Atenas (Athina, em grego) é a capital da Grécia e a cidade onde quase todo brasileiro começa a viagem pelo país. O centro histórico é compacto: a Acrópole, a Ágora Antiga, a Ágora Romana, a Biblioteca de Adriano, o Templo de Zeus Olímpico e o Estádio Panatenaico ficam a poucos minutos a pé uns dos outros, ligados por ruas de pedestres e pelos bairros de Plaka, Monastiraki e Psiri. A praça Syntagma, em frente ao Parlamento, é o ponto de referência de tudo.
A cidade antiga convive com uma capital moderna de mais de três milhões de habitantes na região metropolitana. Os grandes museus estão espalhados: o Museu da Acrópole, aos pés da rocha; o Museu Arqueológico Nacional, perto da praça Omonia; e, na avenida Vasilissis Sofias, o Benaki, o de Arte Cicládica e o Bizantino e Cristão. Para o alto, o Monte Licabeto e a Colina de Filopapo são os mirantes naturais sobre o mar de prédios brancos e a Acrópole.
A metrópole se estende até o mar. O Pireu (Pireas), a cerca de 10 km do centro, é o porto de onde saem os barcos para as ilhas, e a orla sul, da Fundação Stavros Niarchos até Glyfada e Vouliagmeni, tem praias e um bonde que corre junto à costa. No fim dessa estrada, a cerca de 70 km, o Templo de Poseidon no Cabo Sunião é o bate-volta clássico.
Para o brasileiro, Atenas pede três ajustes: o fuso, de cinco a seis horas à frente de Brasília conforme a época; o calor seco e forte de julho e agosto, quando os sítios arqueológicos ficam sem sombra; e o ritmo das refeições, com almoço depois das 14h e jantar depois das 21h. O grego se escreve em outro alfabeto, mas as placas do metrô, das ruas principais e dos sítios têm versão em letras latinas, e o inglês é corrente no turismo. Kalimera é bom dia; efharisto é obrigado.
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