Theatro José de Alencar
Inaugurado em 1910, tem estrutura de ferro fundido importada de Glasgow, na Escócia, e sala de espetáculos em art nouveau. Tombado pelo Iphan, conta com jardins projetados por Burle Marx em 1975.
A cidade
Fortaleza reúne praias urbanas, patrimônio histórico e espaços culturais no litoral do Ceará. Passeios pela Beira-Mar podem ser combinados com visitas ao centro e ao complexo cultural Dragão do Mar.
3 lugares para ficar em Fortaleza.
3 lugares escolhidos para comer.
O que saber antes de ir.
A experiência do lugar
Inaugurado em 1910, tem estrutura de ferro fundido importada de Glasgow, na Escócia, e sala de espetáculos em art nouveau. Tombado pelo Iphan, conta com jardins projetados por Burle Marx em 1975.
Aberto em 1999, reúne em cerca de 30 mil metros quadrados o Museu da Cultura Cearense, o Museu de Arte Contemporânea, planetário, cinemas e teatro. O nome homenageia o jangadeiro abolicionista Chico da Matilde, o Dragão do Mar.
Construída entre 1938 e 1978, tem projeto do francês George Maunier em estilo eclético com predomínio do neogótico, inspirado nas catedrais de Colônia e Chartres. Comporta 5 mil pessoas, e suas torres chegam a 75 metros.
O prédio atual, inaugurado em 1998 ao lado da Catedral, reúne mais de 550 boxes distribuídos em cinco pavimentos. Concentra o artesanato cearense, como rendas de bilro, bordados, peças de couro e miniaturas de jangadas.
Iniciada no começo dos anos 1920 por uma empresa inglesa para substituir a antiga ponte metálica do porto, nunca funcionou como atracadouro. Na Praia de Iracema, foi reaberta em 2024 após reforma e é ponto tradicional do pôr do sol.
Faixa de cerca de 8 quilômetros na zona leste, entre o Mucuripe e a Sabiaguaba, é uma das praias mais procuradas para banho na capital. É conhecida pelas barracas de frutos do mar e pela tradicional noite do caranguejo às quintas-feiras.
Criado oficialmente em 2017, protege cerca de 1.575 hectares de manguezal, dunas e mata ciliar ao longo do Rio Cocó. Tem trilhas que variam de 135 a 1.350 metros, áreas esportivas e passeios de barco pelo rio.
Recebeu em 1879 o nome oficial de Praça dos Mártires, em memória de revolucionários da Confederação do Equador executados no local em 1825. Tombado pelo Iphan em 1965, tem árvores centenárias, entre elas um baobá, e vista para o mar.