Grotten Noord e Fort Sint Pieter (Maastricht Underground)
Sai de Luikerweg 80, sopé da Sint-Pietersberg ônibus 12 ou a pé (20 a 30 minutos do centro) cerca de 1 hora por visita; 2 horas na combinação manhã ou tarde moderada (escuro, piso irregular)
A Sint-Pietersberg, a colina ao sul da cidade, foi escavada por séculos para tirar blocos de mergel, a pedra calcária amarela das casas da região. O resultado é um labirinto que já teve mais de 20 mil galerias. A visita às Grotten Noord é guiada, em holandês e inglês, dura cerca de 1 hora e 10 minutos e acontece todos os dias; o guia leva lanterna e mostra assinaturas e desenhos deixados pelos cortadores de pedra há centenas de anos, além de contar como a população se escondeu ali na guerra. Lá dentro fica escuro de verdade e a temperatura é de 9 a 10 graus o ano todo. No alto da colina está o Fort Sint Pieter, forte do início do século XVIII construído para defender a cidade; a visita guiada de cerca de 1 hora passa pelo poço, pelas seteiras e pela galeria dos canhões, e dá vista sobre Maastricht e o vale do Mosa. As duas visitas podem ser combinadas no mesmo ingresso. Há também as Grotten Zonneberg, no outro lado da colina, com visitas em datas avulsas; e as Kazematten, galerias subterrâneas de defesa perto do Tongerseplein.
Passa por: Grotten Noord, Fort Sint Pieter, Sint-Pietersberg, Grotten Zonneberg.
Inclui: Visita guiada às Grotten Noord e ao Fort Sint Pieter (ingresso pago à parte, reserve no site oficial), vista do forte.
Dica: Leve casaco mesmo no verão e calce tênis fechado. Reserve o horário com antecedência no site oficial, principalmente nos fins de semana; a bilheteria fica na Luikerweg 80.
Melhor época: O ano todo: a temperatura dentro da gruta não muda. Nos dias de chuva é um programa seguro.
Caminhada pela Sint-Pietersberg e a ENCI-groeve
Sai de Oog van Sint Pieter (Luikerweg) ou Lage Kanaaldijk a pé ou ônibus 12 até o início de 2 horas a meio dia dia inteiro ou tarde moderada (subidas e escadaria)
Além das grutas, a Sint-Pietersberg é uma reserva natural administrada pela Natuurmonumenten, com pastos calcários, ovelhas da raça Mergelland e cabras que mantêm a vegetação baixa. O ponto alto é a ENCI-groeve, a antiga pedreira de cimento: um buraco enorme de paredes claras onde já se acharam fósseis de mosassauro, o réptil marinho que leva o nome do Mosa. Há um mirante aberto do nascer ao pôr do sol e uma escadaria de 215 degraus que desce da entrada norte, na Luikerweg, até o fundo da pedreira; a parte mais funda ainda não é aberta ao público. Do lado sul, na Lage Kanaaldijk, fica D'n Observant, colina artificial feita com o entulho da pedreira, com um caminho em espiral até o mirante Ster van Maastricht, que olha para cinco direções, inclusive para a Bélgica. O roteiro circular sinalizado tem 10,8 km e passa pelo Fort Sint Pieter, pelos pastos, pela pedreira e pelo Observant; há versões mais curtas. É um passeio de campo a 20 minutos do centro da cidade.
Passa por: Sint-Pietersberg, ENCI-groeve, D'n Observant, Fort Sint Pieter, Lage Kanaaldijk.
Inclui: Trilhas sinalizadas, mirante da pedreira, escadaria para a ENCI-groeve e mirante de D'n Observant.
Dica: Combine com a visita ao forte e às grutas, que saem da mesma Luikerweg. Depois da chuva o calcário fica escorregadio; vá de tênis com sola boa.
Melhor época: De abril a outubro; em maio e junho os pastos calcários estão floridos e cheios de borboletas.
