticiano, o batistério de San Giovanni in Fonte, com a pia de mármore de 1200, e a basílica de Sant'Elena, com mosaicos do século 4. A Basilica di Santa Anastasia, a maior igreja da cidade, gótica, de 1290 a 1481, tem os 'gobbi', as duas figuras curvadas que sustentam as pias de água benta, e o afresco de São Jorge e a princesa de Pisanello, de 1435. A Ponte Pietra, a ponte romana do século 1 a.C., refeita após 1945, atravessa o Adige para o Teatro Romano e Museo Archeologico, o teatro do século 1 a.C. escavado na colina de San Pietro, com arquibancadas reaproveitadas no verão para o festival de teatro e jazz, e o museu no antigo convento acima, com mosaicos e estátuas; dali o funicular ou a escada sobem ao Castel San Pietro, a vista de Verona com o rio curvando em S.

Passa por: Duomo di Verona, Basilica di Santa Anastasia, Ponte Pietra, Teatro Romano e Museo Archeologico.

Inclui: Duomo e Sant'Anastasia com o bilhete combinado das igrejas; Teatro Romano e museu com ingresso (Verona Card inclui); Ponte Pietra sem cobrança.

Dica: Faça a Ponte Pietra e o Castel San Pietro no fim do dia, com a luz baixa sobre a cidade; de manhã, as igrejas. O festival de verão do Teatro Romano tem ingressos no site do Estate Teatrale Veronese.

Melhor época: O ano todo; de junho a setembro, espetáculos no Teatro Romano.

Castel San Pietro e Giardino Giusti: as duas vistas de Verona

Sai de Ponte Pietra (funicular) e Via Giardino Giusti Mirante e jardim cerca de 2 h 30 fim de tarde moderada (escadaria ou funicular)

O Castel San Pietro é o terraço no alto da colina do outro lado do rio, no lugar do castelo e da fortaleza austríaca de 1854, com a vista completa de Verona: o Adige em curva, as torres, a Arena ao fundo e as colinas; sobe-se pelo funicular de 2017, de 1 minuto, ao lado do Teatro Romano, ou pela escadaria de 10 minutos. Perto, o Giardino Giusti, de 1570, o jardim renascentista da família Giusti, tombado e aberto à visita, com o túnel de ciprestes que Goethe descreveu, o labirinto de buxo, as estátuas, as grutas e o 'mascarão' de pedra no alto da escadaria, de onde se vê a cidade por outro ângulo; Mozart e Goethe o visitaram. Entre os dois, o bairro de Veronetta, o lado universitário e mais barato do rio, com trattorias.

Passa por: Castel San Pietro, Giardino Giusti, Ponte Pietra.

Inclui: Castel San Pietro sem cobrança; funicular pago à parte; Giardino Giusti com ingresso.

Dica: Suba ao Castel San Pietro meia hora antes do pôr do sol; o terraço lota, mas é amplo. O Giardino Giusti fecha ao entardecer: visite primeiro.

Melhor época: O ano todo; na primavera o jardim está no melhor.

Sirmione: Castello Scaligero, Grotte di Catullo e as termas

Sai de Sirmione (ônibus de Desenzano ou barco; carro só até a entrada) Vila na península e sítio romano cerca de 4 horas manhã ou fim de tarde fácil

Sirmione é a península de 4 km que entra no Lago di Garda (Lago de Garda) pelo sul, com a vila medieval na ponta, cercada de água e fechada por carros desde a entrada. O Castello Scaligero di Sirmione, de 1277, com as ameias, o porto fortificado (a única darsena medieval conservada) e a torre de 47 m, com a vista do lago, guarda a ponte levadiça por onde se entra na vila. As Grotte di Catullo, na ponta, são a maior villa romana do norte da Itália, do século 1, em terraços sobre o lago, atribuída pela tradição ao poeta Catulo, nascido em Verona, com o olival e o museu; chega-se a pé em 20 minutos pelas ruas de lojas ou de trenzinho. A Chiesa di San Pietro in Mavino, do século 8, no ponto mais alto, tem afrescos e o campanário. As termas de Sirmione, com água sulfurosa a 69 °C, têm o parque termal Aquaria, com piscinas sobre o lago; a Jamaica Beach, as lajes de pedra ao pé das Grotte, é o banho de lago.

