La Flégère e o Grand Balcon Sud até Planpraz
Sai de Les Praz de Chamonix (telecabine da Flégère) Telecabine até a Flégère, trilha e telecabine de Planpraz na descida cerca de 4 horas manhã ou tarde média (cerca de 500 m de subida)
A Flégère é o terraço de montanha do lado norte do vale, voltado para o sul, com vista para o maciço do Mont Blanc, a Mer de Glace e a Aiguille Verte. A telecabine sai de Les Praz, passa por cima do campo de golfe de Chamonix e chega à estação de cima, a 1.877 m, onde há restaurante e terraço. Quem não quer caminhar fica por ali e desce de volta. Quem quer caminhar segue pelo Grand Balcon Sud, trecho do GR Tour du Mont-Blanc e do GR5, até Planpraz, a 2.000 m, no setor do Brévent: são cerca de 5,5 km só de ida, com cerca de 500 m de subida e 350 m de descida, em perto de 2 horas, sempre de frente para as geleiras. De Planpraz, a telecabine desce direto ao centro de Chamonix. A caminhada pode ser feita no sentido contrário, de Planpraz à Flégère.
Passa por: La Flégère, Grand Balcon Sud, Planpraz, Le Brévent, Les Praz de Chamonix.
Inclui: Caminhada livre. As telecabines da Flégère e de Planpraz têm ingresso; o passe Mont Blanc Multipass inclui as duas. Confira a tabela atual.
Dica: Faça no sentido Flégère–Planpraz e termine no centro de Chamonix, sem precisar voltar a Les Praz. Les Praz tem parada de ônibus e estação de trem. Leve água: há poucos pontos para encher a garrafa no caminho.
Melhor época: De meados de junho a meados de setembro, conforme a abertura dos teleféricos e a neve (confirme).
Esqui no vale de Chamonix: Brévent-Flégère, Grands Montets, Balme e Les Houches
Sai de Chamonix, Argentière, Le Tour e Les Houches Ônibus de esqui e trem do vale até as estações de partida de 1 dia a 1 semana dia inteiro variável (pistas de todos os níveis)
O vale de Chamonix não tem um domínio de esqui único: são vários, espalhados ao longo do vale, de Les Houches, na entrada, até Le Tour e Vallorcine, perto da Suíça, entre 1.035 m e cerca de 3.300 m de altitude. O Brévent e a Flégère, ligados entre si por um teleférico, ficam do lado ensolarado, voltados para o Mont Blanc; o Brévent sai do centro de Chamonix, e a Flégère, de Les Praz. Les Grands Montets, acima de Argentière, tem as pistas mais altas e é procurado por esquiadores de bom nível e pelo fora-pista. O Domaine de Balme fica entre Le Tour e Vallorcine, na ponta do vale, e Les Houches, ligado a Saint-Gervais, na entrada. Para quem nunca esquiou, há áreas pequenas no fundo do vale, como Le Savoy, Les Planards, Les Chosalets e Le Tourchet, com escolas de esqui e instrutores. O vale recebeu os primeiros Jogos Olímpicos de Inverno, em 1924, e recebe etapas da Copa do Mundo de esqui alpino.
Passa por: Le Brévent, La Flégère, Les Grands Montets, Domaine de Balme, Le Tour, Vallorcine, Les Houches, Le Savoy, Les Planards.
Inclui: Há passes de um dia por domínio e passes de vários dias, como o Mont Blanc Unlimited, que inclui outras estações e Courmayeur, na Itália. Aluguel de equipamento, aulas e instrutores pagos à parte. Confira a tabela atual.
Dica: Compre o passe pela internet com antecedência: costuma sair mais em conta. Faça aula no primeiro dia se nunca esquiou. Use os ônibus de esqui entre os domínios. Evite as férias escolares francesas de fevereiro, quando as filas aumentam. A neve varia de um ano para outro: confira as aberturas antes de reservar.
Melhor época: A temporada costuma ir de meados de dezembro a abril, conforme a neve. Janeiro e março costumam ter menos fila que fevereiro.