Sint Servaasbrug, Wyck e Céramique
Sai de Maaspromenade, margem oeste do Mosa a pé cerca de 2 horas tarde fácil
A Sint Servaasbrug, de 1280, é a ponte de pedra mais antiga em uso na Holanda. Liga o centro a Wyck, o bairro da margem leste do Mosa, e hoje é só para pedestres e ciclistas: é o lugar clássico para fotografar o rio com as torres das igrejas atrás. Em Wyck, a Rechtstraat é a rua principal, com casas dos séculos XVIII e XIX, pedras de fachada com nomes antigos, cafés, lojas de design e restaurantes; a Stationsstraat, com casarões do fim do século XIX, leva até a estação de trem. Ao sul de Wyck começa Céramique, bairro erguido nos anos 1990 no terreno da antiga fábrica de louça Société Céramique, que fechou por volta de 1980. Sobraram dois galpões da fábrica, entre eles a Bordenhal, hoje teatro. A Plein 1992 lembra o Tratado de Maastricht, assinado ali, que criou a União Europeia e a moeda única; no Centre Céramique ficam a biblioteca e o museu da cidade. Um pouco adiante, a Hoge Brug, passarela moderna, volta para o centro, e no fim da Avenue Céramique aparece a torre de zinco do Bonnefanten.
Passa por: Sint Servaasbrug, Wyck, Rechtstraat, Stationsstraat, Céramique, Plein 1992, Centre Céramique, Hoge Brug.
Inclui: Travessia da Sint Servaasbrug, ruas de Wyck, Plein 1992, prédios de Céramique e volta pela Hoge Brug.
Dica: Faça o circuito no fim da tarde e termine em um dos cafés da Rechtstraat. A Maaspromenade, na margem do centro, tem bancos de frente para a ponte.
Melhor época: O ano todo; de maio a setembro, com o rio movimentado de barcos.
Bonnefanten, o museu de Aldo Rossi à beira do Mosa
Sai de Avenue Céramique 250, bairro Céramique a pé (15 minutos da estação) ou ônibus cerca de 2 horas manhã ou tarde fácil
O Bonnefanten é o museu de arte de Limburgo, num prédio de tijolo com uma torre em forma de foguete revestida de zinco, projeto do arquiteto italiano Aldo Rossi, inaugurado em 1995 à beira do Mosa. Por dentro, uma escadaria longa e reta sobe pelo eixo do edifício e distribui os andares. O primeiro andar é dos mestres antigos: pintura e escultura medievais e renascentistas do sul dos Países Baixos e da Itália, além de prataria e cerâmica de Maastricht. Os andares de cima são de arte moderna e contemporânea, com exposições temporárias que trocam várias vezes por ano, e há uma sala permanente dedicada ao próprio Rossi. O museu tem programa para crianças e um laboratório de atividades aberto todos os dias. Na saída, o Charles Eyckpark, em frente, desce até o rio e dá uma boa vista da cúpula da torre refletida na água. É o complemento natural de um passeio por Wyck e Céramique.
Passa por: Bonnefanten, Avenue Céramique, Charles Eyckpark.
Inclui: Coleção de mestres antigos, arte contemporânea, exposições temporárias e o prédio de Aldo Rossi (ingresso pago à parte).
Dica: Veja a programação no site oficial antes de ir: parte dos andares fecha por alguns dias na troca de exposição.
Melhor época: O ano todo; bom programa para dia de chuva.
Passeio de barco pelo Mosa com a Rederij Stiphout
Sai de Maaspromenade 58, entre a Sint Servaasbrug e a Wilhelminabrug a pé até o cais cerca de 50 minutos (volta curta) ou dia inteiro (Liège) tarde fácil
Os barcos da Rederij Stiphout saem do cais da Maaspromenade, na margem do centro, logo abaixo da Sint Servaasbrug. O passeio básico dura cerca de 50 minutos: desce o rio passando pela ponte, pela Onze-Lieve-Vrouwebasiliek, pelo Bonnefanten e pelo prédio do governo provincial, segue até a Sint-Pietersberg e dá meia-volta perto da eclusa de Ternaaien, já na fronteira com a Bélgica. Há comentário a bordo e bar. Em alguns dias da temporada a empresa faz também a viagem de dia inteiro até Liège (Luik, em holandês), na Bélgica: cerca de 3 horas de descida, passando pela eclusa de Ternaaien, com desnível de 15 metros, tempo livre na cidade e volta de barco no fim da tarde. Há ainda roteiros de cinco eclusas e panorâmicos. A temporada costuma ir da primavera ao outono, com mais saídas de maio a setembro; os horários mudam conforme o mês e o barco adaptado a cadeira de rodas nem sempre está em operação. Confira a programação e reserve no site oficial.
