Carcassonne e Toulouse

Occitânia

Carcassonne e Toulouse

A cidade de tijolos à beira do Garonne e a cidade medieval murada do Aude, ligadas por trem em cerca de uma hora e pelo Canal du Midi.

Sul

Na foto: Pont-Neuf de Toulouse, França.

Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.

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Toulouse e Carcassonne ficam na Occitânia, no sul da França, a cerca de 90 km uma da outra. Toulouse é a capital da região e a quarta maior cidade do país; Carcassonne é bem menor e conhecida no mundo inteiro pela Cité, a cidade medieval cercada por uma muralha dupla com 52 torres.

Toulouse tem o apelido de ville rose, a cidade rosa, por causa da brique foraine, o tijolo de barro cozido que domina igrejas, palacetes e casas do centro e ganha um tom rosado ou alaranjado conforme a luz. Ali ficam a Basilique Saint-Sernin, o Capitole e o Couvent des Jacobins. A cidade também é a sede da Airbus e um dos principais polos aeroespaciais da Europa, o que explica a Cité de l'espace e o museu Aeroscopia.

Carcassonne tem duas partes: a Cité, no alto da colina, Patrimônio Mundial da UNESCO desde 1997, e a Bastide Saint-Louis, a cidade baixa com ruas em xadrez, onde ficam a estação de trem e o comércio. Ao redor, nas montanhas das Corbières e da Montagne Noire, estão castelos em ruínas ligados à história dos cátaros, como Lastours, Peyrepertuse e Quéribus.

O que une as duas cidades é o Canal du Midi, aberto no século XVII para ligar Toulouse ao Mediterrâneo e Patrimônio Mundial desde 1996. Na mesa, o prato da região é o cassoulet, um ensopado de feijão branco com carnes, cozido numa panela de barro chamada cassole.

Este roteiro reúne 2 cidades que combinam na mesma viagem: Toulouse, Carcassonne.

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Onde fica Carcassonne e Toulouse
ToulouseCarcassonne

Contornos: © IGN, ADMIN EXPRESS, Licence Ouverte 2.0. Adaptação do Cidade Turismo.

Como chegar: Carcassonne e Toulouse

✈ Aéroport Toulouse-Blagnac (TLS), em Blagnac · 10 km até Toulouse

A porta de entrada é o aeroporto Toulouse-Blagnac (TLS). A ligação com o Brasil costuma ser com conexão em outra cidade. Confirme antes de comprar. De Paris, o TGV chega à Gare de Toulouse-Matabiau em pouco mais de 4 horas. Entre Toulouse e Carcassonne, trens regionais e de longa distância levam de 45 minutos a cerca de 1 hora.

Ponto de chegada sugerido: Toulouse

A experiência do lugar

O que fazer em Carcassonne e Toulouse

Carcassonne · Occitânia · Sítio histórico

Cité de Carcassonne

Cidade medieval fortificada no alto de uma colina, com muralha dupla de cerca de 3 km e 52 torres, Patrimônio Mundial da UNESCO; o acesso às ruas não é cobrado.

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De onde sai cada passeio, quanto tempo leva, como é feito, o que está incluído e a faixa de preço.

La Cité de Carcassonne: muralhas, lices, Porte Narbonnaise e Basilique Saint-Nazaire

Sai de Carcassonne (Porte Narbonnaise ou Porte d'Aude) A pé, por conta própria ou com visita guiada cerca de 3 horas manhã ou tarde fácil (subida e ruas de pedra)

La Cité é a cidade medieval fortificada de Carcassonne, no alto de uma colina na margem direita do Aude, a sudeste da cidade baixa. Tem dupla muralha com cerca de 3 km de extensão e 52 torres, e é Patrimônio Mundial da UNESCO desde 1997. As origens vêm de um povoado gaulês e da cidade galo-romana; as torres da Marquière e do Moulin d'Avar ainda guardam trechos da muralha antiga. A entrada principal é a Porte Narbonnaise, a leste; do lado oeste, a Porte d'Aude sobe da cidade baixa por um caminho íngreme. Entre as duas muralhas fica a lice, uma faixa plana que servia à defesa e hoje é o passeio mais tranquilo da Cité: dá a volta por fora da muralha interna, com vista das torres. Dentro, as ruas de pedra levam à Place du Château e à Basilique Saint-Nazaire, antiga catedral: a nave é românica, do século XII, e o coro e o transepto são góticos, construídos entre 1269 e 1330, com vitrais dos séculos XIII e XIV e duas grandes rosáceas. No século XIX, a Cité estava em ruína e foi restaurada sob Viollet-le-Duc; os telhados cônicos de ardósia das torres são dessa restauração e até hoje geram debate. A Cité é um bairro habitado, aberto dia e noite.

Passa por: Cité de Carcassonne, Porte Narbonnaise, Porte d'Aude, Lices, Basilique Saint-Nazaire.

Inclui: O acesso à Cité, às lices e à basílica não é cobrado. O castelo e o caminho sobre as muralhas têm ingresso à parte. O Office de Tourisme vende visitas guiadas de dia e uma visita noturna com lanternas, pagas à parte; confira a tabela atual.

Dica: Entre pela Porte Narbonnaise e saia pela Porte d'Aude para descer a pé até o Pont-Vieux e a Bastide Saint-Louis. Cedo de manhã e no fim do dia há menos gente nas ruas. À noite, com as muralhas iluminadas, vale voltar para uma volta pelas lices.

Melhor época: O ano todo. De abril a junho e em setembro e outubro, o calor é menor e as ruas têm menos movimento que em julho e agosto.

Château comtal e remparts de Carcassonne: o castelo e o caminho sobre as muralhas

Sai de Cité de Carcassonne (Place du Château) Visita com ingresso, livre ou guiada de 1 hora e meia a 2 horas manhã ou tarde fácil (escadas nas torres)

O Château comtal é o castelo dentro da Cité, administrado pelo Centre des monuments nationaux. Começou como palácio dos viscondes Trencavel, por volta de 1130, sobre a muralha galo-romana, e foi fortificado na época da cruzada contra os albigenses, a partir de 1209. A Tour Pinte, a mais alta da fortaleza, foi elevada nessa fase. Em 1226, a Cité passou ao domínio do rei da França, e o castelo virou residência do senescal, o representante do rei; no século XIII, uma segunda muralha completou a defesa. A visita livre passa pelas salas e caminhos de ronda do castelo e pelo depósito arqueológico, com peças como a escultura da Dame Carcas e uma pintura mural. Depois segue por um trecho da muralha, com vista da cidade baixa, da planície do Carcassès, da Montagne Noire e, em dias claros, dos Pirineus; no alto da Tour-Porte Saint-Nazaire há uma mesa de orientação. O castelo e as muralhas fazem parte do conjunto Forteresses royales capétiennes du Languedoc, inscrito como Patrimônio Mundial da UNESCO junto com sete castelos da região, entre eles Lastours, Peyrepertuse e Quéribus.

Passa por: Château comtal, Remparts de Carcassonne, Tour Pinte, Tour-Porte Saint-Nazaire.