Vallée Blanche: descida de esqui fora-pista com guia a partir da Aiguille du Midi
Sai de Chamonix (teleférico da Aiguille du Midi) Com guia de alta montanha; teleférico na subida e trem do Montenvers na volta cerca de 5 a 7 horas dia inteiro difícil (esquiador de bom nível)
A Vallée Blanche é uma descida de esqui fora de pista sobre as geleiras do maciço do Mont Blanc, com cerca de 20 km e cerca de 2.800 m de desnível. Não é pista marcada nem patrulhada: é feita com guia de alta montanha. A saída é pelo teleférico da Aiguille du Midi. Lá em cima, o grupo se equipa no túnel de gelo e desce a pé, com grampos e preso à corda, a aresta estreita que leva ao Col du Midi; em boa parte da temporada, um caminho em zigue-zague é preparado nesse trecho. Depois vêm os esquis. O itinerário clássico, o menos difícil, passa pelo Glacier du Géant e pelo Glacier du Tacul, com vista para a Dent du Géant, de 4.013 m, as Grandes Jorasses e a Aiguille Verte, de 4.122 m, entre gretas e seracs. A descida termina na Mer de Glace, e a volta para Chamonix é pelo trem do Montenvers, com subida a pé até a estação. Variantes como o Petit Envers e o Grand Envers são mais técnicas.
Passa por: Aiguille du Midi, Vallée Blanche, Glacier du Géant, Glacier du Tacul, Mer de Glace, Montenvers.
Inclui: O guia é contratado à parte, nas companhias e escritórios de guias de Chamonix. Teleférico, trem do Montenvers e aluguel do equipamento pagos à parte. Confira a tabela atual.
Dica: É preciso esquiar bem fora de pista e estar em boa forma. O equipamento recomendado inclui piolet, detector de vítimas de avalanche, pá, sonda, capacete, cadeirinha, corda e grampos; o guia orienta o que alugar. Nunca passe à frente do guia: há gretas escondidas sob pontes de neve. Reserve a subida da Aiguille du Midi.
Melhor época: Na temporada de esqui, de dezembro a abril, conforme a neve e a geleira; no começo da temporada a aresta não é preparada (confirme com o guia).
Tramway du Mont-Blanc: de Le Fayet ao Nid d'Aigle
Sai de Saint-Gervais-les-Bains-Le Fayet (ao lado da estação SNCF) Trem de cremalheira cerca de 3 a 4 horas, ida e volta manhã ou tarde fácil (altitude de 2.372 m)
O Tramway du Mont-Blanc é um trem de cremalheira que sobe a encosta oeste do Mont Blanc a partir de Le Fayet, a 580 m, em Saint-Gervais-les-Bains, a mesma estação onde se troca de trem para Chamonix. A linha tem 12,7 km e rampas de até 24%. O trem para em Saint-Gervais, a 796 m, em Motivon, a 1.368 m, no Col de Voza, a 1.660 m, em Bellevue, a 1.794 m, e no Mont Lachat, a 2.074 m, antes do ponto final, o Nid d'Aigle, a 2.372 m. A subida leva pouco mais de 1 hora. No Nid d'Aigle, a estação fica de frente para o Glacier de Bionnassay, e dali parte a via normal de subida ao Mont Blanc, usada pelos alpinistas. Para o visitante, há trilhas curtas na área do terminal e caminhos de descida até Bellevue ou o Col de Voza, onde dá para pegar o trem de volta. Os trens levam até 200 pessoas cada.
Passa por: Le Fayet, Saint-Gervais-les-Bains, Motivon, Col de Voza, Bellevue, Mont Lachat, Nid d'Aigle, Glacier de Bionnassay.
Inclui: Há ingresso, com opção de descer em paradas intermediárias. Confira a tabela atual.
Dica: Fica a caminho entre Annecy e Chamonix: dá para encaixar no dia da troca de cidade, que tem troca de trem em Le Fayet. Leve casaco: no Nid d'Aigle faz frio mesmo no verão. Na volta, quem quer caminhar desce a pé um trecho e pega o trem numa parada intermediária.
Melhor época: De meados de junho ao fim de setembro até o Nid d'Aigle; de meados de dezembro ao fim de março, em percurso que pode ser menor (confirme).
