Palácio Rio Branco
Sede do governo estadual construída em 1930 em estilo art déco, no centro da cidade. Abriga um museu com exposições e salas dedicadas à história do Acre, abertas à visitação.
A cidade
Rio Branco cresceu às margens do Rio Acre e preserva marcos ligados à história da capital. Passeios pela Gameleira e pelo centro histórico podem ser combinados com visitas aos parques e espaços culturais.
Ainda não há hospedagem no guia em Rio Branco.
Tem hotel, pousada ou casa de temporada aqui? Cadastre a suaO que saber antes de ir.
A experiência do lugar
Sede do governo estadual construída em 1930 em estilo art déco, no centro da cidade. Abriga um museu com exposições e salas dedicadas à história do Acre, abertas à visitação.
Árvore centenária à margem direita do rio Acre que marcava o porto do seringal onde a cidade nasceu, no fim do século 19. Tombada como patrimônio municipal em 1981, fica num calçadão com bancos e vista para o rio, no Segundo Distrito.
Construída entre 1948 e 1958 em estilo romano-basilical, fica perto do Palácio Rio Branco e é dedicada à padroeira da cidade. O interior chama atenção pelos 47 vitrais coloridos.
Criado em 1978, é um dos espaços de memória mais antigos do estado e conta a história do ciclo da borracha e da chegada dos nordestinos ao Acre. Tem reprodução de uma casa de seringueiro, peças sobre o látex e depoimentos de soldados da borracha.
Inaugurado em 1996, preserva 57 hectares de floresta amazônica e homenageia o seringueiro e ambientalista Chico Mendes. Tem trilhas ecológicas, um zoológico com espécies da região e um memorial dedicado ao líder.
Espaço cultural inaugurado em 2002 ao lado do Palácio Rio Branco, dedicado ao movimento que transformou o Acre em estado. Abriga salão de exposições, galeria de governadores, o Teatro Hélio Melo e o túmulo do ex-governador José Guiomard Santos.
Parque urbano de 17 hectares com trilhas arborizadas, lagos e espaços para caminhada e exercícios, muito frequentado pelos moradores. Já foram catalogadas ali cerca de 80 espécies de aves.
Parque perto do centro que preserva parte de um antigo seringal, com 646 seringueiras e árvores centenárias. Homenageia Ciríaco Joaquim de Oliveira e os heróis da Revolução Acreana, lembrando o ciclo da borracha que moldou a cidade.