Musée Unterlinden e o Retable d'Issenheim, em Colmar
Sai de Place Unterlinden, Colmar A pé, no centro de Colmar cerca de 2 horas manhã ou tarde fácil
O museu ocupa o antigo convento das religiosas dominicanas de Unterlinden, com claustro do século XIII, e foi ampliado pelos arquitetos Herzog & de Meuron, que ligaram o convento a um prédio novo de tijolo e cobre, o Ackerhof; o novo museu abriu em dezembro de 2015. A peça central é o Retable d'Issenheim, pintado por Grünewald e esculpido por Nicolas de Haguenau entre 1512 e 1516 para o altar da comendadoria dos Antoninos de Issenheim, que cuidavam de doentes. O retábulo foi restaurado de 2018 a 2022 e fica exposto na antiga capela, com os painéis abertos lado a lado. O acervo cobre cerca de 7.000 anos de história, com mais de 3.500 obras: arqueologia, como o mosaico de Bergheim, arte dos séculos XI ao XVI, com Martin Schongauer, artes decorativas e arte moderna, com obras de Picasso, Monet e Dubuffet no Ackerhof.
Passa por: Musée Unterlinden, Retable d'Issenheim, Ackerhof.
Inclui: Há ingresso, pago à parte; há audioguia e visitas guiadas. Confira a tabela atual.
Dica: Vá direto à capela para ver o retábulo antes dos grupos e depois siga pelo claustro e pelo Ackerhof. O museu fecha um dia por semana; confira antes de ir.
Melhor época: O ano todo; um programa para dias de chuva ou de frio.
Riquewihr e Hunawihr: muralhas, Dolder e vinhedos
Sai de Colmar Carro, ônibus regional ou excursão cerca de 4 horas manhã ou tarde fácil
Riquewihr é uma vila murada no meio dos vinhedos, ao norte de Colmar, com casas de enxaimel, algumas datadas de 1521, e muralhas do século XVI. A rua principal sobe até o Dolder, a torre-portão que servia de campanário de alarme. Vale sair da rua principal para as ruelas laterais e para os pátios dos vinhateiros. A cerca de 4 km fica Hunawihr, vila menor, com uma igreja fortificada do século XV cercada por um muro, no alto, sobre os vinhedos. Em Hunawihr fica também o NaturOparC, parque de proteção de espécies da Alsace, com cegonhas-brancas e lontras.
Passa por: Riquewihr, Dolder, Hunawihr, Église fortifiée de Hunawihr.
Inclui: Visita por conta própria; a entrada nas vilas não é cobrada. As visitas às caves e o NaturOparC são pagos à parte. Confira a tabela atual.
Dica: Chegue antes do fim da manhã: Riquewihr recebe muitos grupos. Combine com Ribeauvillé e Kaysersberg no mesmo dia, se estiver de carro. Use sapato confortável: a rua principal é em subida.
Melhor época: De abril a outubro, com os vinhedos verdes ou na colheita; em dezembro, mercado de Natal.
Eguisheim e a trilha dos Trois Châteaux
Sai de Colmar Carro, ônibus regional ou bicicleta cerca de 3 horas manhã ou tarde fácil (trilha moderada até os castelos)
Eguisheim, ao sul de Colmar, tem um traçado raro: as ruelas formam círculos concêntricos em volta do antigo castelo dos condes, no centro da vila. A volta completa pelo anel externo passa por casas de enxaimel coloridas, fontes e pátios de vinhateiros. Eguisheim é a terra natal do papa Leão IX, lembrado na praça do castelo, no centro. Quem tem disposição pode subir a pé, a partir da vila, até os Trois Châteaux (Haut-Eguisheim), as três torres de vigia de Weckmund, Wahlenbourg e Dagsbourg, no alto da encosta, com vista para a planície da Alsace. A trilha leva cerca de 1 hora e meia, ida e volta.
Passa por: Eguisheim, Trois Châteaux, Weckmund, Wahlenbourg, Dagsbourg.
Inclui: Visita por conta própria; a entrada na vila e nas ruínas não é cobrada. As visitas às caves são pagas à parte.