Volta do Lac d'Annecy de bicicleta pela voie verte
Sai de Annecy (margem oeste do lago) Bicicleta comum ou elétrica, alugada na cidade de 3 horas a 1 dia dia inteiro fácil na voie verte; moderada na volta
A voie verte do Lac d'Annecy é uma ciclovia separada do trânsito que segue a margem oeste do lago, de Annecy até Marlens, no Val de Chaise, com cerca de 33 km. O trecho é plano e passa por Sévrier, Saint-Jorioz e Duingt, com praias e lugares de piquenique na beira da água, até Doussard, no fim do lago. Dali, uma véloroute continua até Albertville. Quem quer dar a volta completa no lago faz cerca de 40 km, com cerca de 200 m de subida acumulada: na margem leste, por Talloires, Menthon-Saint-Bernard e Veyrier-du-Lac, a véloroute divide alguns trechos com os carros nas vilas, e há uma subida de cerca de 100 m em Talloires-Montmin. Para encurtar, dá para pedalar só a margem oeste e voltar de barco, que aceita bicicleta a bordo na temporada.
Passa por: Lac d'Annecy, Voie verte du lac d'Annecy, Sévrier, Saint-Jorioz, Duingt, Doussard, Talloires, Menthon-Saint-Bernard, Veyrier-du-Lac.
Inclui: A ciclovia não cobra uso. Aluguel de bicicleta, comum ou elétrica, e o barco de volta pagos à parte. Confira a tabela atual.
Dica: Em dia quente, saia cedo e leve roupa de banho: há praias pelo caminho. Bicicleta elétrica ajuda na volta completa. Obras na estrada da margem leste às vezes fecham o trecho de Talloires; confira antes de sair.
Melhor época: De abril a outubro. Em julho e agosto a ciclovia fica cheia nos fins de semana.
Château d'Annecy: Musée-Château e observatório dos lagos alpinos
Sai de Annecy (no alto da cidade velha) A pé cerca de 1 hora e 30 manhã ou tarde fácil (subida curta)
O Château d'Annecy fica no alto da cidade velha, acima dos canais. A parte mais antiga, a Tour de la Reine, é do século XIII. O castelo foi residência dos condes de Genebra nos séculos XIII e XIV, passou à casa de Savoie (Saboia) em 1401 e, no século XVI, foi casa dos duques de Genevois-Nemours, que deram às alas um ar de castelo de residência. Depois virou quartel até 1947. A prefeitura comprou o conjunto em 1953 e o restaurou. Hoje funciona ali o Musée-Château, com coleções de arte e de história da região, e o Observatoire régional des lacs alpins, que explica a formação, a fauna e a qualidade da água dos lagos dos Alpes, entre eles o Lac d'Annecy. Do pátio e das janelas se vê o telhado da cidade velha e o lago.
Passa por: Château d'Annecy, Tour de la Reine, Musée-Château d'Annecy, Observatoire régional des lacs alpins.
Inclui: Há ingresso para o museu. Confira a tabela atual.
Dica: Bom para dia de chuva ou para a hora mais quente do verão. Combine com a caminhada pela cidade velha: desça pela rampa direto para os canais.
Melhor época: O ano todo. Confirme os dias de fechamento semanal fora do verão.
Gorges du Fier: passarela suspensa no cânion
Sai de Lovagny, a cerca de 10 km de Annecy Carro, ou táxi a partir de Annecy cerca de 2 horas, com o trajeto manhã ou tarde fácil (ruim para quem tem vertigem)
As Gorges du Fier são um cânion estreito escavado pelo rio Fier em Lovagny, a cerca de 10 km a oeste de Annecy. A visita é feita por uma passarela de metal de 252 m presa à parede de rocha, a cerca de 25 m acima da água, aberta ao público em 1869. Em alguns pontos, as paredes ficam a pouco mais de 1 m uma da outra, e a rocha mostra as marcas redondas deixadas pela água. No fim do percurso fica o Mer de Rochers, um campo de grandes blocos de pedra, onde o Fier se acalma. A volta toda, ida e volta pela passarela, tem cerca de 500 m, com painéis explicativos, e leva perto de 45 minutos a 1 hora. Bem perto fica o Château de Montrottier, do século XIII, que vigiava uma das poucas passagens sobre o Fier.
Passa por: Gorges du Fier, Lovagny, Mer de Rochers, Château de Montrottier.
Inclui: Há ingresso. Há estacionamento na entrada. Confira a tabela atual.
Dica: Use sapato fechado com sola que não escorrega: a passarela fica úmida. Leve um casaco, porque dentro do cânion faz frio mesmo no verão. Vá cedo em julho e agosto.
Melhor época: De meados de março a meados de outubro, quando o local costuma abrir (confirme).