Inclui: Há ingresso, com valor diferente na alta e na baixa temporada; a reserva com horário é aconselhada. Audioguia em francês, inglês e espanhol e visitas guiadas (descoberta, de cerca de 1 hora, e a visita Privilège, a torres fechadas ao público) são pagos à parte. Confira a tabela atual.

Dica: Compre o ingresso com horário marcado no verão. Evite o último horário do dia: os espaços fecham aos poucos e a visita completa pode não caber. O monumento fecha em 1º de janeiro, 1º de maio e 25 de dezembro.

Melhor época: O ano todo. No verão o horário vai até o começo da noite; de outubro a março o monumento fecha mais cedo.

Toulouse a pé: Place du Capitole, Basilique Saint-Sernin e Couvent des Jacobins

Sai de Place du Capitole (metrô A, estação Capitole) A pé, por conta própria ou com visita guiada cerca de 4 horas manhã ou tarde fácil

Toulouse é chamada de "Ville rose" (cidade rosa) por causa do tijolo de barro cozido, o material tradicional da região, que dá às fachadas tons que vão do rosa ao laranja. O passeio começa na Place du Capitole, com uma cruz occitana de 12 pontas e os signos do zodíaco no piso. O Capitole, sede da prefeitura há mais de oito séculos, tem fachada de 1750, de tijolo e pedra, com oito colunas que lembram os oito primeiros capitouls, os magistrados da cidade. Dentro funcionam a prefeitura e o Théâtre du Capitole; as salas de honra no primeiro andar, como a Salle des Illustres, com pinturas sobre a história de Toulouse, podem ser visitadas. Atrás, no antigo Donjon, fica o Office de Tourisme. Ao norte, a Basilique Saint-Sernin, construída entre os séculos XI e XIII, é uma das maiores igrejas românicas da Europa e Patrimônio Mundial da UNESCO como parte dos Caminhos de Santiago de Compostela na França. Repare no campanário octogonal de 65 m, na Porte Miègeville, do início do século XII, e nas criptas com relicários. Ao lado, o Musée Saint-Raymond expõe a arqueologia de Toulouse, com esculturas romanas. O passeio termina no Couvent des Jacobins, de tijolo, dos séculos XIII e XIV: no coro, uma coluna se abre em 22 nervuras até 28 m de altura, o "palmier"; sob o altar estão as relíquias de São Tomás de Aquino, e o claustro tem jardim.

Passa por: Place du Capitole, Capitole de Toulouse, Salle des Illustres, Donjon du Capitole, Basilique Saint-Sernin, Musée Saint-Raymond, Couvent des Jacobins.

Inclui: O Couvent des Jacobins e o Musée Saint-Raymond têm ingresso; confira também o que é cobrado nas criptas de Saint-Sernin. O Office de Tourisme vende visitas guiadas pagas à parte; confira a tabela atual.

Dica: Para o almoço, o prato da cidade é o cassoulet: feijão-branco cozido devagar com confit de pato e linguiça de Toulouse, servido na cassole, a panela de barro que dá nome ao prato. O Pass Tourisme, vendido no Donjon, reúne entradas de museus e monumentos por 1 a 3 dias.

Melhor época: O ano todo. No verão, comece cedo e deixe os interiores para as horas mais quentes.

Pont Neuf e as margens do Garonne: Quai de Tounis, Prairie des Filtres e Hôtel-Dieu

Sai de Centro de Toulouse (Place du Pont-Neuf) A pé cerca de 2 horas tarde fácil

O Pont Neuf, apesar do nome, é a ponte mais antiga de Toulouse sobre o Garonne. A obra começou em 1544, por iniciativa do rei Francisco I, e só terminou em 1632, depois de várias cheias; os pilares têm aberturas circulares para aliviar a força da água. Na margem direita, o Quai de Tounis e as rampas à beira-rio são o lugar de encontro dos toulousains no fim da tarde. Atravessando a ponte para a margem esquerda, no bairro de Saint-Cyprien, o Cours Dillon, do século XVIII, foi erguido como dique; abaixo dele fica a Prairie des Filtres, um jardim público com vista do Pont Neuf e do Quai de Tounis. Na mesma margem estão o Hôtel-Dieu Saint-Jacques, antigo hospital de peregrinos do Caminho de Santiago, com a fachada de tijolo à beira d'água, e a cúpula do hospital de La Grave, o Dôme de la Grave. De volta à margem direita, a poucos passos da ponte, o Hôtel d'Assézat, palacete renascentista de 1555 com pátio de honra, sede da Collection Bemberg, mostra a riqueza que o comércio do pastel, a planta que dava tinta azul, trouxe a Toulouse no século XVI.

Passa por: Pont-Neuf, Garonne, Quai de Tounis, Prairie des Filtres, Cours Dillon, Hôtel-Dieu Saint-Jacques, Dôme de la Grave, Hôtel d'Assézat.

Inclui: Passeio sem ingresso: o pátio do Hôtel d'Assézat e os jardins à beira do Garonne são abertos. Museus e exposições no caminho cobram à parte.

Dica: Vá no fim da tarde para ver o pôr do sol sobre o Garonne e o tijolo das fachadas mudando de cor. No verão, há bares de beira-rio (guinguettes) e atividades nas margens.

Melhor época: De abril a outubro, com dias mais longos; no verão, os fins de tarde são os mais agradáveis.

Cité de l'espace: foguete Ariane 5, estação Mir e planetário

Sai de Toulouse (leste da cidade) Metrô e ônibus Linéo L12, ou carro dia inteiro (o parque sugere 2 dias) manhã e tarde fácil

A Cité de l'espace é um parque de ciência sobre o espaço, inaugurado em 1997 no leste de Toulouse, cidade da indústria aeroespacial francesa. São 4 hectares de jardins com engins em tamanho real: a réplica do foguete Ariane 5, com 53 m de altura, a cápsula Soyuz, o módulo lunar do Apollo, satélites e um rover lunar. Um dos pontos altos é o modelo de engenharia da estação espacial Mir, com o equipamento original, por onde se entra para ver como viviam e trabalhavam os astronautas. Nos pavilhões, há exposições sobre a Lua, o Sistema Solar, a Terra vista de órbita, os lançamentos de foguetes (com um motor Vulcain do Ariane 5) e um centro de controle que acompanha as missões da Estação Espacial Internacional. O planetário tem 280 lugares e tela hemisférica; há também uma sala IMAX e um planetário menor para crianças. O parque recomenda dois dias para ver tudo; em um dia, escolha as exposições e as sessões antes de chegar.

Passa por: Cité de l'espace, Ariane 5, Station spatiale Mir, Planétarium, IMAX.

Inclui: Há ingresso, com compra antecipada pela internet; sessões de planetário e IMAX seguem o programa do dia. Confira a tabela atual e o calendário de abertura.

Dica: Veja os horários das sessões no aplicativo do parque dois dias antes. De metrô: linha A até Roseraie ou linha B até Rangueil, depois o ônibus Linéo L12 até a parada Cité de l'espace. Há controle de bolsas na entrada.

Melhor época: O ano todo; boa opção para dias de chuva ou de calor forte. Nas férias escolares francesas e em julho e agosto, o movimento é maior.