Dica: Faça primeiro o anel externo, depois entre para a praça do castelo. Para a trilha dos castelos, use tênis e leve água. Eguisheim fica perto de Colmar e se faz bem de bicicleta.
Melhor época: De abril a outubro. Em dezembro, o mercado de Natal funciona nos fins de semana do Advento.
Kaysersberg: ponte fortificada, castelo e casa de Albert Schweitzer
Sai de Colmar Carro ou ônibus regional cerca de 3 horas manhã ou tarde fácil (subida curta ao castelo)
Kaysersberg fica a cerca de 13 km de Colmar, cerca de 20 minutos de carro, na entrada do vale do rio Weiss. A vila não tem estação de trem, mas é servida por ônibus a partir de Colmar. O símbolo é a ponte fortificada de 1514 sobre o Weiss, com uma pequena capela no meio. A Église Sainte-Croix, construída entre os séculos XIII e XV, tem portal românico e um retábulo de madeira entalhada de Jean Bongart, de 1518; em frente fica a Fontaine Constantin, do século XVI. Na vila nasceu Albert Schweitzer, médico, teólogo e Prêmio Nobel da Paz de 1952; a casa natal abriga um centro sobre a vida e a obra dele. Uma subida curta leva às ruínas do castelo imperial do século XIII, com torre redonda e vista para a vila, os vinhedos e o vale. A partir de Kaysersberg, um caminho de cerca de 2 km pelos vinhedos, uns 30 minutos a pé, chega a Kientzheim.
Passa por: Kaysersberg, Pont fortifié, Château de Kaysersberg, Église Sainte-Croix, Centre Albert Schweitzer.
Inclui: Visita por conta própria; a entrada na vila e nas ruínas do castelo não é cobrada. O Centre Albert Schweitzer tem ingresso. Confira a tabela atual.
Dica: Suba ao castelo logo cedo, antes do calor no verão. Em dezembro, o mercado de Natal da vila, com cerca de sessenta barracas, enche nos fins de semana: vá pela manhã.
Melhor época: De abril a outubro; em dezembro, mercado de Natal.
Château du Haut-Kœnigsbourg
Sai de Sélestat, Colmar ou Strasbourg Trem até Sélestat e ônibus 500, ou carro cerca de 1 hora e meia de visita manhã ou tarde fácil (cerca de 300 degraus)
O castelo fica a 757 m de altitude, sobre um esporão rochoso que domina a planície da Alsace, no município de Orschwiller. Foi construído no século XII pelos Hohenstaufen para vigiar as rotas comerciais, foi saqueado pelos suecos em 1633 e ficou em ruínas por quase 250 anos. Em 1899, a cidade de Sélestat ofereceu as ruínas ao imperador alemão Guilherme II, que mandou reconstruí-lo; o arquiteto Bodo Ebhardt conduziu a obra de 1900 a 1908. O resultado é uma reconstrução idealizada de um castelo medieval, com donjon e ponte levadiça, e foi alvo de debate desde a época. A visita livre leva cerca de 1 hora e meia, com cerca de 300 degraus, e não é adaptada a carrinhos de bebê. Do alto, a vista alcança a planície da Alsace e os vinhedos. Sem carro, o caminho é o trem até Sélestat, entre Strasbourg e Colmar, e o ônibus da linha 500 até o castelo.
Passa por: Château du Haut-Kœnigsbourg, Orschwiller, Sélestat.
Inclui: Há ingresso, pago à parte, vendido também pela internet. O bilhete do ônibus 500 dá desconto na entrada. O estacionamento do castelo não é cobrado. Confira a tabela atual.
Dica: Leve casaco: no alto venta e faz mais frio que em Colmar. O ônibus 500 roda de março a dezembro, com horários definidos a cada ano, e não funciona em janeiro e fevereiro. O castelo fecha em 1º de janeiro e em 25 e 26 de dezembro. Combine com a Montagne des Singes, em Kintzheim, ao pé da mesma montanha.