Château de Menthon-Saint-Bernard
Sai de Menthon-Saint-Bernard, na margem leste do lago Carro, ou barco até a vila e subida a pé cerca de 1 hora e 30 tarde fácil
O Château de Menthon-Saint-Bernard fica num esporão de rocha acima da vila de Menthon-Saint-Bernard, na margem leste do Lac d'Annecy, com torres pontudas que se veem do barco. A construção começou na Idade Média, como praça-forte para vigiar o lago, e foi transformada em residência ao longo dos séculos, com uma grande reforma no século XIX. O castelo pertence à mesma família, os Menthon, há 23 gerações, e a família ainda mora numa parte dele e cuida das visitas. O nome lembra São Bernardo de Menthon, ligado à família. O percurso passa pela biblioteca, com cerca de 12.000 livros, por tapeçarias de Aubusson, pela Salle des pèlerins e pela cozinha, com um passa-pratos de 15 m. Há jardins, uma horta em permacultura e um terraço com vista para o lago.
Passa por: Château de Menthon-Saint-Bernard, Menthon-Saint-Bernard, Lac d'Annecy.
Inclui: Há ingresso, com visita livre ou guiada. Confira a tabela atual.
Dica: Fora de julho e agosto, o castelo abre só em parte dos dias da semana e à tarde; confira o calendário antes. A estrada até o castelo é estreita, mas há estacionamentos perto. Combine com Talloires, a poucos minutos.
Melhor época: De abril a junho e de setembro a novembro, às sextas, sábados, domingos e feriados; em julho e agosto, todos os dias (confirme).
Talloires e o Col de la Forclaz, na margem leste do lago
Sai de Annecy Carro, ônibus ou barco até Talloires cerca de 3 a 4 horas tarde fácil
Talloires é uma vila na margem leste do Lac d'Annecy, numa baía abrigada em frente ao estreito de Duingt, onde o lago se divide em Grand Lac e Petit Lac. A vila cresceu em volta de uma abadia beneditina fundada no século XI e tem um pequeno porto e restaurantes na beira da água. Acima de Talloires, a estrada sobe até o Col de la Forclaz, a 1.150 m, de onde se vê o lago inteiro de cima. O colo é um dos principais pontos de decolagem de parapente da região: escolas oferecem voos duplos com instrutor. Quem não voa sobe só para a vista e para ver as decolagens.
Passa por: Talloires, Baie de Talloires, Col de la Forclaz, Lac d'Annecy, Duingt.
Inclui: O passeio pela vila não cobra entrada. Voo duplo de parapente, barco e refeições pagos à parte. Confira a tabela atual.
Dica: Vá no fim da tarde, quando o sol ilumina a margem oeste e as montanhas do outro lado. O voo de parapente depende do vento e pode ser cancelado no mesmo dia. Combine com o Château de Menthon-Saint-Bernard.
Melhor época: De maio a setembro. Em julho e agosto, a estrada da margem leste fica congestionada nos fins de semana.
Le Semnoz: a montanha de Annecy e o Crêt de Châtillon
Sai de Annecy Carro pela estrada de montanha; no verão, ônibus da cidade cerca de 3 horas manhã ou tarde fácil (curta subida a pé)
O Semnoz é a montanha que sobe direto do centro de Annecy, na ponta norte do Massif des Bauges, com cerca de 16 km de comprimento e o ponto mais alto no Crêt de Châtillon, a cerca de 1.700 m. É coberto de floresta, com pastos de montanha no alto, e faz parte do parque natural regional das Bauges. A estrada sai de Annecy e chega quase ao cume. Do estacionamento, uma caminhada curta, de menos de 1 hora ida e volta, leva ao Crêt de Châtillon, onde uma mesa de orientação ajuda a identificar o que se vê: o Mont Blanc, a Aiguille du Midi, a Dent du Géant, o maciço dos Écrins, o Lac du Bourget e o Lac d'Annecy, que aparece melhor um pouco abaixo do cume. No alto há um jardim botânico alpino, uma pequena estação de esqui, um tobogã de verão e chalés de pasto. A estrada desce pelo outro lado até o Col de Leschaux, o que permite voltar a Annecy pela beira do lago.
Passa por: Le Semnoz, Crêt de Châtillon, Massif des Bauges, Lac d'Annecy, Col de Leschaux.