Aeroscopia e visita à Airbus em Blagnac: Concorde, A380 e linha de montagem

Sai de Toulouse (Blagnac, ao lado do aeroporto) Bonde T1 até Beauzelle-aeroscopia, ou carro cerca de 4 a 5 horas manhã ou tarde fácil

Aeroscopia é o museu da aviação de Blagnac, de frente para as fábricas da Airbus, junto ao aeroporto. O hangar principal, de 8.000 m², reúne aviões comerciais, militares e experimentais, entre eles dois Concorde, o Airbus A300 e o Super Guppy, o avião de carga que levava partes de aeronaves entre as fábricas. No pátio externo fica um A380, que pode ser visitado por dentro. Há também uma oficina de restauro onde voluntários recuperam aviões antigos. A visita à Airbus é feita com reserva e sai do museu: um guia conduz o grupo a uma parte do complexo industrial de Blagnac; há programas que incluem as linhas do A350 e do A321. As visitas são em francês, inglês ou espanhol, conforme a programação. Quem combina o museu e a Airbus no mesmo dia faz a visita à fábrica no horário reservado e o museu no horário que quiser.

Passa por: Musée Aeroscopia, Concorde, Airbus A380, Super Guppy, Airbus.

Inclui: O museu tem ingresso; a visita à Airbus é paga à parte ou em bilhete combinado com o museu, no mesmo dia. Confira a tabela atual.

Dica: Reserve a Airbus com pelo menos dois dias úteis de antecedência; os horários costumam esgotar, então olhe a bilheteria duas a três semanas antes. Para quem não é da União Europeia, só vale o passaporte original. Câmeras e celulares para foto não são permitidos na Airbus. O hangar do museu não tem ar-condicionado nem aquecimento.

Melhor época: O ano todo. No auge do verão e do inverno, vista-se pensando no hangar sem climatização.

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Halle de La Machine e a viagem no Minotauro, na Piste des Géants

Sai de Toulouse (bairro de Montaudran) Ônibus Linéo L12, trem regional até Montaudran ou bicicleta cerca de 2 a 3 horas manhã ou tarde fácil

A Halle de La Machine é o galpão de 4.000 m² onde a companhia La Machine, de François Delarozière, guarda e põe em movimento as máquinas de seus espetáculos de rua. Fica em Montaudran, ao lado da Piste des Géants, a antiga pista do aeródromo de onde partiam os voos da Aéropostale. A estrela é Astérion, o Minotauro, criado para Toulouse: feito de madeira e aço, com 47 toneladas e 14 m de altura, galopa, se empina e leva até 49 passageiros nas costas em passeios de cerca de 30 minutos pela Piste des Géants. Dentro da Halle, a visita é livre: os maquinistas, que são atores, músicos e construtores, fazem as máquinas funcionarem diante do público, e há momentos programados ao longo do dia. No mesmo galpão ficam a aranha gigante Ariane e o carrossel Manège Carré Sénart, com búfalos e insetos mecânicos. A visita agrada a crianças e a quem se interessa por mecânica e teatro de rua.

Passa por: Halle de La Machine, Astérion le Minotaure, Piste des Géants, Montaudran.

Inclui: Há ingresso para a Halle e bilhete à parte para a viagem no Minotauro, com oferta combinada no mesmo dia. Os lugares no Minotauro são limitados e a reserva pela internet é aconselhada. Confira a tabela atual.

Dica: A Halle abre de terça a domingo e fecha em janeiro. Do centro, dá para ir de bicicleta seguindo o Canal du Midi. No verão, há viagens noturnas no Minotauro às sextas e aos sábados.

Melhor época: De fevereiro a dezembro; no verão e nas férias escolares a programação é mais longa e há mais saídas do Minotauro.

Canal du Midi em Toulouse: Port de l'Embouchure, Ponts-Jumeaux e bicicleta pela via verde

Sai de Toulouse (gare Matabiau ou Port de l'Embouchure) A pé ou de bicicleta (VélôToulouse ou aluguel) de 2 horas a meio dia manhã ou tarde fácil (plano)

O Canal du Midi liga Toulouse à lagoa de Thau, perto de Sète, no Mediterrâneo: são 241 km, construídos entre 1666 e 1681 sob a direção de Pierre-Paul Riquet, que levou a água da Montagne Noire até o seuil de Naurouze, o ponto mais alto do canal. É Patrimônio Mundial da UNESCO desde 1996. Em Toulouse, o canal passa em frente à estação Matabiau, à sombra de plátanos. O ponto de partida clássico é o Port de l'Embouchure, onde se encontram três canais: o Canal du Midi, o Canal de Brienne, que o liga ao Garonne, e o Canal latéral à la Garonne, que segue para Bordeaux. Entre as Ponts-Jumeaux, as pontes gêmeas, há um baixo-relevo de mármore de Carrara feito por François Lucas entre 1773 e 1775. Quem quer pedalar mais pode seguir pela via verde do antigo caminho de sirga: são 50 km planos de Toulouse a Avignonet-Lauragais, cerca de 3 horas e meia de bicicleta, com eclusas, pontes e vilarejos de tijolo pelo caminho. Riquet morreu em 1680, antes da inauguração, e está sepultado na Cathédrale Saint-Étienne.

Passa por: Canal du Midi, Port de l'Embouchure, Ponts-Jumeaux, Canal de Brienne, Canal latéral à la Garonne.

Inclui: O caminho à beira do canal é aberto e sem ingresso. As bicicletas VélôToulouse e as de aluguel são pagas à parte; confira a tabela atual.

Dica: Para um passeio curto, vá a pé da estação Matabiau ao Port de l'Embouchure pela margem do canal e volte pelo Canal de Brienne. Leve água no verão: há sombra, mas faz calor.

Melhor época: De abril a outubro. Na primavera e no começo do outono, as temperaturas são mais amenas para pedalar.

Barco no Canal du Midi em Carcassonne: eclusas, ponte-canal e vista da Cité

Sai de Port de Carcassonne (em frente à estação de trem) Barco de passeio com comentário de 1 hora e meia a 2 horas manhã ou tarde fácil

Em Carcassonne, o Canal du Midi passa ao norte da cidade baixa, entre a estação de trem e o jardim André-Chénier, ao lado da Bastide Saint-Louis. Do Port de Carcassonne saem os barcos de passeio com comentário, como os do Lou Gabaret, em percursos de 1 hora e meia a 2 horas. O barco passa por eclusas, que mostram como o canal vence os desníveis do terreno, pelo Épanchoir de Foucaud, um vertedouro de água, e por uma ponte-canal, em que o barco cruza um rio por cima. Em alguns trechos aparece a silhueta da Cité ao longe. Há também aluguel de barcos sem habilitação para quem quer passar dias no canal, saindo de Carcassonne em direção a Castelnaudary ou ao Mediterrâneo. O canal tem 63 eclusas no total e é Patrimônio Mundial da UNESCO desde 1996.

Passa por: Canal du Midi, Port de Carcassonne, Écluse de Carcassonne, Épanchoir de Foucaud.

Inclui: Os passeios de barco são pagos à parte, com tarifa para adultos e crianças. Em julho e agosto há também um passeio com parada para piquenique num jardim e visita a uma casa de eclusa. Confira a tabela atual.