Melhor época: De março a dezembro, com o ônibus 500 em funcionamento. Em julho e agosto, chegue na abertura.
Palais Rohan e Musée de l'Œuvre Notre-Dame
Sai de Place du Château, Strasbourg A pé, ao lado da catedral cerca de 3 horas manhã ou tarde fácil
O Palais Rohan, ao sul da catedral, foi construído entre 1732 e 1742 para os príncipes-bispos da família Rohan, com projeto de Robert de Cotte, primeiro arquiteto do rei. Hoje reúne três museus municipais. O Musée des Arts décoratifs ocupa o térreo e os grandes apartamentos de aparato, com a câmara do rei e o salão de Assembleia, decorado com estuque dourado. O Musée des Beaux-Arts, no andar de cima, mostra pintura europeia, e o Musée archéologique, no subsolo, conta a história da Alsace da pré-história à Idade Média. Do outro lado da Place du Château fica o Musée de l'Œuvre Notre-Dame, ligado à fundação que cuida da catedral desde a Idade Média: guarda esculturas originais e vitrais retirados da fachada, além de arte medieval e renascentista do Alto Reno. Escolha um ou dois museus por visita; os três do palácio e o da Œuvre juntos ocupam um dia inteiro.
Passa por: Palais Rohan, Musée des Arts décoratifs, Musée des Beaux-Arts, Musée archéologique, Musée de l'Œuvre Notre-Dame.
Inclui: Cada museu tem ingresso próprio. Os museus de Strasbourg vendem passes que combinam vários museus. Confira a tabela atual.
Dica: Para quem tem pouco tempo, os apartamentos do Musée des Arts décoratifs e o Musée de l'Œuvre Notre-Dame são os mais ligados à história da cidade. Os museus municipais fecham um dia por semana; confira antes de ir.
Melhor época: O ano todo; um programa para dias de chuva ou de frio.
Mercados de Natal: Christkindelsmärik de Strasbourg e os mercados de Colmar
Sai de Strasbourg ou Colmar A pé pelos centros históricos cerca de 4 horas tarde e noite fácil
O Christkindelsmärik de Strasbourg existe desde 1570 e está entre os mercados de Natal mais antigos da Europa. Ocupa a Place Broglie, a Place de la Cathédrale e as ruas da Grande Île, com cerca de 300 barracas de madeira de enfeites, artesanato, doces de Natal e bebidas quentes. A grande árvore de Natal fica na Place Kléber, e a Petite France tem um mercado menor. Em Colmar há cinco ou seis mercados espalhados pelo centro, entre eles os da Place des Dominicains, com pista de patinação e mercado das crianças, da Place de l'Ancienne Douane e da Place Jeanne d'Arc, além da Petite Venise iluminada. As vilas da Route des Vins também têm os seus: Kaysersberg, com cerca de sessenta barracas em volta da igreja, Riquewihr e Eguisheim, este só nos fins de semana do Advento. Os mercados costumam abrir no fim de novembro e seguir até perto do Natal ou até o fim de dezembro, conforme a cidade e o ano.
Passa por: Christkindelsmärik, Place Broglie, Place de la Cathédrale, Place Kléber, Colmar, Kaysersberg, Riquewihr, Eguisheim.
Inclui: A entrada nos mercados não é cobrada. Comidas, bebidas e compras são pagas à parte.
Dica: Os fins de semana do início de dezembro são os mais cheios: Strasbourg chega a receber 100 mil visitantes por dia. Prefira os dias de semana e as manhãs. Os trens entre Strasbourg e Colmar lotam; compre antes. Leve roupa de inverno: as noites são frias, perto de 0 °C.
Melhor época: Do fim de novembro a dezembro; confira as datas do ano antes de comprar a viagem.