Passa por: Castello Scaligero di Sirmione, Grotte di Catullo, Chiesa di San Pietro in Mavino.

Inclui: Castelo e Grotte di Catullo com ingressos pagos à parte (os estatais sem cobrança no primeiro domingo do mês); igreja sem cobrança; termas pagas à parte.

Dica: Vá antes das 10 h ou depois das 17 h; no meio do dia de verão a vila não tem lugar. Deixe o carro no estacionamento da entrada e entre a pé. O barco de linha de Desenzano, Peschiera ou Garda é a chegada mais bonita.

Melhor época: De abril a outubro; julho e agosto lotam; no inverno a vila é tranquila e as termas funcionam.

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Malcesine: Castello Scaligero e o teleférico do Monte Baldo

Sai de Malcesine (ônibus de Verona/Garda ou barco) Vila, castelo e teleférico giratório cerca de 5 horas manhã fácil (teleférico; trilhas opcionais)

Malcesine, na margem leste do lago, ao pé do Monte Baldo, é a vila de ruelas de pedra em torno do porto e do Castello Scaligero di Malcesine, o castelo de 1277 sobre um rochedo na água, onde Goethe foi preso por um dia em 1786 ao desenhá-lo, suspeito de espionagem; dentro, o museu de história natural, a sala de Goethe e a torre com a vista do lago. A Funivia Malcesine-Monte Baldo (Teleférico do Monte Baldo) sobe em dois trechos a 1.760 m em 15 minutos, com cabines giratórias no trecho alto, do clima mediterrâneo das oliveiras aos prados alpinos com o lago inteiro aos pés e, em dia limpo, os Alpes e a planície; no alto, trilhas pela crista, parapente e, no inverno, esqui. O Monte Baldo é chamado de 'jardim da Europa' pela quantidade de flores. A vila tem a praça do porto, o Palazzo dei Capitani e as praias de pedra.

Passa por: Castello Scaligero di Malcesine, Funivia Malcesine-Monte Baldo.

Inclui: Castelo com ingresso; teleférico pago à parte (ida e volta; fila longa em agosto, com venda online); trilhas no alto sem cobrança.

Dica: Suba de manhã, com a primeira cabine, para o céu limpo e sem fila; no alto faz 10 °C a menos. O teleférico fecha para manutenção em períodos da primavera e do outono: confirme no site.

Melhor época: De abril a outubro para o lago; o teleférico funciona quase o ano todo, com pausas de manutenção.

Riva del Garda: Torre Apponale, Rocca, Bastione e a Cascata del Varone

Sai de Riva del Garda (centro) Caminhada em cidade do lago com subida e cascata cerca de 4 horas manhã ou tarde moderada (subida ao Bastione, 20 min)

Riva del Garda, na ponta norte do lago, em território trentino, é a cidade dos ventos, com velejadores e surfistas de manhã (o Pelér) e à tarde (o Ora), encaixada entre as montanhas. A Piazza III Novembre, no porto, tem a Torre Apponale, de 1273, com 34 m e 165 degraus até o terraço, e o Palazzo Pretorio; a Rocca di Riva, a fortaleza de 1124 cercada de água, abriga o MAG Museo Alto Garda, com pinacoteca e arqueologia; a Chiesa dell'Inviolata, de 1603, é a igreja barroca octogonal com estuques. O Bastione di Riva del Garda, a torre veneziana de 1508 na encosta, a 20 minutos de subida (ou elevador panorâmico), tem o terraço sobre a cidade e o lago. A Cascata del Varone, a 3 km, é a cachoeira de 98 m dentro de uma garganta de rocha, visitada por passarelas em dois níveis dentro da gruta, com borrifo constante; o ônibus urbano ou a bicicleta chegam. A ciclovia à beira do lago vai a Torbole.

Passa por: Torre Apponale, Rocca di Riva e MAG Museo Alto Garda, Chiesa dell'Inviolata, Bastione di Riva del Garda, Cascata del Varone.

Inclui: Torre, MAG, Bastione (elevador) e Cascata del Varone com ingressos pagos à parte; igreja sem cobrança.

Dica: Faça a cascata de manhã e o Bastione ao pôr do sol. Riva é a base para a Strada del Ponale e para as trilhas de Arco; o aluguel de bicicleta é o meio da cidade.

