Halle de La Machine e a viagem no Minotauro, na Piste des Géants
Sai de Toulouse (bairro de Montaudran) Ônibus Linéo L12, trem regional até Montaudran ou bicicleta cerca de 2 a 3 horas manhã ou tarde fácil
A Halle de La Machine é o galpão de 4.000 m² onde a companhia La Machine, de François Delarozière, guarda e põe em movimento as máquinas de seus espetáculos de rua. Fica em Montaudran, ao lado da Piste des Géants, a antiga pista do aeródromo de onde partiam os voos da Aéropostale. A estrela é Astérion, o Minotauro, criado para Toulouse: feito de madeira e aço, com 47 toneladas e 14 m de altura, galopa, se empina e leva até 49 passageiros nas costas em passeios de cerca de 30 minutos pela Piste des Géants. Dentro da Halle, a visita é livre: os maquinistas, que são atores, músicos e construtores, fazem as máquinas funcionarem diante do público, e há momentos programados ao longo do dia. No mesmo galpão ficam a aranha gigante Ariane e o carrossel Manège Carré Sénart, com búfalos e insetos mecânicos. A visita agrada a crianças e a quem se interessa por mecânica e teatro de rua.
Passa por: Halle de La Machine, Astérion le Minotaure, Piste des Géants, Montaudran.
Inclui: Há ingresso para a Halle e bilhete à parte para a viagem no Minotauro, com oferta combinada no mesmo dia. Os lugares no Minotauro são limitados e a reserva pela internet é aconselhada. Confira a tabela atual.
Dica: A Halle abre de terça a domingo e fecha em janeiro. Do centro, dá para ir de bicicleta seguindo o Canal du Midi. No verão, há viagens noturnas no Minotauro às sextas e aos sábados.
Melhor época: De fevereiro a dezembro; no verão e nas férias escolares a programação é mais longa e há mais saídas do Minotauro.
Canal du Midi em Toulouse: Port de l'Embouchure, Ponts-Jumeaux e bicicleta pela via verde
Sai de Toulouse (gare Matabiau ou Port de l'Embouchure) A pé ou de bicicleta (VélôToulouse ou aluguel) de 2 horas a meio dia manhã ou tarde fácil (plano)
O Canal du Midi liga Toulouse à lagoa de Thau, perto de Sète, no Mediterrâneo: são 241 km, construídos entre 1666 e 1681 sob a direção de Pierre-Paul Riquet, que levou a água da Montagne Noire até o seuil de Naurouze, o ponto mais alto do canal. É Patrimônio Mundial da UNESCO desde 1996. Em Toulouse, o canal passa em frente à estação Matabiau, à sombra de plátanos. O ponto de partida clássico é o Port de l'Embouchure, onde se encontram três canais: o Canal du Midi, o Canal de Brienne, que o liga ao Garonne, e o Canal latéral à la Garonne, que segue para Bordeaux. Entre as Ponts-Jumeaux, as pontes gêmeas, há um baixo-relevo de mármore de Carrara feito por François Lucas entre 1773 e 1775. Quem quer pedalar mais pode seguir pela via verde do antigo caminho de sirga: são 50 km planos de Toulouse a Avignonet-Lauragais, cerca de 3 horas e meia de bicicleta, com eclusas, pontes e vilarejos de tijolo pelo caminho. Riquet morreu em 1680, antes da inauguração, e está sepultado na Cathédrale Saint-Étienne.
Passa por: Canal du Midi, Port de l'Embouchure, Ponts-Jumeaux, Canal de Brienne, Canal latéral à la Garonne.
Inclui: O caminho à beira do canal é aberto e sem ingresso. As bicicletas VélôToulouse e as de aluguel são pagas à parte; confira a tabela atual.
Dica: Para um passeio curto, vá a pé da estação Matabiau ao Port de l'Embouchure pela margem do canal e volte pelo Canal de Brienne. Leve água no verão: há sombra, mas faz calor.
Melhor época: De abril a outubro. Na primavera e no começo do outono, as temperaturas são mais amenas para pedalar.