Dica: O porto fica a poucos passos da estação: dá para fazer o passeio na chegada ou antes de pegar o trem. Reserve em julho e agosto.

Melhor época: A temporada dos barcos de passeio vai de abril a outubro, em geral; julho e agosto têm mais saídas.

Bastide Saint-Louis e Pont-Vieux: a cidade baixa de Carcassonne

Sai de Carcassonne (Place Carnot) A pé cerca de 2 horas manhã ou tarde fácil

A Bastide Saint-Louis, ou cidade baixa, é o centro do dia a dia de Carcassonne, fundada no século XIII do outro lado do Aude, em frente à Cité. As ruas se cruzam em ângulo reto em torno de uma praça central, a Place Carnot, onde acontece o mercado; várias são de pedestres. Os bulevares que cercam o bairro seguem a linha das antigas muralhas, derrubadas em 1764. A riqueza do comércio de tecidos de lã deixou palacetes (hôtels particuliers) e igrejas pelo bairro. Para ir à Cité, o caminho é pelo Pont-Vieux, ponte de pedestres sobre o Aude, com vista de frente para as muralhas, e depois pelo bairro da Trivalle. No número 77 da Rue Trivalle, a Maison de la Laine et du Drap conta a história da indústria de tecidos de Carcassonne, da lã do carneiro merino à tintura, com o azul de Carcassonne. Da Bastide à Cité são cerca de 15 minutos a pé; do Canal du Midi à Cité, passando pelo Pont-Vieux, cerca de 25.

Passa por: Bastide Saint-Louis, Place Carnot, Pont-Vieux, Trivalle, Maison de la Laine et du Drap.

Inclui: Passeio sem ingresso. A Maison de la Laine et du Drap tem entrada paga à parte; confira a tabela atual.

Dica: Faça o caminho do Pont-Vieux no fim da tarde, quando a luz bate nas muralhas. Na Bastide, procure o cassoulet nos restaurantes: a região disputa com Castelnaudary e Toulouse a origem do prato.

Melhor época: O ano todo. Nos dias de mercado, a Place Carnot fica mais movimentada.

Musée des Augustins: belas-artes num convento gótico de Toulouse

Sai de Centro de Toulouse (metrô A, estação Esquirol) Visita com ingresso cerca de 2 horas manhã ou tarde fácil

O Musée des Augustins é o museu de belas-artes de Toulouse, aberto em 1795 no antigo convento dos agostinianos, construído a partir do século XIV. É um dos museus mais antigos da França. O conjunto mistura tijolo e pedra: a igreja gótica, de nave única, e o grande claustro com jardim fazem parte da visita. O acervo tem mais de 4.000 obras, da Idade Média ao começo do século XX, entre pinturas e esculturas. O destaque é a sala dos capitéis românicos, uma das coleções de capitéis esculpidos mais importantes da Europa, apresentada com uma instalação de luz colorida do artista Jorge Pardo. A escadaria monumental criada por Viollet-le-Duc e por Denis Darcy no século XIX, a Escalier Darcy, leva às galerias de pintura, onde grandes telas dos séculos XVII e XVIII convivem com esculturas.

Passa por: Musée des Augustins, Grand cloître, Escalier Darcy, Salle des chapiteaux romans.

Inclui: Há ingresso; a entrada está incluída no Pass Tourisme de Toulouse. Confira a tabela atual.

Dica: Parte das salas pode estar fechada: confira antes o que está aberto. Combine com o Hôtel d'Assézat e a Collection Bemberg, a poucos minutos a pé.

Melhor época: O ano todo; boa opção para dias de chuva ou de calor forte.

Collection Bemberg no Hôtel d'Assézat: Bonnard e pintura europeia

Sai de Centro de Toulouse (Place d'Assézat) Visita com ingresso cerca de 1 hora e meia manhã ou tarde fácil

A Collection Bemberg (antiga Fondation Bemberg) ocupa o Hôtel d'Assézat, palacete renascentista mandado construir em 1555 pelo comerciante Pierre d'Assézat, enriquecido com o pastel, a planta que dava tinta azul. O projeto é de Nicolas Bachelier, arquiteto da Renascença em Toulouse; o pátio de honra tem fachadas com as três ordens clássicas sobrepostas, uma loggia e uma torre com lanterna no alto. A coleção foi reunida pelo argentino Georges Bemberg e emprestada à cidade em 1994: pinturas, esculturas, móveis e objetos de arte do século XV a meados do século XX. O conjunto de destaque é o de mais de trinta telas de Pierre Bonnard; há também obras de diferentes escolas europeias, uma sala veneziana e uma galeria renascentista que ocupa toda a ala norte do prédio. O museu passou por reforma e ganhou espaço de exposições temporárias.

Passa por: Hôtel d'Assézat, Collection Bemberg.

Inclui: Há ingresso; a entrada está incluída no Pass Tourisme de Toulouse. O pátio do Hôtel d'Assézat pode ser visto sem ingresso. Confira a tabela atual.

Dica: Fica a dois passos do Pont Neuf: encaixe no mesmo dia do passeio pelas margens do Garonne.

Melhor época: O ano todo.

Châteaux de Lastours: quatro castelos sobre o vale do Orbiel

Sai de Carcassonne (ao norte, na Montagne Noire) De carro cerca de 4 horas, com a ida e a volta manhã ou tarde moderada (trilha com subida)

Os Châteaux de Lastours são quatro castelos em ruína alinhados num esporão rochoso acima da vila de Lastours, ao norte de Carcassonne, na Montagne Noire, entre os vales do Orbiel e do Grésillou. De norte a sul: Cabaret, o castelo principal, a Tour Régine, a menor e mais recente, construída por ordem do rei, Surdespine e Quertinheux, isolado num pico. No tempo dos cátaros, Cabaret pertencia a Pierre Roger de Cabaret, aliado dos Trencavel; os castelos foram cercados várias vezes e se renderam em 1229. Depois da conquista, passaram a fazer parte da defesa do rei e hoje integram as Forteresses royales capétiennes du Languedoc, Patrimônio Mundial da UNESCO. Há duas formas de visitar: a trilha que sobe e percorre os quatro castelos, com cerca de 2 horas e meia, e o Belvédère, um mirante do outro lado do vale, acessível a todos, de onde se vê o conjunto inteiro.

Passa por: Châteaux de Lastours, Cabaret, Tour Régine, Surdespine, Quertinheux, Belvédère de Lastours.

Inclui: A visita aos castelos e o Belvédère têm ingresso. Confira a tabela atual.

Dica: Use tênis com boa sola; a trilha tem pedras e trechos íngremes. No verão, suba cedo e leve água. Sem carro, o acesso é difícil: há agências e motoristas em Carcassonne que fazem o passeio.

Melhor época: De abril a outubro. No inverno o horário é mais curto e pode haver fechamento em dias de mau tempo.