Melhor época: De abril a outubro; a cascata abre o ano todo, com horário reduzido no inverno.

Strada del Ponale: a antiga estrada na falésia, a pé ou de bicicleta

Sai de Riva del Garda (início da trilha no fim da orla, Porto San Nicolò) Trilha ou ciclovia em antiga estrada cerca de 3 horas manhã moderada (300 m de subida)

A Strada del Ponale é a estrada aberta na falésia sobre o lago entre 1848 e 1851 para ligar Riva ao Vale de Ledro, fechada a carros desde 1992 e transformada em caminho para pedestres e bicicletas: sobe em curvas e túneis escavados na rocha, com o lago 100 m abaixo e Riva encolhendo atrás, por cerca de 6 km até a bifurcação do Lago di Ledro, com fortificações austríacas da Primeira Guerra no caminho. É uma das caminhadas mais procuradas do lago, larga e sem técnica, mas sem sombra na maior parte e com ciclistas descendo rápido; os primeiros 3 km dão a vista inteira, com o mirante da Punta Larici acima. De bicicleta, continua-se ao Lago di Ledro, a 650 m, e volta-se pela mesma estrada ou de ônibus. O caminho fecha em dias de queda de pedras ou vento forte.

Passa por: Strada del Ponale, Bastione di Riva del Garda.

Inclui: Caminho sem cobrança; aluguel de bicicleta ou e-bike em Riva pago à parte.

Dica: Saia cedo, com água e boné; às 11 h o sol bate na parede inteira. A pé, suba até o túnel do Ponale e o mirante e volte (2 horas); de e-bike, vá até Ledro. Confira na entrada se está aberta.

Melhor época: De março a novembro; no verão só de manhã.

Barco pelo Lago de Garda: de Sirmione a Riva pela Navigazione

Sai de Desenzano, Sirmione, Garda ou Riva (cais) Barco de linha pelo lago cerca de 4 horas (trecho inteiro) dia inteiro fácil

O Lago di Garda (Lago de Garda) é o maior lago da Itália, com 52 km de comprimento e 370 km², entre três regiões (Lombardia, Vêneto e Trentino): largo e mediterrâneo no sul, com oliveiras, limoeiros e vinhedos, estreito e alpino no norte, entre paredes de rocha. Os barcos de linha da Navigazione Laghi ligam todas as vilas: a travessia do sul ao norte, de Desenzano ou Sirmione a Riva, passa por Garda, Bardolino, Malcesine, Limone (a vila dos limoeiros em terraços, na margem oeste) e Torbole, em 4 a 5 horas de barco lento ou menos de 2 de hidrofólio, e é a maneira de ver o lago mudar de cara; há bilhetes por trecho e passes diários, e os barcos a motor levam bicicletas. A balsa de carros liga Maderno a Torri del Benaco e Limone a Malcesine. Com vento forte os barcos são suspensos.

Passa por: Castello Scaligero di Sirmione, Castello Scaligero di Malcesine, Torre Apponale.

Inclui: Barcos de linha pagos à parte (por trecho, ou passe diário de uma zona ou do lago inteiro; hidrofólio com suplemento).

Dica: Use o barco como transporte entre as vilas e compre o passe diário se for parar em mais de duas. Sente-se no convés aberto; leve casaco no norte, mesmo no verão. Confira o horário do dia no site da Navigazione: o inverno tem oferta mínima.

Melhor época: De abril a outubro com horário completo; de novembro a março poucos barcos.

Dia a dia

Roteiro de 2, 3 e 5 dias em Verona e Lago de Garda

Sugestões para montar a viagem. Troque a ordem dos dias conforme o tempo e a disponibilidade dos passeios.

2 dias · Verona em 2 dias: Arena, Julieta e as praças

Para Quem para em Verona entre Veneza e Milão e quer a cidade de Romeu e Julieta. · Base em Centro histórico, perto da Piazza Bra ou da Piazza delle Erbe
  1. Dia 1 · Arena e o centro

    Chegada a Verona Porta Nuova (de Veneza 1 h 10, de Milão 1 h 15, de Bolonha 50 minutos em alta velocidade). Arena de manhã; Via Mazzini, Casa di Giulietta, Piazza delle Erbe, Torre dei Lamberti e Piazza dei Signori; jantar na Piazza delle Erbe; ópera na Arena, se for a temporada.