Barco no Canal du Midi em Carcassonne: eclusas, ponte-canal e vista da Cité
Sai de Port de Carcassonne (em frente à estação de trem) Barco de passeio com comentário de 1 hora e meia a 2 horas manhã ou tarde fácil
Em Carcassonne, o Canal du Midi passa ao norte da cidade baixa, entre a estação de trem e o jardim André-Chénier, ao lado da Bastide Saint-Louis. Do Port de Carcassonne saem os barcos de passeio com comentário, como os do Lou Gabaret, em percursos de 1 hora e meia a 2 horas. O barco passa por eclusas, que mostram como o canal vence os desníveis do terreno, pelo Épanchoir de Foucaud, um vertedouro de água, e por uma ponte-canal, em que o barco cruza um rio por cima. Em alguns trechos aparece a silhueta da Cité ao longe. Há também aluguel de barcos sem habilitação para quem quer passar dias no canal, saindo de Carcassonne em direção a Castelnaudary ou ao Mediterrâneo. O canal tem 63 eclusas no total e é Patrimônio Mundial da UNESCO desde 1996.
Passa por: Canal du Midi, Port de Carcassonne, Écluse de Carcassonne, Épanchoir de Foucaud.
Inclui: Os passeios de barco são pagos à parte, com tarifa para adultos e crianças. Em julho e agosto há também um passeio com parada para piquenique num jardim e visita a uma casa de eclusa. Confira a tabela atual.
Dica: O porto fica a poucos passos da estação: dá para fazer o passeio na chegada ou antes de pegar o trem. Reserve em julho e agosto.
Melhor época: A temporada dos barcos de passeio vai de abril a outubro, em geral; julho e agosto têm mais saídas.
Bastide Saint-Louis e Pont-Vieux: a cidade baixa de Carcassonne
Sai de Carcassonne (Place Carnot) A pé cerca de 2 horas manhã ou tarde fácil
A Bastide Saint-Louis, ou cidade baixa, é o centro do dia a dia de Carcassonne, fundada no século XIII do outro lado do Aude, em frente à Cité. As ruas se cruzam em ângulo reto em torno de uma praça central, a Place Carnot, onde acontece o mercado; várias são de pedestres. Os bulevares que cercam o bairro seguem a linha das antigas muralhas, derrubadas em 1764. A riqueza do comércio de tecidos de lã deixou palacetes (hôtels particuliers) e igrejas pelo bairro. Para ir à Cité, o caminho é pelo Pont-Vieux, ponte de pedestres sobre o Aude, com vista de frente para as muralhas, e depois pelo bairro da Trivalle. No número 77 da Rue Trivalle, a Maison de la Laine et du Drap conta a história da indústria de tecidos de Carcassonne, da lã do carneiro merino à tintura, com o azul de Carcassonne. Da Bastide à Cité são cerca de 15 minutos a pé; do Canal du Midi à Cité, passando pelo Pont-Vieux, cerca de 25.
Passa por: Bastide Saint-Louis, Place Carnot, Pont-Vieux, Trivalle, Maison de la Laine et du Drap.
Inclui: Passeio sem ingresso. A Maison de la Laine et du Drap tem entrada paga à parte; confira a tabela atual.
Dica: Faça o caminho do Pont-Vieux no fim da tarde, quando a luz bate nas muralhas. Na Bastide, procure o cassoulet nos restaurantes: a região disputa com Castelnaudary e Toulouse a origem do prato.
Melhor época: O ano todo. Nos dias de mercado, a Place Carnot fica mais movimentada.