Castelos cátaros das Corbières: Peyrepertuse e Quéribus

Sai de Carcassonne De carro, pela rota das Citadelles du vertige cerca de 9 horas dia inteiro moderada (subidas e escadas na rocha)

Peyrepertuse e Quéribus são castelos no alto das Corbières, a sudeste de Carcassonne, chamados de cátaros pela história da cruzada contra os albigenses; depois dela, viraram fortalezas do rei na fronteira com o reino de Aragão, até 1659. O roteiro do Office de Tourisme sai de Carcassonne por Lagrasse e Villerouge-Termenès até Cucugnan, cerca de 74 km e 1 hora e 40 minutos de estrada. Quéribus fica a 3,7 km de Cucugnan, num pico a 728 m de altitude, com vista da planície do Roussillon, do mar e dos Pirineus. O donjon guarda uma sala gótica com um único pilar central que sustenta a abóbada, e do terraço no alto se vê toda a região. Peyrepertuse fica perto, sobre Duilhac-sous-Peyrepertuse, numa crista calcária a cerca de 800 m: a fortaleza tem 300 m de comprimento, com forma de navio de pedra. Do estacionamento, um caminho de cerca de 15 minutos leva à entrada; dentro, a escada de São Luís, talhada na rocha, sobe ao donjon Sant Jordi, a parte mais alta. Os dois castelos integram as Forteresses royales capétiennes du Languedoc, Patrimônio Mundial da UNESCO.

Passa por: Château de Peyrepertuse, Duilhac-sous-Peyrepertuse, Château de Quéribus, Cucugnan, Lagrasse, Villerouge-Termenès.

Inclui: Cada castelo tem ingresso próprio. Agências e motoristas de Carcassonne fazem o roteiro; transporte e entradas são pagos à parte. Confira a tabela atual.

Dica: Use calçado fechado. Em dia de tempestade ou vento forte, a subida a Peyrepertuse costuma ser fechada e a escada de São Luís fica escorregadia: veja a previsão antes. Na volta, o roteiro segue pelas Gorges de Galamus e por Limoux.

Melhor época: De abril a junho e em setembro e outubro. Em julho e agosto, comece cedo por causa do calor; no inverno, o horário é curto.

Albi: Cathédrale Sainte-Cécile, Palais de la Berbie e Musée Toulouse-Lautrec

Sai de Toulouse (gare Matabiau) Trem regional liO até Albi-Ville cerca de 8 horas, com o trem dia inteiro fácil

Albi fica a nordeste de Toulouse, à beira do rio Tarn. O trem regional sai da gare Matabiau e chega a Albi-Ville em 55 minutos a 1 hora e 15 minutos. A Cité épiscopale, o centro histórico de tijolo, é Patrimônio Mundial da UNESCO desde 2010, e a cidade é chamada de "ville rouge" pela cor das construções. A Cathédrale Sainte-Cécile, erguida entre 1282 e 1480, é uma fortaleza de tijolo por fora; por dentro, as paredes e abóbadas são cobertas de pinturas, com a grande pintura do Juízo Final e afrescos da Renascença. Ao lado, o Palais de la Berbie, antigo palácio fortificado dos bispos, do século XIII, abriga o Musée Toulouse-Lautrec, com mais de mil obras do pintor, que nasceu em Albi: pinturas, desenhos, litografias e cartazes de cabarés de Paris. O jardim do palácio dá para o Tarn. Completam o passeio a Collégiale Saint-Salvi com seu claustro, as ruas do centro e o Pont-Vieux, de onde se vê o conjunto da catedral e do palácio sobre o rio.

Passa por: Albi, Cité épiscopale d'Albi, Cathédrale Sainte-Cécile, Palais de la Berbie, Musée Toulouse-Lautrec, Collégiale Saint-Salvi, Pont-Vieux d'Albi, Tarn.

Inclui: O Musée Toulouse-Lautrec tem ingresso, e partes da catedral também; o trem é pago à parte. Confira a tabela atual.

Dica: Da estação Albi-Ville ao centro histórico se vai a pé. Visite o museu de manhã e deixe a catedral e as margens do Tarn para a tarde. Com carro, dá para emendar com Cordes-sur-Ciel.

Melhor época: O ano todo. Na primavera e no outono o calor é menor para andar pelo centro.

Cordes-sur-Ciel: vila medieval no alto do vale do Cérou

Sai de Albi ou Toulouse De carro, ou ônibus regional liO 707 a partir de Albi cerca de 3 horas na vila manhã ou tarde moderada (ladeiras íngremes)

Cordes-sur-Ciel é uma bastide, cidade nova medieval, fundada em 1222 pelo conde Raimundo VII de Toulouse no alto de uma colina sobre o vale do Cérou, no Tarn. A vila foi um centro importante na época dos cátaros e conserva casas medievais ao longo de ruas tortuosas que sobem e descem com o relevo, entre 159 m e 320 m de altitude. O passeio é a pé, subindo as ruas até a parte alta, com vista do vale. Sem carro, o acesso é pelo ônibus regional liO 707, que liga Cordes a Albi; a estação de trem mais próxima, Vindrac, fica a 4,7 km. De carro, Cordes encaixa bem no mesmo dia de Albi. Em 14 de julho, a vila recebe o festival medieval do Grand Fauconnier.

Passa por: Cordes-sur-Ciel, Vale do Cérou, Albi.

Inclui: Passeio sem ingresso. Museus e exposições da vila cobram à parte; confira a tabela atual.

Dica: Use calçado firme: as ruas são de pedra e inclinadas. No verão, vá de manhã cedo ou no fim da tarde, quando há menos calor e menos gente.

Melhor época: De abril a outubro; em 14 de julho, o festival do Grand Fauconnier lota a vila.

Corbières: Lagrasse e a Abbaye de Fontfroide

Sai de Carcassonne De carro cerca de 8 horas dia inteiro fácil

Lagrasse é uma vila das Corbières, a leste de Carcassonne, no fundo do vale do Orbieu, com o selo Les Plus Beaux Villages de France. De Carcassonne, o caminho vai pela direção de Narbonne, sai em Trèbes e segue por Fontiès-d'Aude. A Abbaye de Lagrasse, fundada no tempo de Carlos Magno, em 779, foi a maior abadia do departamento do Aude. A visita mostra construções do século VIII ao XVIII: o pátio do palácio abacial, a adega, capelas, a torre pré-românica, a sala de cerimônias e o dormitório. Da ponte sobre o Orbieu se vê a abadia diante da vila. À tarde, siga para a Abbaye de Fontfroide, a 10 minutos de Narbonne: fundada em 1093 e cisterciense a partir de 1144, fica isolada num vale das Corbières. A abadia é particular; em 1908 foi comprada pelo artista e mecenas Gustave Fayet, que recebeu ali músicos e pintores, como Odilon Redon, e encomendou vitrais para a igreja. A visita passa pelo claustro, pela igreja e pelos edifícios do mosteiro, e inclui o roseiral e os jardins, classificados como Jardin Remarquable.

Passa por: Lagrasse, Abbaye de Lagrasse, Orbieu, Abbaye de Fontfroide, Narbonne.

Inclui: As duas abadias têm ingresso; a Abbaye de Fontfroide vende a visita pela internet. Confira a tabela atual.

Dica: Sem carro, o passeio fica difícil: há agências e motoristas em Carcassonne que fazem roteiros pelas Corbières. Para voltar, a autoestrada A61 liga Narbonne a Carcassonne.