Ribeauvillé: Tour des Bouchers e os três castelos dos Ribeaupierre
Sai de Colmar Transporte regional, carro ou excursão cerca de 4 horas com a trilha manhã ou tarde moderada (trilha em subida)
Ribeauvillé, ao norte de Riquewihr, foi a sede dos senhores de Ribeaupierre, e os três castelos deles aparecem no alto da encosta, acima da vila. A Grand'Rue atravessa a cidade e passa sob a Tour des Bouchers, torre do século XIII que separava a cidade alta da baixa. Ao longo da rua há casas de enxaimel, fontes e caves de vinho. Quem gosta de caminhar pode subir pela trilha da floresta até as ruínas do Château de Saint-Ulrich e seguir para os outros dois, o Girsberg e o Haut-Ribeaupierre. A volta pelos três castelos é uma trilha longa, em subida pela floresta; quem tem menos tempo vai só até o Saint-Ulrich. Ribeauvillé é uma das vilas do vinhedo servidas por transporte regional a partir de Colmar.
Passa por: Ribeauvillé, Tour des Bouchers, Château de Saint-Ulrich, Château du Girsberg, Château du Haut-Ribeaupierre.
Inclui: Visita por conta própria; a entrada na vila e nas ruínas não é cobrada. As visitas às caves são pagas à parte.
Dica: Use tênis com boa sola na trilha e leve água: não há serviços no caminho. Fora da trilha, uma hora basta para a Grand'Rue. Ribeauvillé fica a cerca de dez minutos de carro de Kaysersberg e combina com Riquewihr.
Melhor época: De abril a outubro, com trilha seca. No inverno o caminho pode ficar escorregadio.
Neustadt: o bairro alemão, da Place de la République ao Palais du Rhin
Sai de Place de la République, Strasbourg Caminhada a partir da Grande Île cerca de 2 horas manhã ou tarde fácil
Em 1871, Strasbourg passou a fazer parte do Império Alemão, e a partir dos anos 1880 a cidade ganhou um bairro novo a leste e ao norte da Grande Île: a Neustadt (cidade nova). Avenidas largas, praças e prédios públicos de pedra contrastam com as ruas medievais do centro. O eixo é a antiga praça imperial, hoje Place de la République, um jardim circular cercado por edifícios oficiais, entre eles o Palais du Rhin, construído como palácio do imperador. Em 2017, a UNESCO estendeu à Neustadt a inscrição da Grande Île no Patrimônio Mundial, com o nome De la Grande-Île à la Neustadt. A caminhada sai da Place de la République e segue pelas avenidas do bairro, com prédios residenciais do mesmo período. Dá para combinar com o barco Batorama, que passa pela Neustadt, ou com a ida ao Parlement européen.
Passa por: Neustadt, Place de la République, Palais du Rhin.
Inclui: Caminhada por conta própria. O Office de Tourisme tem visitas guiadas pagas à parte; confira a tabela atual.
Dica: A Place de la République fica a poucos minutos a pé da catedral, do outro lado do Ill. É um passeio para o segundo ou terceiro dia em Strasbourg, depois de ver a Grande Île.
Melhor época: O ano todo; na primavera e no verão os jardins da Place de la République ficam verdes.
Parlement européen, Parlamentarium Simone Veil e Parc de l'Orangerie
Sai de Centro de Strasbourg Bonde linha E até a parada Parlement européen cerca de 3 horas manhã ou tarde fácil
Strasbourg é uma das sedes do Parlamento Europeu, que se reúne ali em sessões plenárias de segunda a quinta-feira, cerca de uma vez por mês, exceto em agosto. A entrada dos visitantes fica no edifício Louise Weiss. Fora das sessões, o visitante individual entra sem reserva, de segunda a sábado, passa pela inspeção de segurança e faz a visita livre do hemiciclo, do Parlamentarium Simone Veil, exposição sobre a construção europeia, e das mostras temporárias, com aplicativo ou aparelho de áudio. A visita leva cerca de uma hora. Em semana de sessão, o público pode assistir dos balcões, conforme os lugares disponíveis. Ao redor ficam o Palais de l'Europe, sede do Conselho da Europa, que não faz parte da União Europeia, e o prédio da Corte Europeia dos Direitos Humanos, projetado por Richard Rogers, visto por fora. A poucos minutos a pé fica o Parc de l'Orangerie, com lago e alamedas, para terminar o passeio.