Inclui: A estrada e o cume não cobram acesso. Tobogã de verão e refeições pagos à parte. Confira a tabela atual.
Dica: Suba no fim da tarde de céu limpo para ver o Mont Blanc com a luz baixa. No inverno, a estrada pode exigir correntes; confira antes. No verão, o ônibus da cidade leva ciclistas e caminhantes ao alto.
Melhor época: De maio a outubro para a vista e as caminhadas; no inverno, para neve de montanha baixa, quando houver.
Skyway Monte Bianco, na Itália: bate-volta a Courmayeur pelo túnel do Mont-Blanc
Sai de Chamonix Carro ou ônibus pelo túnel do Mont-Blanc até Courmayeur, na Itália cerca de 6 horas dia inteiro fácil (altitude de 3.466 m)
O Skyway Monte Bianco fica na Itália, do outro lado do Mont Blanc, em Courmayeur, no Vale de Aosta. De Chamonix, chega-se pelo Tunnel du Mont-Blanc, de 11,6 km, que passa por baixo do maciço e sai perto de Courmayeur. O teleférico parte do Pontal d'Entrèves, a 1.300 m, com cabines que giram 360 graus durante a subida. A primeira parada é o Pavillon du Mont Fréty, a 2.200 m, com restaurantes, jardim botânico, exposição de cristais e um pequeno museu na estação antiga; a subida até ali leva cerca de 4 minutos. A segunda leva cerca de 5 minutos até a Punta Helbronner, com terraço circular a 3.466 m, na fronteira com a França, de frente para o Mont Blanc, a Dent du Géant e o Glacier du Géant. No verão, da Punta Helbronner sai o Panoramic Mont-Blanc, que atravessa as geleiras até a Aiguille du Midi: é possível fazer a travessia completa entre a França e a Itália pelo alto e voltar a Chamonix pelo túnel, num dia longo; confirme os horários de ônibus.
Passa por: Tunnel du Mont-Blanc, Courmayeur, Pontal d'Entrèves, Pavillon du Mont Fréty, Punta Helbronner, Glacier du Géant.
Inclui: Há ingresso para o teleférico. O pedágio do túnel, para quem vai de carro, e o ônibus são pagos à parte. Confira a tabela atual.
Dica: Leve o passaporte: o passeio é na Itália. O túnel tem fechamentos programados para obras, às vezes por semanas; confirme antes de ir. Como no alto da Aiguille du Midi, faz frio e a altitude pesa: suba sem pressa.
Melhor época: O ano todo, com parada para manutenção de meados de outubro ao começo de dezembro (confirme). A travessia pelo Panoramic Mont-Blanc costuma funcionar de julho a setembro.
Centro de Chamonix e Musée du Mont-Blanc
Sai de Chamonix (centro) A pé cerca de 2 a 3 horas manhã ou tarde fácil
Chamonix-Mont-Blanc é uma das estações de montanha mais antigas da França e foi sede dos primeiros Jogos Olímpicos de Inverno, em 1924. O centro, a 1.035 m, é pequeno e se percorre a pé, ao longo do rio Arve, com lojas de equipamento e cafés, sempre com o maciço do Mont Blanc ao fundo. O Musée du Mont-Blanc ocupa o antigo Musée Alpin, criado há cerca de cem anos, e passou por uma longa renovação: tem cerca de 1.800 m² de exposição sobre a história do vale, da conquista do Mont Blanc, do alpinismo e do esqui. O Musée des Cristaux mostra cristais e minerais do maciço do Mont Blanc, e há visitas guiadas com cristaleiros. É o programa natural para o dia de chegada, para um dia de nuvem baixa, quando os teleféricos perdem a vista, ou para o fim da tarde, depois da montanha.
Passa por: Chamonix-Mont-Blanc, Musée du Mont-Blanc, Rio Arve, Musée des Cristaux.
Inclui: O passeio pelo centro não cobra entrada. Os museus têm ingresso; a carte d'hôte dá desconto no Musée des Cristaux. Confira a tabela atual.
Dica: Deixe os museus para o dia de tempo fechado e use o dia de céu limpo para subir. No posto de turismo, no centro, confira a previsão para a montanha e o estado das trilhas e dos teleféricos.
Melhor época: O ano todo. Em julho, agosto e nas férias de inverno, o centro fica cheio.