Passa por: Maaspromenade, Mosa, Sint Servaasbrug, Eclusa de Ternaaien, Liège.
Inclui: Passeio de barco com comentário; opção de dia inteiro até Liège em datas da temporada (ingresso pago à parte).
Dica: O embarque abre 20 minutos antes. A Maaspromenade fica fechada a carros boa parte do dia; vá a pé. Para Liège, leve passaporte: é outro país.
Melhor época: De maio a setembro, quando costuma haver mais saídas por dia.
Valkenburg aan de Geul: castelo, Fluweelengrot e Cauberg
Sai de Estação Maastricht (trem Arriva até Valkenburg, cerca de 12 minutos) trem Arriva e a pé meio dia a dia inteiro dia inteiro moderada (subida ao castelo)
Valkenburg aan de Geul fica a cerca de 12 minutos de trem de Maastricht, no vale do rio Geul, e é a cidade turística do Heuvelland. No alto de uma colina estão as ruínas do castelo do século XI, destruído em 1672 por ordem de Guilherme III: muros, torres e um panorama do vale. O castelo abre todos os dias, salvo Natal e Ano-Novo. Debaixo dele fica a Fluweelengrot, gruta de mergel visitada com guia: pinturas nas paredes, inscrições, esculturas na pedra e uma capela do período francês do século XVIII; a gruta fecha algumas semanas em novembro e dezembro para montar o mercado de Natal, que costuma funcionar de meados de novembro ao fim de dezembro, ali e na Gemeentegrot. O centro tem duas portas medievais, a Grendelpoort e a Berkelpoort, ruas de pedestres cheias de restaurantes e, no sábado, muita gente da Bélgica e da Alemanha. A Cauberg é a subida de 1,2 km que sai da cidade, famosa no ciclismo pela Amstel Gold Race; dá para subir a pé ou de bicicleta. No alto fica o Thermae 2000, complexo de banhos termais. Pelas trilhas sinalizadas, a caminhada entre vinhedos, pomares e bosques é a razão de muita gente passar o dia aqui.
Passa por: Valkenburg aan de Geul, Kasteelruïne Valkenburg, Fluweelengrot, Gemeentegrot, Cauberg, Thermae 2000, Grendelpoort.
Inclui: Ruínas do castelo e Fluweelengrot (ingressos pagos à parte), centro medieval, subida da Cauberg e trilhas do vale do Geul.
Dica: Compre o ingresso combinado castelo e gruta no site oficial. Evite o sábado se quiser calma: é o dia cheio. De novembro a dezembro, reserve com antecedência para os mercados de Natal nas grutas.
Melhor época: De abril a outubro para as trilhas; de meados de novembro ao fim de dezembro para os mercados de Natal nas grutas.
Bicicleta pelo Heuvelland e pelo Mergelland
Sai de Estação Maastricht (aluguel de bicicleta e OV-fiets) bicicleta (rede de pontos numerados, knooppunten) de 4 horas a dia inteiro dia inteiro moderada a difícil (subidas de 10 a 12%)
O sul de Limburgo é a única parte da Holanda com colinas de verdade, e a bicicleta é a forma local de conhecê-lo. A região usa a rede de knooppunten: placas com números em cada cruzamento, de modo que basta anotar a sequência de pontos e seguir. A Mergellandroute, roteiro sinalizado de cerca de 155 km, pode ser feita em trechos: o lado oeste passa por Valkenburg, pela casa escavada na rocha em Geulhem, pelas fazendas em quadra (carréboerderijen) de Cadier en Keer, pelo castelo de Mheer, pela torre de observação de Mesch, com vista até Liège, e por Eijsden, o vilarejo onde o Mosa entra na Holanda, com praça e estátua do cramignon, a dança tradicional. Há subidas fortes, de 10 a 12%, e descidas em que é preciso segurar o freio; quem não pedala com frequência pode escolher a bicicleta elétrica ou ficar nos trechos planos ao longo do Mosa, entre Maastricht e Eijsden, cerca de 10 km, por ciclovia asfaltada. Em abril e maio os pomares de maçã e cereja costumam estar em flor. Nos vilarejos, as padarias vendem a vlaai e os cafés têm cerveja da região.