Passa por: Parlement européen, Parlamentarium Simone Veil, Palais de l'Europe, Cour européenne des droits de l'homme, Parc de l'Orangerie.
Inclui: A visita ao Parlamento não é cobrada. É preciso apresentar o passaporte original; cópias e fotos no celular não são aceitas.
Dica: Leve o passaporte, porque sem ele não se entra. Líquidos acima de 100 ml são barrados na segurança, como no aeroporto. Leve fones de ouvido próprios para o aplicativo. O prédio fecha aos domingos e feriados.
Melhor época: O ano todo, de segunda a sábado. Para ver uma sessão plenária, confira o calendário do Parlamento.
Do outro lado do Reno: Kehl de bonde e bate-volta a Baden-Baden ou Freiburg
Sai de Strasbourg ou Colmar Bonde D até Kehl; trem ou ônibus até Baden-Baden e Freiburg de 2 horas (Kehl) a um dia manhã ou dia inteiro fácil
A Alsace faz fronteira com a Alemanha ao longo do Reno, e dentro do espaço Schengen a travessia em geral não tem controle. É um complemento, não o centro da viagem. O mais simples é Kehl, a cidade alemã em frente a Strasbourg: a linha D do bonde atravessa o Reno e vai até Kehl Rathaus, a prefeitura, no centro da cidade. Dá para ir e voltar numa manhã. Baden-Baden, cidade de termas no norte da Forêt-Noire, fica a cerca de 41 km de Strasbourg; de trem, a viagem leva de 30 minutos a pouco mais de 1 hora, em geral com uma troca. Freiburg im Breisgau, cidade universitária no sul da Forêt-Noire, fica mais perto de Colmar: o ônibus regional Fluo 1076 leva de Colmar a Breisach, na margem alemã, de onde sai o trem para Freiburg. Quem chega pelo EuroAirport tem ônibus de hora em hora até a rodoviária de Freiburg, ao lado da estação, em cerca de 60 minutos.
Passa por: Kehl, Reno, Baden-Baden, Freiburg im Breisgau, Breisach.
Inclui: Viagem por conta própria. O bonde de Strasbourg usa os bilhetes da rede urbana; os trens e ônibus para a Alemanha são pagos à parte. Confira a tabela atual.
Dica: Leve o passaporte mesmo para ir a Kehl. Na Alemanha, o comércio fecha aos domingos. Para Baden-Baden e Freiburg, confira os horários de volta antes de sair.
Melhor época: O ano todo.
Montagne des Singes, em Kintzheim, e NaturOparC, o parque das cegonhas em Hunawihr
Sai de Colmar ou Sélestat Carro cerca de 2 horas em cada parque manhã ou tarde fácil
Dois parques de animais perto da Route des Vins, bons para quem viaja com crianças. A Montagne des Singes, em Kintzheim, ao pé do Haut-Kœnigsbourg, é uma floresta de 24 hectares onde vivem soltos mais de 200 macacos-de-gibraltar (macacos-berberes). O visitante caminha por uma trilha no meio da floresta, com os macacos ao redor, e os tratadores fazem sessões de alimentação ao longo do dia. A visita leva cerca de 2 horas, e o parque abre de fim de março a meados de novembro. O NaturOparC, em Hunawihr, ao lado de Riquewihr, é um parque dedicado à proteção de espécies da Alsace, como a cegonha-branca, símbolo da região, a lontra-europeia e o hamster-europeu. A visita é livre, com encontros com os tratadores, e o parque abre o ano todo, com horário reduzido em parte dos dias.
Passa por: Montagne des Singes, Kintzheim, NaturOparC, Hunawihr.
Inclui: Cada parque tem ingresso, pago à parte. Confira a tabela atual.
Dica: Na Montagne des Singes, siga as orientações dos tratadores. Combine a Montagne des Singes com o Haut-Kœnigsbourg e o NaturOparC com Riquewihr. Sem carro, o acesso é difícil.
Melhor época: Montagne des Singes: de fim de março a meados de novembro. NaturOparC: o ano todo.