Depot Boijmans Van Beuningen: o depósito de arte aberto ao público
Sai de Museumpark 24, no Museumpark A pé do centro; bonde 7 ou 8 até Museumpark; metrô até Eendrachtsplein cerca de 2 horas manhã fácil
O Depot é o prédio espelhado em forma de tigela, do escritório MVRDV, que guarda o acervo do Museum Boijmans Van Beuningen: cerca de 154 mil obras reunidas em 175 anos, de Bruegel e Bosch a Dalí e Magritte. A diferença para um museu é que aqui não há exposição montada: o visitante anda pelos andares de depósito, vê as obras penduradas em grades, encaixotadas ou em vitrines, e acompanha pelas janelas o trabalho de restauradores e técnicos. Um átrio de escadas cruzadas liga os pisos, com vitrines de vidro suspensas. No alto há uma floresta no telhado e o restaurante Renilde, com vista para o Museumpark e o centro. A entrada é por horário marcado, comprado no site oficial. O Depot fica no Museumpark, a poucos passos da Kunsthal e do Nieuwe Instituut, o que permite emendar os três no mesmo dia.
Passa por: Depot Boijmans Van Beuningen, Museumpark, Renilde.
Inclui: Visita ao Depot com horário marcado (ingresso pago à parte), terraço do telhado.
Dica: Reserve a hora no site oficial antes de ir; sem horário não se entra. Não há exposição com legenda: vale alugar o áudio-guia ou entrar numa visita guiada para entender o que se vê.
Melhor época: O ano inteiro; passeio coberto.
Museumpark: Kunsthal e Nieuwe Instituut
Sai de Westzeedijk 341 (Kunsthal) e Museumpark 25 (Nieuwe Instituut) A pé; bonde 8 até Kievitslaan; metrô até Eendrachtsplein cerca de 3 horas tarde fácil
O Museumpark é o parque que reúne os museus de Rotterdam. Na ponta sul fica a Kunsthal, prédio de 1992 de Rem Koolhaas e do OMA, com concreto, vidro e aço e sem rota fixa de visita. Não tem acervo próprio: recebe exposições temporárias de arte, fotografia, design e moda, várias ao mesmo tempo, que mudam ao longo do ano. Do outro lado do parque está o Nieuwe Instituut, museu de arquitetura, design e cultura digital, com exposições sobre o desenho das cidades e dos objetos e um arquivo de projetos de arquitetos holandeses. Ao lado dele, o Huis Sonneveld é uma casa modernista de 1933, de Brinkman e Van der Vlugt, mantida com móveis, cores e aparelhos da época; a visita mostra como vivia uma família rica de Rotterdam antes da guerra. Entre os museus, o parque tem gramados e um jardim, útil para descansar entre uma visita e outra.
Passa por: Kunsthal, Nieuwe Instituut, Huis Sonneveld, Museumpark.
Inclui: Kunsthal (ingresso pago à parte), Nieuwe Instituut e Huis Sonneveld (ingressos pagos à parte), Museumpark.
Dica: Veja no site da Kunsthal o que está em cartaz antes de ir, porque tudo é temporário. A Kunsthal tem noite com horário estendido em algumas sextas.
Melhor época: O ano inteiro; museus cobertos.
Delfshaven histórico e a Pelgrimvaderskerk
Sai de Estação de metrô Delfshaven (linhas A, B e C) Metrô; bonde 4 ou 8; a pé pela Nieuwe Binnenweg cerca de 2 horas tarde fácil
Delfshaven é o pedaço da cidade que escapou do bombardeio de 1940 e mostra como era Rotterdam antes: um porto estreito, o Voorhaven, com casas de tijolo, armazéns e barcos antigos atracados. Era o porto de Delft, onde chegava o arenque e funcionavam as destilarias de genebra. Na beira da água fica a Pelgrimvaderskerk, a igreja de onde os peregrinos ingleses rezaram em 1620 antes de embarcar no Speedwell rumo à Inglaterra e de lá, no Mayflower, para a América. Dá para entrar na igreja em alguns horários e ver a placa que lembra a partida. Um moinho, De Distilleerketel, ainda mói grãos no cais. O bairro tem cafés, uma cervejaria, pequenas lojas e o Dutch Pinball Museum, com máquinas de fliperama para jogar. Nos meses quentes há barcos elétricos de aluguel no canal. O passeio é curto e tranquilo, bom para o fim da tarde, quando a luz bate nas fachadas.
