Egilsstaðir
Egilsstaðir é uma base de serviços no interior do Leste, junto ao corredor da rota 1. Hengifoss e Hallormsstaðaskógur ficam no vale de Lagarfljót; Stuðlagil exige um desvio próprio para Jökuldalur.
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Fiordes habitados e vales com cascatas, floresta e colunas de basalto entre Egilsstaðir e Seyðisfjörður.
Na foto: Stuðlagil
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
Conheça o lugar
O Leste oferece duas bases complementares. Egilsstaðir organiza a estrada principal e os passeios pelos vales do interior. Seyðisfjörður fica no fundo de um fiorde, depois da ligação de montanha, com um núcleo de construções de madeira e conexão marítima internacional.
Hengifoss apresenta uma parede de camadas avermelhadas e uma caminhada que passa por Litlanesfoss. Hallormsstaðaskógur acrescenta uma área arborizada junto a Lagarfljót. Stuðlagil mostra o basalto em forma de cânion. Na estrada até o fiorde, Gufufoss combina com a visita à igreja azul do povoado.
As paisagens não ficam todas na mesma estrada, e os desvios exigem dias próprios. Para quem vem do Brasil, o inglês costuma ajudar nos serviços e a grafia islandesa é útil na navegação. Reserve refeições nas bases e escolha caminhadas que caibam entre os trajetos, em vez de somar o interior ao litoral inteiro em um só dia.
Este roteiro reúne 2 cidades que combinam na mesma viagem: Egilsstaðir, Seyðisfjörður.
Um destino, diferentes caminhos
Comece por uma cidade ou combine mais de uma no seu roteiro.
Contornos: National Land Survey of Iceland, via geoBoundaries (CC BY 4.0). Adaptação do Cidade Turismo.
A ligação com o Brasil costuma ser com conexão em outra cidade. Confirme antes de comprar. Egilsstaðir tem aeroporto e acesso pela rota 1; a estrada 93 segue ao fiorde de Seyðisfjörður.
Ponto de chegada sugerido: Egilsstaðir
Egilsstaðir é uma base de serviços no interior do Leste, junto ao corredor da rota 1. Hengifoss e Hallormsstaðaskógur ficam no vale de Lagarfljót; Stuðlagil exige um desvio próprio para Jökuldalur.
Seyðisfjörður ocupa o fundo de um fiorde e reúne construções de madeira em um núcleo compacto. A igreja azul integra a caminhada urbana; Gufufoss fica no vale da estrada de acesso desde Egilsstaðir.
A experiência do lugar
Cascata diante de uma parede com faixas avermelhadas, alcançada por uma trilha no vale de Fljótsdalur.
Igreja de madeira azul-clara no fundo de um fiorde, junto ao núcleo de casas do povoado.
Queda do rio Fjarðará no vale de acesso a Seyðisfjörður, perto da estrada de montanha.
Garganta com paredes de colunas de basalto no curso do rio Jökla.
Antes de partir
Um pouco de planejamento deixa mais espaço para aproveitar o caminho.
De junho a agosto, as horas de luz costumam facilitar trilhas e desvios. Entre dezembro e fevereiro, frio e dias curtos pedem etapas menores e confirmação dos acessos.
As épocas indicadas são as mais comuns; a natureza nem sempre segue o calendário.
Quatro a cinco dias permitem combinar os vales do interior com uma ou duas noites no fiorde.
Egilsstaðir concentra serviços e reduz os deslocamentos para as trilhas do interior. Seyðisfjörður favorece a caminhada urbana e a experiência de pernoitar junto ao fiorde. Confira a logística antes de usar a vila como base para todos os vales.
Recolha seu lixo, respeite a sinalização e valorize os serviços locais. Em áreas naturais, siga as orientações de visitação.
Tire suas dúvidas
A cidade é uma base no interior; Seyðisfjörður oferece o pernoite no fundo do fiorde.
São cerca de 27 km, mas a ligação cruza relevo de montanha e pede planejamento conforme as condições.
Não. O cânion exige outro desvio, em direção a Jökuldalur.
A conexão marítima é internacional dentro do Atlântico Norte; para o brasileiro, exige montar outra combinação de viagem.