Passa por: Heuvelland, Mergellandroute, Eijsden, Mesch, Cadier en Keer, Mheer, Geulhem, Valkenburg aan de Geul.
Inclui: Aluguel de bicicleta (pago à parte), rede de pontos numerados, trechos da Mergellandroute ou a ciclovia plana do Mosa até Eijsden.
Dica: A OV-fiets, a bicicleta da NS, é alugada na estação com cartão de transporte holandês; as lojas da cidade alugam elétricas e de passeio com cartão de crédito. Leve água: a sombra é pouca nos planaltos.
Melhor época: De abril a outubro; abril e maio com os pomares em flor, setembro com as vinhas carregadas.
Drielandenpunt em Vaals: três países em um ponto
Sai de Maastricht (ônibus Arriva 350 até Vaals, cerca de 45 minutos) ônibus e a pé (subida de cerca de 3 km) ou carro meio dia tarde moderada (subida até o alto)
No alto da Vaalserberg, a 322 metros, o ponto mais alto da parte europeia da Holanda, um marco no chão assinala o encontro das fronteiras da Holanda, da Bélgica e da Alemanha. O visitante dá uma volta no marco e passa pelos três países em alguns passos; até 1919 era um ponto de quatro fronteiras, com o minúsculo território de Moresnet Neutro. Do lado holandês há a Wilhelminatoren, torre panorâmica de 35 metros com elevador, piso de vidro e restaurante; do lado belga, a Boudewijntoren, de 50 metros. As duas têm ingresso pago à parte e temporada própria; confira antes de ir. Ao lado fica o labirinto de sebes, com jatos de água e uma torre no centro, aberto em geral de abril ao início de novembro; há brasserie, parque infantil e loja. Do pé da colina, em Vaals, a subida pelo bosque leva cerca de 45 minutos a pé. A cidade de Aachen, na Alemanha, fica a 5 km dali, o que permite emendar os dois passeios no mesmo dia.
Passa por: Drielandenpunt, Vaalserberg, Vaals, Boudewijntoren, Wilhelminatoren, Labirinto do Drielandenpunt.
Inclui: Marco das três fronteiras, torres panorâmicas e labirinto (ingressos pagos à parte, com temporada), caminhada no bosque da Vaalserberg.
Dica: O ônibus 350 sai da estação de Maastricht e segue até Aachen; desça em Vaals e suba a pé, ou use um táxi local nos dias de chuva. Leve passaporte: a torre belga e Aachen já são outro país.
Melhor época: De abril a outubro, quando o labirinto e as torres costumam estar abertos.
Liège (Bélgica): bate-volta de trem pelo Mosa
Sai de Estação Maastricht (trem direto até Liège-Guillemins, cerca de 33 minutos) trem cerca de 8 horas, com o trem dia inteiro moderada (escadaria de 374 degraus)
Liège, Luik em holandês, é a maior cidade da Valônia e fica rio abaixo, já na Bélgica. O trem direto da estação de Maastricht leva cerca de 33 minutos até Liège-Guillemins, a estação de vidro e aço branco projetada por Santiago Calatrava, que por si só vale a parada. Dali o centro fica a 20 minutos a pé ou alguns minutos de ônibus. A Place Saint-Lambert é o coração da cidade, com o Palais des Princes-Évêques, palácio dos príncipes-bispos que governaram Liège por séculos. Perto está a Montagne de Bueren, escadaria de 374 degraus de 1881 que sobe reta entre casas de tijolo até a antiga cidadela, com vista do vale do Mosa. Aos domingos de manhã costuma acontecer La Batte, mercado de rua de vários quilômetros ao longo do rio. O Grand Curtius reúne os museus de arqueologia, armas e artes decorativas num palácio à beira-rio. Prove o café liégeois, as gaufres (waffles) de Liège e os boulets à la liégeoise, almôndegas com molho agridoce. É outro país: leve o passaporte, e o idioma muda do holandês para o francês.
Passa por: Liège-Guillemins, Montagne de Bueren, Place Saint-Lambert, Palais des Princes-Évêques, La Batte, Grand Curtius.
Inclui: Trem direto, estação de Calatrava, centro histórico, escadaria da Montagne de Bueren e mercado La Batte aos domingos.