Musée des Augustins: belas-artes num convento gótico de Toulouse
Sai de Centro de Toulouse (metrô A, estação Esquirol) Visita com ingresso cerca de 2 horas manhã ou tarde fácil
O Musée des Augustins é o museu de belas-artes de Toulouse, aberto em 1795 no antigo convento dos agostinianos, construído a partir do século XIV. É um dos museus mais antigos da França. O conjunto mistura tijolo e pedra: a igreja gótica, de nave única, e o grande claustro com jardim fazem parte da visita. O acervo tem mais de 4.000 obras, da Idade Média ao começo do século XX, entre pinturas e esculturas. O destaque é a sala dos capitéis românicos, uma das coleções de capitéis esculpidos mais importantes da Europa, apresentada com uma instalação de luz colorida do artista Jorge Pardo. A escadaria monumental criada por Viollet-le-Duc e por Denis Darcy no século XIX, a Escalier Darcy, leva às galerias de pintura, onde grandes telas dos séculos XVII e XVIII convivem com esculturas.
Passa por: Musée des Augustins, Grand cloître, Escalier Darcy, Salle des chapiteaux romans.
Inclui: Há ingresso; a entrada está incluída no Pass Tourisme de Toulouse. Confira a tabela atual.
Dica: Parte das salas pode estar fechada: confira antes o que está aberto. Combine com o Hôtel d'Assézat e a Collection Bemberg, a poucos minutos a pé.
Melhor época: O ano todo; boa opção para dias de chuva ou de calor forte.
Collection Bemberg no Hôtel d'Assézat: Bonnard e pintura europeia
Sai de Centro de Toulouse (Place d'Assézat) Visita com ingresso cerca de 1 hora e meia manhã ou tarde fácil
A Collection Bemberg (antiga Fondation Bemberg) ocupa o Hôtel d'Assézat, palacete renascentista mandado construir em 1555 pelo comerciante Pierre d'Assézat, enriquecido com o pastel, a planta que dava tinta azul. O projeto é de Nicolas Bachelier, arquiteto da Renascença em Toulouse; o pátio de honra tem fachadas com as três ordens clássicas sobrepostas, uma loggia e uma torre com lanterna no alto. A coleção foi reunida pelo argentino Georges Bemberg e emprestada à cidade em 1994: pinturas, esculturas, móveis e objetos de arte do século XV a meados do século XX. O conjunto de destaque é o de mais de trinta telas de Pierre Bonnard; há também obras de diferentes escolas europeias, uma sala veneziana e uma galeria renascentista que ocupa toda a ala norte do prédio. O museu passou por reforma e ganhou espaço de exposições temporárias.
Passa por: Hôtel d'Assézat, Collection Bemberg.
Inclui: Há ingresso; a entrada está incluída no Pass Tourisme de Toulouse. O pátio do Hôtel d'Assézat pode ser visto sem ingresso. Confira a tabela atual.
Dica: Fica a dois passos do Pont Neuf: encaixe no mesmo dia do passeio pelas margens do Garonne.
Melhor época: O ano todo.
Châteaux de Lastours: quatro castelos sobre o vale do Orbiel
Sai de Carcassonne (ao norte, na Montagne Noire) De carro cerca de 4 horas, com a ida e a volta manhã ou tarde moderada (trilha com subida)
Os Châteaux de Lastours são quatro castelos em ruína alinhados num esporão rochoso acima da vila de Lastours, ao norte de Carcassonne, na Montagne Noire, entre os vales do Orbiel e do Grésillou. De norte a sul: Cabaret, o castelo principal, a Tour Régine, a menor e mais recente, construída por ordem do rei, Surdespine e Quertinheux, isolado num pico. No tempo dos cátaros, Cabaret pertencia a Pierre Roger de Cabaret, aliado dos Trencavel; os castelos foram cercados várias vezes e se renderam em 1229. Depois da conquista, passaram a fazer parte da defesa do rei e hoje integram as Forteresses royales capétiennes du Languedoc, Patrimônio Mundial da UNESCO. Há duas formas de visitar: a trilha que sobe e percorre os quatro castelos, com cerca de 2 horas e meia, e o Belvédère, um mirante do outro lado do vale, acessível a todos, de onde se vê o conjunto inteiro.
Passa por: Châteaux de Lastours, Cabaret, Tour Régine, Surdespine, Quertinheux, Belvédère de Lastours.