Melhor época: De abril a outubro, com dias mais longos para o percurso de carro.

Dia a dia

Roteiro de 2, 3 e 5 dias em Carcassonne e Toulouse

Sugestões para montar a viagem. Troque a ordem dos dias conforme o tempo e a disponibilidade dos passeios.

2 dias · Toulouse e Carcassonne em 2 dias: Capitole, Saint-Sernin e a Cité medieval

Para Quem tem pouco tempo e quer o essencial das duas cidades, tudo a pé e de trem · Base em Toulouse (1 noite) e Carcassonne (1 noite)
  1. Dia 1 · Chegada e Toulouse a pé

    Para quem chega do Brasil: o voo noturno pousa de manhã no Charles de Gaulle. Siga no mesmo dia para Toulouse num voo doméstico até Toulouse-Blagnac, ou chegue direto a Toulouse com conexão numa cidade europeia. Do aeroporto, a Navette Aéroport leva ao centro e à estação Matabiau em menos de 25 minutos. À tarde, faça Toulouse a pé: Place du Capitole, Basilique Saint-Sernin e Couvent des Jacobins. No fim do dia, desça ao Pont Neuf e às margens do Garonne. Jante um cassoulet. Se preferir chegar descansado, durma a primeira noite em Paris e pegue o TGV de Paris-Montparnasse na manhã seguinte.

  2. Dia 2 · Trem para Carcassonne: Cité, castelo e Bastide

    De manhã, trem da gare Matabiau a Carcassonne, de 45 minutos a 1 hora. Deixe as malas e suba à Cité de Carcassonne pelo Pont-Vieux. Visite o Château comtal e os remparts com ingresso de horário marcado e depois percorra as lices e a Basilique Saint-Nazaire. No fim da tarde, desça à Bastide Saint-Louis e à Place Carnot. À noite, volte à Cité para ver as muralhas iluminadas. No dia seguinte, siga viagem de trem ou volte a Toulouse para o voo.

3 dias · Toulouse e Carcassonne em 3 dias: cidade rosa, aviação e a Cité
Para Quem quer conhecer Toulouse com calma, incluir a Airbus ou a Cité de l'espace e passar um dia inteiro em Carcassonne · Base em Toulouse (2 noites) e Carcassonne (1 noite)
  1. Dia 1 · Chegada e centro de Toulouse

    Para quem chega do Brasil: voo noturno até o Charles de Gaulle e, no mesmo dia, voo doméstico para Toulouse-Blagnac, ou conexão europeia direto para Toulouse. Do aeroporto, Navette Aéroport até o centro. À tarde, Place du Capitole e Basilique Saint-Sernin; no fim do dia, Pont Neuf e margens do Garonne. Quem preferir pode dormir a primeira noite em Paris e seguir de TGV no dia seguinte, encurtando o dia 2.

  2. Dia 2 · Toulouse aeroespacial ou museus

    De manhã, Aeroscopia e a visita à Airbus em Blagnac, de bonde T1, com reserva feita antes e o passaporte na mão. À tarde, Halle de La Machine e a viagem no Minotauro, em Montaudran (fechada às segundas e em janeiro). Com crianças ou fãs de astronomia, troque o dia pela Cité de l'espace. Quem prefere arte faz o Couvent des Jacobins, o Musée des Augustins e a Collection Bemberg, e termina no Canal du Midi.

  3. Dia 3 · Carcassonne: Cité, castelo e canal

    Trem de manhã da gare Matabiau a Carcassonne, de 45 minutos a 1 hora. Suba à Cité de Carcassonne, visite o Château comtal e os remparts e almoce dentro das muralhas. À tarde, desça pelo Pont-Vieux à Bastide Saint-Louis. De abril a outubro, termine com o barco no Canal du Midi, que sai em frente à estação. Durma em Carcassonne para ver a Cité à noite, ou volte a Toulouse de trem.

5 dias · Toulouse, Albi, Carcassonne e os castelos cátaros em 5 dias
Para Quem quer o roteiro completo, com bate-volta de trem a Albi e um dia de carro pelos castelos das Corbières · Base em Toulouse (3 noites) e Carcassonne (2 noites)
  1. Dia 1 · Chegada e Toulouse a pé

    Para quem chega do Brasil: o voo noturno pousa de manhã no Charles de Gaulle; siga no mesmo dia de avião para Toulouse-Blagnac ou chegue com conexão europeia direto a Toulouse. Navette Aéroport até o centro. À tarde, Place du Capitole, Basilique Saint-Sernin e Couvent des Jacobins. Fim do dia no Pont Neuf. Outra opção: primeira noite em Paris e TGV de Paris-Montparnasse no dia seguinte, com cerca de 4 horas e 20 minutos de viagem.

  2. Dia 2 · Museus, Garonne e Canal du Midi

    De manhã, Musée des Augustins e Collection Bemberg no Hôtel d'Assézat. À tarde, escolha entre Aeroscopia e Airbus (reserva e passaporte), a Cité de l'espace ou a Halle de La Machine. No fim do dia, caminhe ou pedale pelo Canal du Midi até o Port de l'Embouchure e as Ponts-Jumeaux.

  3. Dia 3 · Bate-volta a Albi

    Trem da gare Matabiau a Albi-Ville, de 55 minutos a 1 hora e 15 minutos. Visite a Cathédrale Sainte-Cécile, o Palais de la Berbie com o Musée Toulouse-Lautrec e as margens do Tarn a partir do Pont-Vieux. Com carro alugado, siga à tarde para Cordes-sur-Ciel e volte a Toulouse à noite.

  4. Dia 4 · Carcassonne: Cité, castelo, Bastide e canal

    Trem de Toulouse a Carcassonne pela manhã. Cité de Carcassonne, Château comtal e remparts, lices e Basilique Saint-Nazaire. À tarde, Pont-Vieux e Bastide Saint-Louis; de abril a outubro, barco no Canal du Midi. Retire o carro alugado na cidade no fim do dia, para o dia seguinte.

  5. Dia 5 · Castelos cátaros de carro

    Dia de estrada pelas Corbières: Peyrepertuse e Quéribus, pela rota das Citadelles du vertige, passando por Lagrasse. Quem prefere um dia mais curto faz os Châteaux de Lastours de manhã, a norte de Carcassonne, e à tarde a Abbaye de Fontfroide ou Lagrasse. Volte a Carcassonne à noite; no dia seguinte, trem para Toulouse e o voo de volta, ou siga para Montpellier e o Mediterrâneo.

Melhor época

Quando ir: Carcassonne e Toulouse mês a mês

De abril a junho e de setembro a outubro o clima costuma ser ameno e bom para caminhar. Julho e agosto são quentes, muitas vezes acima de 30 °C, e a Cité de Carcassonne fica muito cheia. No inverno, de dezembro a fevereiro, faz frio moderado e os dias são curtos, mas museus e igrejas seguem abertos.

As épocas indicadas são as mais comuns; a natureza nem sempre segue o calendário.