  2. Dia 2 · Rio, igrejas e vistas

    Castelvecchio e Ponte Scaligero de manhã; San Zeno; Duomo e Sant'Anastasia; Ponte Pietra, Teatro Romano e Castel San Pietro ao pôr do sol; Giardino Giusti se sobrar tempo.

3 dias · Verona e Lago de Garda em 3 dias
Para Verona e um dia inteiro no lago, de trem e barco. · Base em Verona (2 noites) e Sirmione ou Desenzano (1 noite)
  1. Dia 1 · Verona

    Arena, Casa di Giulietta, Piazza delle Erbe, Torre dei Lamberti, Piazza dei Signori; Castelvecchio à tarde; Castel San Pietro ao pôr do sol.

  2. Dia 2 · Verona: igrejas e rio

    San Zeno, Duomo e Sant'Anastasia de manhã; Ponte Pietra e Teatro Romano; Giardino Giusti; trem a Desenzano no fim da tarde (25 minutos) e ônibus ou barco a Sirmione.

  3. Dia 3 · Sirmione e o lago

    Castello Scaligero e Grotte di Catullo cedo; banho na Jamaica Beach ou termas; barco de linha pelo lago à tarde até Garda ou Bardolino; volta a Verona de ônibus ou trem para o próximo destino.

5 dias · Verona e Lago de Garda em 5 dias: do sul ao norte do lago
Para A cidade e a volta pelo lago, com barco e ônibus, dormindo em Sirmione e Riva. · Base em Verona (2 noites), Sirmione (1), Riva del Garda (2)
  1. Dia 1 · Verona

    Arena, Casa di Giulietta, Piazza delle Erbe, Torre dei Lamberti, Piazza dei Signori; Castelvecchio; Castel San Pietro ao pôr do sol.

  2. Dia 2 · Verona: igrejas, rio e jardim

    San Zeno, Duomo, Sant'Anastasia; Ponte Pietra, Teatro Romano e Giardino Giusti; ópera na Arena à noite, na temporada.

  3. Dia 3 · Sirmione

    Trem a Desenzano e barco a Sirmione; Castello Scaligero, Grotte di Catullo, San Pietro in Mavino; banho e termas; noite em Sirmione, com a vila vazia.

  4. Dia 4 · Barco a Malcesine e Riva

    Barco de linha pelo lago de Sirmione a Malcesine (parada para o castelo e o teleférico do Monte Baldo) e a Riva del Garda no fim da tarde; Torre Apponale e porto; noite em Riva.

  5. Dia 5 · Riva: Ponale e Varone

    Strada del Ponale de manhã, a pé ou de bicicleta; Cascata del Varone e Bastione à tarde; ônibus a Rovereto (trem para Verona ou Bolzano) ou a Verona direto (2 h).

Melhor época

Quando ir: Verona e Lago de Garda mês a mês

Maio, junho e setembro costumam ter clima agradável, com dias longos e menos movimento que no auge do verão. Julho e agosto são quentes e cheios, e é quando acontece o festival de ópera da Arena. A temporada completa de barcos no lago costuma ir do fim de março ao início de novembro. No inverno, de dezembro a fevereiro, faz frio e muitas atrações do lago reduzem os horários.

As épocas indicadas são as mais comuns; a natureza nem sempre segue o calendário.

Janeiro Chuva baixa

inverno · neblina em Verona, sol no lago

Inverno. Na estação de Verona Villafranca, normais 1991–2020; o lago é um pouco mais ameno no inverno: média de 2,9 °C (mínimas perto de -1 °C) e cerca de 43 mm de chuva. Neblina na planície, dias curtos; no lago, o microclima dá tardes de sol com 8 a 10 °C e limoeiros ao ar livre, mas barcos e teleféricos reduzidos e metade de Sirmione fechada. Verona é cidade de inverno: igrejas, museus e os bares de vinho.