Inclui: A visita aos castelos e o Belvédère têm ingresso. Confira a tabela atual.
Dica: Use tênis com boa sola; a trilha tem pedras e trechos íngremes. No verão, suba cedo e leve água. Sem carro, o acesso é difícil: há agências e motoristas em Carcassonne que fazem o passeio.
Melhor época: De abril a outubro. No inverno o horário é mais curto e pode haver fechamento em dias de mau tempo.
Castelos cátaros das Corbières: Peyrepertuse e Quéribus
Sai de Carcassonne De carro, pela rota das Citadelles du vertige cerca de 9 horas dia inteiro moderada (subidas e escadas na rocha)
Peyrepertuse e Quéribus são castelos no alto das Corbières, a sudeste de Carcassonne, chamados de cátaros pela história da cruzada contra os albigenses; depois dela, viraram fortalezas do rei na fronteira com o reino de Aragão, até 1659. O roteiro do Office de Tourisme sai de Carcassonne por Lagrasse e Villerouge-Termenès até Cucugnan, cerca de 74 km e 1 hora e 40 minutos de estrada. Quéribus fica a 3,7 km de Cucugnan, num pico a 728 m de altitude, com vista da planície do Roussillon, do mar e dos Pirineus. O donjon guarda uma sala gótica com um único pilar central que sustenta a abóbada, e do terraço no alto se vê toda a região. Peyrepertuse fica perto, sobre Duilhac-sous-Peyrepertuse, numa crista calcária a cerca de 800 m: a fortaleza tem 300 m de comprimento, com forma de navio de pedra. Do estacionamento, um caminho de cerca de 15 minutos leva à entrada; dentro, a escada de São Luís, talhada na rocha, sobe ao donjon Sant Jordi, a parte mais alta. Os dois castelos integram as Forteresses royales capétiennes du Languedoc, Patrimônio Mundial da UNESCO.
Passa por: Château de Peyrepertuse, Duilhac-sous-Peyrepertuse, Château de Quéribus, Cucugnan, Lagrasse, Villerouge-Termenès.
Inclui: Cada castelo tem ingresso próprio. Agências e motoristas de Carcassonne fazem o roteiro; transporte e entradas são pagos à parte. Confira a tabela atual.
Dica: Use calçado fechado. Em dia de tempestade ou vento forte, a subida a Peyrepertuse costuma ser fechada e a escada de São Luís fica escorregadia: veja a previsão antes. Na volta, o roteiro segue pelas Gorges de Galamus e por Limoux.
Melhor época: De abril a junho e em setembro e outubro. Em julho e agosto, comece cedo por causa do calor; no inverno, o horário é curto.
Albi: Cathédrale Sainte-Cécile, Palais de la Berbie e Musée Toulouse-Lautrec
Sai de Toulouse (gare Matabiau) Trem regional liO até Albi-Ville cerca de 8 horas, com o trem dia inteiro fácil
Albi fica a nordeste de Toulouse, à beira do rio Tarn. O trem regional sai da gare Matabiau e chega a Albi-Ville em 55 minutos a 1 hora e 15 minutos. A Cité épiscopale, o centro histórico de tijolo, é Patrimônio Mundial da UNESCO desde 2010, e a cidade é chamada de "ville rouge" pela cor das construções. A Cathédrale Sainte-Cécile, erguida entre 1282 e 1480, é uma fortaleza de tijolo por fora; por dentro, as paredes e abóbadas são cobertas de pinturas, com a grande pintura do Juízo Final e afrescos da Renascença. Ao lado, o Palais de la Berbie, antigo palácio fortificado dos bispos, do século XIII, abriga o Musée Toulouse-Lautrec, com mais de mil obras do pintor, que nasceu em Albi: pinturas, desenhos, litografias e cartazes de cabarés de Paris. O jardim do palácio dá para o Tarn. Completam o passeio a Collégiale Saint-Salvi com seu claustro, as ruas do centro e o Pont-Vieux, de onde se vê o conjunto da catedral e do palácio sobre o rio.