Janeiro Chuva média

frio · dias curtos

Inverno. Em Toulouse, as médias vão de 3 °C a 10 °C, com cerca de 9 dias de chuva no mês; Carcassonne é parecida. Pode gear e, de vez em quando, nevar. Os dias são curtos e os castelos das Corbières têm horário reduzido. A Halle de La Machine fecha em janeiro; museus, a Cité de Carcassonne e a Cité de l'espace seguem como roteiro. No primeiro domingo do mês, a entrada no Château comtal não é cobrada. Feriado de Ano-Novo em 1º de janeiro.

Fevereiro Chuva baixa

frio · pouco movimento

Fim do inverno. Médias de 3 °C a 11 °C em Toulouse e cerca de 8 dias de chuva. Pouca gente na Cité e nos museus. Nas férias escolares de inverno da França, em fevereiro, há mais famílias nos parques de ciência. Dias ainda curtos para os castelos; prefira cidades e museus. No primeiro domingo do mês, a entrada no Château comtal não é cobrada.

Março Chuva baixa

primavera · dias crescendo

Começo da primavera. Médias de 6 °C a 15 °C e cerca de 8 dias de chuva. No fim de março a França adianta o relógio (horário de verão) e o dia fica mais longo. Bom mês para Toulouse e Carcassonne com pouco movimento. Páscoa pode cair em março ou abril, com feriado na segunda-feira.

Abril Chuva média

primavera · barcos voltam

Primavera. Médias de 8 °C a 18 °C e cerca de 9 dias de chuva. Começa a temporada dos barcos de passeio no Canal du Midi em Carcassonne. Os castelos das Corbières ampliam o horário, e o Château comtal passa ao horário de verão em 1º de abril. Nas férias escolares de primavera há mais gente. Bom mês para pedalar no canal.

Maio Chuva média

primavera · feriados

Fim da primavera. Médias de 11 °C a 21 °C em Toulouse, com cerca de 10 dias de chuva, em geral pancadas. Feriados de 1º de maio (o Château comtal fecha nesse dia), 8 de maio e da Ascensão, que lotam as cidades em fins de semana prolongados. Um dos meses mais agradáveis para os castelos de Lastours, Peyrepertuse e Quéribus.

Junho Chuva baixa

calor começa · dias longos

Começo do verão. Médias de 15 °C a 26 °C e cerca de 7 dias de chuva. Os dias são os mais longos do ano, com luz até tarde da noite. Bom mês para os castelos e para o Canal du Midi, antes das férias europeias. Pode haver dias muito quentes no fim do mês. Comece os passeios ao ar livre cedo.

Julho Chuva baixa

calor · férias europeias

Verão e alta temporada. Médias de 17 °C a 28 °C em Toulouse e quase 29 °C de máxima em Carcassonne, com cerca de 6 dias de chuva, muitas vezes em temporais. Há ondas de calor acima de 35 °C. Férias escolares na França: a Cité de Carcassonne lota; reserve o Château comtal, a Airbus e o Minotauro. Mais saídas de barco no canal. Feriado nacional em 14 de julho; em Cordes-sur-Ciel, festival do Grand Fauconnier.

Agosto Chuva baixa

calor · lotação

Auge do verão. Médias de 17 °C a 29 °C e cerca de 6 dias de chuva. Calor forte à tarde: faça Cité, castelos e trilhas de manhã e deixe museus e a Cité de l'espace para as horas quentes. Movimento máximo de férias europeias até o fim do mês. Feriado de 15 de agosto (Assunção). Reserve visitas com horário marcado.

Setembro Chuva baixa

fim do verão · menos gente

Fim do verão. Médias de 14 °C a 25 °C e cerca de 7 dias de chuva. Com o fim das férias escolares, o movimento cai e o calor diminui: bom mês para Carcassonne, os castelos e o Canal du Midi. No terceiro fim de semana do mês, nas Jornadas Europeias do Patrimônio, vários monumentos abrem sem ingresso.

Outubro Chuva baixa

outono · temperaturas amenas

Outono. Médias de 11 °C a 20 °C em Toulouse e cerca de 8 dias de chuva. Últimas semanas dos barcos de passeio em Carcassonne; no fim do mês o Château comtal passa ao horário de inverno, mais curto. No último domingo de outubro, a França atrasa o relógio. Nas férias escolares de outono, há mais famílias nos parques.

Novembro Chuva média

outono · chuva

Fim do outono. Médias de 6 °C a 14 °C e cerca de 10 dias de chuva, o mês mais chuvoso em número de dias. Dias curtos; castelos com horário reduzido. Pouco movimento na Cité e nos museus. Feriados de 1º de novembro e 11 de novembro. Mês para cidades, museus, a Cité de l'espace e a cozinha da região.

Dezembro Chuva média

frio · festas de fim de ano

Inverno. Médias de 4 °C a 10 °C em Toulouse e cerca de 9 dias de chuva. Dias curtos. Nas cidades há mercados e decoração de Natal. O Château comtal fecha em 25 de dezembro e vários lugares têm horário reduzido entre o Natal e o Ano-Novo; confira antes. Bom período para museus e para o cassoulet.

Planeje o caminho

Como chegar: Carcassonne e Toulouse

Do Brasil de avião

Há voos diretos do Brasil para Paris, no aeroporto Charles de Gaulle (CDG), a partir de São Paulo (Guarulhos) e do Rio de Janeiro (Galeão), e também de Fortaleza e de Salvador, com frequência que varia conforme a época. Das outras cidades, a viagem é com conexão. Confirme antes de comprar. De Paris a Toulouse, o caminho mais rápido é o voo doméstico: o aeroporto Toulouse-Blagnac (TLS) tem voos dos dois aeroportos de Paris, Charles de Gaulle e Orly. Outra opção é voar do Brasil com conexão numa cidade europeia que tem voo direto para Toulouse, como Lisboa, Madrid ou Amsterdã. De trem, o TGV sai de Paris-Montparnasse e leva cerca de 4 horas e 20 minutos nos trens mais rápidos; para isso, é preciso ir do aeroporto até a estação, o que deixa o dia longo. Carcassonne não tem voos de Paris: vá por Toulouse.

De trem a partir de Paris

O TGV sai de Paris-Montparnasse e chega a Toulouse-Matabiau, passando por Bordeaux; os mais rápidos levam cerca de 4 horas e 20 minutos. Há trens TGV inOui e trens de baixo custo Ouigo. Há também trens Intercités de Paris-Austerlitz, por Limoges e Brive-la-Gaillarde, mais lentos, e um trem noturno Intercités de nuit entre Paris-Austerlitz e Toulouse. Para Carcassonne, o caminho a partir de Paris é com uma troca de trem, em geral em Toulouse. Entre Toulouse e Carcassonne, há trens regionais liO (TER), Intercités e alguns TGV; a viagem leva de 45 minutos a 1 hora. A estação de Carcassonne fica em frente ao Canal du Midi, a cerca de 25 minutos a pé da Cité. Compre pelo SNCF Connect.