Fevereiro Chuva baixa

inverno · Carnaval e Dia dos Namorados

Inverno. Na estação de Verona Villafranca, normais 1991–2020; o lago é um pouco mais ameno no inverno: média de 4,5 °C e cerca de 45 mm de chuva. Carnaval de Verona (Bacanal del Gnoco, na sexta-feira gorda, com o desfile do Papà del Gnoco); em torno de 14 de fevereiro, o 'Verona in Love' enche a cidade de casais e a Casa di Giulietta tem fila. Mimosas em flor no lago no fim do mês.

Março Chuva baixa

primavera começando · lago reabrindo

Primavera começando. Na estação de Verona Villafranca, normais 1991–2020; o lago é um pouco mais ameno no inverno: média de 9,1 °C e cerca de 45 mm de chuva. Os barcos de linha voltam ao horário de temporada no fim do mês ou em abril; amendoeiras e primeiras mesas ao sol em Sirmione. Vinitaly, a feira de vinhos, lota Verona no fim de março ou abril. Horário de verão europeu no último domingo: 4 horas a mais que Brasília.

Abril Chuva média

primavera · Páscoa e Vinitaly

Primavera. Na estação de Verona Villafranca, normais 1991–2020; o lago é um pouco mais ameno no inverno: média de 13,2 °C e cerca de 72 mm de chuva, em pancadas. O lago reabre de vez na Páscoa, com os hotéis de Sirmione e Malcesine; flores no Monte Baldo e no Giardino Giusti; Vinitaly e Páscoa esgotam hotéis em Verona por dias. O lago ainda está frio para banho.

Maio Chuva alta

primavera · mês ideal no lago

Primavera plena. Na estação de Verona Villafranca, normais 1991–2020; o lago é um pouco mais ameno no inverno: média de 18,4 °C e cerca de 82 mm de chuva, em tempestades de fim de tarde. Dias longos, temperatura boa para o Ponale e o Monte Baldo, lago sem a multidão de julho; o Garda começa a aceitar banho no fim do mês. Movimento alto nos fins de semana com os visitantes alemães.

Junho Chuva média

verão · ópera na Arena

Verão. Na estação de Verona Villafranca, normais 1991–2020; o lago é um pouco mais ameno no inverno: média de 22,7 °C (máximas de 28 °C) e cerca de 72 mm de chuva. O Festival Lírico da Arena começa na segunda quinzena; lago morno para banho, velejadores em Riva. Verona quente de tarde: praças à noite. Reserve a ópera e os hotéis.

Julho Chuva média

verão · calor e lago cheio

Verão. Na estação de Verona Villafranca, normais 1991–2020; o lago é um pouco mais ameno no inverno: média de 24,9 °C (máximas acima de 31 °C) e cerca de 63 mm de chuva, em tempestades. Sirmione e Malcesine lotadas, estradas do lago lentas: use o barco. Ópera na Arena quase toda noite. Monte Baldo e Ponale só de manhã.

Agosto Chuva média

verão · Ferragosto

Verão. Na estação de Verona Villafranca, normais 1991–2020; o lago é um pouco mais ameno no inverno: média de 24,6 °C e cerca de 72 mm de chuva, com tempestades fortes no fim do mês. Pico do lago, com Ferragosto (15 de agosto) e fogos nas vilas; Verona mais vazia de moradores, mas cheia na Arena. Reserve tudo com antecedência.

Setembro Chuva alta

fim do verão · vindima e lago tranquilo

Fim do verão. Na estação de Verona Villafranca, normais 1991–2020; o lago é um pouco mais ameno no inverno: média de 19,6 °C e cerca de 91 mm de chuva, concentrada em poucos dias. O lago segue morno e esvazia depois da primeira semana; vindima do Valpolicella e do Bardolino, com a festa da uva em Bardolino no fim do mês; últimas óperas na Arena. Um dos melhores meses.

Outubro Chuva média

outono · luz dourada

Outono. Na estação de Verona Villafranca, normais 1991–2020; o lago é um pouco mais ameno no inverno: média de 13,9 °C e cerca de 86 mm de chuva. Vinhedos amarelos no Valpolicella, castanhas, as vilas do lago em ritmo de fim de temporada; os barcos reduzem no fim do mês. O horário de verão europeu termina no último domingo: 5 horas de diferença para Brasília.