Passa por: Albi, Cité épiscopale d'Albi, Cathédrale Sainte-Cécile, Palais de la Berbie, Musée Toulouse-Lautrec, Collégiale Saint-Salvi, Pont-Vieux d'Albi, Tarn.
Inclui: O Musée Toulouse-Lautrec tem ingresso, e partes da catedral também; o trem é pago à parte. Confira a tabela atual.
Dica: Da estação Albi-Ville ao centro histórico se vai a pé. Visite o museu de manhã e deixe a catedral e as margens do Tarn para a tarde. Com carro, dá para emendar com Cordes-sur-Ciel.
Melhor época: O ano todo. Na primavera e no outono o calor é menor para andar pelo centro.
Cordes-sur-Ciel: vila medieval no alto do vale do Cérou
Sai de Albi ou Toulouse De carro, ou ônibus regional liO 707 a partir de Albi cerca de 3 horas na vila manhã ou tarde moderada (ladeiras íngremes)
Cordes-sur-Ciel é uma bastide, cidade nova medieval, fundada em 1222 pelo conde Raimundo VII de Toulouse no alto de uma colina sobre o vale do Cérou, no Tarn. A vila foi um centro importante na época dos cátaros e conserva casas medievais ao longo de ruas tortuosas que sobem e descem com o relevo, entre 159 m e 320 m de altitude. O passeio é a pé, subindo as ruas até a parte alta, com vista do vale. Sem carro, o acesso é pelo ônibus regional liO 707, que liga Cordes a Albi; a estação de trem mais próxima, Vindrac, fica a 4,7 km. De carro, Cordes encaixa bem no mesmo dia de Albi. Em 14 de julho, a vila recebe o festival medieval do Grand Fauconnier.
Passa por: Cordes-sur-Ciel, Vale do Cérou, Albi.
Inclui: Passeio sem ingresso. Museus e exposições da vila cobram à parte; confira a tabela atual.
Dica: Use calçado firme: as ruas são de pedra e inclinadas. No verão, vá de manhã cedo ou no fim da tarde, quando há menos calor e menos gente.
Melhor época: De abril a outubro; em 14 de julho, o festival do Grand Fauconnier lota a vila.
Corbières: Lagrasse e a Abbaye de Fontfroide
Sai de Carcassonne De carro cerca de 8 horas dia inteiro fácil
Lagrasse é uma vila das Corbières, a leste de Carcassonne, no fundo do vale do Orbieu, com o selo Les Plus Beaux Villages de France. De Carcassonne, o caminho vai pela direção de Narbonne, sai em Trèbes e segue por Fontiès-d'Aude. A Abbaye de Lagrasse, fundada no tempo de Carlos Magno, em 779, foi a maior abadia do departamento do Aude. A visita mostra construções do século VIII ao XVIII: o pátio do palácio abacial, a adega, capelas, a torre pré-românica, a sala de cerimônias e o dormitório. Da ponte sobre o Orbieu se vê a abadia diante da vila. À tarde, siga para a Abbaye de Fontfroide, a 10 minutos de Narbonne: fundada em 1093 e cisterciense a partir de 1144, fica isolada num vale das Corbières. A abadia é particular; em 1908 foi comprada pelo artista e mecenas Gustave Fayet, que recebeu ali músicos e pintores, como Odilon Redon, e encomendou vitrais para a igreja. A visita passa pelo claustro, pela igreja e pelos edifícios do mosteiro, e inclui o roseiral e os jardins, classificados como Jardin Remarquable.
Passa por: Lagrasse, Abbaye de Lagrasse, Orbieu, Abbaye de Fontfroide, Narbonne.
Inclui: As duas abadias têm ingresso; a Abbaye de Fontfroide vende a visita pela internet. Confira a tabela atual.
Dica: Sem carro, o passeio fica difícil: há agências e motoristas em Carcassonne que fazem roteiros pelas Corbières. Para voltar, a autoestrada A61 liga Narbonne a Carcassonne.
Melhor época: De abril a outubro, com dias mais longos para o percurso de carro.