Passa por: Delfshaven, Pelgrimvaderskerk, Voorhaven, Achterhaven, Molen De Distilleerketel.
Inclui: Caminhada pelo Voorhaven e Achterhaven, exterior da Pelgrimvaderskerk (entrada quando aberta), moinho, cafés.
Dica: Combine com a Nieuwe Binnenweg, rua de bares e lojas que leva do centro até Delfshaven a pé. A linha histórica de bonde 10 costuma circular no verão e passa por aqui: confira os dias.
Melhor época: Abril a outubro, com os terraços abertos; vale o ano inteiro.
Maritiem Museum e Leuvehaven: o porto antigo em museu
Sai de Leuvehaven 1, no centro A pé; metrô até Leuvehaven ou Beurs cerca de 3 horas manhã fácil
O Maritiem Museum fica no Leuvehaven, a bacia do porto mais antiga do centro, e conta a história da navegação holandesa e do porto de Rotterdam com maquetes, mapas, instrumentos e vídeos. A parte que mais prende é a Offshore Experience, simulação de uma plataforma de petróleo e gás no mar do Norte, com tarefas para o visitante cumprir num ambiente com vento e balanço. Do lado de fora, no próprio porto, está o museu a céu aberto: guindastes antigos, rebocadores, barcaças e navios históricos atracados, vários abertos à visita, com áudio-tour que explica como o porto começou aqui. É museu que funciona bem com crianças, com salas interativas e muito para subir e mexer. Fica a poucos minutos a pé da Erasmusbrug e do cais do Spido, o que permite juntar o museu de manhã e o passeio de barco à tarde. Entrada por horário marcado no site oficial.
Passa por: Maritiem Museum Rotterdam, Leuvehaven, Havenmuseum, Offshore Experience.
Inclui: Museu coberto, Offshore Experience e porto-museu ao ar livre com navios (ingresso pago à parte).
Dica: Reserve o horário no site oficial. Comece pelo porto externo se o dia estiver bom e deixe as salas para quando chover.
Melhor época: O ano inteiro; os navios do porto externo são melhores com tempo seco.
SS Rotterdam: o antigo navio da Holland-Amerika Lijn
Sai de 3e Katendrechtse Hoofd, na ponta de Katendrecht A pé desde o Deliplein; ônibus ou táxi-barco desde a Erasmusbrug cerca de 2 horas tarde fácil
O SS Rotterdam é o antigo navio-almirante da Holland-Amerika Lijn, o transatlântico que fazia a linha Rotterdam–Nova York e depois virou navio de cruzeiros. Hoje fica atracado em definitivo na ponta de Katendrecht, de frente para o Maashaven, e funciona como hotel, restaurante e museu. As visitas guiadas levam à ponte de comando, à casa de máquinas, aos salões de 1959 com madeiras e lustres originais e aos conveses de passeio. Há tours com temas diferentes, da engenharia à vida a bordo, e dá para subir ao deque superior e ver o rio e a skyline de um ângulo que não se tem da cidade. Os restaurantes e o bar aceitam quem não está hospedado. O navio fica a uma caminhada do Fenix e do Deliplein, e por isso costuma entrar no mesmo dia da visita a Katendrecht. É programa bom para quem gosta de navios e de design dos anos 1950.
Passa por: SS Rotterdam, Katendrecht, Maashaven.
Inclui: Tour guiado a bordo (pago à parte), conveses, bar e restaurantes.
Dica: Reserve o tour no site oficial, que tem horários e idiomas definidos. Vá a pé de Katendrecht pela orla, que passa pelos armazéns antigos.
Melhor época: O ano inteiro; os conveses abertos são melhores de abril a outubro.