Novembro Chuva alta

outono · mês mais chuvoso

Outono avançado. Na estação de Verona Villafranca, normais 1991–2020; o lago é um pouco mais ameno no inverno: média de 8,4 °C e cerca de 96 mm de chuva, o mês mais chuvoso. Neblina na planície, lago com poucos barcos e hotéis fechados; Verona de museus e vinho. Mercados de Natal abrem no fim do mês.

Dezembro Chuva média

inverno · Natal em Verona

Inverno. Na estação de Verona Villafranca, normais 1991–2020; o lago é um pouco mais ameno no inverno: média de 3,6 °C e cerca de 65 mm de chuva, às vezes neve. Mercado de Natal de Nuremberg na Piazza dei Signori, a estrela da Arena atravessando a Piazza Bra, presépios na Arena (Rassegna dei Presepi); o lago tem mercados em Garda e Riva e luzes em Sirmione. Entre o Natal e o Ano-Novo a cidade enche.

Planeje o caminho

Como chegar: Verona e Lago de Garda

Do Brasil de avião: por Roma, Milão ou Veneza

Não há voo direto do Brasil para Verona. Chega-se pelo voo direto de São Paulo ou do Rio para Roma Fiumicino e o trem de alta velocidade Roma–Verona (cerca de 3 h, com baldeação em Bolonha ou direto), ou por conexão em outra cidade europeia até Verona Villafranca (VRN), a 12 km, ligado à estação Porta Nuova por ônibus em 15 minutos, ou até Milão, Veneza ou Bergamo. Confirme antes de comprar. Para o lago, os aeroportos mais próximos são Verona e Brescia (Montichiari).

De trem: Verona e as estações do lago

Verona Porta Nuova fica no cruzamento das linhas Milão–Veneza e Brennero: Milano em cerca de 1 h 15, Venezia em 1 h 10, Bologna em 50 minutos, Roma em cerca de 3 h, Firenze em 1 h 30, Bolzano em 1 h 30 (Frecciarossa, Italo e regionais). O lago tem estações na margem sul: Desenzano del Garda-Sirmione (25 minutos de Verona, 45 de Milão) e Peschiera del Garda (15 minutos de Verona), de onde saem ônibus e barcos a Sirmione; no norte, Rovereto (linha do Brennero) fica a 30 minutos de ônibus de Riva del Garda. Malcesine e Riva não têm trem.

De ônibus e barco no lago

A ATV opera os ônibus da margem leste: Verona–Garda–Malcesine–Riva (linha 163/164, cerca de 2 h até Riva, com o lago à vista) e Peschiera–Sirmione; a Trentino Trasporti liga Rovereto e Trento a Riva; a Arriva, a margem oeste de Desenzano a Riva por Salò e Limone. Os barcos da Navigazione Laghi ligam todas as vilas de abril a outubro, com passes diários; a balsa de carros cruza em Maderno–Torri e Limone–Malcesine. No verão os ônibus lotam; o barco é mais confortável.

De carro: a Gardesana e as vilas sem vagas

A A4 (Milão–Veneza) passa por Verona, Peschiera e Desenzano; a A22 do Brennero sobe de Verona a Rovereto e Trento, com saída para Riva. A Gardesana Orientale (SS249) e a Occidentale (SS45bis) contornam o lago, estreitas, com túneis e lentas no verão (a volta inteira tem 160 km). Sirmione é fechada a carros: estacionamento na entrada da península; Malcesine e Riva têm vagas limitadas e pagas. Verona tem ZTL (zona de trânsito limitado) no centro, com câmeras e multas enviadas pela locadora: estacione na Cittadella ou na Arsenale e entre a pé.

Ingressos e reservas

Ópera na Arena: ingressos no site da Fundação Arena, com antecedência para os melhores lugares. Verona Card (24 ou 48 horas) inclui Arena, Castelvecchio, Torre dei Lamberti, Teatro Romano, Casa di Giulietta, as igrejas e o ônibus urbano. Teleférico do Monte Baldo: venda online evita fila em agosto. Grotte di Catullo e castelos: bilheteria no local; estatais sem cobrança no primeiro domingo do mês. Verona e as comunas do lago cobram taxa de estadia por noite, paga na hospedagem. Confira a tabela atual.

