Selfoss
Selfoss fica junto ao rio Ölfusá e serve de base rodoviária para o Círculo Dourado. Kerið está perto da cidade; Þingvellir, Geysir e Gullfoss completam um circuito pelo interior, com caminhadas em cada parada.
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Fissuras de Þingvellir, fontes de Geysir e as quedas de Gullfoss em um circuito pelo interior do Sul.
Na foto: Gullfoss
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
Conheça o lugar
O Círculo Dourado reúne paisagens que ajudam a compreender a geologia islandesa em uma viagem curta pelo interior. Selfoss oferece uma base na rota 1, de onde se pode organizar o circuito e depois seguir para a Costa Sul.
Þingvellir combina o vale de fissuras com o antigo local de assembleia reconhecido como patrimônio mundial. Em Haukadalur, Geysir e Strokkur apresentam fontes quentes e atividade de gêiseres. Gullfoss mostra o rio Hvítá descendo em dois níveis para um cânion. A cratera Kerið acrescenta outro tipo de forma vulcânica.
O trajeto é rodoviário, e cada parada pede tempo fora do veículo. Para o brasileiro, as distâncias relativamente curtas não significam tempo quente: mesmo de junho a agosto, o verão costuma ser fresco e sujeito a chuva. Separe a visita dos dias de voo e organize o almoço entre os deslocamentos.
Este roteiro tem 1 cidade: Selfoss.
Um destino, diferentes caminhos
Comece por uma cidade ou combine mais de uma no seu roteiro.
Contornos: National Land Survey of Iceland, via geoBoundaries (CC BY 4.0). Adaptação do Cidade Turismo.
A ligação com o Brasil costuma ser com conexão em outra cidade. Confirme antes de comprar. De Keflavík, siga por estrada até Selfoss; os atrativos ficam em estradas do interior.
A experiência do lugar
Vale de fissuras e antigo local de assembleia, reconhecido como patrimônio mundial.
Campo de fontes quentes de Haukadalur, onde o gêiser Strokkur costuma lançar água e vapor.
Quedas em dois níveis do rio Hvítá, que muda de direção e entra em um cânion.
Cratera com lago, encostas avermelhadas e caminhos entre a borda e o interior.
Antes de partir
Um pouco de planejamento deixa mais espaço para aproveitar o caminho.
De junho a agosto há mais tempo de luz para as caminhadas. De dezembro a fevereiro os dias costumam ser curtos, exigindo um circuito com menos paradas.
As épocas indicadas são as mais comuns; a natureza nem sempre segue o calendário.
Um dia cobre as três paradas principais; dois dias com Selfoss como base permitem incluir Kerið e percursos mais demorados.
O centro de Selfoss reúne serviços e facilita sair pela rota 1. Hospedagens rurais entre a cidade e as estradas 35 e 36 aproximam algumas paradas, mas exigem planejar refeições e deslocamentos.
Recolha seu lixo, respeite a sinalização e valorize os serviços locais. Em áreas naturais, siga as orientações de visitação.
Tire suas dúvidas
Þingvellir, a área de Geysir e Gullfoss formam a sequência mais conhecida.
Não; há trechos de estrada entre os lugares e caminhadas independentes em cada parada.
Sim, a base está no corredor da rota 1 e evita retornar à capital.
O circuito recebe visitas em diferentes meses, mas o tempo de luz e os caminhos disponíveis mudam com as condições.