Rotterdam Centraal, Coolsingel e Hofbogen: arquitetura do centro novo
Sai de Rotterdam Centraal, saída principal A pé cerca de 2 horas e meia manhã fácil
Rotterdam Centraal, de 2014, é a estação com a cobertura de aço e vidro que se inclina como uma seta apontando para o centro; o interior é de madeira e luz natural, e a praça em frente abre para os prédios altos do Weena. Desça pela Coolsingel, a avenida principal, até o Stadhuis, a prefeitura de 1920 de Henri Evers, um dos poucos prédios da avenida que sobreviveram ao bombardeio de 1940. Perto fica a Lijnbaan, de 1953, a primeira rua comercial só para pedestres da Europa, modelo para muitas outras. Ao norte da estação, no bairro Agniesebuurt, os Hofbogen são o antigo viaduto ferroviário de 1908 da linha do Hofplein, com quase 2 km de arcos de tijolo ocupados por cafés, ateliês, padarias e lojas pequenas. É a parte da cidade que mostra como Rotterdam se reconstruiu do zero: quadras largas, prédios de vidro, arte pública e, embaixo dos arcos, a vida de bairro. O passeio é plano e dá para fazer antes de deixar as malas ou no último dia, a caminho do trem.
Passa por: Rotterdam Centraal, Coolsingel, Stadhuis, Hofbogen, Hofplein, Lijnbaan.
Inclui: Rotterdam Centraal, Coolsingel, exterior do Stadhuis, Lijnbaan, Hofbogen.
Dica: Os Hofbogen são mais vivos no fim da manhã e à tarde, quando os cafés abrem. Para quem gosta de arquitetura, o centro de informação do Nieuwe Instituut tem mapas de roteiro a pé.
Melhor época: O ano inteiro.
Witte de Withstraat e Nieuwe Binnenweg: bares, galerias e a noite
Sai de Estação de metrô Eendrachtsplein A pé; metrô até Eendrachtsplein; bonde até Museumpark cerca de 3 horas noite fácil
A Witte de Withstraat é a rua que concentra a noite de Rotterdam: bares com mesas na calçada, restaurantes pequenos, galerias e lojas de design, num trecho curto entre o Museumpark e a Schiedamsedijk. Ali fica o Melly, centro de arte contemporânea com exposições temporárias, e as paredes das ruas laterais têm murais. A rua enche no fim da tarde e segue até tarde da noite, com público misto de moradores, estudantes e turistas. A Nieuwe Binnenweg, que sai da Eendrachtsplein para oeste, é mais longa e mais de bairro: lojas de discos, brechós, cafés e restaurantes de várias cozinhas, até chegar a Delfshaven. Entre as duas, a Eendrachtsplein tem a escultura conhecida como Kabouter Buttplug, que os moradores adotaram como marco. É o programa para a noite depois dos museus: jantar numa rua, tomar algo na outra e voltar a pé ao hotel, porque tudo fica a poucos minutos do centro.
Passa por: Witte de Withstraat, Nieuwe Binnenweg, Melly, Eendrachtsplein, Museumpark.
Inclui: Caminhada pelas duas ruas, Melly (entrada paga à parte), bares e restaurantes por conta do viajante.
Dica: Nas noites de sexta e sábado as mesas da Witte de Withstraat lotam; chegue antes das 19h para jantar sem espera. A Nieuwe Binnenweg é mais calma e mais barata.
Melhor época: Abril a outubro, com os terraços na rua; funciona o ano inteiro.
Diergaarde Blijdorp: o zoológico de Rotterdam
Sai de Blijdorplaan 8, bairro Blijdorp Metrô linha E até Blijdorp; ônibus 44 desde Rotterdam Centraal meio dia dia inteiro fácil
O Diergaarde Blijdorp é o zoológico da cidade, fundado em 1857 e instalado desde 1940 no parque desenhado pelo arquiteto Sybold van Ravesteyn, cujos prédios de linhas curvas são monumento protegido. Os animais ficam em áreas organizadas por continente, com elefantes asiáticos, gorilas, leões, girafas, ursos-polares e pandas-vermelhos, entre muitos outros, em recintos amplos e arborizados. A parte mais procurada é o Oceanium, aquário com túnel de vidro por onde passam tubarões, tartarugas e cardumes, além de pinguins e lontras. Há estufa de borboletas, área de fazenda para crianças e muitos gramados para parar. O passeio toma meio dia com calma e é a escolha certa para família com criança ou para um dia de chuva, já que boa parte é coberta. Fica a poucas estações de metrô do centro, na linha E, que para ao lado da entrada.