Dica: Vá num domingo para pegar o mercado La Batte e volte no meio da tarde. Há também a opção de descer de barco com a Rederij Stiphout e voltar de trem.
Melhor época: O ano todo; domingo é o dia do mercado.
Aachen (Alemanha): a catedral de Carlos Magno
Sai de Estação Maastricht (trem Arriva via Heerlen, cerca de 1 hora; ou ônibus 350) trem ou ônibus cerca de 8 horas, com o trem dia inteiro fácil
Aachen (Aquisgrão), fica a cerca de 35 km de Maastricht, do outro lado da fronteira alemã. O trem regional da Arriva sai da estação de Maastricht de hora em hora, passa por Valkenburg e Heerlen e chega à Aachen Hauptbahnhof em cerca de 1 hora; o ônibus 350 faz o trajeto por Vaals. A razão da viagem é a catedral: Carlos Magno construiu ali, por volta do ano 800, a capela palatina, um octógono de mármore e mosaicos dourados que é o coração do prédio, e foi enterrado nela em 814. Trinta reis alemães foram coroados ali ao longo de 600 anos. O coro gótico, com vitrais altos, e o trono de pedra do imperador só se veem com visita guiada, vendida no posto de informação ao lado. O tesouro da catedral, com o busto de ouro de Carlos Magno e a cruz de Lotário, fica num prédio vizinho, com ingresso pago à parte. A catedral foi o primeiro bem alemão inscrito pela UNESCO. Ao redor, o Rathaus (prefeitura) ocupa o lugar do palácio carolíngio, e as fontes termais, como a Elisenbrunnen, lembram que a cidade é estância de águas desde os romanos. Prove as Printen, biscoitos de especiarias locais. Leve passaporte: é outro país.
Passa por: Aachener Dom, Domschatzkammer, Rathaus Aachen, Elisenbrunnen, Aachen Hauptbahnhof.
Inclui: Trem ou ônibus regional, catedral com a capela palatina, tesouro (ingresso pago à parte), centro histórico de Aachen.
Dica: Chegue antes da hora do almoço para a visita guiada ao coro e ao trono; de tarde a catedral costuma ter missas que fecham parte do prédio. O Natal tem um mercado tradicional em torno da catedral, que costuma funcionar do fim de novembro a 23 de dezembro.
Melhor época: O ano todo; de fim de novembro a dezembro com o mercado de Natal.
Tongeren (Bélgica): a cidade romana e o Gallo-Romeins Museum
Sai de Maastricht (ônibus belga De Lijn 62) ou trem via Liège ônibus ou trem meio dia a dia inteiro dia inteiro fácil
Tongeren, a 20 km a oeste de Maastricht, é a cidade mais antiga da Bélgica: foi a Atuatuca Tungrorum dos romanos, capital de província no século I. No centro, a Grote Markt tem a estátua de Ambiorix, o chefe gaulês que derrotou uma legião de César, e a Onze-Lieve-Vrouwebasiliek, gótica, com torre alta e um tesouro de arte sacra medieval. Ainda sobram trechos da muralha romana do século II nos arredores do centro. O Gallo-Romeins Museum, moderno e interativo, conta a vida na região do neandertal ao início da Idade Média, com reconstruções de rostos de pessoas da época romana na entrada; fecha às segundas. Aos domingos de manhã a cidade costuma receber um grande mercado de antiguidades e brechó, com centenas de barracas nas ruas. O ônibus da De Lijn, empresa belga, liga Maastricht a Tongeren pela estrada de Tongeren (Tongerseweg); confira o tempo e o ponto de embarque no planejador de viagem, porque a linha muda de ponto conforme o horário. Leve passaporte: é outro país. Pode-se combinar com Liège, que tem trem direto para Tongeren.
Passa por: Tongeren, Gallo-Romeins Museum, Onze-Lieve-Vrouwebasiliek van Tongeren, Muralha romana de Tongeren, Estátua de Ambiorix.
Inclui: Centro romano e medieval, Gallo-Romeins Museum (ingresso pago à parte), basílica e, aos domingos, o mercado de antiguidades.
Dica: Domingo é o dia: mercado de antiguidades de manhã e museu à tarde, quando abre até o início da noite. Segunda o museu fecha.
Melhor época: O ano todo; aos domingos pelo mercado de antiguidades.