Do aeroporto Toulouse-Blagnac ao centro, e o aeroporto de Carcassonne

O aeroporto Toulouse-Blagnac (TLS) tem voos diretos para mais de 80 destinos na França, na Europa e em outros continentes, incluindo Paris-Charles de Gaulle, Paris-Orly, Lyon, Nice e Marseille (Marselha). Do aeroporto, a Navette Aéroport, ônibus expresso, sai a cada 15 minutos para o centro, com paradas em Compans-Caffarelli e Jeanne d'Arc (metrô B) e ponto final no pólo Matabiau (estação de trem e metrô A), em menos de 25 minutos, conforme o trânsito; ela não roda em 1º de maio. O bonde T2 também atende o aeroporto quando está em operação; confira antes. Táxis e carros de aplicativo fazem o trajeto. O aeroporto de Carcassonne, a oeste da cidade, recebe só voos internacionais de baixo custo da Ryanair, com ônibus até o centro.

De carro

De Paris a Toulouse, o caminho é pelas autoestradas A10 e A71 até Vierzon, depois a A20, chamada L'Occitane, por Limoges e Brive-la-Gaillarde, e a A62 até Toulouse. A A20 não cobra pedágio por cerca de 270 km, de Vierzon até o sul de Brive; os outros trechos têm pedágio. De Toulouse, a A61, a Autoroute des Deux Mers, segue a Carcassonne, a 95 km, e a Narbonne. Carcassonne fica a cerca de 770 km de Paris. Dentro de Toulouse, o carro atrapalha: deixe-o num estacionamento P+R junto ao metrô. O carro faz sentido para os castelos cátaros (Lastours, Peyrepertuse, Quéribus), as abadias das Corbières e Cordes-sur-Ciel; alugue-o em Carcassonne ou em Toulouse só para esses dias.

Como circular em Toulouse e Carcassonne

Em Toulouse, a rede Tisséo tem duas linhas de metrô automático, A e B, bondes, ônibus e ônibus Linéo, com o mesmo bilhete. O metrô A passa por Marengo-SNCF (estação Matabiau), Jean-Jaurès, Capitole e Esquirol; o bonde T1 vai a Blagnac e ao Aeroscopia; o Linéo L12 atende a Cité de l'espace e a Halle de La Machine. O teleférico Téléo, de 3 km, cruza o Garonne no sul da cidade em 10 minutos. Há bicicletas compartilhadas VélôToulouse, e o centro histórico se faz a pé. O Pass Tourisme, de 1 a 3 dias, reúne entradas e pode incluir viagens de transporte. Em Carcassonne, tudo se faz a pé: 15 minutos da Bastide à Cité e 25 do canal à Cité. Os ônibus urbanos sobem à Cité (linha 3 até a Porte Narbonnaise), e no verão circulam pequenos ônibus elétricos na Bastide. Entre Toulouse, Carcassonne e Albi, use o trem regional liO.

Documentos e fuso horário

O brasileiro entra na França com o passaporte válido. As exigências para entrar na Europa podem mudar: confirme antes de viajar. Para menores de idade, confirme as exigências antes de ir. Leve o passaporte original nos passeios: a visita à Airbus exige o documento físico. Fuso: a França fica 4 ou 5 horas à frente de Brasília, conforme a época (muda com o horário de verão europeu, do fim de março ao fim de outubro).

Ingressos e reservas

A Cité de Carcassonne é aberta dia e noite e o acesso às ruas e às lices não é cobrado; o Château comtal e os remparts têm ingresso, com lugares limitados e reserva aconselhada. No primeiro domingo do mês, de janeiro a março, e nas Jornadas Europeias do Patrimônio, em setembro, a entrada no Château comtal não é cobrada. A visita à Airbus exige reserva com pelo menos dois dias úteis de antecedência e passaporte original. A Cité de l'espace vende ingressos pela internet, e a viagem no Minotauro tem lugares limitados. Os castelos de Lastours, Peyrepertuse e Quéribus e as abadias de Lagrasse e Fontfroide cobram entrada no local ou pela internet. Em Toulouse, o Pass Tourisme dá entrada em museus e monumentos e desconto em outras atrações; confira o que está incluído e a tabela atual.

Antes de partir

Informações práticas

Um pouco de planejamento deixa mais espaço para aproveitar o caminho.

Quando ir

De abril a junho e de setembro a outubro o clima costuma ser ameno e bom para caminhar. Julho e agosto são quentes, muitas vezes acima de 30 °C, e a Cité de Carcassonne fica muito cheia. No inverno, de dezembro a fevereiro, faz frio moderado e os dias são curtos, mas museus e igrejas seguem abertos.

As épocas indicadas são as mais comuns; a natureza nem sempre segue o calendário.

Quantos dias ficar

Três dias funcionam bem: dois em Toulouse, com o centro histórico num dia e o espaço e a aviação no outro, e um em Carcassonne, com a Cité e a cidade baixa. Com quatro ou cinco dias e carro, dá para incluir os castelos de Lastours, Peyrepertuse e Quéribus. Carcassonne também pode ser bate-volta de trem a partir de Toulouse.

Em que cidade se hospedar

Em Toulouse, o centro entre a Place du Capitole, a Place Wilson e o Garonne deixa quase tudo a pé; a região da Gare Matabiau é prática para quem chega e sai de trem; Saint-Cyprien, do outro lado do rio, é mais residencial. Em Carcassonne, dormir dentro da Cité permite ver as muralhas vazias à noite, mas as ruas são de pedra e o carro fica fora; a Bastide Saint-Louis, perto da estação, tem mais restaurantes e opções de preço.

Respeite o lugar

Recolha seu lixo, respeite a sinalização e valorize os serviços locais. Em áreas naturais, siga as orientações de visitação.

Tire suas dúvidas

Perguntas frequentes sobre Carcassonne e Toulouse

Qual aeroporto usar para chegar a Toulouse e Carcassonne?

O principal é o Toulouse-Blagnac (TLS), a cerca de 10 km do centro de Toulouse. A ligação com o Brasil costuma ser com conexão em outra cidade. Confirme antes de comprar. Carcassonne tem um aeroporto pequeno (CCF), com voos de outras cidades europeias, muitos deles sazonais.

Dá para fazer Carcassonne em bate-volta de Toulouse?

Dá. O trem leva de 45 minutos a cerca de 1 hora até a Gare de Carcassonne, e da estação até a Cité são cerca de 2 km, a pé ou de ônibus. Um dia inteiro cobre a Cité, o castelo e as muralhas e uma volta pela cidade baixa.

Preciso de carro?

Para Toulouse e Carcassonne, não: trem, metrô, bonde e caminhada resolvem. O carro só faz diferença para os castelos cátaros nas montanhas, como Peyrepertuse e Quéribus, que não têm transporte público prático.

Qual a melhor época para ir?

Primavera (abril a junho) e início do outono (setembro e outubro). O verão europeu, de junho a agosto, costuma ser quente e muito movimentado em Carcassonne; o inverno, de dezembro a fevereiro, é mais frio e tem dias curtos.

Quanto tempo leva o trem de Paris?

O TGV de Paris-Montparnasse até Toulouse-Matabiau leva pouco mais de 4 horas. Para Carcassonne, há trens diretos ou com troca em Toulouse ou Narbonne; confira a combinação ao comprar.

Qual o fuso em relação ao Brasil?

A França fica 4 ou 5 horas à frente de Brasília, conforme a época.

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