Passa por: Diergaarde Blijdorp, Oceanium, Blijdorp.
Inclui: Zoológico completo e Oceanium (ingresso pago à parte).
Dica: Compre o ingresso no site oficial para a data e chegue cedo, antes dos grupos escolares. Em dia de chuva, comece pelo Oceanium e pelas estufas.
Melhor época: Abril a outubro, com os animais mais ativos ao ar livre; aberto o ano inteiro.
Kralingse Plas e Kralingse Bos de bicicleta
Sai de Rotterdam Centraal ou estação de metrô Kralingse Zoom Bicicleta (OV-fiets na estação); metrô até Voorschoterlaan ou Kralingse Zoom cerca de 3 horas tarde fácil
O Kralingse Plas é o lago no leste da cidade, cercado pelo Kralingse Bos, o bosque urbano com trilhas, gramados, praia de areia e dois moinhos de vento, De Ster e De Lelie, que moem especiarias e abrem em alguns dias. Dá a volta no lago uma ciclovia plana de cerca de 5 km, o que faz do lugar um jeito simples de pedalar em Rotterdam sem trânsito: alugue uma OV-fiets na estação ou uma bicicleta na cidade e siga pela ciclovia a partir do bairro de Kralingen, com casas antigas e ruas arborizadas. No verão, moradores nadam, remam e fazem churrasco nas margens; há cafés com terraço na beira da água e aluguel de barcos a remo e de vela. No inverno, com frio forte, o lago costuma congelar e virar pista de patinação, o que não é garantido. É o lado verde da cidade, a vinte minutos de bicicleta do centro, e combina com o fim de uma tarde de museus.
Passa por: Kralingse Plas, Kralingse Bos, Kralingen, De Ster, De Lelie.
Inclui: Volta no lago de bicicleta, bosque, moinhos vistos por fora, cafés nas margens.
Dica: Pedale pela direita e respeite as faixas vermelhas de ciclovia, que são de uso exclusivo. Quem não pedala pode ir de metrô até Voorschoterlaan e caminhar até o lago.
Melhor época: Maio a setembro, com dias longos e o lago em uso; outono tem as cores do bosque.
Bate-volta a Dordrecht pelo Waterbus
Sai de Cais da Erasmusbrug (Waterbus linha 20) ou Rotterdam Centraal (trem) Waterbus linha 20 (cerca de 1 h) ou trem Intercity (menos de meia hora) dia inteiro manhã e tarde fácil
Dordrecht é a cidade mais antiga da Holanda, com foral de 1220, e fica numa ilha entre três rios, a cerca de 20 km de Rotterdam. A graça do bate-volta é ir de barco: a linha 20 do Waterbus sai do cais da Erasmusbrug, passa por Krimpen, Ridderkerk, Alblasserdam e Papendrecht e chega ao Merwekade, no centro de Dordrecht, em cerca de uma hora de rio. O centro é de ruas estreitas, portos internos com barcos de madeira e casas de mercador dos séculos XVII e XVIII: Voorstraathaven, Nieuwe Haven e Wolwevershaven. A Grote Kerk tem a torre inclinada com carrilhão, que se sobe para ver os rios. No Groothoofd, a ponta onde o Oude Maas encontra o Merwede, passam navios de carga o dia inteiro, de frente para os cafés. O Dordrechts Museum reúne pintura holandesa, com Van Goyen e Cuyp, e no Het Hof está o museu sobre a primeira assembleia das províncias livres, de 1572. Volte de trem, de Dordrecht a Rotterdam Centraal, para encurtar o dia.
Passa por: Dordrecht, Grote Kerk, Voorstraathaven, Nieuwe Haven, Groothoofd, Dordrechts Museum, Het Hof.