Documentos e fuso horário para o brasileiro

A Itália está no espaço Schengen: o brasileiro entra com o passaporte válido, sem visto para turismo de até 90 dias. As exigências para entrar na Europa podem mudar: confirme antes de viajar. Na entrada podem pedir passagem de volta, comprovante de onde vai ficar e meios para a estada; o seguro de viagem com cobertura médica é exigido para o espaço Schengen. Menores viajando sem os dois pais: confirme as exigências antes de ir. O fuso é o da Europa Central (CET): a Itália fica 4 horas à frente de Brasília no horário de verão europeu, do fim de março ao fim de outubro, e 5 horas no resto do ano. A tomada é a de dois ou três pinos redondos, 230 V.

Antes de partir

Informações práticas

Um pouco de planejamento deixa mais espaço para aproveitar o caminho.

Quando ir

Maio, junho e setembro costumam ter clima agradável, com dias longos e menos movimento que no auge do verão. Julho e agosto são quentes e cheios, e é quando acontece o festival de ópera da Arena. A temporada completa de barcos no lago costuma ir do fim de março ao início de novembro. No inverno, de dezembro a fevereiro, faz frio e muitas atrações do lago reduzem os horários.

As épocas indicadas são as mais comuns; a natureza nem sempre segue o calendário.

Quantos dias ficar

Verona pede um ou dois dias. Para o lago, reserve pelo menos mais dois: um para Sirmione, no sul, e outro para Malcesine e Riva del Garda, no norte. Com quatro ou cinco dias no total, dá para dormir uma ou duas noites às margens do lago e circular de barco entre as vilas sem pressa.

Em que cidade se hospedar

Em Verona, o centro histórico entre a Piazza Bra e a Piazza delle Erbe deixa tudo a pé; a área perto da estação Porta Nuova é prática para quem vai fazer bate-voltas. No lago, Sirmione e a vizinha Desenzano del Garda, no sul, têm estação de trem por perto. No norte, Riva del Garda e Malcesine servem de base para o Monte Baldo, as trilhas e os passeios de barco na parte estreita do lago.

Respeite o lugar

Recolha seu lixo, respeite a sinalização e valorize os serviços locais. Em áreas naturais, siga as orientações de visitação.

Tire suas dúvidas

Perguntas frequentes sobre Verona e Lago de Garda

Como chego a Verona vindo do Brasil?

A ligação com o Brasil costuma ser com conexão em outra cidade. Confirme antes de comprar. Muitos voos chegam a Milão ou Veneza e o resto do caminho se faz de trem: são cerca de 1h15 de Milão e cerca de 1h10 de Veneza até Verona Porta Nuova nos trens de alta velocidade da Trenitalia e da Italo. Confirme os horários. O aeroporto de Verona Villafranca (VRN) também recebe voos de outras cidades europeias.

Dá para conhecer o Lago de Garda num bate-volta de Verona?

Dá, principalmente Sirmione, que fica a cerca de 40 km. De trem, vá até a estação Desenzano del Garda-Sirmione ou Peschiera del Garda e siga de ônibus ou de barco. Malcesine e Riva del Garda ficam mais longe, no norte do lago: com ônibus ou barco, o dia fica corrido. Para eles, vale dormir uma noite no lago.

Preciso de carro para o Lago de Garda?

Não é obrigatório. Na temporada, que costuma ir do fim de março ao início de novembro, os barcos ligam as vilas das margens, e linhas de ônibus percorrem a estrada Gardesana. O carro dá mais liberdade fora da temporada, mas a estrada da margem é estreita e fica cheia no verão, os estacionamentos são pagos e os centros históricos, como o de Sirmione, têm ZTL, a zona de trânsito limitado fechada a carros de fora.

Qual a melhor época para ir?

Maio, junho e setembro costumam reunir clima agradável e menos gente. Julho e agosto são quentes, com lago cheio e o festival de ópera da Arena de Verona. No inverno, de dezembro a fevereiro, as estações são invertidas em relação ao Brasil: faz frio, os barcos quase param e muitas atrações do lago reduzem os horários.

Qual a diferença de fuso e de horários das refeições?

A Itália fica 4 ou 5 horas à frente de Brasília, conforme a época do ano. O almoço costuma ser servido por volta das 12h30 às 14h30, e o jantar a partir das 19h30 ou 20h. Fora desses horários, muitos restaurantes ficam fechados, mas bares servem lanches.

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