Inclui: Travessia de Waterbus, caminhada pelo centro e pelos portos, Grote Kerk (torre paga à parte), museus (ingressos pagos à parte).
Dica: Faça a ida de barco e a volta de trem. Veja na tabela do Waterbus a frequência do dia; aos domingos e no inverno há menos saídas. Do Merwekade ao centro são poucos minutos a pé.
Melhor época: Abril a outubro, com o barco e os terraços; a cidade vale o ano inteiro.
Bate-volta a Gouda, com o mercado de queijo às quintas
Sai de Rotterdam Centraal Trem NS (cerca de 20 min); a pé no centro meio dia a dia inteiro manhã fácil
Gouda fica a cerca de 20 minutos de trem de Rotterdam Centraal e é a cidade que deu nome ao queijo. O centro gira em torno do Markt, praça com o Stadhuis gótico do século XV no meio e a Waag, a casa de pesagem de 1668, num dos lados. O mercado de queijo costuma acontecer nas manhãs de quinta-feira, de abril a agosto: carroças puxadas a cavalo trazem as rodas de queijo, comerciantes e produtores negociam batendo as mãos, como antigamente, e o queijo é pesado na balança original da Waag. Ao redor montam bancas de queijo, produtos locais e artesanato. Fora da temporada o Markt vale pela praça e pelas lojas de queijo e de stroopwafel, o biscoito de caramelo que nasceu aqui. A poucos passos está a Sint-Janskerk, a igreja mais comprida da Holanda, com 123 metros, famosa pelos vitrais do século XVI, e o Museum Gouda, no antigo hospital. Há passeio de barco pelos canais e padarias com oficina de stroopwafel.
Passa por: Gouda, Markt, Stadhuis, Waag, Sint-Janskerk, Museum Gouda.
Inclui: Trem, mercado de queijo (quintas, abril a agosto, costuma ir até o meio-dia), Markt, Waag, Sint-Janskerk (entrada paga à parte).
Dica: No dia de mercado chegue antes das 10h para ver a chegada das carroças. Confira no site da cidade as datas da temporada, que mudam um pouco a cada ano e pulam feriados.
Melhor época: Quintas de abril a agosto, pelo mercado; fora disso, qualquer época.
Schiedam: os moinhos mais altos e a genebra
Sai de Rotterdam Centraal ou estação de metrô Schiedam Centrum Trem Sprinter (cerca de 5 min) ou metrô A, B ou C até Schiedam Centrum meio dia tarde fácil
Schiedam é a cidade colada a Rotterdam pelo oeste, a poucos minutos de trem ou de metrô, conhecida pelos moinhos de vento mais altos do mundo. Eles foram construídos no século XVIII para moer o grão das destilarias de genebra e precisavam passar por cima dos armazéns altos, por isso a altura. Cinco seguem de pé ao longo do canal Noordvest: De Noord, De Walvisch, De Drie Koornbloemen, De Nieuwe Palmboom e De Vrijheid. Alguns abrem para visita e um deles tem restaurante. No Lange Haven, o canal do centro com casas de mercador e antigas destilarias, fica o Nationaal Jenevermuseum, instalado numa fábrica, que explica a história da bebida que deu a Schiedam o apelido de Nazaré Negra pelo fumo das chaminés; há degustação e uma destilaria em funcionamento. O centro é pequeno, com pontes e cais, e se percorre em uma tarde. É o complemento certo para quem quer ver moinhos sem ir a Kinderdijk, ou para somar ao mesmo dia.
Passa por: Schiedam, Lange Haven, Nationaal Jenevermuseum, De Walvisch, De Noord, De Nieuwe Palmboom.
Inclui: Centro histórico, canal Lange Haven, moinhos por fora (visita interna quando aberta), Nationaal Jenevermuseum (ingresso pago à parte).
Dica: Os moinhos abrem em dias diferentes; confira os horários da semana no site de turismo de Schiedam antes de ir. O trem é mais rápido, o metrô dispensa baldeação a partir de muitos bairros.
Melhor época: O ano inteiro; os moinhos costumam girar em dias de vento.